História O Namorado da Minha Mãe - Capítulo 21


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Categorias Ariana Grande, Justin Bieber
Personagens Abel Tesfaye "The Weeknd", Alfredo Flores, Ariana Grande, Big Sean, Elizabeth "Liz" Gillies, Frankie J. Grande, Gigi Hadid, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Kim Kardashian, Kylie Jenner, Matt Bennett, Pattie Mallette, Personagens Originais, Selena Gomez, Taylor Swift
Tags Adultério, Amor, Amor Proibido, Ariana Grande, Briga, Drama, Família, Filha, Hot, Incesto, Jariana, Jelena, Justin Bieber, Mãe, Ódio, Romance, Selena Gomez, Sex, Traição
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Palavras 2.524
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa Noite?
Tudo Bom?
Espero que sim

É também espero que vocês gostem desse capítulo.

Boa Leitura❤

Capítulo 21 - Deixado A Faculdade De Lado


Começou tudo de novo. Parecia que alguém entro na sala do diretor pegou o microfone e falou para a faculdade toda que "O namorado da mãe da Ariana veio buscá ela na faculdade, correr lá fora e vamos todo mundo ver". Liz não olhava pra mim, olhava fixamente para Justin, mas eu sabia muito bem que aquela expressão de raiva também servia pra mim. Mais pessoas apareciam do lado de fora gravando e rindo. Eu não acredito que estou passando por isso.


- Liz eu juro pra você que não sei o que esse idiota está fazendo aqui. - sussurro para a mesma que revira os olhos e logo em seguida mira eles em mim.

- É melhor a gente visita a sua vó amanhã. - Liz fala saindo e puxado Matt.

- Liz espera, - seguro em seu braço fazendo ela para - Não vai fica com raiva de mim de novo, vai? - ela respira fundo e sorrir fraco.

- Com tanto que você não transem com ele. - sorrimos uma para a outra e depois soltei seu braço deixando ela ir embora.


Respiro fundo ao esculta a agazara que está ao meu redor e encaro Justin que está encostado no carro dele é observado a grande cena ao meu redor com os braços cruzados e um pouco confuso.


- Vem cá... virou famosa agora? - pergunta o mesmo indicado a cabeça para o público.

- Isso...foi...sua...culpa...e...da...minha...mãe. - digo finalmente depois de bate nele dizendo cada palavra até que ele segurou meus braços e me aproximou para perto do seu corpo olhando em meus olhos.

- Olha isso prejudicaria minha imagem com a sua mãe, mas se continua assim eu vou ter que te beija a força na frente dos seus fãs só pra te acalma. - Arregalo meus olhos enquanto o mesmo sorrir e tento sair de seu braço. 

- Você não se atreveria? - digo ainda me debatendo, pois se eu fica quieta na posição que estamos aí sim todos vão pensa em outra coisa.

- Está duvidado? - o mesmo pergunta e eu simplesmente paro de me mover fico apenas encarrado ele  - Então entra no carro. - ele me solta e vai para o outro lado do carro.

- Eu não vou no seu carro, - falo indo de costa até o meu carro - eu vou no meu. - me viro e tenho uma grande surpresa. Uma onda de cala frios percorreu meu corpo, meu coração acelerou desesperadamente que até pensei que ele iria sair do meu peito e mesmo sem fazer barulho minha alma gritava - MAS CADÊ MEU CARRO? - as pessoas ao meu redor começam a rir e eu logo penso, só pode ter sido um trote desse idiotas filhos da puta ONDE ESTÁ A PORRA DO MEU CARRO?  - me viro para os lados e vejo todo mundo rindo, mas o que mais me chamou atenção foi um idiota que estava gravando e rindo mais alto. Com certeza foi ele.


Vou até sua direção e o mesmo para de rir me olhando confuso, pego o celular da sua mão e jogo no chão, ele me encara com raiva e quando iria discutir alguma coisa seguro sua roupa e começo a sacudi-lo.


CADE MEU CARRO? FALA AGORA PORRA.

EU NÃO PEGUEI SEU CARRO... - ele fala e eu o solto virando de costa pra pode me a calma, mas ainda fico desconfiada - mas tenho certeza de que quem fez isso foi um gênio. - esculto ele dá uma risada acompanhada dos outros idiotas ao lado deles - SEU FILHO DA... - na hora que eu iria voar em cima dele sinto um braço forte ao redor da minha cintura.

- Deixa esse imbecil em paz, ele só está zoado com a sua cara. - Justin me puxa meio que me arrastado. 

ME SOLTA JUSTIN, EU QUERO SABE ONDE ESTÁ O MEU CARRO. - começo a me debater para tenta sair, mas eu apenas estou passando vergonha por está fazendo vexame.


