História O namoro de crentes lesbicas - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Proibido, Romance, Sexo, Yuri
Visualizações 306
Palavras 773
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Orange, Romance e Novela, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bom, espero que gostem

Capítulo 1 - Discipulado


 

 

Capitulo 1 :  discipulado 

 

Luana: on

 

Entrei na igreja coloquei minha bíblia em uma cadeira e sair para conversar com minhas amigas.

 

(A igreja era grande, o teto continha um lindo forro pvc com luzes brancas, o altar onde o pastor ficava era de vidro, algo não muito luxuoso, mas bonito. As paredes pitadas pela metade atualmente de um vermelho fosco com um pequeno toque de laranja, e a outra metade de um branco meio amarronzado, enquanto as lajotas do chão também eram brancas onde apoiavam cadeiras verdes de cor neutra).

 

Enquanto conversava vi Maiza entrando na igreja, eu tentava fingir que não reparava nela dessa “forma”, mas sempre reparei. Na visão de alguns ela não é bonita esteticamente, mas pra mim sua beleza era única. Ela tinha o rosto com um formato um pouco arredondado que quando ela sorria as bochechas redondinhas saltavam um pouquinho, seu cabelo castanhos bem escuros lisos, batiam no comecinho de seu ombro em quase um channel se não fosse partido no lado, suas sobrancelhas eram um pouco grossas(já que nunca havia tirado) cheias de pelinhos fora do lugar. Ela não tinha presença de seios, eram extremamente pequenos quase imperceptível, sua pele do mesmo tom da minha, (bege médio) seu corpo era bem cobertos, estava com uma calça leve preta e blusa de manga da célula, que mesmo assim permitia mostrar a beleza do corpo dela, seu bumbum tinha um formato normal para todas as garotas.

Quem não à conhecesse não acharia nada de mais nela, isso era impossível, pois encantava a todos mesmo sem perceber, mas poucos que não conheciam ela se aproximavam por causa de seu jeito ingénuo de ser carinhoso(que breve vocês vão ver), e muitos estranhavam se ela era heterossexual. Eu queria tanto que eles estivessem certo, porém sabia que as suspeitas deles eram falsas . 

 

Eu vi a líder de células nos chamando para começar o discipulado.

 

Quando cheguei em minha cadeira que estava encostada na parede vi que Maiza havia sentada ao meu lado é sorrir ao ve-la sorrir pra mim.

 

- Oi Flor! – me abraçou, lá não fez isso com mais ninguém somente comigo, sua voz é tão doce... – Você tá muito linda – ela sorriu ingénua e lindamente pra mim, eu amo aquele sorriso, o que eu mais queria e chama-la de meu anjo, mas nunca fui de fazer isso, é seria estranhada por todos, porque Maiza era perfeita, sempre fazia isso tão bem que nela era normal, mas eu sou muito fechada.

 

- Oi Maiza, obrigado – corei, ela apertou um de seus olhinhos com um sorrisinho fofo com as mãos na cintura, voltou a sua posição.

 

 

A líder mandou pegar na mão de nossos irmãos e fechar os olhos para orar, é assim fizemos.

Ela pegou em minha mão, eu sentir algo em minha barriga que não sei explicar. Ela deu uma piscadinha pra mim com aquele lindo sorriso estampado. 

Eu não conseguia me concentrar muito pois a mão dela passou a brincar com a minha mão, acariciando com os dedos e os entrelaçando uns nos outros, retirando fazendo carinho na palma da minha mão, me fazendo sorrir de olhos fechados.

 

 

Quando o discipulado acabou, e todos saiam, Maiza me chamou.

 

- Luana, qual é mesmo o nome daquele livro online que você me recomendou? É que eu perdir o papel – falou com a cabeça um pouco tombada para o lado.

 

- O desafio dos 42?

 

- Sim, esse mesmo – eu sei, que não deveria ter recomendado essa fanfic pra ela, mas na época eu iria achar muita graça da cara fofinha que ela iria fazer.

 

- Maiza, eu acho melhor você não ler...

 

- Por que não? – ai senhor! Que fofa!

 

- Porque tem cenas... – o que eu digo... – Fortes.

 

- Como assim fortes? – sorriu me dando vontade de apertar aquela bochechas gordinhas.

 

Como eu vou explicar...

 

- E que tem cenas – bati as minhas mãos uma na outra fazendo som de cavalgarem, fiquei super constrangida, e se ela não quiser ser mais minha amiga por isso?!

 

- Eles brincam de jokey pó? – kkkkkkkkk eu não posso rir!

 

- Sim, eles brincam de jokey pó pra decidir quem vão matar, tem muito sangue, por isso que não queria que você leia algo assim. 

 

 

- Ai, é claro obrigado por me avisar. Vamos todos já sairam.

 

Antes que ela saísse, eu à abracei, coloquei meu rosto corado em seu pescoço e dei um beijinho.

 

- E-eu posso te chamar de anjo? – céus eu não acredito no que eu tô fazendo.

 

Ela não levou a mal, me abraçou inocente.

 

- É claro flor. – e foi ai que me apaixonei... Que merda!

 



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