História O nascimento de Emma - Capítulo 1


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Visualizações 148
Palavras 3.172
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Ficção
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa história foi inspirada em relatos de parto. Para quem não sabe o que é, são as histórias de nascimentos que as mães contam de como foi para elas no caso delas.
O ponto de vista e foco de narração é totalmente da Marinette. Os kwamis não aparacem embora existam.
Há detalhes que podem ser considerados "nojentos" portanto, estejam avisados.
Não é hentai, mas mesmo assim, por precaução classifico + 18.

Não tenho nada contra favoritos ou que leiam o que escrevo, mas tenho plena ciência que esse tipo de fanfic tem pouco público.

Para quem está esperando atualização de outras histórias, elas vão vir ;)
Mas nesse momento quis algo menos dias a dia.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction O nascimento de Emma - Capítulo 1 - Capítulo Único

Quando a Emma nasceu? Foi numa quarta feira, eu lembro-me porque o caos que era em casa com horários, compromissos e a agenda do Lois, nas quartas nós três jantávamos fora num restaurante japonês.

Lois já tinha feito dois anos e eu realmente achava que quando Emma fosse nascer, seria parecido mas não foi. Estávamos no restaurante jantando, eram mais ou menos oito e meia da noite quando senti algumas contrações. Eram leves então, nem liguei, falam muito de contrações de treinamento, eu nunca tinha tido. Ok foi bastante “inocência” eu já estava ficando meio desesperada que a Emma não se animava a nascer. Tinha trocado de obstetra, duas vezes, e sinceramente? Já nem sabia qual deles eu chamaria… O primeiro tinha acompanhado o nascimento de Lois, mas ele era um médico muito conhecido e só trabalhava pelo particular. Não que não tivesse todo o direito de cobrar o seu preço, mas mesmo Adrien tendo insistido que poderíamos pagar eu achava caro! Era cinco vezes o que eu ganhava em um mês!   

Mas estávamos jantando e achei que não fosse a hora, depois do jantar, as contrações continuavam, já estava mudando de opinião… Mas Lois ainda estava acordado então Adrien colocou ele na cadeirinha e decidi que deveria andar um pouquinho de carro com ele para que dormisse.

Adrien: - Você quer que eu dirija?

Marinette: -Não, prefiro dirigir, quero dar uma voltinhas pelo bairro para ter certeza que ele irá dormir.

Depois que dei a partida e saímos do restaurante avisei para Adrien ligar para Alya para ele ficar com Lois em casa, ele me deu uma bronca e queria que eu parasse o carro para dirigir, mas não quis, estava tudo bem. Porém, desta vez Lois, que normalmente dormia em cinco minutos de carro, precisou de duas voltas grandes pelo bairro. Quando ele finalmente adormeceu, eu já estava quase desistindo da ideia! Agora não eram mais cólicas bobas, mas contrações mais fortes, já não tinha nenhuma vontade de dirigir. Tá, tá, tá! Não façam isso em casa, não devia ter dirigido desde o começo!

Quando chegamos em casa Adrien levou Lois para o quarto e assim que colocou ele na cama plim! Camas infantis devem ter espinhos… não é possível! Óbvio que ele acordou! Fiquei com ele por mais uns quinze minutos até que adormeceu novamente.

Como Alya demoraria mais um pouquinho para chegar e eu estava desconfortável, fui tomar um bom banho quente. Oh a água é mágica! Deixei cair pelas costas e pela barriga, as contrações continuavam, mas podia me mexer dentro do box e mudar de postura o que só ajudava. Mas tinha que ir para o centro obstétrico, pois não queria um parto em casa então sai do chuveiro e me troquei colocando uma saia longa de algodão e uma camiseta.

Quando finalmente a Alya chegou, as coisas já estavam complicadas para o meu lado. Liguei para avisar minha mãe e falei que já estava indo para o centro obstétrico, mas ela queria saber de quanto em quanto tempo eram as contrações e qual a intensidade da dor. Nesse momento, eu pouco me importava.

