História O Mundo de Harry - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Arthur Weasley, Bellatrix Lestrange, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Cedrico Diggory, Cho Chang, Colin Creevey, Dolores Umbridge, Draco Malfoy, Duda Dursley, Fleur Delacour, Fred Weasley, Gellert Grindelwald, Gina Weasley, Gregory Goyle, Harry Potter, Hermione Granger, Horácio Slughorn, Jorge Weasley, Lilá Brown, Lílian Evans, Lino Jordan, Louis Weasley, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Marcus Flint, Marlene Mckinnon, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Nymphadora Tonks, Olívio Wood, Padma Patil, Pansy Parkinson, Parvati Patil, Pedro Pettigrew, Percy Weasley, Personagens Originais, Petunia Dursley, Poppy Pomfrey (Madame Pomfrey), Quirinus Quirrell, Regulus Black, Remo Lupin, Rita Skeeter, Rodolfo Lestrange, Rolf Scamander, Ronald Weasley, Rose Weasley, Severo Snape, Sibila Trelawney, Simas Finnigan, Sirius Black, Theodore Nott, Tiago Potter, Tom Riddle Jr., Valter Dursley, Viktor Krum, Vincent Crabbe
Tags Draco, Draco Malfoy, Drarry, Harry, Harry Potter, Universo Alternativo
Visualizações 103
Palavras 3.277
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Comédia, Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HELLOU PEOPLES! Estou aqui com o primeiro capítulo antes que eu entre em semana de provas e suma por um tempinho a mais. Certo, certo, alguns agradecimentos: VINTE E SEIS FAVORITOS! AAAAAAAAAAA

Obrigada, obrigada! ~faz uma reverência e chora dramaticamente~ Queria agradecer a todos que me deram forças, aos meus pais e ao meu gato que se chama Tom Riddle. Vocês são importantes!

Okay, agora sem brincadeiras. Obrigada de verdade, nunca pensei que teria esse tipo de atenção.

E quanto aos seis comentários?! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA Eu amei todos! Obrigada para os leitores que tiraram cinco minutinhos para dizerem suas opiniões sobre a fic, foi muito legal da parte de cada um.

Anyway, preparados?! Vamos ler. Boa leitura, espero que gostem.

Capítulo 2 - Capítulo 1: O Covil da Vilã






Dois dias se passaram e Harry não havia encontrado sua coragem para voltar a casa de sua ex-noiva. O que mais lhe preocupava era Steve Rogers, seu cão, que estava nas mãos daquela megera por todos esses dias. Ele não conseguia imaginar como iria pegar seu bebê devolta, sendo que Cho era uma grande teimosa e não queria devolver o animal.



— Está fazendo aquilo denovo. — a voz de Draco soou na cozinha. Estava sendo comum os dois tomarem café da manhã juntos, com Harry pensando em como sua vida era uma grande porcaria e com Draco reclamando das mágoas do mesmo. 



— Aquilo o quê?



— Aquela cara de: 'me matem e vendam os meus orgãos, eu sou um inútil'. — disse teatralmente e mordeu a torrada que estava na sua mão.



E Harry era o maldito psicopata? 



— Só estou criando coragem para ir na minha antiga casa buscar as minhas coisas. — respondeu cabisbaixo e Draco fez um som de entendimento.



— Então é por isso que você só tem dois pares de roupas? — perguntou e o rapaz de óculos o encarou atordoado.



Maldito stalker!



— Vou tentar ir hoje, é isso. — disse Harry de maneira decidida. Draco ergueu uma sombrancelha e grunhiu, não dizendo nada. Harry o encarou, tentando fazer com que ele captasse o pedindo indireto que aquela frase carregava. — Mas eu precisava de um apoio moral... — falou e Draco deu outra mordida na torrada, grunhindo algo como se estivesse concordando que Harry realmente precisava de um apoio moral. — Talvez um homem de aspecto forte e que fosse loiro. Loiros são intimidantes, não é?



