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História O motivo - Capítulo 6


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Notas do Autor


Oi oi, então...

É meio triste esse capilo--

O uniforme da escola é uma camisa social branca de manga curta. Não tem aquela gravata ridícula igual no mangá.

Capítulo 6 - Tio Stain


- E foi só isso. 

Finallizou a história sobre como avia sido as horas gastas na casa do esverdeado. 

- isso 'ta muito estranho...

Disse Shoto serrando os olhos pensativo. O esverdeado nunca teve um comportamento assim, encarar bakugou de frente? Ninguém além dele fazia isso. Não até naquele momento. 

- aquele nerd de merda... 

Bakugou sussurrou, não ia admitir, nunca iria admitir, mas estava preocupado, estava com um pouco de medo de alguém estar machucando o Midoriya, mas algo dentro de si dizia não ser isso. Conhecia aquelas marcas de algum lugar... Mas pq não consegue lembrar?! Droga! Isso é tão frustrante. 

Sentiu os braços de Shoto rodarem sua cintura, a respiração quente batendo contra sua nuca o fez se arrepiar de tal maneira... 

- não pense muito nisso, meu amor. 

- ... 

Katsuki suspirou derrotado, pelo o que parece ele será o passivo hoje. 

Q.D.T 

Ah... Um novo dia, bom dia flor do dia, que manhã maravilh-- 

- AAAAHH NÃO! FICA LONGE! 

parece não ser um dia tão bom assim, Izuko corria feito louco de um assaltante que corria atrás dele também. 

...

Izuko passou na padaria comprando um salgado de café da manhã, já que sua mãe não estava em casa para fazer o café como de costume. A escola não estava longe e queria chegar mais cedo hoje, 'pra variar.

O beco no final da rua cortava caminho de 8 minutos. Mas envez disso apenas o levou direto para um saltante. Esse que parecia estar sobe efeito de drogas.

Izuko correu tão rápido que mal sentia as pernas, e essa corrida não planejada o vez ganhar 14 minutos extras. 

...

Izuko estava na sala, o professor aizawa ainda não avia chegado. Estava até um pouco silêncioso, poucas pessoas conversando o que dava um clima gostoso para o protagonista.

Avia se passado uma semana dês da última foda do esverdeado. Depois do episódio na casa de Izuko, o mesmo comentou com dabi sobre isso e resolveram dar um tempinho para não ocorrer boatos. 

Não que Izuko se importasse, mas Dabi, também estava envolvido, isso não se tratava apenas de si, mesmo não tendo como saberem quem seria o cara que deixava aquelas marcas em si. 

Izuko estava quase no limite, estava estressado e estremamente carente. Tudo isso por não ~ fuder ~ 

Queria algo diferente dessa vez. Queria algo mais intemso, algo que queimasse o ventre (que não tinha) apenas por imaginar...

Queria mais. 

por fim a aula começou, atrapalhando seus pensamentos impuros o fazendo voltar para essa cansada realidade onde vive. Quer voltar para casa e pesquisar mais coisas relacionadas a bdsm, não querendo se gabar... Mas o Zuzu sabia muito sobre isso, não tudo já que é um "universo" enerme.

- Midoriya? Está tudo bem? 

Ein? 

Izuko olhou ao redor, estava sentado na grama ao lado de alguns colegar... 

- ue... Como assim? 

- cara você 'tá tão estranho, não 'tá alucinando não? -Denki disse com um pouco de ironia 

- enfim, né... Sobre o que acham que é o comunicado de hoje? 

Ah sim, o professor avisou que averia uma reunião no pátio da escola, pelo visto é um assunto importante. 

- deve ser de como sou bonita - disse Uraraka fazendo uma voz de mimada haha e jogando seus cabelos para o lado. 

Ao todo, estavam ali, Kirishima sentado ao lado do Denki, Uraraka ao lado da Tsuyu, Iida sentado no banco atrás de mim que estava encostado em suas pernas. Olhei melhor ao redor e vi que estávamos no gramado, quase não avia pessoas em volta. Mas a pergunta é: como vim parar aqui sem nem perceber? Eu não estava na sala de aula agora mesmo? Af. Acho que deveria ir ao médico. 

...

Estávamos todos no pátio, em pé fazendo fila, olhavamos para o pauco que avia lá na frente, a conversa estava alta, eu contava os segundos para poder ir embora e ligar para o Yo Shindo. Um garoto de outro colégio, nos damos muito bem e o sexo é maravilhoso, apesar dele não gostar de me machucar ainda é bom tem um sexo balmilha de vez em quando. 

Nos conhecemos em uma viagem de excursão que minha escola participou, foi no ano passado, se não me engano. Ele estava tão bonito que fiquei sem ar. Nós viramos amigos depois de passar os dois dias conversando. Nós reencontramos por acaso no shopping onde passeamos juntos.