Marinette: -Mais rápido do que eu gostaria e mais fortes do que eu acho que deveriam!

Adrien foi dirigindo para o centro e a essa hora eu já estava falando palavrões dentro do carro. Eram cerca de dez e quinze, acho. Quando chegamos há uns dez quarteirões do centro obstétrico, mas a rua estava tomada por uma manifestação.

Adrien: - Mari… não parece que dá para dar a volta o centro fica nessa rua e tem gente até lá na frente!

Nunca quis tanto que um grupo de pessoas simplesmente fosse dragado pelo chão! Era um grupo de mulheres defendendo o direito de serem “importunadas” por homens com cantadas baratas. Eu queria realmente matar alguém!

Marinette: -Adrien, você pode cantar qualquer uma delas, pode assobiar, sério! … Aaaaaahrg Puta merda!.... Qualquer coisa para chegar, ou a Emma vai nascer no carro!

Há essa hora eu já tinha tirado a calcinha, oh, não sei porque minha peça tão confortável estava tão incômoda então, aproveitando que eu estava de saia já tinha jogado ela no porta luvas.

Acho que Adrien acreditou em mim, acho que Emma teria nascido no carro mesmo! Ele deu meia volta, estacionou o carro e falou alguma coisa, que eu não ouvi e quando notei, estava sozinha dentro do carro. Beleza, depois que a Emma nascesse poderiam tirar o corpo do Adrien do rio porque eu ia matar ele depois dessa!

Mas quando eu pude prestar atenção outra vez, notei que Chat Noir estava do lado de fora do carro abrindo a porta.

Marinette: -Porra! Você vai deixar o carro aqui?! Como você quer que eu chegue com Chat Noir no centro?! E se alguém vê?

Chat Noir: -Você tem alguma ideia melhor?! Sou todo ouvido, mas não vejo outro jeito!

Mas outra contração veio e eu curvei o corpo para frente.

Marinette: -Tá! Mas saiba que vou acabar esmagando você no caminho!

Chat Noir passou um dos braços pelas minhas pernas e o outro nas minhas costas, passei os braços ao redor do pescoço dele e ele saiu correndo desesperado pelos telhados. Eu queria morrer! Lois tinha demorado dezoito horas para nascer, mas desta vez as contrações tinham começado as oito e meia, como poderia ser tão mais rápido?! Oh sim e isso iria ficar gravado na minha mente para sempre, eu de saia, sem calcinha no colo de um Chat Noir desesperado pelos telhados…

Quando chegamos, ele não poderia entrar comigo sem se destransformar então ele me deixou logo na entrada, da forma mais discreta que poderia e se afastou para algum canto. E alguns instantes longuíssimos depois, quando eu já estava dentro do centro na recepção, Adrien chega esbaforido.

Eu teria que pegar uma senha, eu peguei uma senha, mas não conseguia nem ficar sentada nas poltronas para esperar o atendimento, não dava para ficar sentada! Acho que todas as outras mulheres ali devem ter pensando que eu era louca, ou sei lá! Uma atendente ignorou as senhas e pediu para o Adrien preencher um formulário enquanto me levou para uma salinha para medir minha pressão. E porra, uma merda de uma cadeira! A atendente pediu para eu sentar e colocou o medidor de pressão no meu braço, mas antes que ela conseguisse encher todo o manguito, veio uma contração e eu fiquei em pé, inclinada para frente.

Marinette: -Olha, não dá para ficar sentada agora… - Eu queria gritar, em teoria eu podia gritar o quanto eu quisesse mas … mas … Detestava escândalos, achava tão não eu!  

Atendente: -Tudo bem, depois que passar você senta e eu meço.