Draco finalmente entendeu a jogada de palavras e fitou Harry. Riu de maneira sarcástica, negando com a cabeça rapidamente e engasgando com a torrada. Pegou o suco e bebeu afim de melhorar a sensação na garganta, logo dizendo:



— Nem pensar! Pelo que me disse o tal Viktor Krum é um monstro de tão enorme. — falou embasbacado. Oh, certo. Eles haviam tido aquela conversa, pois aparentemente nenhum dos dois sabia manter a boca calada. Mesmo com Draco ainda sendo receoso sobre Harry, ainda sim, ele falava bastante. — Eu não quero ter um olho roxo! Não quando eu finalmente vou ter um encontro na terça.



Harry o fitou profundamente para depois soltar uma gargalhada, fazendo com que o óculos entortasse no rosto. Draco sentiu-se ficar vermelho, sabendo bem que o maldito moreno ria da última revelação. Para Harry ficou claro que Draco odiava ambientes sociais, incluindo pessoas: nem mesmo sabia como ele havia se acostumado com Potter andando por sua casa, mas sabia bem que o círculo social do loiro era bem pequeno por conta desse problema.



— Quem marca um encontro na terça? — disse entre risadas e Draco bufou.



— É um dia da semana! E pelo menos eu tenho um encontro. — disse para o que se tornou o tormento de sua vida cotidiana. Foi a vez de Harry parar de rir e fechar a cara. O sorrisinho convencido de Draco surgiu como forma de vingança. — Ora, ora... peguei no seu ponto fraco, Potter?



— Vai se fu...



A campainha tocou. Os dois olharam na direção onde ficava a porta para depois ouvirem batidas fortes. Draco suspirou cansado e se levantou, já sabendo bem quem era do outro lado. Ao abrir a porta, Blaise Zabini caiu em cima dele, cheirando a conhaque e uísque. Draco olhou para o teto de sua casa e murmurou para qualquer ser supremo que estivesse escutando:



— Seja qual for o pecado que eu tenha cometido no passado, achei que a morte de Jesus tinha resolvido o problema. — falou e não houve nada. Nem mesmo um trovão ou alguma luz piscando. Draco arrastou Blaise para dentro, ele aparentemente estava tendo mais um daqueles comas alcóolicos. 



— Oh, esse é o tal Blaise. — disse Harry da porta da cozinha. Estava estudando o corpo desacordado do homem de longe. — Parece que teve uma noite agitada.



— Eu não duvido. — respondeu com uma cara de limão azedo. — Vou levá-lo para o quarto. Como disse, não entre lá. — ordenou com o tom de voz exigente.



— Você não está o escondendo, está? Ele é menor de idade ou coisa assim? Iremos matá-lo? — curioso, Harry ia seguindo Draco pela casa. O loiro arregalou os olhos com as possibilidades que o moreno citava no ar. — Eu conheço um ótimo lugar para enterrá-lo. Se quiser podemos tirar seus orgãos. O plano é o... — Harry viu que Draco estava realmente levando a brincadeira a sério e se apressou. — É brincadeira! Não iremos enterrar nenhum corpo hoje. Deixe-me ajudá-lo.— pegou o outro braço de Blaise para ajudar o colega a carregar o rapaz bêbado.



— Hoje? — estreitou os olhos para o rapaz de óculos que apenas soltou uma risada e continuou seu caminho.



— Sim, nunca se sabe não é mesmo? — falou rindo abertamente. — Estou brincando. — se apressou. — Onde está o seu senso de humor? 



— Morreu com a minha vontade de viver. — falou de modo natural. Harry fez uma careta ao ouvir tal fala tão absurda e deprimente vindo do loiro. Sentindo o clima pesado, resolveu mudar de assunto:



— Mas não me respondeu, porque ele está aqui?



— Bem, era aqui ou ter a Mama Zabini para pegar no pé dele. — falou e o moreno travou no lugar, deixando Blaise cair de lado e fazendo com que Draco se desequilibrasse. — Está louco, gnomo?!



