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História O namorado da minha Irmã - Noah Urrea - Capítulo 19


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Notas do Autor


Não era a minha intenção demorar tanto assim pra postar o capítulo. Peço perdão por não ter postado a maratona. Eu queria ter feito isso nesse feriadão, mas eu precisei desses dias pra dormir e descansar tanto a minha cabeça quanto o meu corpo.
Aparentemente o capítulo não tem o menor sentido, mas ele vai ter futuramente.
Amor vocês, agradeço demais pelos comentários. Até o próximo capítulo 💖

Capítulo 19 - Capítulo Dezenove


Fanfic / Fanfiction O namorado da minha Irmã - Noah Urrea - Capítulo 19 - Capítulo Dezenove

Capítulo Dezenove- Saindo de fininho 

Pov’s Vallory Dilaurentis 

Não dormi a noite inteira, foi uma das noites mais incríveis que eu já tive na minha vida. Eu estava admirando a beleza de Noah enquanto dormia. Olhei para o relógio e era 10:00 da manhã e pra minha “sorte” tinha sete ligações da minha mãe.

Ela deveria estar surtando comigo. Levantei sem acordar Noah e comecei a por as minhas roupas, fiz um coque de mal jeito e metade das minhas mechas estavam soltas pelo tamanho do meu cabelo e a altura do coque. 

Lhe dei um beijo no rosto e nenhum sinal de Noah acordar. Peguei meus calçados e fui colocando enquanto ia direto pro elevador. Passei pelo saguão tão depressa que nem mesmo cumprimentei o síndico. 

Me enfiei dentro do táxi e fui pensando em qual desculpa dar pra minha mãe. Antes de todo me certifiquei com as meninas se minha mãe tinha ligado para elas. E pra minha sorte elas haviam dito que eu estava dormindo na casa da Heyoon. 

O táxi parou na frente de casa e eu pude ver minha mãe parada na janela com os braços cruzados e com a maior cara de cu. Bufei antes mesmo de entrar em casa.

- Chan e Krystian Wang chegam em menos de uma hora e você só me aparece em casa agora?? - ela dizia as palavras freneticamente e com raiva. - Sabe o quanto esse almoço é importante pros negócios do seu pai. - ela estava apontando o dedo na minha cara. 

Fui indo em direção as escadas e ela veio atrás.

- Bom dia pai. - Falei quando passei por ele que aparentemente não estava dando a mínima com o fato de eu estar atrasada.

- Bom dia. - me deu um beijo na testa. - Onde esteve que não dormiu na casa da Shivani? 

Fui pega no pulo. Minha mãe me encarou me fuzilando com os olhos. 

- Dormi na casa da Heyoon. A casa da Shivani estava muito cheia e eu não quis dormir lá. Heyoon é a minha amiga que mora mais perto. Era muito tarde e eu estava cansada. - reclamei pela pressão toda em cima de mim.

- Imagina se algo tivesse acontecido com você? A gente nem sabia onde você estava. - os cantos dos olhos dela estavam lacrimejando de raiva.

 - Mãe eu tô legal. Vou tomar um banho e depois desço. - lhe dei um beijo para a confortar e subi as escadas.

Fui direto tomar um banho e em seguida por meu celular pra carregar. 

Minha mãe tinha me deixado um vestido em cima da minha cama. Era uma das coisas mais ridículas que eu já tinha visto na minha vida.

Liguei meu computador e fiz chamada de vídeo com a Heyoon, Sabina e Joalin.

 - Você tá parecendo uma camponesa. - Sabina debochou do meu vestido .

- Avida a Doroty que ela deixou a roupa dela com você. - Heyoon caiu na gargalhada.

- HA-HA! - ironizei empostarei meu dedo do meio. 

- Conta tudo...  - Joalin falou cortando o assunto.

- Eu queria muito falar, mas não posso. - falei um pouco mais baixo. Eu queria contar pra elas, mas estava com medo da minha mãe aparecer no quarto e acabar escutando. - Conto pra vocês depois. 

-Vão fazer o que hoje?  - Joalin perguntou.

- Nada. - dei de ombros.

- Nada também. - Sabina disse lixando as unhas.

 - Talvez eu vá na casa do meu tio. 

- Ok meninas, - interrompi a Heyoon. - Vou indo, minha mãe está vindo. - Falei isso após ver uma mensagem da minha mãe vibrar a tela do meu celular. 

Me despedi delas e desci. Eu estava com uma calça cos alto preta e uma blusa branca de gola que estava dentro da calça. 

- Oi Lory. - Krys disse assim que me viu. Abrindo um sorriso largo. 

Ele estava com uma aparência impecável, aparentemente omitindo a noite de ontem para o pai. Eu já havia escuta alguns boatos de que a relação dos dois era um pouco complexa, não julguei, afinal, quem tem uma relação 100% saudável com os pais? 

- Oi Krys. - Sorri.

Cumprimentei Chan, o pai de Krys e logo em seguida meus pais fizeram o mesmo. A mãe de Krys havia falecido fazia muito tempo - descobri através dos boatos. - mas eu sabia que ele tinha uma madrasta, Mona. Ela também é asiática e aparentemente uma mulher muito gentil. 

