História O Nascer de Konoha - Capítulo 61


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Categorias Naruto
Personagens Ino Yamanaka, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno
Tags Naruhina, Naruto, Nejiten, Romance, Saiino, Sasusaku, Shikatema
Visualizações 61
Palavras 2.889
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus amores, olhem só quem voltou tão rápido!

Pois é, e voltei com o filler GaaMatsu. Quem estava com saudades deles?

Espero que em mais dois capítulos a história (filler) de Gaara e Matsuri esteja completa, mas pode ser que seja mais, ou menos. Enfim, sem promessas.

Fiquem com história desses dois.

COMENTEM E FAVORITEM
Enjoy :*

Capítulo 61 - FILLER: Parte 4 Acordar?


Puxou a cadeira da enfermeira para mais próximo da cama, para perto de Matsuri. Recostou-se e observou-a por horas. Ela estava muito pálida, mas pelo menos não tanto como há algumas horas.

Não sabia como é que aquele episódio infeliz o tinha levado a esquecer toda a raiva. Só se sentia extremamente preocupado, e com um medo que nunca tinha sentido antes.

Já tinham passado quatro dias e Matsuri ainda não acordara. Aquele medo que sentira transformava-se aos poucos em terror e desespero. "E se ela nunca mais acordasse? E se nunca mais pudesse ver o sorriso dela?"

"Pára com isso" repetia mais uma vez na sua cabeça. “Ela tinha que acordar em algum momento, não era?

Mas a situação cada vez o desesperava mais. Na noite após o ataque a febre aparecera. Chiyo assegurara-lhe que isso era normal mas ela continuava demasiado pálida, imóvel e a febre a cada hora mais alta. Até aquele momento a médica tinha conseguido controlar a febre, mas via que isso era a cada vez mais difícil pelo desespero nos olhos de Chiyo a cada vez que passava no seu quarto para ver Matsuri.

A muito custo, tentava manter a cabeça no lugar em vez de se entregar aos sentimentos negativos e para isso o trabalho fora essencial. Ao pensar nisso olhou para trás e viu uma mesa improvisada com alguns papéis que trouxera do seu escritório de forma a trabalhar perto de Matsuri. Durante aqueles dias pouco foi o tempo que passou longe dela.

Mas a concentração já não vinha porque ela ainda não abrira os olhos, e já tinham passado dias.

“- Deixa isso. Assim estás livre. O reino está a salvo e tu livre outra vez. Eu só preciso que me perdoes. Se eu pudesse voltar atrás eu não faria nada daquilo, eu ia contar-te. Eu juro, eu…”

Aquelas palavras passaram a atormenta-lo dia e noite.

“Ela não podia desistir assim… Não podia. Eles mal tinham casado e nem tiveram tempo… Pra nada”, pensou enquanto velava o sono dela “Culpa de quem?” acusou-o outra parte da sua mente.

Tinha plena consciência que grande parte da culpa de Matsuri estar naquela cama desacordada era sua. Ela não falara com ele no início, e por isso recusara-se a ouvi-la depois.

Passou as mãos pelo rosto e cabelo mais uma vez. Já perdera a conta às vezes que fizera isso só naquela tarde, mas daquela vez as suas mãos permaneceram no seu rosto enquanto os seus dedos apertavam os seus olhos com força.

Sabia o perto que estava das lágrimas. Não sabia como, mas conseguira manter-se firme até aquele momento, mas a sua resistência estava por um fio.

Contudo esses pensamentos foram esquecidos assim que Chiyo entrou no quarto, e mal pode conter o suspiro de alívio ao ver Tsunade entrar logo depois.

Os cumprimentos foram breves e simples.

- Rei Gaara – começou Tsunade - Se não se importar de se retirar para examinarmos a rainha – essas palavras eram bastantes estranhas para ela uma vez que a jovem que olhava sempre a conhecera como irmã adotiva de Gaara e uma excelente militar.

Gaara olhou para Chiyo, e assim que esta concordou com a cabeça ele fez-lhes a vontade contrariado. Ao fechar a porta do seu quarto manteve-se no corredor e esperou o que pensou ser uma eternidade.

Andava de um lado para o outro parando de vez em quando em frente à porta do seu quarto, lutando contra a vontade de entrar por ali a dentro.

“Ela estava com as duas melhores médicas que conhecia”, dizia constantemente a si mesmo. Devia estar calmo, mas na verdade estava cada vez mais ansioso.

Um movimento ao fundo do corredor, captou a sua atenção e mudou o foco dos seus pensamentos.

Reconheceu rapidamente Jiraiya, que se dirigia devagar até si. Andou alguns passos de encontro a ele

- Gaara – disse Jiraiya deixando de lado as regras de etiqueta que Tsunade tanto estimava, pois fora amigo de Rasa e nem a ele o tratara por rei. Com Gaara acontecia o mesmo, afinal conhecia-o desde criança.

