História O Namorado Literário - Clace (katnic) - Capítulo 21


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Categorias Dominic Sherwood, Katherine McNamara, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Sebastian Verlac (Jonathan Christopher Morgenstern), Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Dominic Sherwood, Katherine Mcnamara, Katnic, Romance, Shadowhunters
Visualizações 46
Palavras 2.762
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


📖

Capítulo 21 - Fim da linha....


 

Jace

Eu franzo a testa para o meu celular agarrado com força na minha mão, descuidadamente desejando que ele toque. Tocar. Alguma coisa. Qualquer coisa.

Faz dias que eu levei Adele para a minha casa, e não ouvi uma palavra dela.

Eu sei que ir sem uma borracha era perigoso, mas ela está preocupada que pegou algo de mim? Inferno, eu estou limpo. Nós até falamos mais sobre isso depois. Eu nunca vou sem camisinha. Mesmo em todos esses anos com Aline, nóss sempreusamos preservativos. Ela era tão paranoica em engravidar, o que é irônico,considerando que foi uma gravidez acidental que ela teve com aquele filho da puta rico.

E eu sei que já dormi com algumas desde então, mas eu sempre fui cuidadoso.

Tão cuidadoso. Eu não sei o que aconteceu comigo naquela noite na caminhonete do meu avô. Eu acho que eu tinha dois mundos colidindo. O velho e o novo e parecia tão certo, tão natural, tão... real. Eu tive que tê-la. Lá. Naquela caminhonete.

Meu avô também estaria orgulhoso pra caralho. Ele me daria um tapinha nas costas e provavelmente me diria para colocar um anel no dedo de qualquer garota que tivesse aberto as pernas dela em um caminhonete antiga.

Eu rio com esse pensamento e tomo um longo gole da minha cerveja, em seguida, gesticulo para o barman por outro.

— Cara, você esteve me ouvindo o tempo todo? — Alec diz,virando-se para mim, sua barba ruiva longa e desgrenhada, os olhos estreitos e irritados.

— Sim, eu escutei você. Seu tio quer que você compre dele a Loja de Pneus.Isso é foda demais, cara.

— É incrível para nós dois, imbecil.

— Huh? — Eu respondo, descuidadamente rasgando um porta-copos do Pearl Street Pub. — O que eu tenho a ver com qualquer coisa?

— Se eu estiver dirigindo a Loja de Pneus, eu quero você ao meu lado. Talvez como gerente ou diretor de peças. Eu não sei, cara. Merda, talvez você possa abrir aquela garagem vintage associada à Loja de Pneus. Você pode finalmente trabalhar em carros clássicos com mais frequência. Nós podemos anunciá-lo e tudo. Você poderia imaginar o quão legal a caminhonete do seu vovô ficaria em nosso showroom? Essa porra branca na parede da loja. Porra, fico duro só de pensar nisso.

Eu concordo com a cabeça e entrego ao barman minha garrafa vazia quando ele me dá uma nova.

— Eu acho que isso não seria ruim.

— Você está certo, não seria, — Alec fala e brinda nossas garrafas juntas. —Jesus Cristo, nós teríamos tudo em uma loja. Pneus, reparos de automóveis e restaurações de carros antigos. Nós poderíamos anunciar em Denver sobre isso porque você sabe que pessoas com carros clássicos dirigirão por um bom trabalho. E você é um maldito rei nos clássicos, mano. Você sabe disso.

 

Eu assinto descuidadamente, sabendo que o que ele está dizendo é algo que nós sonhamos muito juntos, mas por alguma razão, eu não consigo parar de pensar em Adele

 

— Cara! — Alec me dá um soco forte no ombro.

 

Num piscar de olhos, eu estou de pé, minha fúria subindo mais rápido do que o previsto. Minha mandíbula está tão apertada que acho que ouço meus dentes estalarem.

 

Alec recolhe a mão em sinal de rendição.

— Acalme-se. Eu só estou tentando fazer você sair desse humor irritante. Você precisa transar.

 

— Foda-se, — eu rosno e desabo no banco.

— É verdade. Você está sofrendo por uma amiga de foda, e é estúpido.

— Ela não é uma amiga de foda, — eu rosno e empurro-o no braço. — Veja como você fala sobre ela. Eu não estou brincando, cara.

— Ok, ok. Mas você precisa entender suas prioridades imediatas. Não deixe essa garota entrar em sua cabeça e forçá-lo a perder uma grande oportunidade. Eu estou dizendo que podemos ser parceiros de negócios num futuro próximo. Eu estou dizendo que  vai ser de fantástico demais.

