História O Nascer do Preconceito - Capítulo 5


Escrita por:

Postado
Categorias Harry Potter
Tags Draco Malfoy, Drama, Dramione, Harry Potter, Hermione Granger, Jk Rowling, Tragedia
Visualizações 56
Palavras 1.981
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoal, como estão?
Segue mais um capitulo para vocês, espero muito que gostem *--*
Boa leitura a todos!!!

Capítulo 5 - Capitulo 04: O mistério da casa ao fundo do jardim


Fanfic / Fanfiction O Nascer do Preconceito - Capítulo 5 - Capitulo 04: O mistério da casa ao fundo do jardim

O período da manhã passou tranquilamente. Draco e Hermione aproveitaram que o sol estava presente de maneira tão intensa que não resistiram em ir dar um mergulho no lago. Mesmo sendo verão, a água permanecia fria, então foi inevitável que os lábios de ambos ficassem trêmulos e roxo, mas isso não os impediu de fazerem mil brincadeiras até a hora do almoço. A brincadeira preferidas deles quando iam para o lago, era procurar ao fundo, as coisas mais esquisitas que podia achar. Nessa competição, Hermione acabou encontrando por acaso uma pulseira que sua avó tinha lhe dado de presente, mas ela tinha perdido e ficou chateada por não se lembrar o que tinha feita com a pulseira. Sua avó sempre lhe dizia que aquela pulseira era especial, pois ela tinha ganhado de seu avó quando casaram. Ela prata com pulseiras azul royal, Hermione dizia que ela parecia o céu no fim de tarde. Quando a perdeu ela ficou dias chorando e preocupada com o que a sua avó poderia estar achando daquilo. So se acalmou, quando a mesma lhe disse que estava tudo bem, que acidentes acontecias e quando ela menos esperasse, ela iria encontra-la. Então quando Hermione a viu firme em sua mão enrugada por conta da agua, não conteve o quando sorriso de felicidade.

- Achei, nem acredito! – Exclamou empolgada.

- O que? – perguntou Draco nadando até ela.

- A pulseira que a minha avó tinha me dado. Eu tinha a perdido, mas não pensei que ela pudesse ter caído aqui.

- Então guarde para não perder de dovo! – sugeriu Draco.

- Tem razão, eu já volto... vou mostrar para a minha mãe.

Draco assentiu.

Hermione nadou até a margem do lago com a pulseira firme em sua mão, ela não podia perde-la novamente, porque talvez, não a encontraria novamente. Saiu com cuidado do lago, pegou uma toalha e entrou em casa já gritando.

- MÁE!

Jane e Narcisa aparecendo correndo assustadas.

- Que foi, Hermione? – Perguntou Jane.

Narcisa levou a mão ao peito por conta do susto.

- Achei a pulseira que a vovó me deu!

- Onde ela estava?

- No lago. Eu e Draco estávamos brincando e acabei encontrando. A vovó vai ficar muito feliz.

- Vai sim, Mione. Depois você liga para ela para contar, o que acha?

- Vou ligar sim, não vejo a hora.

- É uma linda pulseira, Hermione. – Disse Narcisa sorrindo para a menina.

- Obrigada, tia Cissa. Vou guarda no meu quarto.

- Vai lá! – Riu

Correu o máximo que conseguia até o andar superior da casa indo em direção ao seu quarto. Quando abriu a porta um vento passou pela janela que a fez sentir frio e bater os dentes. “Deveria ter vindo com a toalha” Pensou.  Rapidamente seguiu até o banheiro e vestiu um roupão com flores cor de rosa. Abraçou o pequeno corpo e voltou para o quarto. Tirando a sua estante de livros, a parte preferida de Hermione era a sua pequena penteadeira. Não tinha muita coisa, apenas alguns enfeites de cabelo, uma escova e uma caixinha de musica, a qual ela adorava deixar ligada antes de dormir. Era nessa caixa também, que ela guardava suas joias, então certamente, era ali que guardaria a pulseira que encontrou, tendo a certeza que a mesma estaria segura. Abriu a caixa com cuidado e depositou a pulseira em um espaço que estava vazio. Fechou a caixa e olhou a janela sorrindo, mas riu de forma tão intensa quando viu Draco acenando para ela, ainda dentro do lago.

- Eu já vou! – Gritou lá de cima.

