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História O Nada - Capítulo 5


Escrita por: Caily

Capítulo 5 - Cinco


Pov Marinette

- Eu não como ostras! – eu disse sorrindo e ela me olhou feio.

- Como uma parisiense não come ostras? – ela perguntou sorrindo.

- Eu sou mestiça, com chinesa! – ela ficou séria e levantou a mão, uma moça que nunca tinha visto veio correndo, se abaixou do lado dela e falou algo, ela confirmou com a cabeça.

- Come Ratatoille? Ou é sofisticado de mais para um paladar infantil? – fechei minhas mãos com raiva.

- Eu como sim senhora! – eu achei que seria vergonhoso, mas ela realmente estava decidida a não gostar de mim.

- Certo... Vá Matilde! – e a moça saiu correndo. – Adrien, poderia chamar o seu pai para desfrutar de nossa presença na refeição?

- Mamãe, eu não faço refeições com o papai desde que...

- Eu morri? Ora, eu estou aqui, então está na hora de Gabriel Agreste entender que ele tem uma maldita família e precisa honrar isso! – ela disse num tom de voz mais alto que o anterior, eu arregalei os olhos e o Adrien fez sim com a cabeça e saiu, eu engoli em seco.

- Como o Adrien era quando bebê? – perguntei sorrindo, mas ela me olhou maldosa.

- Quanto você quer? – pisquei os olhos desentendida.

- O que? – perguntei rindo.

- Me fale o valor, eu te faço um cheque! – ela deu ombros. – Ou vai tentar dar o golpe da barriga?

- Do que você.....

- Não se faça de desentendida garotinha, além do más, eu quero o meu broche do pavão, imediatamente! – ela ficou vermelha e sorriu. – Você não vai ficar com o meu príncipe, ele merece uma princesa, não a filha de um.... – ela balançou a mão.

- Não ouse ofender meus pais! – eu disse me levantando.

- Não se preocupe, eu só iria dizer de um simples padeiro! Mas já sei que você é totalmente canhestra! Venha suas roupas! – ela riu.- Se não me devolver o broche do pavão e o da borboleta, ou outro igualmente valioso, eu mandarei os guardas vasculharem a sua casa, falando que você roubou de mim quando veio hoje aqui! – ela olhou para as próprias unhas.

- Não! Pra que precisa dos broches? – eu disse tremendo de raiva.

- Eu criei um filho maravilhoso, mas sei que esse mundo é cruel, eu quero acabar definitivamente com a maldade, na verdade eu precisaria dos brincos da ladybug, pois eu acho que você deve ter devolvido o anel para o meu filho, claro que ele me daria, e eu faria o mundo um lugar melhor!

- O mundo tem vários defeitos sim, mas por isso precisamos ir aos poucos...

- Basta! Eu quero o que me pertence! – ela disse se levantando.

- Os miraculous pertencem a verdadeira protetora! – Tikki disse irritada, ela saiu em minha defesa.

- Você deve ser a Tikki, kwami da ladybug! Vocês precisam entender! Eu vou controlar a todos, e todos serão bons! – ela sorriu.

- O mundo governado para agir e pensar como uma única pessoa, não é viver Emilie! – seu sorriso morreu e ela olhou para as próprias mãos. – Pais querem proteger os filhos do mal do mundo, com certeza, mas deixa-lo numa bolha sem contato com o mundo, não é proteger, é sufocar! Não, não vou aceitar dinheiro nenhum pois eu amo o Adrien a anos e não é uma velha mesquinha que vai me fazer desistir disso! E não, eu não vou dar os broches para você, pois você não é digna deles! Faça o que quiser, mas até onde eu sei, não era você que não queria seu gatinho sozinho no telhado sem a sua gata? – ela arregalou os olhos e voltou a se sentar, logo os dois vieram, Adrien sorriu e sentou ao meu lado.

- Está bem? – ele perguntou olhando para mim e depois para a sua mãe.

- Está sim! – eu disse forçando um sorriso.

- Boa tarde senhor Agreste! – ele acenou com a cabeça e deu um leve sorriso.

- Não tive chance de te agradecer Marinette! Obrigado por trazer minha esposa de volta! Além disso, com o atual relacionamento entre você e meu filho, creio que seja mais apropriado me chamar de Gabriel! – ele tocou na mão de Emilie que deu um pulinho assustada e sorriu, ela abaixou a cabeça parecendo processar as coisas que eu disse. – Espero que ela não tenha feito nada que te constrangesse ou algo parecido! – neguei com a cabeça sorrindo.

