História O Nosso Amor É Uma Canção - Áurea e Marisa - Temporada I - Capítulo 15


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Categorias Amor Electro, The Voice
Tags Ama, Amorelectro, Áurea, Marisa, Marisaliz, Portugal, Thevoice, Thevoiceportugal
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Palavras 3.292
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, LGBT, Lírica, Literatura Feminina, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 15 - Capítulo 15



Mais uma batalha entre os times tinha começado, por um participante, e dessa vez era Mickael e Áurea que brigavam, por uma concorrente.
- Te digo que o Mickael é a melhor escolha - Anselmo diz brincando 
- Se tu te identificas com Áurea, escolhe a Áurea - Marisa retruca defendendo a loira , e Áurea logo vira para Mairsa sorrindo , surpresa pelo apoio. 
- Mulheres juntas não dá - Anselmo diz tentando justificar 
- Como não? - Marisa pergunta indignada - olhe , olhe - ela indica ela e Áurea com a mão, o que é desconsiderado por Anselmo, pelos motivos óbvios. Tudo o que estava acontecendo entre Áurea e Marisa, ou pelo menos o que ele sabia, era o que tinha acontecido ontem, da ruiva não aceitar a brincadeira dele e ir embora e a loira ficar mal por isso.
A participante acabou escolhendo Áurea, e logo Anselmo como quem sente que perdeu a batalha, se aproxima de Mickael
- Eu tentei - o moreno diz a Mickael e eles se abraçam - agora são meninos contra meninas - Anselmo brinca agora falando para Áurea e Marisa
- Somos amigas olhe, somos amigas - Áurea diz abraçando Marisa e fazendo questão de enfatizar o termo usado para definir a relação as duas , "amigas", fato que deixa a ruiva um pouco chateada e incomodada, talvez arrependida por ter feito o que fez na noite anterior, que agora sentia ter complicado tudo entre ela e Áurea. 
Depois de acabarem de gravar, Áurea saiu primeiro do set, deixando Marisa, Anselmo e Mickael conversando... porém a ruiva que não tirava o que aconteceu anteriormente da cabeça, deixou os rapazes ainda entretidos numa conversa e foi em direção de camarim, em busca da loira
- Áurea - ela chama a mulher, que andava a passos mais rápidos no corredor vazio , indo para seu camarim 
- Oi - a loira diz olhando Marisa, séria, agora parando de andar e logo indo na direção da ruiva
- Queria conversar com você - Marisa diz para Áurea tentando dar-lhe um sorriso
- Eu tenho mesmo que ir correndo agora Marisa, tenho um compromisso importante - a loira diz - mas nós podemos nos falar depois - Áurea diz saindo , porém a ruiva a segura pela mão
- Por favor espere - Marisa diz pedindo para Áurea, sem soltar a mão da loira - Quer jantar em minha casa? - Marisa pergunta 
- Posso , posso ir - a loira responde sem certeza, o que é percebido por Marisa
- As oito okay? - Marisa fala e Áurea concorda. Daqui três horas , a ruiva pensava. Estava ansiosa para conversar com Áurea 
- Tudo bem , até lá - Áurea diz sorrindo sem estar muito feliz para Marisa  , enquanto entrava em seu camarim , e a ruiva percebe que algo estava errado com Áurea. 
- Porque será que ela ficou tão sentida com tudo isso - Marisa pergunta para ela mesma, entrando em seu camarim enquanto arrumava suas coisas, para ir embora.
A cabeça da ruiva era um emaranhado de confusões, parte por seus próprios desejos, parte por pensar no que se passava na cabeça de Áurea. Tudo bem que a ação de Marisa de ir embora quando foi citada com Áurea, foi errada, pois era óbvio que poderia ser vista de outra forma pela loira, porém Marisa não foi embora por ser Áurea, não foi por ela. Porque Áurea teria ficado tão incomodada com a partida ela, e hoje teria enfatizado o termo amigas, só para mostrar a loira, como se mostrasse a ela que...se era isso que ela queria ser, era isso que elas eram?