— Zabini? Tipo Mirian Zabini, a mulher que foi viúva sete vezes? — perguntou de modo chocado e ignorando o apelido ridículo que Draco berrou. Mirian Zabini era o que chamavam de bilionária, além é claro, da fama que tinha de sempre se casar e ficar viúva poucos meses depois. As mortes de seus maridos nunca eram descobertas, mas sempre era certo: o nome de Mirian estava garantido no testamento do falecido.



— Na verdade foram oito vezes. — Draco corrigiu a fala calmamente. — Ela ficou viúva do oitavo marido a três semanas. Ainda não foi publicado, obviamente.



Harry abriu a boca em descrença. Aquela mulher era uma lenda! Era um tipo de Taylor Swift mais radical.



— Bom, isso é que eu chamo de conscidência. — disse e finalmente chegaram no quarto. Blaise caiu na cama e começou a babar, roncando feito um porco. Aquilo era deprimente...



— Eu vou ter que trabalhar. — disse Draco um tanto preocupado com Blaise babando no travesseiro. — Você...?



— Estou de folga. — falou Harry sorrindo de modo muito esquisito para o gosto de Draco. Nada tirava da cabeça do loiro que estava mantendo um maldito psicopata fofo dentro de sua casa.



— Certo. — concordou. Os dois ficaram se encarando por longos segundos, até Draco tossir de modo desconfortável. — Feche a porta quando sair.



Harry não sabia como ganhar a confiança de Draco, mas deixaria esse  problema para depois. Nem mesmo os maiores heróis da ficção fizeram duas coisas ao mesmo tempo, retirando talvez o Flash, mas ele era realmente um tipo de herói super estranho e nada compatível com a física do universo.



Com esses devaneios rondando sua mente, minutos depois viu Draco Malfoy sair com seu uniforme: era um tipo de roupa cheia de botões branca, era um cozinheiro. Descobriu em seus dois dias que Draco cursava Gastronomia e trabalhava em um restaurante no centro da cidade. Também descobriu - ele não se arrependia de ser um maldito stalker - que a família 'Malfoy' era uma grande influência no mercado de produtos para beleza e que Draco era um tipo de filho renegado. Seu irmão mais velho ficou com a empresa e ele com suas panelas e comida. Harry, que havia visto na sexta o loiro cozinhar um tipo de sobremesa com chocolate e amoras, acabou bulando a regra de não roubar a comida. Ele realmente não se arrependia, já que Draco realmente havia sido abençoado pelas fadas cozinheiras ou qualquer coisa assim.



O emprego do colega parecia ser tão comum e normal que Harry até ficou curioso em saber a reação do mesmo quando descobrisse sobre o que o moreno fazia para viver. Suspirando, se virou para o relógio e viu que já havia passado das dez da manhã. Blaise ainda estava desacordado no andar de cima e Harry deduziu que não iria fazer mal algum se ele saísse.



Pegou as chaves do Demolidor e saiu em direção a garagem, trancando o apartamento com sua chave que foi entregue com muito custo por um Draco paranóico.



Uma pequena descrição sobre o Demolidor: ele é uma caminhonete azul que Harry conseguiu em uma rifa. Gostava de dizer que aquele carro havia o escolhido. O nome Demolidor veio do nada, até porque foi na época que ele estava lendo os quadrinhos do herói. Ele simplesmente amava aquele carro e sabia que Demolidor tinha personalidade própria. 



Demolidor, como esperado, estava na garagem. Harry sorriu e se meteu dentro do veículo, acariciando seu estofado e volante, logo em seguida girando a chave. Como esperado, o carro não ligou. Potter suspirou, girando mais uma vez e nada ocorreu.



— Vamos amigão, você consegue! — disse e girou a chave mais uma vez e finalmente Demolidor deu algum sinal de vida. — Isso, bom garoto. 



A viagem para sua antiga casa não era longa. Em apenas quinze minutos o moreno estaria lá, o que deixava-o nervoso. Aquele frio na barriga surgiu e ele resolveu que ligar o rádio seria uma boa maneira de distrair sua mente. With Or Without You, U2 começou a tocar e Harry desligou o aparelho rapidamente. Ele não precisava de mais um motivo para cair naquela tristeza. Ele estava indo bem e o U2 não iria estragar isso.



