História O Mundo Visto com Outros Olhos - Capítulo 7


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Apocalipse Zumbi, Fim Do Mundo, Morte, Violencia, Zumbi
Visualizações 0
Palavras 721
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Luta, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - VII


- Será que elas tão bem? – perguntou uma moça para o homem ao seu lado.

- Não sei, elas estão desmaiada há muito tempo – respondeu o homem – olha, uma delas tá acordando.

- Aí, minha cabeça, o que aconteceu? Onde eu tô? Quem são vocês? – questionou Amara as pessoas na jaula enfrente a sua.

- Calma, eu sou Jared é essa é Katie, minha filha, o tal de Frederic trouxe vocês pra cá desmaiadas, estamos no porão dele, presos. A sua amiga está bem?

- Ela deve estar acordando, o pulso tá normal – falou vendo a pulsação – vai ficar roxo o lugar da pancada, mas de resto está tudo bem – ela se levantou e observou o lugar onde estavam, era um pouco escuro, com espécies de celas, parecidas com as de prisões, em um canto da sala tinham umas mesas com alguns equipamentos que pareciam médicos e uma escada para a casa e que o homem a sua frente estava um pouco abatido - vocês sabem o que ele vai fazer conosco?

- Não, só sabemos que não trabalha sozinho, ouvimos ele gritar com alguém através de um rádio.

- O quê houve com ele?

- Tuberculose.

Eles ouviram a porta se abrir e o “anfitrião” daquele encontro bizarro começou a descer as escadas, com a espingarda, ele parou em frente a cela das meninas.

- Vejo que sua amiga ainda não acordou – disse abrindo a porta – esse corte tá feio, vem vamos limpa-lo – ele amarrou suas mãos, apontou a arma para suas costas e a mandou andar até uma das mesas.

- O que cê era antes? – perguntou vendo todos aqueles equipamentos nas mesas.

- Eu era um médico, pesquisava doenças novas, senta aí – ele olhou o corte feito pela coronha da espingarda e depois foi pegar algumas coisas – você vai ter que tomar uns dois pontos e depois ter cuidado para não infeccionar.

- O que os caras com quem você fala querem de nós? – e não respondeu e apenas continuou limpando o corte – olha pelo que eu entendi você não é o líder, é só um pau mandado e se te deixam aqui é porque é substituível, porém não precisa ser assim, cê pode nos ajudar – ele segurou seu queixo.

- Cala boca, não tente fazer joguinhos comigo, se não fosse por mim nada do que eles fazem na sede seria possível, vou dar os pontos agora, vai doer – ele deu um ponto e colocou um curativo e depois se virou.

- Eu não estou fazendo joguinhos, sou acho que – ela viu um pé de cabra, se levantou com muito cuidado pra não chamar atenção – eles observam o que quer que cê faça aqui, eles aprendem – pegou o pé de cabra e se preparou para bater nele – se quiserem podem te trocar há qualquer momento.

- HAHA! Aqueles idiotas não sabem nem escrever o nome deles direito – ele virou e segurou o braço dela muito forte fazendo com que o pé de cabra caísse no chão – cê achou que eu não tinha percebido o que você estava querendo fazer? Eu conheço pessoas como você, que se fazem de boazinhas pra manipular os outros, se aproximam e depois dão uma facada pelas costas. Vai anda.

Quando voltaram Kitty tinha acordado, ele soltou as mãos de Amara, trancou a cela e depois voltou para sua casa.

- O que vamos fazer? – questionou Kitty.

- Eu tenho um plano! – exclamou tirando um canivete da manga.

- Como cê pegou isso? – perguntaram o pai e a filha da outra cela.

- Na hora que ele me pegou tentando bater nele eu peguei o canivete no seu bolso.

- E qual é o seu plano? – questionaram todos.

- Simples, quando vierem pegar a gente e eles vão porque pelo que entendi existe uma sede nós estaremos prontos pra ataca-los, nós pegamos um e o usamos de refém, se eles não cederem, bom aí teremos problemas maiores.

Horas se passaram, e finalmente os homens apareceram, eles desceram as escadas, eram 3, todos armados com uma AK-47 e ficaram cochichando algo com o Frederick até que voltaram-se para as celas.

- O que o velho tem?

- Tuberculose.

- Cê sabe que precisamos de pessoas saudáveis.

- Eu sei, mas...

- Mas nada, você sabe as regras, não podemos tratá-lo, eu não queria ter que fazer isso, porém não tenho escolha, afinal regras são regras.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...