- Jiraiya – respondeu apertando a mão que o mais velho lhe estendera, sem se preocupar com a falta de formalidades. Já estava habituado a isso – Não estava há espera de vê-lo pelo castelo - Estava tão surpreso por vê-lo ali como quando ele chegara com Naruto meses atrás, depois de saber a notícia de que o príncipe desaparecera do castelo sem deixar rasto. Depois de algumas explicações ambos se tinham refugiado por alguns dias em Sabaku até partirem novamente.

- A Tsunade não podia vir sozinha – disse encolhendo os ombros – Mas e tu – começou a mudar de assunto - Casar assim de repente, sem enviar convite – disse obtendo um meio sorriso de Gaara – Quase fiquei ofendido por te esqueceres de mim.

Gaara sabia que ele estava a tentar obter uma explicação para um casamento tão repentino, afinal a última vez que o vira ele afirmara não ter nenhuma pretendente que o agradasse.

- Não foi nada planeado – disse sucinto. Não queria alongar-se muito naquele assunto, nem com Jiraiya nem com ninguém. Ele podia ser muito divertido, excecional no seu trabalho e um bom amigo, mas não queria espalhar aquela história mais do que o necessário.

- Imagino… Parabéns – disse e bateu nas suas costas em apoio antes de por as mãos nos bolsos e continuar – Como estás com isto tudo?

- Não muito bem – admitiu Gaara quando olhou para a porta fechada com a testa franzida.

- Vocês sempre foram muito chegados – disse Jiraiya. Chiyo tinha contado o básico assim que chegaram, então sabia perfeitamente quem era a atual rainha – Não admira que a amizade se tornasse algo mais.

Gaara acenou com a cabeça. Quase ninguém sabia da zanga entre eles, então para qualquer um era fácil pensar aquilo.

- A Matsuri sempre teve fibra, vai passar por esta facilmente – disse quando o viu demasiado calado - Se precisares de conversar, já sabes – ofereceu-se Jiraiya ao ver o rosto do mais novo franzido.

- Vai ficar tudo bem – disse Gaara – Tem que ficar.

Jiraiya não teve tempo de completar, porque nesse momento a porta abriu-se e as outras duas saíram do quarto enquanto discutiam a situação.

- Essas seriam as melhores, mas elas não crescem naturalmente por aqui…

- Na estufa tenho a certeza que as podemos encontrar – assegurou Chiyo.

- Veremos – respondeu Tsunade. Preferia as plantas que cresciam naturalmente - Ainda assim há algo mais que não esta a fazer sentido – disse mudando de assunto - Aquele aspeto não é normal e não resulta de nada traumático nem parece infecioso. Há mais alguma coisa. Tens a certeza que testaste…

- Sim. A lamina está absolutamente limpa – disse já chateada com aquela conversa, mas podia ver que Tsunade ainda não estava completamente convencida com aquela resposta.

- Então? – perguntou Gaara chamando a atenção de ambas para si – Como é que ela está?

- Por enquanto bem. A febre baixou um pouco com o remédio. Por enquanto ela esta bem. Vamos preparar um outro medicamento e temos que esperar a resposta do organismo dela.

- Esperar – repetiu Gaara desanimado. No fundo da sua mente realmente esperou que assim que elas saíssem Matsuri já estaria bem, embora soubesse que isso era impossível. Respirou conformado com a realidade – Precisam de algo da minha parte?

- Não – assegurou Chiyo – Temos tudo sob controlo.

- Muito bem. Se precisarem de alguma coisa, disponham – despediu-se e entrou no quarto.

Os três decidiram em silencio não comentar o desanimo do rei e deslocaram-se para o laboratório de Chiyo.

No grande pavilhão cheio de plantas e instrumentos de pesquisa, Tsunade olhou a lâmina afiada e letal. Não duvidava da sabedoria de Chiyo e sabia que ela seria sempre extremamente profissional, ainda mais quando estava a trabalhar para o rei, mas o problema era que a situação não era normal.

A ferida estava a cicatrizar bem, com apenas um pouco de inflamação, mas tinha uns aspeto muito estranho. Chiyo dizia ser infeção, mas ela não acreditava nisso, e se as suas suspeitas estavam certas, porque é que a febre estava a cada dia mais alta e Matsuri estava tão fraca ao ponto de ainda não ter acordado?

Passava os olhos pela adaga enquanto estas perguntas assaltavam a sua mente. Parou os olhos na ponta da adaga que estava partida.

- Como é que a lâmina ficou partida – perguntou alto para Chiyo.