A ruiva, com esses pensamentos em mente, vai para a casa, com o intuito de chegar e arrumar tudo para Áurea, queria tanto conversas com a loira e dizer várias coisas. Mas se controlaria, por achar que a loira não sentia tudo o que Marisa sentia na relação delas, talvez Áurea não fizesse tanta questão quanto Marisa
- Oi - Marisa é cumprimentada por Tiago quando entra em casa 
- Oi - ela responde
- Beatriz está se arrumando, vou levá-la passear um pouco, ir no cinema, não sei - o homem diz a ruiva
- Que bom - ela diz - não por Beatriz - e o homem entende que a ruiva queria ele fora de casa - vou jantar com uma amiga aqui hoje, ela está precisando conversar, algumas coisas estão acontecendo e ela vai ficar aqui até mais tarde - a ruiva explica
- Tudo bem , eu trago Beatriz de volta e durmo em algum lugar - ele simplifica e a ruiva apenas concorda com a cabeça
- Estou saindo - o homem diz a Marisa, assim que a filha do casal aparece na sala, local onde conversavam 
- Tudo bem. Tchau princesa. Amanhã é meu dia hm? - a ruiva dizia para a filha, dizendo que quem faria algo legal com a pequena , seria ela , e Beatriz sorria para a mãe. A ruiva de despede da filha com um abraço apertado e um beijo na testa, Tiago apenas diz tchau como amigos, beijando a ruiva na bochecha. Marisa é rápida, lavando suas mãos e logo indo cozinhar, pelo pouco tempo, que lhe restava até a loira chegar.  A ruiva manda o endereço de sua casa para a loira, e Áurea não responde, provavelmente ainda estava no compromisso que iria ter. 
Marisa cozinha macarrão, umas das únicas coisas que achava que comia bem, com molho branco e acompanharia com vinho. Logo depois que a comida está pronta e faltava mais ou menos meia hora para que a loira chegasse, a ruiva vai tomar banho. Depois de tomar banho e lavar os cabelos, a ruiva os seca e vai em busca de uma roupa, Marisa escolhe um vestido preto soltinho, que ia mais ou menos até a metade de suas coxas, e saltos pretos, deixava seus cabelos soltos naturais, e sem nenhuma maquiagem no rosto. Depois de passar um perfume um pouco cítrico, que usava todos os dias, a ruiva ouve a campainha tocar e logo se caminha ansiosa para a porta.
Áurea's POV
Não sabia porque estava tão ansiosa assim apenas para um jantar entre "amigas" , como exigia dizer Marisa. Na realidade, nem sabia o porquê estar vindo. Me olho uma última vez no espelho que havia no hall, perto da porta de seu apartamento e gosto de como estava. Sem nenhuma maquiagem, meus cabelos naturais desciam um pouco lisos pelas minhas costas. Estava vestida com uma calça tipo social preta, super confortável e Soltinha que era de cintura alta, saltos pretos e uma regata também social preta, que ia até onde a calça começava, deixando meus braços a mostra, coisa que eu gostava. 
Segurava um de meus vinhos preferidos, que tinha trazido para Marisa de presente, já que ela estava me dando um jantar, com força pela minha ansiedade. Me aproximo de sua porta, 105, como a ruiva havia me mandado, e logo toco a campainha, com minha mão tremendo.
 Curtos segundos depois, Marisa abre a porta para mim, seus olhos vão rapidamente para os meus e ruiva sorri, logo passeia seu olhar por todo meu corpo e me permito fazer o mesmo. Marisa estava sempre despojada, e linda. Simples , e belíssima. Eu estava com frio, e sentia minhas bochechas queimarem, pela vergonha de estar sendo observada pela ruiva
- entre - ela diz sorrindo para mim - me dando espaço para passar
- oi - eu falo entrando em seu apartamento , e vendo que o local estava um pouco mais quente, porém nem tanto
- que bom que veio - a ruiva diz me olhando, provavelmente como eu, sem saber o que fazer
- Eu te trouxe isso - eu mostro o vinho, é um dos meus preferidos - explico e a ruiva se aproxima de mim , quando estendo o vinho para ela. Marisa tranca a porta e logo pega o vinho, o deixando numa adega que havia próxima a nós. 