- Não se preocupe Gabriel, a senhora Agreste foi... Única... – ela me encarou, dessa vez não vi a raiva que ela estava me dirigindo todos esses minutos, mas os mesmos olhos verdes tristes que Adrien tinha e eu fiquei tentada a me levantar a abraça-la.

Comemos Ratatoille, a sobremesa foi petit gateau de chocolate com sorvete de bauninha e por fim Adrien me puxou para o seu quarto, assim que entramos Tikki saiu de dentro da minha bolsa brava.

- Ora docinho, o que aconteceu? – Plagg perguntou e ela bufou.

- Adrien, sua mãe é a pior! – ele riu.

- O que aconteceu? – ele perguntou nos olhando.

- Nada de mais, a Tikki esta...

- Não estou não, Adrien sua mãe chamou a Marinette de interesseira porque ela é filha de padeiro, falou coisas horríveis! Além de falar que se ela não devolvesse os miraculous da borboleta e do pavão ou outro melhor, tipo da Ladybug, ela ia chamar a polícia dizendo que ela roubou! – Adrien franziu o cenho e me olhou triste.

- Você iria me contar? Se não fosse a Tikki? – me abracei.

- Não queria te magoar... – eu disse baixinho e ele me abraçou.

- Eu tinha achado estranho sua reação quando voltei pra mesa, mas achei que tinha sido uma coisa menos... Bem... Intensa? – ele suspirou e se jogou na cama, me puxando junto, caímos rindo. – Você ainda quer ter três filhos? Com um hamster? – ele perguntou rindo e eu me escondi na curvatura do seu pescoço.

- Isso é maldade! – eu disse rindo.

- Ou só o casal? – ele perguntou e eu me afastei, ele me olhava com um sorriso debochado.

- Quem te contou? – disse me sentando em sua barriga, ele riu.

- Alya! – cruzei os braços fazendo um bico, ele riu apertando o bico entre seus dedos. – Na verdade ela estava falando para o Nino que você é doida, comigo queria ter Emma, Luis e Hugo e um hamster, algo bem especifico! – eu ri dando ombros.- Mas com o Luka queria apenas dois, Julieta e Romeo.... Tem algum motivo? – ele perguntou fazendo careta.

- Desde quando a Marinette faz sentido? – Plagg perguntou deitando na cama, olhei feio para ele. – Ah todas as vezes que eu te vi, você fazia um total de zero sentido para mim!

- Pra você o que faz sentido é dormir, comer e dormir mais um pouco! – Tikki disse e começou a puxar ele. – Vem seu chulé, vamos sair para dar privacidade a eles.

- Adrien não precisa de privacidade! – ele disse já atravessando a janela.

- Ele é doidinho! –eu disse rindo.

- Agora quer me contar? – suspirei.

- Claro, eu.... – bati um dedo no outro e sorri. – Talvez eu tenha visto a sua mão um dia e tenha visto as linhas de quantos filhos você teria, tem três...Eu não lembro agora mas mostrava dois meninos e uma menina, já a mão do Luka é bem marcada apenas duas linhas...

- E o hamster? – ele perguntou olhando para a própria mão.

- Eu gosto de hamster... Mas quando planejei tudo não tinha tantos kwamis pra tomar conta, então meio que desisti deles! – ele riu, me virando na cama me beijando, assim que se afastou ficou me olhando. – O que foi?

- E porque você não pensou na sua linha de filhos? – suspirei.

- Porque eu não consigo decidir se é dois ou três riscos! Isso me deixa doida! – ele riu novamente.

- E porque não os mesmos nomes? – eu fiz careta.

- Pois seriam crianças diferentes! Digo... Hm... – olhei para os lados. – Não sei explicar, mas, você por exemplo seria impossível nascer com os olhos verdes e cabelos loiros se fosse filho da Nathalie, certo? – ele confirmou com a cabeça. – Então, não seria o Adrien que estou olhando agora, então não tem como ter os mesmos nomes!

- Entendi...

- E você? – ele me olhou com o rosto franzido. – Já pensou nisso?

- Hm... – ele deu ombros.

- Mesmo com a Kyoko? – perguntei e ele fez careta.

- Olha, estávamos juntos por conveniência... Digo, eu até gostava dela, mas não conversamos sobre isso... Mas quando escutei que você tinha a vida inteira planejada, eu fiquei feliz e querendo fazer parte dela... – beijei ele, que retribuiu.

- Podemos praticar a vinda do nosso primeiro, o que acha? – perguntei e ele sorriu voltando a me beijar mais intensamente.