Foram os quinze minutos mais longos da vida de Harry e quando ele finalmente estacionou na frente da casa simples e bonitinha em um bairro classe média, foi que gelou.



Cho Chang — sua ex-noiva, uma mulher de estatura média e com traços orientais — estava se despedindo de Krum, o amante (ou o atual namorado). Harry arregalou os olhos quando Cho franziu o cenho e o viu ali. Demolidor era inconfundível, ele sabia. Cho iria reconhecer ele rapidamente, afinal, vivia reclamando do carro.



Harry girou a chave para ligar Demolidor mas ele falhou. Desesperado e muito nervoso quando Krum, um homem alto e forte, vinha em sua direção e gritava um "Ei!", ele girou a chave mais uma vez. Por sorte o carro ligou e ele acelerou antes mesmo de Viktor Krum chegar na calçada para tirar satisfações.



Ele não deveria ter vindo sozinho, era o que pensava. Aquela cena havia o machucado e agora ele estava mais uma vez fugindo da realidade dos fatos.



Quando chegou ao apartamento, Blaise estava no sofá da sala com uma garrafa de vodka e parecia bem à vontade. Harry jogou suas chaves na mesinha de centro e encarou o rapaz: pele negra, cabelos escuros, olhos escuros. Blaise era bonito, o moreno admitia.



— Você deve ser o Henry. — disse Blaise com a língua embolada por culpa da bebida. Harry riu divertido pela troca de nome:



— Harry. — corrigiu.



— Certo, Henry. — Blaise falou e o de olhos verdes desistiu de tentar corrigí-lo. — O que lhe traz tanta tristeza? — perguntou e Harry se xingou internamente: nunca conseguia esconder seus sentimentos, eles ficavam nítidos em seu rosto.



— Draco disse para ignorar os seus papos de bêbado. — falou e encarou Blaise, que soltou uma risada e tentou se sentar no sofá, se desequilibrando e caindo deitado novamente. 



— Draco é um grande mandão! — Blaise berrou. — Senta aqui, Henry! Me diga o que te apavora.



Harry ponderou. Era se abrir para um alcóolotra de possíveis vinte e dois anos ou correr para o seu quarto e chorar como um bebê. 



Sentou-se ao lado de Blaise, que cheirava a bebidas e estava fitando Harry muito atentamente. O moreno suspirou e fez um bico choroso:



— Bem, eu fui na casa da minha ex agora mesmo e a vi com o cara que ela me traiu. — explicou de maneira resumida e Blaise fez um som rasgado na garganta, balançou a garrafa de vodka e gritou:



— QUE GRANDE PIRIGUETE! 



Harry imaginou todos os xingamentos possíveis que poderia sair da boca do homem mas não imaginou que seria algo como "piriguete". Soltou uma risada e Blaise riu junto, tocando a perna do moreno:



— Você riu, Henry. Isso é bom. — falou e com dificuldades continuou. — Quando eu estou triste, eu geralmente chamo meu amigo Luke-Jump para me ajudar.



— Quem é Luke-Jump? 



Blaise estendeu a garrafa de vodka que na etiqueta dizia claramente: "Luke-Jump". Sorriu abertamente e passou a bebida para o rapaz que novamente se permitiu ser tomado pelo sentimento da dúvida. 



Minutos depois, os dois estavam jogados no chão abraçados um ao outro. Blaise berrava a cada cinco minutos o nome "Henry" e Harry ria descaradamente, como quem estava realmente se divertindo.



— Henry! — Blaise gritou e Harry respondeu:



— É Harry! E o que foi? 



— Que tal irmos buscar suas coisas na casa da Piriguete-Oriental? — disse e abraçou o rapaz, enterrando o rosto no pescoço dele e colocando todo o seu corpo por cima do corpo de Harry. O segundo citado provavelmente iria se arrepender daquela posição comprometedora depois que o efeito da bebida passasse, mas no momento nem mesmo se dava ao trabalho de tirar Blaise de cima de si.