- Vem logo, Mione! – Gritou Draco de volta. 

Correu o quanto conseguiu pelo corredor e pelas escadas, até que Jane se pronunciou a advertindo.  

- Não corre nas escadas, Mione. Pode se machucar!

- Desculpe, mamãe! – parou ofegante

Jane e Narcisa riram ao ver a tamanha ansiedade da criança para voltar a brincar em companhia de Draco. Assim que saiu pela porta, Hermione continuou a correr até o lago e sua cabeça trabalhava para bolar algo contra o amigo. Sorriu quando a ideia surgiu.

Pegou mais velocidade quando o avistou nadando tranquilamente a espera por ela. Aproveitou que ele estava distraído e pulou no lago bem próximo a ela, fazendo-o se assustar.

- Ficou maluca, Mione? – perguntou Draco assustado e tossindo por ter engolido agua.

Hermione gargalhou, mas de leves tapinhas nas costas de Draco para ajuda-lo a se recuperar.

- Não resisti. – respondeu rindo.

Draco jogou agua nela.

- você não perde por esperar! – alegou serio.

- Nossa... Estou morrendo de medo. – fingiu estar tremendo.

- Me aguarde!

- Vou ficar! – Disse jogando agua nele, do mesmo jeito que ele tinha feito com ela. Draco revidou no mesmo instante, jogando agua nela com mais força, iniciando assim, uma guerra de agua até que estivessem cansados. Riram tanto que por diversas vezes eles tinha que parar para recuperar o folego. Em uma dessas pausas, Draco contou para Hermione que tinha ido falar com o seu pai na noite anterior a respeito do que a amiga tinha desabafado.

- Não acredito que você foi contar, Draco! Não era para você ter falado nada. – Hermione estava furiosa.

- Eu falei para você, Draco, não era para você ter falado nada.

- E você acha mesmo que eu ficaria quieto se é algo com a minha família que está te incomodando? Deveria ter me contado bem antes, Mione. Prometemos não guardar segredos.

Mesmo chateada com o amigo por ter aberto a boca, Hermione considerava que Draco estivesse com a razão. Odiava parecer uma fofoqueira, mas era bem verdade que eles tinham feito uma promessa de que não guardariam segredos. Draco também estava chateado com a mesma, por não ter contado como se sentia em relação ao seu avô. – Porque tem tanto medo? O que foi que aconteceu?

Hermione passou a mão nos cabelos molhados devido ao nervoso.

- Me conte... Dessa vez eu prometo que não vou falar para ninguém.

- Promete?

- Prometo!

Então ela suspirou e contou com detalhes de acordo com o que se lembrava, tudo o que tina acontecido na festa quando se conheceram. Draco ouvia tudo atentamente e cada vez que ela avançava em suas palavras, sentia mais raiva de seu avô. Abraxas não tinha o direito de tratar ninguém daquele jeito, muito menos a sua melhor amiga. Não fazia ideia do porque foi tratada daquela maneira por ele, sendo que Hermione nem sabia que não podia entrar naquela casa afastada do jardim. Alias ninguém podia, nem ele.

Quantas vezes quando estava se sentindo entediado por não ter o que fazer, ele tentou entrar naquela casa, mas para sua infelicidade, a casa estava sempre trancada. Só quem entrava lá, era o seu avô. Lembrou-se de certa vez que questionou os pais a respeito do que tinha naquela casa, e os mesmo apenas lhe diziam que não tinha com o que se preocupar, que era só coisas sem importante de seu avô: Livros velhos, anotações de trabalho e etc. Draco então acreditou nos pais e deixou para lá, mas agora que estava ouvindo o relato de sua amiga, ele sentiu a necessidade de saber o que tanto eram aquelas coisas, que o fazia manter aquela casa sempre trancada. Era algo tão misterioso.

- Mione, o que acha que tentar descobrir o que tem naquela casa, quando for para a minha casa na terça?

- Não sei... E se nos pegarem?

- Ninguém vai nos pegar. Nossas mães vão estar fora. Meu avô vai estar em reunião na empresa junto com o meu pai. Só estará a Jade com a gente, vai ser fácil distrai-la.

Hermione parou para pensar por alguns minutos. Não estava totalmente segura, pois não gostava de se meter em confusão.