- Tem certeza? Digo, não tem volta depois...  – ele perguntou

- Cala a boca gatinho! – eu disse rindo puxando minha blusa para cima, ele beijou meus seios por cima do sutiã preto e se afastou para tirar a camisa e em seguida a blusa enquanto minhas mãos partiram para sua calça a abrindo.

Adrien se levantou apenas para tirar sua própria calça enquanto eu desabotoava a minha, eu fiquei olhando para ele enquanto retirava a cueca azul marinho, virei meu rosto no momento quando ele ficou totalmente pelado, eu tirei meu shorts ficando apenas de lingerie preta.

Senti suas mãos acariciarem minha cintura apertando, antes de começar a me beijar, senti seu membro se roçar em mim quando sua mão invadiu minha calcinha acariciando minha intimidade antes de tirar a mão de lá e acariciar minhas costas abrindo meu sutiã em seguida, se afastou para tirá-lo não dando tempo para pensar em outra coisa, ele jogou a peça para algum canto e atacou meu mamilo que já estava endurecido, ele estava mamando como se fosse um bebê, eu afaguei seus cabelos antes de puxá-los quando o mesmo mordiscou e puxou levemente entre os dentes, mudando de seio.

- Adrien! – eu o chamei enroscando minhas pernas nele.

- Calma! – ele disse com a voz rouca beijando meu pescoço e delicadamente retirou minhas pernas de sua cintura, e ali eu pude ver seu membro, já estava duro, era rosado e dava para ver as veias pulsantes nele, com um brilho do pré-gozo e eu apenas fechei meus olhos respirando com dificuldade, como eu queria aquilo dentro de mim!

Senti minha calcinha ser retirada e as pernas abertas, eu mordi o lábio inferior em expectativa, mas como não houve nada abri meus olhos, Adrien me olhava sorrindo de canto eu confirmei com a cabeça e ele se abaixou, joguei minha cabeça para trás quando senti sua língua me penetrar, girando e sugando, eu tapei minha boca para evitar um gemido alto e a outra mão enrosquei nos seus cabelos. Adrien me penetrou com seus dedos, eu já não sabia dizer mais com exatidão o que ele fazia, e também não controlava mais meus gemidos, principalmente o último que fez com que minhas costas se arqueassem da cama, ele se levantou sorridente e me beijou, me fazendo deitar novamente.

Enquanto me beijava senti que ele estava mexendo lá embaixo, tentei ver o que acontecia e ele estava terminando de colocar a camisinha, voltei a fechar o olhos quando senti ele me penetrar, me alargando, mordi seu lábio em resposta antes de o soltar e esconder meu rosto em seu pescoço, era uma sensação ruim, mas com ele parado ali tagarelando coisas obscenas e me enchendo de beijos e carícias eu percebi que finalmente estávamos conectados como um só.

- Adrien! – eu o chamei.

- Hm? - Ele perguntou mas eu comecei a rebolar e ele gemeu. – Tem certeza? – perguntou baixinho, eu não respondi apenas reforcei a decisão rebolando novamente, ele se afastou e segurou minha cintura. – Ok princesa!

E então ele começou a sair de dentro de mim com calma e voltou para dentro no mesmo ritmo, mas a cada saída e cada estocada, ele aumentava a velocidade então estávamos agora num ritmo alucinante, eu sentia meus seios balançando com a velocidade, eu sei que eu estava gemendo alto, mas não conseguia controlar até o loiro resolver tomar meus lábios para si. Eu cheguei primeiro pois ainda estava sensível do primeiro, mas Adrien não tardou a gozar.

Assim que chegou no ápice ele deu mais duas estocadas fortes antes de se retirar de dentro de mim, pegou a camisinha e se jogou ao meu lado a amarrando, ficamos deitados de barriga para cima olhando o teto, sem dizer nada, mas não era constrangedor, mas era bom escutar as duas respirações fortes tentando se controlar, notei que ainda estava com as pernas abertas então as fechei e tomei coragem para olhar para ele, ele me olhava sorrindo.

- Eu te amo, sabia? – ele perguntou e eu sorri.

- Não sabia não, mas eu também te amo! – eu disse o fazendo rir, ele beijou minha testa e se levantou da cama, eu o vi andar até o banheiro. – Sua bunda é linda, como o resto! – eu disse alto e ele riu dentro.

- Eu sei que sou lindo, tinha que ser para merecer algo tão esplêndido como a minha gatinha! – ele disse voltando para o quarto e estendeu a mão. – Me acompanha num banho? – eu sorri confirmando com a cabeça.



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