Não que ela não tenha tentado, mas mal dava tempo para sentar e ela pensar em medir, já vinha outra contração. Depois segunda tentativa quando levantei senti que escorria água pelas minhas pernas. E quase na mesma hora apareceu uma enfermeira na porta da sala com uma cadeira de rodas. Sinceramente não sabia para onde iriam me levar, mas preferia ir andando, mas para não ser muito arredia, sentei na maldita cadeira. E andamos por menos de dez metros para entrar numa sala de atendimento. Nessa sala tinha uma dessas mesas de ginecologista, com os apoios para os pés e a essa altura dos acontecimentos eu estava pouco me importando Emma iria nascer ali! Havia três mulheres ali além de mim, alguém já tinha perguntado quem era meu médico, mas a única coisa que pensei sobre isso é que podiam chamar quem quisessem não iria dar tempo de ninguém chegar ali com a manifestação… Uma das mulheres perguntou se podia pegar minha veia, para ter um acesso, olhei com desconfiança, tinha tomado ocitocina quando o Lois nasceu e foi a pior experiência da minha vida (a ocitocina, não o nascimento de Lois)! Deixei, mas já com esse pensamento em mente.

Outra trouxe um aparelho com uma espécie de caneta de metal na ponta, serve para ouvir os batimentos cardíacos do bebê e começou a procurar pela minha barriga. Fiquei com vontade de gritar com ela que deveria procurar bem mais para baixo! Mas a terceira mulher na sala teve a presença de espírito de olhar para o meio das minhas pernas, quando a segunda não achava os batimentos onde procurava.

Médica: -Pega as luvas que tá nascendo! Traz os panos de campo e uma caixa de procedimentos! - Depois ela perguntou para mim. - Quando saiu o liquido?

Eu estava tão confusa que nem sabia o que dizer, foi na sala anterior, mas não foi tanto. Ah, alguém já ouviu falar de círculo de fogo? Pois bem não que estivesse doendo, mas não queria que nenhuma daquelas mulheres encostasse lá embaixo naquela hora! Estava ultrassensível!

Alguém falou para fazer força que iria nascer... Sério? Minha filha… não é como se eu tivesse alguma opção de fazer ou não fazer algo, naquela hora iria nascer de qualquer jeito, e graças ao Chat eu não estava mais no carro.

Então, a Emma nasceu e como não tinha ainda um berço por ali (acho que não era esperado nascerem bebês naquela sala…) elas não tinham muito o que fazer com ela, enrolaram em um lençol e deixaram no meu colo. Ainda com o cordão que ainda estava preso... huummmm na outra extremidade que era a placenta que ainda estava dentro.

Estava chorando então a aninhei e oferecia para mamar, e ela aceitou e ficou muito feliz ali. Senti algo escorrendo pela minha barriga, por cima. Acho que ela fez caca, mas e essa altura do campeonato esse tipo de coisa não fazia a menor diferença. Outra coisa, merda de bebê só fede mesmo a hora que eles começam a comer comida (ou papinha, sopinha etc) quando estão só no leite, o cheiro é muito menos problemático e só aparece quando rola uma virose!

Foram chamar o Adrien, que tinham deixado preenchendo a papelada… coitado! Assim que ele entrou perguntaram se ele queria cortar o cordão e ele disse que não. Oh fala sério, ele detesta essas coisas, eu tinha pedido para não cortarem, assim não dava para ficar com a minha Emma para cima e para baixo, pois ainda estávamos ligadas.

Logicamente olharam para minha cara e perguntaram. Pensei o quão estranho achariam se eu disse que queria cortar com os dentes ou comer a placenta… Nestes tempos modernos tem cada novidade que aparece! Vi tantas histórias de “casais grávidos”! Não me entendam mal, não tenho nada contra toda e qualquer participação de Adrien ou de qualquer outro pai junto com a parceira, mas casal grávido? Porra, foi a minha barriga que ficou cheia de estrias (infelizmente! Não houve creme que evitasse!), e quer comparar todo a lance do restaurante até aqui do ponto de vista dele e do meu? Não tem o que dizer, são experiências completamente diferentes! Ele é pai, participativo, troca fraldas, leva na natação esteve em todos os exames, e nas consultas, mas grávida só mulher… nada muda essa minha forma de pensar!