— Vamos! Eu quero dizer algumas coisas para ela. — falou meio enrolado e os dois voltaram a rir. 



Demoraram pelo menos alguns longos minutos para levantarem e quando fizeram, apoiados um no outro, sairam do apartamento rumo ao elevador.



Subindo para o andar do apartamento estava Draco na companhia de Crabbe, que decidiu fazer uma visita a Harry. Qual foi a surpresa dos dois quando a porta do elevador se abriu e Harry tombou para dentro do lugar rindo alto. 



— O que significa isso?! — Draco disse descrente e Harry pulou em cima dele afim de alcançar os botões que os levariam para a garagem.



— Eu vou pegar o que é meu de direito e salvar o Steve Rogers! — disse e Blaise gritou um "Yeah!" seguido e pulinhos animados.



— Steve Rogers, o Capitão América? — Crabbe perguntou confuso.



— Steve Rogers, o cão! — Draco e Harry disseram ao mesmo tempo. — Você está totalmente bêbado, gnomo! — falou o loiro visualizando o estado do companheiro de apartamento.



— Eu não estou, não! Para de me chamar de gnomo, seu... seu... seu traste! — Draco fez uma cara azeda para a resposta e Harry pensou um pouco. — Talvez eu esteja só um pouquinho bêbado.



— Aonde pensam que estavam indo? — Crabbe perguntou meio risonho. 



— Para o ninho do mal da Senhora Piriguete-Oriental! Tanananan... — Blaise começou a cantar e Crabbe soltou uma gargalhada, negando com a cabeça e alcançando o botão do elevador, pedindo para descer.



— Ei! O que pensa que está fazendo? — Draco berrou incrédulo.



— Indo para o covil da vilã. — disse Crabbe dando de ombros. — Ah, vamos Draco! Não seja assim.



— Eu suportei o fato de receber um possível assassino em série na minha casa, suportei o fato de vê-lo roubar meu chocolate mas não vou fazer isso! Não mesmo! — Draco bateu o pé de maneira birrenta e encarou Harry com um olhar zangado, que foi devolvido na mesma autoridade.



Minutos depois, os quatro estavam de frente a porta da casa de Cho Chang. Draco bufava a cada cinco segundos e ninguém ligava para sua pirraça. Harry atropelou os amigos e ignorou a campanhia, quase colocando a porta abaixo com as batidas que deu.



— ABRA ESSA PORTA, CHO CHANG! — Harry gritou e continuou batendo na porta com toda a força. — ABRE OU EU JURO QUE MEU AMIGO CRABBE VAI ARROMBAR ISSO!



— Eu devo ter dançado alguma coreografia bem ruim da Britney Spears na cruz para estar passando por isso. — Draco murmurou dramaticamente. — Talvez eu tenha me vestido de Lady Gaga e sapateado no túmulo de Jesus. Pior! Eu me vestir de Lady Gaga e dancei a coreografia ruim da Britney Spears na cruz e no túmulo de Jesus.



— Quer calar a boca, Draco? — Crabbe rosnou e o loiro bufou, virando o rosto. 



— Mas que droga é...? — Cho Chang finalmente abriu a porta. Harry nem mesmo lhe deu tempo para falar, pois atropelou a garota com tudo. Cho o encarou incrédula e deslumbrou o moreno começar a gritar na sala:



— ONDE ELE ESTÁ? ONDE ESTÁ O MEU STEVE ROGERS?! — Harry disse e  tropeçou no tapete da sala, se recompondo em seguida.



— Quem são vocês? O que fazem na minha casa?! — Cho falou se virando agora para os outros três rapazes. Blaise estava escondido atrás de Draco, encarando a oriental como se fosse algum tipo de monstro.



— Sou Vincent Crabbe, esse é Draco Malfoy e esse aqui é o Blaise Zabini. Viemos buscar as coisas do...



— Ah, ótimo. — disse de maneira irônica e riu. — Vocês devem ser tão loucos quanto ele.