Eu aceno solenemente e deixo suas palavras serem assimiladas. É claro que Adele tem ocupado todos os meus pensamentos esta noite, e é exatamente esse tipo de coisa que eu não preciso na minha vida. Se ela não vai me ligar, eu não vou estressar-me com isso. Nós somos casuais. Isso é o que eu queria.

Eu não queria drama.

Com um sentimento de propósito renovado, eu bato minha mão no bar.

—Você está certo, Alec. Isso vai ser incrível.

— Você está certo que será! — Ele brinda a sua cerveja com a minha, e ele me observa com confusão enquanto eu levanto. — O que estamos fazendo?

— Nós estamos indo embora.

— Embora? Embora para onde?

— Nós estamos celebrando, mano. Nós temos um novo futuro para esperar e é hora de sairmos do mesmo cenário antigo. Vamos seguir pela Pearl Street e ver em que tipo de problemas nós podemos entrar.

Alec ri muito e bate nas minhas costas.

— Eu estou dentro!

Clary

— Oh, eu vejo uma mesa que acabou de liberar! — Izzy grita, correndo com seu chá gelado Long Island, e praticamente caindo em cima de uma mesa de aço inoxidável antes do casal, que atualmente ocupa-o, nem sequer terem pego seus casacos para sair.

Eu me encolho pela cena e olho em volta para ver quantas pessoas estão olhando. Não muitas. Poderia ser pior. Mas eu aprecio os esforços de Izzy porque as mesas são difíceis de pegar no West End Tavern. É um bar  com três níveis de lugares ao ar livre, e seu pátio na cobertura é sempre cheio no verão. Tem uma vista deslumbrante das montanhas, e é um daqueles lugares que é sempre barulhento, então você se sente parte de alguma coisa.

 

Eu me aproximo com um olhar tímido no meu rosto e falo,

— Desculpe, —para o casal que está se afastando lentamente. Izzy finalmente desce da mesa e senta-se em uma cadeira.

 

— Ok, então termine onde você parou, — ela diz enquanto me sento na frente dela.

 

— De onde eu parei? — Eu pergunto, tomando um copo de vinho porque a cerveja não vai ajudar depois da semana que eu tive.

 

— Bem, Pedro está de volta... — ela começa, repetindo minha história anterior.

 

Eu dou uma risada.

— Sim, bem, isso é praticamente tudo que eu sei. Eu recebi uma mensagem dele alguns dias atrás, enquanto eu estava no supermercado que dizia em letras maiúsculas, ONDE ESTÁ MINHA MERDA. E ele colocou um ponto final em vez de um ponto de interrogação... idiota.

 

— Claramente ele voltou para a casa, — Izzy diz, olhos castanhosnarregalados e preocupados.

 

Eu dou de ombros.

— Eu acho. Ele disse que estava com o amigo dele,Mitchell.

 

Ela balança a cabeça, pequenas mechas de seu cabelo castanho caindo do coque bagunçado em cima de sua cabeça.

— Isso é estranho.

 

— Super estranho, — eu concordo, agarrando meu próprio cabelo e puxando-o para um lado para esfriar meu pescoço por baixo.

— Pedro não deveria voltar por mais um mês. Eu pensei que tinha tempo para contar a ele que eu mudei todas as suas coisas para um conteiner de armazenamento. — Tradução: Eu pensei que tinha tempo para dizer a Jace a verdade sobre o meu colega de quarto.

 

— Então, o que você disse? — Izzy pergunta, tomando outro gole de seu Long Island.

 

— Eu disse a ele onde o módulo era, e que eu poderia tê-lo entregue onde quer que ele estivesse vivendo, porque agora que ele estava de volta à cidade, eu mudaria as fechaduras.

 

Seus olhos brilham de excitação.

— Oh meu Deus, você não fez!

 

Eu concordo.

— Eu fiz. Foda-se ele. Ele vem de volta para a cidade sem sequer um anúncio, pensando que pode simplesmente entrar na minha casa como se estivesse pagando aluguel durante todo o verão? Isso é besteira porque ele certamente não tem me enviado cheques. Eu pagarei o depósito que nós dividimos pela casa, se for o que for preciso. Eu não estou me mudando!

 

— Bom para você! — Izzy exclama, batendo na mesa de excitação.

— Você está finalmente tomando uma posição.

 

— Droga, eu estou, — eu respondo com um sorriso e tomo um gole do meu vinho. — Então fale-me sobre você. Onde você esteve nos últimos dias? Eu te procurei e você nunca está em casa.