- Se tem algo que estão nos escondendo, temos o direito de saber, porque não consigo ver um motivo para o meu avô ter te tratado mau. Eu te conheço e sei que não fez nada para ele. Temos que aproveitar essa chance, pois no dia da festa vai ser difícil, vai ter muita gente lá. – Tentou a convencer. Quando Hermione ia lhe responder, sua mãe os chamou da cozinha.

- Draco, Hermione, venham almoçar!

- Está bem, já vamos! – respondeu, mas nem se moveram enquanto Hermione não lhe dava uma resposta.

- Ok, mas essa será a primeira e a ultima vez, não quero me meter em encrenca. – advertiu.

- ok! – sorriu – vamos descobrir o que está acontecendo.

Saíram do lago, se secaram e entraram em casa para almoçar. Por conta das brincadeiras, estavam famintos, mas muito pensativos em como seria quando Hermione estivesse na mansão e juntos fossem tentar desvendar o grande enigma daquela pequena casa ao final do jardim.

~*~

Depois do almoço, Narcisa e Lucius anunciaram que voltariam para a mansão. Despediram-se nos amigos, de Hermione e do filho, pois Narcisa já tinha avisado Lucius que Draco ficaria com os Granger. Lucius não fez subjeção, até achou melhor para Draco não presenciar a conversa com teria com o seu pai. Independente do que resultaria a conversa, Draco tinha que continuar acreditando que tudo estava bem. Para eles, o filho não precisava carregar os problemas que os cercavam. Ele tinha apenas que viver a vida dele de forma plena em companhia da amiga e depois fosse fazer nossas descobertas e aprendizados quando fosse para Hogwarts. Draco era apenas um menino de nove anos e era assim que ele tinha que continuar vivendo.

- Adeus, filho! – Narcisa abraçou o filho com ternura. – Até amanhã e trate de se comportar, hein?

- Está bem, mamãe! – respondeu em meio ao abraço.

- Tchau, filho! – Foi a vez de Lucius se despedir. Pegou Draco no colo e lhe deu um beijo na bochecha.

- Tchau, pai!

Lucius colocou Draco no chão, deu um beijo em sua cabeça e na de Hermione, antes de pegar as malas e ir junto de Narcisa para o local próximo aos portões da fazenda, onde podiam aparatar. Ambos respiraram fundo, mentalizando o destino. Era evidente que estavam preocupados. A única certeza que tinha ali, é que a conversa não seria nada fácil.

~*~

Aparataram em frente aos portões da mansão. Do ângulo em que estavam podia ver a varanda da entrada principal, o jardim bem aparado e a figura de Jade. Passaram pelos portões sem pressa seguindo o caminho que os levariam até a Elfa.

- Olá Jade! – cumprimentou Narcisa.

- Olá Sr e Srª Malfoy! Onde esta o menino Draco? – Perguntou estranhando não ver Draco com os pais.

- O deixamos com os Granger. – Respondeu Narcisa segura. – Ele voltará amanhã.

Jade assentiu compreendendo.

- Onde está o meu pai, Jade?

- Ele estava na sala, mas decidiu ir para o seu escritório. O Srº Malfoy me mandou avisa-los que assim que chegassem, os avisassem que ele estará os esperando lá.

- Ok, Jade! Vamos até lá falar com ele.

- Devo preparar algo para o almoço?

- Não, já estamos satisfeitos. Obrigada! – Disse Narcisa. – Pode ir arrumar o quarto de Draco, amanhã cedo ele estará aqui.

- Sim senhora! – Jade fez uma reverencia e sumir de vista.

Caminharam pelo imenso jardim, a qual estava banhado pelo sol. Era lindo de ser ver. Era raro ter a presença do sol naquela região da Inglaterra, então quando ele aparecia, fazia Narcisa se sentir mais feliz. Era como se o sol fosse capaz de aquecer todo o frio que ela sentia internamente, pelo constante medo e angustia. Ao chegarem em frente a pequena casa, a encontraram com a porta entreaberta. Então, todo o calor que Narcisa sentia tinha ido para longe. Ao se aproximarem mais, notaram que Abraxas estava conversando com alguém, mas não podiam identificar a voz ou ver quem poderia estar ali, pois as cortinas estavam fechadas. A única coisa que puderam entender com muito esforço vindo de Abraxas foi: “Te dou a minha palavra, Ernest!"


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capitulo. Não deixem de comentar e me contarem o que estão achando. (=


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...