Uma coisa levou a outra e acabamos por transar naquele dia. Não tivemos mais nada íntimo depois daquilo, apenas contato de amigos. Mas como o Dabi não querer me fuder vou ter que pedir pra ele. Não que eu não tenha outras opções, apenas gosto da companhia dele.

- os dormitórios seram um tipo de apartamento, contendo uma cozinha, sala e dois quarto. Quatro alunos dividiram esse espaço durante o resto do ano. Eu recomendo que aceitem, principalmente para o terceiro ano. Dúvidas seram respondidas pelo conselho estudantil e/ou professores. Isso é tudo. 

O diretor abaixou o microfone e saio andando apressado para fora do pátio, a conversa dos alunos ficou ainda mais animados e começaram a sair, eu não prestei atenção no que ele disse mas pelo pouco que ouvi é bastante conveniente para mim. Afinal minha progenitora não dá as caras faz dias e eu não tenho ninguém para me sustentar. A luz já foi cortada e estou "sobrevivendo" apenas com a água da caixa (de água). 

Andava calmante para casa, avia desviado do caminho para andar um pouco mais. Aproveitou e passou na farmácia para recarregar os créditos que estavam no fim. 

Quase em casa ligou para Shindo e com uma conversa divertida marcou o encontro. Entrou em casa sentindo o cheirinho de bolo de chocolate e correu para a cozinha.

- MÃE?! MÃE!

gritei correndo, ao chegar na cozinha com expectativa de finalmente ver minha mãe... Não era ela. 

- ah guri! Que bom te ver. Demorou muito ein.

- tio Stain? O que o senhor faz aqui? 

O tio Stain veio me abraçando, retribui meio sem graça, o tio Stain era um pouco estranho... Mas um cara legal. 

- não posso mais ver meu sobrinho?! 

Percebi um pouco de raiva em sua voz, talvez era brincadeira? 

- a-ah não foi isso que quis dizer tio. É que o senhor raramente vem nos visitar. 

O tio voltou para a bancada que estava antes, mexendo em alguma coisa que eu não conseguia ver. Olhei ao redor procurando minha mãe mas tudo o que puder ver era uma mochila preta em cima da cadeira, provavelmente do tio Stain. 

- sua mãe não vai voltar. Para de se iludir.

Falou seco, eu travei. Mamãe avia ido embora? Sem nem me falar?... 

- cadê a mamãe? - perguntei com a voz fraquinha, eu queria chorar. 

- faz mais de uma semana que ela sumiu e você ainda não se tocou disso? Haha. Está cada dia mais parecido com seu pai. Bom, eu fiz o almoço e um bolo, voc--

Eu fiquei ali... Parado, senti algo molhando pelo meu rosto, eu estava chorando? Sim... Mas por que exatamente? Pela minha mãe me abandonar sem nem se despedir, ou o fato de eu ser supostamente parecido com alguém que mal me lembro? Apesad de amar muito meu pai, a saudade que ele deixou não se compara a isso. Minha mãe sempre foi meu porto seguro, minha base, o lugar que eu podia me apoiar. Mesmo nós estando distantes e ela sentindo nojo de mim, ainda... Ainda era minha mãe. 

Eu estava olhando para baixo, brincando com meus dedinhos eu observava as lágrimas caindo sobre elas. Estava tão silêncioso... E frio. Mãe... Você realmente me deixou aqui sozinho? Por favor, volte. Eu paro- eu mudo eu... Eu paro de ser assim... Mas por favor volte! Não me deixe também!

- ah garoto... Sua mãe não se importa mais com você, ela não merece suas lágrimas. Você já é um quase adulto e tem maturidade o suficiente para saber o que está acontecendo. 

Tio Stain veio até mim, parando em minha frente, eu pudia ver de relance já que ainda olhava para baixo. Senti sua mão em meu ombro o apertando um pouco, acho que é um tipo de reconforto. 

- limpe suas lágrimas e venha comer, eu paguei a conta de luz e voltou bem rápido haha, o que acha de sair amanhã? Você pode faltar na escola? 

Retirei minha mochila a colocando no chão encostada na parede, joguei uma água no rosto e lavei as mãos na pia da cozinha, não caia mais lagrimas, mas me sentia destruído. 

Sentei-me a mesa e conversamos como se nada estivesse acontecendo, o tio não tocou no assunto e nem eu. Ele me contava de suas viagens e que avia conhecido uma mulher, que estava todo apaixonado por ela... Eu até fique feliz, afinal o tio sempre foi muito sozinho nessas viagens pelo mundo. 

...



Notas Finais


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