 

O rosto de Izzy fica vermelho quando eu mudo de assunto. Seus olhos estão praticamente cintilando nas lâmpadas.

— Você vai ficar tão orgulhosa.

 

— Conte-me.

 

Ela suspira pesadamente.

— Bem, minha tese estava indo horrivelmente,então eu decidi voltar para o refeitório do hospital para ver se eu poderia ter o efeito da Loja de Pneus.

 

Meu sorriso está enorme.

— E você teve? — Eu quase grito.

 

— Sim, — ela grita de volta e cobre o rosto como o emoji do macaco.

 

— Por que você está agindo embaraçada? Isso é fantástico!

 

Ela revira os olhos.

— Bem, meu Deus, eu como lá todos os dias agora, e eu sinto que as pessoas da cafeteria acham que eu estou lá por alguma razão realmente trágica. Eles normalmente gritam ‘próximo da fila' quando é a sua vez de pagar, mas sempre que me veem, eles dizem 'Vem cá, querida'. Isso é tão estranhamente óbvio. Eu acho que as pessoas estão começando a perceber.

Eu zombo,

— Como quem? Famílias de outros pacientes que são todas temporárias? Eles terão ido embora em uma semana.

 

— Bem… não apenas as famílias dos pacientes. Tem um médico mais velho que é meio idiota. Ele fica de cara feia para mim toda vez que me vê. Eu não posso dizer se é o rosto dele ou se ele acha que eu sou uma aberração.

 

— Apenas ignore-o. Se ele é médico, tenho certeza de que ele está ocupado demais para se preocupar com você.

 

— Sim, você provavelmente está certa. Eu só estou reparando nele porque ele é estupidamente quente.

 

Eu quase devolvo vinho pelo meu nariz.

— Izzy!

 

Ela dá de ombros.

— Eu conheço essa garota que escreve os melhores livros pervertidos. Você deve verificar ela às vezes, amplia seus horizontes. — Ela me dá uma piscada e acrescenta:

— Então agora que Pedro finalmente se foi oficialmente, isso significa que não há nada que impeça você de aprofundar mais com Jace?

 

— Exceto por todo esse negócio de primeiro nome, — eu respondo, franzindo meus lábios para o lado porque eu já sinto falta dele como uma louca. Tenho evitado Jace  por medo de Pedro aparecer inesperadamente. Mas eu não serei capaz de ficar longe por muito mais tempo. Eu preciso esclarecer tudo. Pôr tudo pra fora e esperar que ele entenda.

 

Ela desfaz-se disso como se não fosse nada, e suga o resto de sua bebida. É quase onze, mas já posso dizer que vai ser uma daquelas noites em que temos que ir de taxi para casa.

 

Izzy olha em volta com uma expressão comprimida.

— Nós não temos uma garçonete aqui? — Ela solta um pequeno rosnado e se levanta. — Eu vou fazer xixi e pegar bebidas no bar. Outro vinho?

 

— Por favor! — Eu grito de volta para ela.

 

E assim que me recosto em minha cadeira para refletir sobre que mensagem devo mandar para Jace, agora que Pedro está um pouco à distância, o própriohomem senta ao meu lado.

 

— Docinho, eu estou em casa! — Pedro ri arrogantemente e pega meu copo de vinho. Ele inclina-o para os lábios,engolindo as últimas gotas restantes e me fixa com um olhar meio fechado. — Como você está, Clary?

 

Eu reviro meus olhos e balanço minha cabeça. Ele é o único na minha vida que já me chamou de Clary, e não posso acreditar eu já pensei que era fofo.

— Eu estou bem, Pedro. Como você está?

 

Eu o olho para cima e para baixo por um minuto, observando que ele está claramente bêbado. Seu corpo está balançando enquanto ele apoia seus braços na mesa de metal. Já faz dois meses desde que ele saiu para o verão, e eu não senti

 

falta dele nem um pouco.

 

E ele ainda está claramente tentando parecer um figurão dos Hamptons, o que significa absolutamente nada em Boulder. Eu olho para baixo e vejo que ele está com seus mocassins, sem meias e suas calças cáqui padrão. Em cima, usa umacamisa branca com pelo menos cinco botões abertos para revelar seu ridiculamente perfeito bronzeado de verão. Seu cabelo loiro está arranjado em uma bagunça de

pontas com gel, com seus óculos escuros apoiados no alto da cabeça, embora esteja escuro há horas.

 

Ele é exatamente o oposto de Jace de todas as maneiras possíveis.

 

Que diabos eu estava pensando?