Mas ainda não acabou. Depois que a Emma nasceu e cortaram o cordão, me perguntaram algumas coisas em relação a vacina, colírios etc que bom que perguntaram né? Porque, para mim, não perguntaram muitas coisas, foram fazendo…

Como eu tinha chegado e a Emma nasceu sem ninguém ter tempo de fazer alguma coisa, tinha tido alguma laceração. Oh como fui sortuda que não deu tempo de pensarem em fazer episio! Então, depois que arrumaram um berço para Emma e as coisas estavam mais tranquilas, resolveram me levar para um centro cirúrgico apenas para dar alguns pontos.

Deram uma anestesia local, limparam a região com algum antisséptico. Em algum momento uma das médicas deu uma apertada na minha barriga e a placenta saiu, bem não foi doloroso, não foi um problema, mas custava ter dito antes? Assim como custava ter dito antes ou me perguntando se eu queria tomar ocitocina agora que a Emma já tinha nascido? Qual a urgência de fazer sem perguntar? Depois que terminaram os pontos ela coloca o dedo no meu cu (oh, me perdoem o linguajar, mas não tem um jeito mais discreto de falar isso!). Agora escuta, a bunda é minha, o Adrien me pergunta se eu to afim antes... Quem esses médicos pensam que são para fazerem isso sem perguntar ou avisar?! Ah… Mas é só um dedo, ah mas você tinha anestesia local… Tá bom então! O errado não fica certo só porque foi rápido ou porque não dói! Tem que perguntar sim, ou no mínimo, avisar antes de fazer, no sexo tem, por que ali não teria? Então porque numa situação médica onde tá todo mundo consciente não avisam? Era para saber se não tinham dado nenhum ponto que tivesse passado por onde não devia e se não tinha nenhuma laceração ali.

Depois dos cuidados comigo, me mandaram para  o quarto, mas a Emma foi levada para o berçário para tomar banho. Adrien ficou comigo até a manhã seguinte, ele dormiu no sofá. Eu estava agitada e queria que a trouxessem logo, mas claro que aproveitei para dormir um pouco.

Quando trouxeram a Emma então o Adrien disse que iria passar em casa, ainda tínhamos um Lois que tinha ficado a noite inteira com a Alya e por mais que ele adorasse a madrinha, não estava acostumado a ficar só com ela.

Oh minha pequena perfeita e linda Emma! Ela era super cabeluda diferente do Lois quando nasceu e seus cabelinhos eram escuros, como os meus, os olhos lindos! Mas dos olhos não dá para falar muita coisa… eles mudam de cor quando cresce um pouco, Lois ainda tinha olhos verdes agora com dois anos, era a cara de Adrien!

Em algum momento passou um enfermeira pela manhã e o soro que eu estava tomando estava quase no final. Quando ela viu decidiu trocar, foi nesse momento que descobri que estava tomando ocitocina… Ela apertou o frasco do soro, para que a pequena quantidade que havia ali acabasse logo. Um instante depois, senti a cólica, parecida com a de menstruação, e não com uma contração, ainda assim...  

Marinette: -Tem ocitocina no soro?

Enfermeira: -Ah, deixa eu ver. - Ela olhou as anotações no prontuário. -  Tem sim, mãezinha. - Oh, mãezinha é o cacete!

Marinette: - Então, nem coloca o outro, não vou tomar.

Enfermeira: -Mas está prescrito! Se você não tomar, pode ter um sangramento quer conversar com o médico?!

Marinette: -Huum, posso conversar com o médico, mas até ele aparecer aqui, não vou tomar, pode levar embora.

Meus sais! Não tive nenhum sangramento em momento algum, cheguei ali com a Emma nascendo. Por que? Por que tinham me dado ocitocina?!

Passei o dia com a minha pequena Emma, ela ficava muito mais confortável na cama perto de mim do que no berço, já era “abusada” de querer ficar na minha cama desde o nascimento… Mas tem coisa melhor que isso? Meus pais visitaram logo depois do almoço, e algumas outras pessoas também. Por telefone tinha combinado com o Adrien de ele trazer o Lois à noitinha, para conhecer a irmã.