- Imagino que na penetração na pele – respondeu da sua bancada não muito longe.

Tsunade olhou novamente para a lâmina. Parecia extremamente resistente e bem feita. Não era nenhuma especialista, mas poderia facilmente dizer que a aquela arma era nova, como é que podia quebrar assim tão facilmente?

- A lâmina parece bem perfeita – pegou na adaga pesando-a na sua mão - Resistente. Viste se alcançou algum osso? – o impacto podia explicar o metal ter partido.

- Não. O corte não foi fundo o suficiente para a tingir a coluna e passou longe da caixa torácica – disse Chiyo aproximando-se de Tsunade para examinar novamente a lâmina que a fizera praguejar inúmeras vezes nos últimos dias.

Tsunade olhou a zona de quebra. Parecia perfeita demais.

- Testaste a ponta para veneno?

- Eu testei o gume da lamina, afinal a probabilidade de causar dano é maior nesse lugar e…

- Isso é um não?

Chiyo limitou-se a resmungar baixo enquanto pegava na arma novamente. Em vez de se preocupar com o obvio, virou-se para o minúsculo fragmento que retirara de dentro de Matsuri na pequena cirurgia que realizara quando a assistira.

Não demorou muito até o resultado dar positivo, no que resultou num sorriso de ambas, seguido de um revirar de olhos das duas quando viraram o rosto e se entreolharam.

“Aquela reação seria até cómica se não estivessem naquela situação”, pensou Jiraiya. Havia coisas que não mudavam nem com o passar de décadas.

Depois de saberem o que estavam a enfrentar discutiram ervas, quantidades, pormenores e técnicas enquanto metiam mãos à obra. Jiraiya quase fugiu dali a sete pés, afinal fazer de mediador entre aquelas duas era um perigo para a vida de qualquer um, mas por sorte alguém entrou apressado no laboratório. Parecia que a rainha acabara de acordar.

***

Pouco depois de entrar no quarto, e conferir que Matsuri continuava na mesma, Gaara sentou-se para trabalhar. Ia sentir-se um inútil em qualquer lado que não fosse perto dela.

Algumas horas depois, Gaara lia pela terceira vez o mesmo paragrafo do relatório.

“Já nem se conseguia concentrar”, pensou esfregando os olhos. Sabia que as noites mal dormidas estavam na origem da sua falta de foco no trabalho, mas depois de levantar os olhos do relatório e observar mais uma vez Matsuri imóvel naquela cama, suspirou. Não dava a mínima para a privação de sono, não ia sair de perto até ela se recuperar.

Voltou a tentar concentrar-se e pela quarta vez iniciou o mesmo paragrafo, mas um gemido fraco logo o fez largar tudo e correr para perto de Matsuri.

Quando se aproximou da cama e se sentou ao seu lado, Matsuri estava com o cenho franzido piscando varias vezes até abrir os olhos e focar no rosto dele.

Não sabia se era possível, mas ao vê-la acordada sentiu toda a tensão e cansaço evaporar do seu corpo. Estava atento a cada pequeno movimento dela. Alívio e ansiedade preencheram-no ao mesmo tempo. Alívio porque ela finalmente acordara, ansiedade pela expectativa do que ela iria dizer.

Já Matsuri passara por um sono profundo naqueles últimos dias. Todo aquele tempo estivera num lugar silencioso e sem sonhos, que mantivera até ao momento a sua mente calma e serena.

Assim que tentara abrir os olhos deparara-se com demasiada luz e tentava habituar-se a toda aquela claridade, piscando até se sentir confortável. Era como se estivesse a acordar numa manhã preguiçosa numa das suas raras folgas.

Quando finalmente os seus olhos ficaram prontos a primeira coisa que viu foi Gaara, com o cabelo mais desarrumado que o normal, a olhar para ela com uma cara estranha. Tentou manter a cabeça no lugar e lembrar-se onde estava.

“Claramente estava deitada, mas o que é que Gaara estava a fazer no quarto dela?”, pensou tentando mover-se, mas quando o fez uma dor irradiou do seu abdómen por todo o corpo.

Por reflexo, tentou gritar mas a única coisa que saíra da sua boca fora um gemido um pouco mais alto que o anterior.

A sua cabeça começou a rodar, tanto pela dor, quanto pelas lembranças que começavam a regressar à sua memoria ao mesmo tempo.

O casamento forçado, o ataque durante a noite, a faca a entrar no seu abdómen e a ser puxada de volta.

Olhou novamente em redor e reconheceu estar no quarto de Gaara. Mas que raio estava ali a fazer?

Olhou novamente para ele. Gaara parecia preocupado.

- Estás bem? – perguntou Matsuri num sussurro rouco. Não se conseguia lembrar bem de todas as coisas. Sabia que ele a tinha salvo, mas será que ele tinha ficado magoado?