 

Minha única defesa é que foi antes mesmo de eu saber que caras como Jace existiam. E apesar de Pedro ser um idiota pomposo a maior parte do tempo, nós ainda nos divertimos juntos. Eu não posso negar esse fato. Nós viajamos pelo mundo, eu fui a festas malucas e experimentei muito. Eu acho que ele me manteve por perto porque meu trabalho era tão flexível que se ele quisesse voar para a praia no fim de semana, nós poderíamos. Era fácil ser atraída pela excitação das viagens e ignorar tudo o que faltava entre nós.

 

A conexão. A emoção. A paixão.

 

Nós nunca tivemos nada disso. Eu conheço Jace uma fração desse tempo e temos isso aos montes.

 

— Porra, Ckary. Você realmente ficou melhor quando eu fui embora? — Ele pergunta, seus olhos castanhos se abaixando e absorvendo meu vestido apertado verde oliva. Ele está amarrado nas laterais, e o decote no pescoço fica baixo o suficiente para mostrar um pouco dos seios, mas eu adoro-o principalmente pela sua cor. Verde complementa as ruivas, e eu tinha uma esperança doentia de acabar na casa de Jace hoje à noite.

 

— Isso é tão típico.

 

— O quê? — Ele olha.

 

— Você vem rastejando de volta para a cidade e acha que pode conseguir o que quiser. — Eu balanço minha cabeça em desgosto.

 

Ele não parece nem um pouco desanimado.

— O quê? Não me lembro de seus peitos parecendo tão bons. Eu preciso refrescar a memória.

 

— Não seja um porco, Pedro

 

— Não seja uma cadela, Clary.

 

Eu olho para ele com um olhar frio, minha postura endurecendo em seu tom combativo.

Com os dentes cerrados, eu pergunto:

— O que você quer?

 

Ele se inclina no canto da mesa e desliza um dedo ao longo do meu braço.

—Eu quero voltar para casa.

 

— Não! — Eu exclamo, me puxando de volta do seu toque.

— Pedro, nós estamos separados. Suas coisas estão no depósito. Não há absolutamente nenhuma razão para você voltar para a casa.

 

— Bem, foi burrice você mudar sem minha permissão. Se alguma coisa estiver danificada, eu estou fazendo você pagar por isso.

 

— Bem! Envie-me a conta. Eu não me importo.

 

Ele ri arrogantemente.

— Então eu suponho que você está fodendo alguém novo agora, e é por isso que você está me dando um pé na bunda?

 

— Não é por isso, — eu grito, meus olhos ferozes nos dele. — Eu quero que você vá embora, porque eu não suporto você, e eu não estou com vontade de viver com meu ex que acabou sendo uma babaca total.

 

— Como eu fui um babaca? — Ele pergunta, seu queixo caindo de indignação.

 

— Muitas, muitas vezes! — Eu exclamo, sentindo as veias do meu pescoço incharem. — Mas a que é a minha favorita absoluta é você ter vergonha de mim com sua família. Nós ficamos juntos por quase dois anos, e você queria que eu mentisse para eles sobre o que eu faço para viver.

 

Ele sacode a cabeça.

— Bem, minha família é religiosa, e o que você faz não é exatamente sadio, Clary

Eu reviro meus olhos, murmurando baixinho,

— Maldito covarde.

Ele rosna em resposta,

— Bem, você não pode me chutar para fora da nossa casa. Nosso contrato não termina por mais sete meses.

 

— Deixe-me te comprar então! — Eu exclamo, meus olhos arregalados e acusadores. — Minha melhor amiga mora ao lado. A única razão pela qual eu encontrei esse lugar foi por causa dela. Pare de ser tão egoísta e encontre outro lugar para morar! Ou vá morar com seu amigo. Suas coisas estão todas empacotadas e prontas para ir.

Ele se recosta em sua cadeira e diz:

— Eu nem tenho um carro que possa rebocar um conteiner de armazenamento.

Meu rosto enruga-se com descrença em seu comentário idiota.

— Eles entregam Pedro. E não se preocupe, eu vou pagar por isso também. Deus me livre,de você ter que usar seu fundo fiduciário.

Ele dá um olhar malvado para mim.

— Você pode ser uma verdadeira puta,você sabe disso?

— E obscena, então é melhor você fugir antes que você respire o meu ar erótico ! — Eu balanço meus dedos em direção a ele de forma dramática quando uma voz profunda e familiar soa ao meu lado.

— De que porra você a chamou?

Eu olho para cima e meu coração congela quando vejo Jace Herondale parado ao meu lado.

 


Notas Finais


E aí estão.preparados ?
Eu não tô 🙁....


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