Paro com a cena assim que Justin abre a porta do carro e me coloca dentro me prendendo com o sinto de segurança. Sinto uma vontade de chora só de raiva, mas seguro ate sair da frente desse babacas. Justin antes de entra no carro manda os babacas que ainda continua a rir se foder e mostra o dedo do meio. Assim que ele entra e da partida, começo a brigar comigo mesmo por ter feito aquele vexame todo, se hoje eles tiraram onda da minha cara, agora vai ser bem pior. Sinto alguma coisa escorrer e logo enxugo, mas as desgraçadas das lágrimas resolveu brincar comigo e saíram desesperadamente. Justin olhava pra mim e ao mesmo tempo para a estrada. Por algum instante ele fez esse mesmo movimento, acho que pensado em alguma coisa para me consola. Quando eu pensei que já tinha chegado em casa vejo que ele estacionou na frente do "Oper Bar Girl". Olho para o mesmo que sorrir e enxuga meu rosto.


- Quer conversar? - sorrio e retiro sua mão do meu rosto.

- Eu deveria manda você ser foder também. - o mesmo faz uma cara de ofendido, ignoro ele retirando o cinto de segurança e abrindo a porta do carro.


Entro no estabelecimento e procuro logo o meu banquinho favorito no balcão, por sorte estava vazio como o local. Me sento e o Justin faz o mesmo pedido um suco de maracujá pra mim é um tequila pra ele. Encaro o mesmo e ele simplesmente solta um " Você precisa se a calma eu não".


- Então vai me conta o por que me agrediu e por que todo mundo estava rindo de você. - o mesmo da um gole na sua tequila pedido outra ao garçom, enquanto me encarava esperando respostas.

- Já te falei que isso foi tudo sua culpa e da minha mãe. - falo tomando um gole do meu suco. Sem querer ser ridícula, mas sentir uma onda de relaxamento no meu corpo, com certeza suco de maracujá faz efeito.

- Nunca fui na sua faculdade, o que eu tenho a ver com isso. - ele vira outra vez o copinho e pedi outro.

- Algumas pessoas da minha faculdade viram você beija a minha mãe na frente do restaurante dela semana passada. - ele me encara serio e engole outra vez a bebida. Com certeza ele fez isso por está nervoso, dá pra ver bem na sua cara.

- Com pude ser tão burro de ter feito aqui sem olha ao redor. - sorrio e tomo um pouquinho do meu suco - Agora sim isso foi a sua culpa. - arqueio minha sobrancelhas, enquanto o mesmo em vez de pedi outra tequila toma meu suco.

- Olha Justin eu não estou afim de discutir com ninguém hoje, - tomo meu copo da sua mão - e eu não tenho culpa ser você beijou minha mãe para me fazer ciúmes, uma coisa que não funcionou. - Justin me olha ironicamente e eu começo a rir junto com ele, mas paro logo que penso que merda está a minha situação - Mas para de rir Justin, o assunto é sobre o que eu vou fazer para esse idiotas parem com isso. - falo descaçado minha cabeça no balcão.

- Quer que eu fale com a sua diretora. - ergo minha cabeça encarrado o mesmo séria.

- É sério isso? - Justin umedecendo os lábios e se ajeita no banco, depois ele chama o garçom e pede mais um suco de maracujá, mas  dessa vez pra ele.

- Olha, quando eu fazia faculdade eu também sofri um trote que quase me perseguiu por um ano. - Perai, um ano? Se eu não estou aguentando esse dois dias imagine ano - Tudo por causa do meu sobrenome. No primeiro dia de aula eu fiz dupla com um otário pra fazer um trabalho, e ai eu me apresentei pra ele, foi quando ele descobriu meu sobrenome.

- É aí? - pergunto, toda curiosa. Pois se hoje ele está aqui formado com certeza ele conseguiu dá um jeito nisso.

- É aí que ajuntou ele e outras pessoas que eu nem fazia ideia de quem eram e começaram a me zoar. No princípio eu achei que isso iria acaba logo então resolvi deixa pra lá, mas não foi. - reviro os olhos por ele ter parado pra bebe a porra do suco.

- É o que você fez?

- Bom, depois de quatro meses que ele me enchiam o saco, eu simplesmente dei um soco na cara daquele imbecil e ele nunca mais tirou onda com a minha cara, na verdade eu que fiquei o popular da faculdade e comecei atira onda dos outros. - o mesmo fala tudo com uma feição risonha, parece que ele estava imaginando cada cena.

- Então para resolver meu problema eu apenas dou um soco nas pessoas que fezaram isso. - ele da de ombro e afirma que sim - Bom, primeiro eu vou dar um soco em você e depois na minha mãe e ai eu vou atrás de quem inventou...

- Não foi bem isso que eu quis dizer, eu estou dizendo pra você simplesmente deixa isso para lá. - Justin se levanta e e pega sua carteira pra paga nosso pedido.

- Você não deixou isso pra lá.

- Ah, sei lá o que você tem que fazer... Sou péssimo em dar conselhos. - depois de paga ele passa na minha frente tentado segura minha mão, mas eu a tiro antes disso.

- Percebi. - saímos e entramos no carro, mas uma coisa que me fez pensa... - Ei, você não deveria esta trabalhando?

- Deveria, mas recebi uma proposta um pouco longe daqui, então em vez de te consola, eu deveria esta arrumando minhas malas. - observo ele com preocupação enquanto ele ligava o carro. Não acredito que ele vai viaja.

- É quando iria me conta isso? - pergunto, antes dele ligar o carro.