Mamãe foi conversar com a Mona na cozinha e beber vinho, papai foi pra sala com uma cerveja e Chan com outra. Eu e Krys ficamos nos encarando sem jeito até que eu o convidei pra subir. Fazer uma média, né.

- Você parece ótimo. - Falei me sentando em frente a minha penteadeira. 

Ele estava caminhando e se parou de frente para a minha janela.

- Porque eu não estaria? - me perguntou sério.

Krys sempre teve um jeito impecável, mas dessa vez ele estava mais. Estava com uma calça social e sapatos aparentemente caríssimos, uma blusa de botões branca e estava com as mãos no bolso da calça. 

- Talvez porque você estava numa festa, bebendo e se drogando? 

Ele caminhou em passos pequenos e lentos e com uma mão gesticulou. 

- Eu estava estudando para o vestibular. Não gosto de festas. 

Por fim ele sorriu. Entendi o recado. 

- Quer? - ele puxou um baseado do bolso de dentro do sapato. 

Eu sorri e balancei a cabeça como um sim.

Fomos nos sentar na janela, pro cheiro ir todo para fora e ficamos batendo um papo. Conversamos sobre ontem, sobre como é a relação dele com os pais dele.

- Não se parece com nenhum dos seus pais. - ele disse puxando a fumaça.

- Eu sei. Meus pais dizem que eu puxei a minha vó. 

Ele fez um som como “Hmmm”.

- Já você se parece muito com a sua madrasta. 

Ele me encarou sério. 

- Isso é xenofobia. 

Ri porque ele realmente havia entendido a piada. 

Também ficamos conversando sobre a relação dele com a Joalin.

- Estamos tentando, sabe... eu sei do rolo dela com o Bailey. E eu quero que ela se sinta à vontade para simplesmente se abrir comigo em relação aos sentimentos dela. Não quero só sexo, eu gosto dela de verdade. 

Ele continuou falando, mas eu não ouvi, minha cabeça estava em outro lugar. Já era do Noah ter acordado e até agora ele não mandou nenhuma mensagem. Talvez ele só queria sexo e essa ideia estava me fazendo eu me sentir um lixo. Senti meu coração apertar com a possibilidade de Noah ter sido apenas gentil comigo só pra transar e eu estava me sentindo usada e nojenta. 

Sai dos meus pensamentos quando me liguei de Krys estava me sacudindo. 

- Acorda sua tonta, sua mãe tá na porta. Apaga essa merda. 

Apaguei o baseado e deixei ele pro lado de fora do telhado, peguei um aromatizante e passei no quarto. Peguei o spray de mente e aspirei na minha boca e na de Krys.

- Oi mãe? - Falei quando abri a porta. Ela estava sorrindo, mas eu sabia que ela estava um pouco furiosa, ela não era burra, mas ela achava que estávamos trancados por outro motivo. - O almoço tá na mesa crianças. - ela sorriu e saiu, fomos atrás dela.

Meus pais sentaram um em cada ponta, Chan ao lado do Papai e Mona ao seu lado. Eu e Krys ficamos um do lado do outro. Meu celular deu sinal de vida e minha mãe apenas me olhou me repreendendo pra não o pegar.

Meu coração se aqueceu quando pensei em ser a possibilidade de Noah ter me mandado a mensagem. Não peguei meu celular, pois minha mãe me enfiaria uma faca ali mesmo. 

O almoço estava uma delícia, Chan e meu pai não paravam de falar sobre negócios. 

- Vamos abrir uma filial em Miami. Acho que você pode ser um ótimo candidato pra ser o diretor de lá. - Chand disse tomando um gole de vinho branco. 

- Miami. Uau! - Papai falou sem muito ânimo, apenas para agradar o chefe. Ele encarou minha mãe que sorriu falso. Ela odiava o clima quente e Miami é praticamente verão o ano inteiro. Minha mãe jamais deixaria meu pai aceitar essa proposta.

- Claro que não vai ser nada grande, afinal vamos começar um negócio lá. Mas vai ser bom. E eu aposto que se dará muito bem lá. Quem não gosta de um clima quente e sem contar na praia. - Chan riu e os adultos em volta fizeram o mesmo. Baixei a cabeça porque se eu encarasse a minha mãe eu iria rir de verdade. 

O resto do dia foi tranquilo, fiquei fazendo “sala” pro Krystian até mais ou menos duas da tarde quando eles finalmente foram embora. 

Fui ajudar os meus pais com a limpeza da casa. 

- Quem é que gosta de suar o dia inteiro? Pelo amor de Deus! - mamãe dizia um pouco estressada. - Teddy, você não invente de aceitar essa proposta.

Eu e meu pai riamos com humor pela irritação dela. Mas algo me deixou com uma pulga atrás da orelha quando o celular dela começou a ligar freneticamente e ela começou a ficar desconfortável. Eu sinceramente estava rezando pra que não fosse seu amante. Eu sei que meu pai havia sido um cu um pouco antes de eu nascer e que o tiro trocado já havia sido feito na relação. No fundo eu tava torcendo pra eu estar errada. 

Após arrumar tudo eu fui pro banho e meus pais foram pra sala. Eu simplesmente odeio domingo, é entediante e sem graça. Decidi ver meu celular e pra minha felicidade a mensagem era de Noah.

Hoje tá um ótimo dia pra ir a Nova York, não acha? 

Li a mensagem e sorri de felicidade. 




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