— Como é que é?! — Draco disse dando um passo para frente e ficando vermelho. Sua educação jamais permitiria levantar a mão para uma dama, por isso, ele resolveu dar o troco de outra maneira. — Gnomo!



Harry se virou para ele e meneou a cabeça, pronto para a pergunta:



— Onde fica o seu antigo quarto para pegarmos suas coisas e sairmos do covil da vilã? — Cho interrompeu dizendo incrédula "covil da vilã?!", mas não deu tempo de constentar, pois Harry havia respondido e agora Draco invadira a casa, disposto a pegar as coisas do moreno. 



— Isso é invasão! Eu vou chamar a polícia, eu... O QUE VOCÊ FEZ?!



Blaise riu abertamente quando mostrou o fio do telefone totalmente arrebentado. Jogou no chão e deu os ombros, indo ajudar Harry a salvar Steve. Crabbe já havia subido e agora voltava com duas caixas de papelão nos braços.



— Steve! 



Um cão de porte médio rompeu a sala e se jogou em cima de Harry. Latiu alegre por ter finalmente reencontrado seu dono. Cho ficava mais vermelha de raiva a cada instante e andou em direção ao cachoro, puxando para si pela coleira.



— Steve é meu! — ela berrou e Harry se levantou, sentindo-se meio zonzo mas com muita coragem.



— Steve é meu! Ele quer ficar comigo, seu verdadeiro dono! Largue meu cão!



E puxou Steve para si, saindo dali rapidamente. Cho abriu a boca em descrença e viu Draco romper as escadas com três malas equilibradas. Sorriu em escárnio para a oriental e parou ao lado de Harry, que segurava um Steve Rogers muito feliz. 



— Até nunca mais, Piriguete-Oriental. — Draco disse com uma falsa alegria exagerada. Harry riu e esperou o loiro passar, para só então pegar o tapete que dizia "Bem vindo". 



— Esse tapete é meu! — Cho gritou e Harry respondeu:



— Não é mais. 



Quando entrou no carro de Crabbe e ele acelerou, foi que Draco se permitiu gargalhar malignamente. O amigo ao seu lado encarou-o meio incrédulo, provavelmente o pobre Malfoy havia enlouquecido.



Steve Rogers latiu feliz e lambeu o rosto de Blaise, que riu e segundos depois desmaiou. Vincent soltou uma risada engraçada com aquela cena e encarou Harry pelo retrovisor, que agora encostava o rosto no vidro e fechava os olhos.



— Ele vai se arrepender disso tudo. — Crabbe falou para Draco.



— Eu sei. E eu vou adorar importuná-lo com isso. — falou com um sorriso malicioso. — É uma vingança por ele ter roubado meu chocolate.



— Porque isso agora? Já faz tempo. — disse e o loiro deu os ombros. — Ah, vocês dois são esquisitos.



— Não me compare com esse gnomo psicótico!



Crabbe riu e balançou a cabeça em negação. É, eles eram igualzinhos.





Notas Finais


Personagem que eu amo: Blaise Zabini. Ele vai ser um personagem bem cômico, ainda mais com toda a história de sua mãe. E ainda descobrimos alguns detalhes sobre a vida de Draco, amém Harry-Stalker.

Álias, o que será que o Harry faz para pagar suas contas? Será que ele é um assassino mesmo? Hm...

Alguns me perguntaram quando ia ter aquela Tomarry marota: vai ser no quarto ou no quinto capítulo. Tom vai ser o vizinho do apartamento de cima, segura essa marimba!

STEVE ROGERS FINALMENTE FOI SALVO DA MEGERA!

Quero só ver como vai ser o Draco com esse cachorro. Já não basta aguentar o Harry, vai ter que aguentar o cachorro do Harry também.

Yeah, é isso. 3000 e algumas palavras. Eu ainda encurtei... enfim, gostaram? Espero que sim.

Opiniões são bem vindas nessa fanfic! De qualquer forma, me despeço aqui. Até o próximo!


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