História O Nerd e o Popular - Jikook, Namjin, Sope... - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Jikook, Minjoon, Namjin, Sope, Vkook, Vmoon
Visualizações 39
Palavras 959
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Esporte, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oiii desculpem o atraso, eu tive um bloqueio de creatividade e nao estive lá muito bem estes dias, mas isso nao interessa, bom este capítulo é um pouco pesado na minha opinião, mas isso fica ao vosso critério, bom entao fiquem com o capítulo...

Capítulo 3 - The rain


Fanfic / Fanfiction O Nerd e o Popular - Jikook, Namjin, Sope... - Capítulo 3 - The rain

2 anos atrás...

Jeon Jungkook On

Tristeza é um sentimento e condição típica dos seres humanos, caracterizado pela falta da alegria, ânimo, disposição e outras emoções de insatisfação. Olhei uma última vez para a janela entreaberta, antes de ouvir o tão esperado toque de saída. Fui retirado dos meus pensamentos pelo Namjoon, meu colega de mesa e o meu melhor amigo que pelo que tinha uma queda pelo Kim Seokjin ou como todos lhe chamam só de Jin. Sim ele é homossexual e eu não tenho vergonha de ter um amigo homo, ate porque eu sou homossexual, e não tenho vergonha como já tinha referido. Namjoon me avisou que o professor tinha mandado um trabalho de grupo de física, e que eu era o seu par de trabalho, não liguei muito para isso e continuei andando indo até há saída da escola, mas estava chovendo e não podia fazer nada, não tinha trazido sombrinha, afinal a meteorologia estava errada, mas não me importei muito e continuei andando, eu sempre adorei a chuva, o cheiro da terra molhada sempre me conseguiu relaxar de uma forma inexplicável. Quando era mais novo a minha mãe e eu adorava-mos calçar a botas de borracha pegava-os na gabardina e íamos saltar para as possas de lama, mas esse tempo passou e eu afastei-me da minha mãe, aina nos damos bem, mas não tao bem como nos dava-mos antigamente.

(…)

Agora esperava Namjoon na portaria da escola, ele tinha ido comprar alguma coisa mas não me atrevi a perguntar, já fazia meia hora e ele não vinha, então decidi ir andando devagar, para ver se ele vinha atrás de mim, mas nada, até que recebo uma mensagem de Namjoon a dizer que tinha encontrado um amigo que já não via há muito tempo um tal de Kim Taehyung.

Desliguei o telemóvel e continuei a caminhar cada vez mais rápido devido ás gotas de água cada vez mais forte e grossas, corri, corri, corri o mais rápido possível, de longe consegui ver um alpendre ou parecia, naquele momento não liguei e corri para lá, haviam rapazes e um pouco mais velhos pareciam já um pouco alterados, rapidamente desviei o olhar, mas foi o suficiente para o terror começar, naquele ultimo momento só consegui sentir pena e nojo de mim próprio por não consegui fazer nada para me proteger…

(…)

 Acordei no hospital, ainda em choque, só conseguia pestanejar intacto sem perceber o que tinha acontecido comigo e com a minha alma, para certificar-me que aquilo não tinha acontecido, abaixei as calças que me haviam dado no hospital, tirarei o boxer e não senti nada. Olhei para baixo e não havia nada. A peça fina de tecido, a única coisa que havia entre a minha parte intima e todo o resto, havia desaparecido e tudo dentro de mim fora silenciado. Ainda não tenho palavras para descrever essa sensação. Foi então que senti as agulhas de folhas de pinheiros arranhando a parte de trás de meu pescoço, até meu cabelo. 

Minhas roupas foram confiscadas. Estava de pé e nú enquanto as enfermeiras mediam as contusões e me fotografavam. Mancharam minhas partes intimas com uma tinta azul e fria para comprovar se havia contusões. Depois de algumas horas, deixaram-me tomar banho. Sob o jorro de água examinei meu corpo. E foi então que decidi que não queria mais meu corpo. Estava aterrorizado com meu próprio corpo. Não sabia o que tinha acontecido, me sentia contaminado e enojado. Queria deixar meu corpo no hospital com tudo o resto em mim, já não queria ser o Jeon Jungkook.

(…)

Passaram-se dias desde o acontecimento, a policia foi ver-me ao hospital, para pegar o meu depoimento, depois foram-se embora e telefonaram-me 1 semana depois para irmos a tribunal, de seguida fui avisar o meu advogado em conjunto com a minha mãe, quando me disseram que tínhamos de estar preparados para o caso de não ganhar, pensei: não posso preparar-me para isso. Ele era culpado no momento em que acordei. Ninguém pode falar da dor que me causou. O pior de tudo é que ele agora sabe que não lembro dele e vai escrever seu próprio roteiro. Ele pode dizer o que quiser e ninguém pode opor-se a ele. Eu não tinha poder, não tinha minha voz, estava indefesa. Minha perda de memória seria usada contra mim. Meu testemunho era frágil, era incompleto e me fez crer que talvez eu não era suficiente para ganhar. O advogado dele lembrava constantemente o júri que o único em quem poderiam acreditar era, Jung Ho-seok [condenado a seis meses de prisão], porque ele não se lembra dele. Essa impotência era traumatizante. Segundo eles, a única razão pela qual estávamos no chão era porque eu estava sozinho á espera que a chuva acalma-se.

Ele disse que queria mostrar às pessoas como uma noite de álcool pode arruinar uma vida. Uma vida, a sua, porque se esqueceu da minha. Permitam-me refazer a frase: ele deseja mostrar às pessoas como uma noite de álcool pode arruinar duas vidas. A sua e a minha. Ele é a causa, eu sou o efeito. Arrasta-me ao inferno com ele, me submerge de novo nessa noite outra vez. Derrubam-se duas torres, e eu desabo ao mesmo tempo que ele. Se pensam que me salvei, que saí incólume, que posso cavalgar até o pôr-do-sol enquanto ele sofre o golpe maior, se enganam. Ninguém ganha. Todos fomos devastados, todos estamos tentando encontrar algum sentido em todo este sofrimento. Seu dano é concreto: perda de títulos, de graus, matrícula. Meu dano é interno, sem ser visto eu o carrego comigo. Levaram meu valor, minha privacidade, minha energia, minha intimidade, minha confiança, minha própria voz, até hoje nunca mais irei ser o mesmo que fui outrora.

 

Continua....


Notas Finais


o que acharam desta cena?
até ao próximo capítulo...


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