- Quando você sentisse a minha falta. - sorrio e ele também.

- É quando você volta?

- Eu não sei, mas não vai ser mais de três  dias. - ele começa a dirigir e eu começo a pensa, e se ele for embora e fazer igualzinho ao Big? Sinto um aperto no coração por pensa nisso, mas calma, são apenas três dias, mas por que estou me preocupando com isso.

- Vou sentir saudade. - falo olhando para minhas mãos após sentir que minhas bochechas ficaram vermelhas.

- Pensei que você me odiasse. - o mesmo fala me olhado.

- Eu também, mas você e tão chato que eu vou sentir saudades disso. - ele sorrir e eu retribuo.


(...) 5 dias depois...


Já se passaram cinco dias. Cinco dias que Justin tinha viajando a assunto de trabalho e não voltou, cinco dias que eu aturava aquelas pessoas zombando da minha cara e o pior de tudo cinco dias que o meu carro ainda não apareceu. Ah, e também já fazia duas semanas que minha mãe viajou, mas isso não tinha tanta importância.

O ruim de Justin ou até mesmo minha mãe não ter aparecido era que eu iria fica sozinha por algum tempo, sim minha vó iria embora semana que vem, então tive que aproveita todos os dias que ela estava aqui comigo.

Eu pelo menos iria receber visitás, Liz e Matt viriam me ver depois da faculdade. Sim, eu iria largar a faculdade, resolvi espera e ver se essa semana tudo isso passava, mas só piorou. Algumas pessoas picharam o muro da faculdade com uma velhinha beijado um jovem, a arte ficou bonita, mas a referência foi toda pra mim então não gostei.

Outro resolveram fazer cenas toda vez que eu passava, alguns colocaram meu vídeo fazendo vexame na rua em todas as redes sócias. É finalmente por causa da minha boca de praga, alguém invadiu a sala do diretor e falou para que não sabia sobre o ocorrido, o que eu acho muito difícil. Um idiota contou pro mundo e para o fundo. O azar dele foi me encontra perto das escadas, não vou nem conta o que aconteceu apenas que ele passa bem.


- No que você está pensado? - pergunta a minha vó me olhando com um sorriso.

- Apenas fazendo um resumo na minha cabeça com tudo que aconteceu nessa semana. - olho para ela e tomo um gole do meu chá preto.

- Tem certeza de que quer largar a faculdade? Olha sua mãe vai fica uma fera quando sabe...

- Minha mãe não tem o direto de fica brava com nada, nem e ela que pagava minha faculdade era o Big. - falo me levantado do sofá e pegando o controle da TV.

- Por fala nisso, como você continuou a estuda esse quatros mês sendo que ele nunca deu as caras.

- Essa era minha grande dúvida, mas quando eu cheguei na diretoria ele falou que a conta dos meses passados já estavam pagas, só não soube me dizer quando. - me deito no ombro da minha vó e ela deita sua cabeça na minha - Mas eu acho que ele pagou antes de ir embora, pois não faz sentido ele pagar e não me dar notícias.

- Olha eu acho que... - A campainha toca interrompendo minha vó - Eu vou atende.

- Não deixa que eu vou. - faço menção para me levanta, mas minha vó levanta mais rápido e insiste.

- Não deixa que eu vou, eu preciso mesmo estica minha pernas. - sorrio e me sento, enquanto a mesma vai atendê a porta. Logo ligo a TV e procuro algum canal que esteja passado desenho, encontro um que está passado Scooby-Doo, deixo ali mesmo pois se eu trocasse de canal com certeza estaria passado aqueles desenhos bestas. Escuto a porta bate e reparo que minha vó estava voltado - É aí, quem era?

- Eu acho que acharam seu carro? - ela fala e eu olho rapidamente pra ela que esta com um grande buque de rosas vermelhas na mão e uma pequena carta.

- Como é que é? - pulo do sofá em direção a ela e pego a cartinha de sua mão. Tinha uma caligrafia muito bonita, letras pequenas e bem retas sem sair nem um pouquinho da linha.


Oi?

Me desculpe com o que aconteceu com o seu carro no acidente de segunda-feira.

Queria também pedir desculpa outra vez por ter pegado seu carro sem avisa, não se preocupe eu não roubei ele. Apenas achei certo consertar o erro que também foi meu. Espero que goste da nova transformação. Me desculpe outra vez por ter deixado você preocupada, receba esse buque de flores em forma da minha gratidão.

É aproveite seu carro novo.


Releio a carta várias vezes, só de pensa que meu carro está com uma pessoa que eu não faço a mínima quem é sinto que vou desmaia. Olho para Nonna que me encarava com a sobrancelha arqueada é e depois olho para o buque de rosas,  uma coisa me mandava ir la fora e assim eu faço. Abro a porta mais dou de cara com o nada, até que vejo que no final da rua um carro muito conhecido. Solto um grito por reconhece-lo, era o meu carro. Saio correndo até ele e que parecia novinho em folha. Sinceramente sou muito grata a quem quer que seja por me devolver meu carro.


Notas Finais


Comentem o que vocês acharam.
É até logo...


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