A tarde passou uma enfermeira no quarto, elas passavam de tempos em tempos para saber se estava tudo bem, tirar pressão e temperatura, essas coisas. Mas essa ficou me olhando um tempinho depois dos procedimentos.

Enfermeira: -Foi parto normal sem anestesia, não foi?

Marinette: -Foi sim. Muito rápido, quase não deu tempo de fazer nada, nem de ir para a sala correta.

Enfermeira: -Eu acho errado! - Oi?! Errado? Como assim? O que ela queria que eu tivesse feito?! Não é como se eu pudesse dizer, “Hei Emma, agora não, ainda não chegamos na sala certa.”. O que diabos ela achava errado? Que eu fiquei em casa o dia todo para chegar ali daquele jeito? Oh… cada uma que escuto! Das oito e meia as onze e quinze e alguém vinha ali, me julgar por o que? Como as coisas tinham acontecido? Talvez eu devesse ter pedido para guardarem a placenta na geladeira dizendo que comeria mais tarde, quem sabe assim esse tipo de pessoa ficasse com medo de mim e nem entrasse no quarto?...

À noitinha quando Adrien chegou com Lois, Emma estava no berçário. Lois logo perdeu a timidez assim que entrou no quarto. Ele brincava com os botões de sobe e desce da cama e mudava a inclinação. Era muito espoleta e curioso nessa época outra coisa é que ele era fominha. Meu jantar chegou e ele logo se interessou por ele. Eu não estava lá com muita fome então o convidei para comer comigo. Não que ele fosse comer muito de qualquer forma.

Alguns instantes depois, trouxeram a Emma para o quarto. Assim que a enfermeira a deixou no berço e saiu do quarto ouvimos o Lois dizendo.

Lois: -Ela não vai comer a minha comida! - Acho que meu filho passou fome na outra encarnação! A primeira vez que ele vê a irmã e é isso que fala? Mas eu e Adrien não conseguimos evitar as risadas na hora.

Marinette: -Ela não vai comer a sua comida, ela não come ainda, só toma leite. - Ele pareceu ficar mais tranquilo com aquela explicação, e ele mesmo não gostava tanto assim de leite.

No dia seguinte eu e Emma iríamos para casa. Então, mais tarde aquela noite uma enfermeira passou para ver os pontos.

Marinette: -Mas, não foi cesárea.

Enfermeira: -Eu sei mas você não levou pontos embaixo?

Marinette: -Ah, tudo bem. - Tinham sido só dois, acho. Nem me lembrava deles. Mas só aí me toquei o quão “sortuda” era por não ter dado tempo de fazer muita coisa quando cheguei ali.

Enfermeira: - É só deitar de lado para eu ver. - Achei estranho na hora, seu eu deitasse de lado, ela não veria nada… Só entendi depois que ela procurava pontos de uma episio, que seria visível comigo deitada de lado, diferentemente dos pontos de laceração que não apareciam… - Ah, mas… não dá para ver.

Marinette: -É que não teve episio, só uma laceração.

Bem os pontos não tinham nada de errado, a Emma estava bem, mamava quando tinha vontade. Por conta de Lois eu já sabia como era a pega correta, mas mesmo assim aquela boquinha deles no começo era voraz! Meus pobres bicos ficavam tão sensíveis! Mas definitivamente achava muito mais prático que mamadeiras, afinal de contas estava sempre pronto, não tinha nem que esquentar nem que misturar. Claro que isso vai de cada mãe, e rolava certa tristeza de Adrien, pois ele tinha poucas oportunidades de dar mamadeira, só quando eu tinha algo para fazer, ou quando no meio de uma noite não estava a fim de acordar (o que acontecia raramente) e deixava uma mamadeira com leite tirado de antes. Mas valia a pena, acreditávamos que era o melhor leite para eles. Por sorte nunca ninguém me atormentou por amamentar em público, mas pelo que vocês já leram até aqui… Podem imaginar minhas respostas se alguém viesse com essa ideia...


Notas Finais


Comentem se estiverem a fim.

Flw.


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