- Se eu estou bem? – repetiu a pergunta surpreso – Eu é que devia perguntar isso! Como é que estás?

- Bem, acho eu – disse incerta. Tentou ignorar a dor horrível que tinha no seu abdómen descobrindo dezenas de outras dores menores por todo o seu corpo.

- Não tens dores? – perguntou esperançoso.

- Também não exageres. Acho melhor pedir à Chiyo aquela infusão maravilhosa que nos deixa anestesiado – e por momentos pensou em pedir também alguns cobertores. Não imaginava que o quarto de Gaara fosse tão frio.

- Ahh… Ok – disse levantando-se para ir buscar, mas lembrou-se que não a queria deixar sozinha – Só um minuto.

Ele abriu a porta e gritou por um nome que não reconheceu. Poucos segundos depois uma jovem chegou ao quarto e Gaara falou brevemente com ela que saiu apressada logo depois.

- Daqui a pouco a infusão já vai estar aqui - disse aproximando-se novamente da sua cama.

- Obrigada – disse sem graça e um arrepio de frio passou pelo seu corpo que ela tentou a todo o custo não demostrar.

Passaram alguns segundos até que Gaara conseguiu controlar a sua euforia. “Ela estava acordada. Finalmente.”, mas no segundo seguinte viu que o maxilar de Maturi não parava de tremer.

- Estás com frio? – para ele a temperatura no quarto estava opima, mas para ela parecia que não. - É melhor pedir mais alguns cobertores.

- Não te preocupes – disse devagar enquanto trincava o maxilar para não tremer - Não vale a pena.

- Como assim não vale pena?

- Não vale a pena… estar… a… arrastar cobertores para aqui… e… - inspirou fundo arrependendo-se em seguida pela dor que isso lhe causou. Mas ainda assim continuou - Depois mudar tudo para o meu… quarto – soprou as palavras com muito custo.

- Para o teu?

- Sim Gaara - será que ele estava a fazer de propósito para não a entender – Tu deves querer… a… tua privacidade…

- Se isso fosse um problema tu já não estavas aqui – disse sério – Só vais sair daí quando a Chiyo decidir que estás recuperada. Queres o quê? Ficar pior? Que a ferida abra? Levantas-te quando estiveres bem – declarou não lhe dando hipóteses de contestar.

Não tinha forças para discutir com ele, era melhor deixar o assunto para depois.

- Obrigada – sussurrou fechando os olhos cansada – Por tudo.

- Por tudo? – perguntou Gaara.

- Salvaste a minha vida – respondeu de forma arrastada lutando para não voltar a dormir.

- O quê? – ela só podia estar a brincar - Eu acho que foi mais ao contrário… Matsuri! – chamou-a assustando quando a viu de olhos fechados.

- Hum? – perguntou cansada.

- Não durmas, devias falar com Chiyo e a Tsunade.

-Tsunade? - “Ela não era de Uzumaki? O que estava a fazer em Sabaku?”, perguntou-se mentalmente já que não tinha forças para dizer mais nada.

Gaara também não teve tempo de explicar mais nada pois as duas entraram no quarto e aproximaram-se de imediato.

- Rainha Matsuri – chamou-a Tsunade.

Mesmo quase a dormir aquilo soou estranho para ela, mas sabia que era importante responder. Concentrou todas as suas forças nos lábios.

- Sim – aquela resposta era mais um suspiro que outra coisa.

- Temos um remédio para se sentir melhor. Se nos ajudar precisamos que o beba.

O seus olhos reviraram ainda fechados. Não tinha forças para mais do que isso, mas foi o suficiente para Tsunade entender e logo encostou algo nos seus lábios e ela tentou engolir o máximo possível antes de apagar completamente.

- Matsuri – chamou-a Gaara – Matsuri! – chamou-a um pouco mais alto quando ela não respondeu.

- Ela vai precisar de descansar – disse Chiyo, e sentiu pena do olhar desolado de Gaara – Com certeza que amanhã quando ela acordar se vai sentir muito melhor. Achamos que o remédio que acabamos de lhe dar a vai recuperar de vez.

- Como assim?

- Parece que utilizar uma adaga não era o suficiente, impregnaram um veneno raro dentro da lâmina e moldaram-na para que se partisse quando fosse usada – disse Chiyo.

- O veneno ataca lentamente e pareceria uma infeção que fica pior a cada dia. Sem descobrir a causa correta seria impossível combater a origem de tudo.

- Obrigada – disse simplesmente tentando não deixar que a raiva se apoderasse dele. Para isso levou novamente a sua atenção para Matsuri - Obrigada.


Notas Finais


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Até ao próximo capítulo Beijos :*


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