- obrigada querida , não precisava - ela diz vindo para perto de mim e logo me abraçando. Quando seus braços me envolvem, e os meus envolvem sua cintura, sinto como se estivesse em casa. Se pudesse ter aquela sensação todo dia, e sempre que desse, aceitaria de bom grado, mas tinha total consciência de que isso acontecia apenas por minha parte, quando a ruiva me solta, me segurando apenas por uma mão. 
- venha - ela diz soltando agora minha mão, e começando a andar provavelmente em direção ao jantar, e eu a sigo - diga que come macarrão por favor - ela pede logo que chegamos na sala de estar, onde a mesa de vidro, estreita porém longa, formando um retângulo, estava posta. As luzes amarelas da sala deixava tudo com um clima muito calmo e agradável, ao lado da mesa, uma parede do apartamento , era totalmente , dos pés a cabeça, coberta por espelho , o que trazia um ar mais moderno, todo o ambiente era sustentado por uma música baixa ao fundo, uma bossa brasileira que conhecia chamada Oceano. Percebi o gosto de Marisa pela música brasileira. 
- eu adoro - eu respondo sua pergunta anterior com a verdade  , agradecendo por não desapontar a ruiva e tentando lhe dedicar um sorriso, já que desde que eu cheguei, Marisa não tirava o sorriso dos lábios, e eu ainda estava um pouco desconfortável
- que bom, é uma das poucas coisas que sou boa - ela explica e logo puxa uma cadeira, para que eu me sentasse
- obrigada - falo por sua gentileza, e meu coração se acelera, quando a ruiva se senta em minha frente
- achei que precisávamos disso , um minuto sozinhas - Marisa diz nos servindo vinho em duas taças bem grandes que estavam dispostas, uma próxima a mim e outra para ela
- obrigada - eu respondo logo provando o vinho e a ruiva faz o mesmo - eu também acho - eu digo segundo sua afirmação anterior
- o que está achando do The Voice - a ruiva me pergunta , tentando iniciar um assunto 
- estou amando, mas as vezes é complicado - eu falo - quando ninguém vira principalmente - eu explico - estamos lidando com sonhos, expectativas -  eu falo e vejo a ruiva sorrir diante às minhas palavras, e logo balançar a cabeça negativamente, ato que eu não entendo - o que foi? - pergunto. Eu precisava saber. Tinha tanta acontecendo dentro de mim, dentro de meu coração e mente naquele momento, e desde que conheci Marisa
- você - ela responde - você me encanta - ela explica e me pega de surpresa , passeando todo seu olhar minuciosamente por todo meu rosto
- você também me encanta Marisa - eu falo para a ruiva, como se fosse óbvio. Logo que falo isso, o semblante da ruiva muda para um de tristeza - então , Beatriz? - eu pergunto , tentando mudar de assunto 
- está bem - a ruiva pergunta - Tiago a levou pra sair, logo ela vai trazê-la de volta - Marisa responde e eu suspiro, por pensar que ele ficaria e eu teria que ir embora, seria demais pra mim se Tiago aparecesse aqui - ele não vai ficar aqui - Marisa se apressa em dizer, parecendo ler meus pensamentos - disse que uma amiga viria e que precisava de um tempo, para fazer algo , conversar - ela explica e balanço a cabeça, como se entendesse. Nós ficamos em silêncio por alguns segundos, Marisa me serve e logo começamos a comer em silêncio, que muitas vezes eu cortava, tentando conversar sobre algo leve.
- estava ótimo - eu cometo logo depois de alguns segundos que acabamos de comer
- obrigada - ela comenta se levantando, logo Marisa pega seu prato e eu vou me levantar ela me impede - fique aí, vou apenas colocar na pia
- eu levo o meu - comento - é sério - eu falo me levantando e a ruiva me permite levar meu prato, a seguindo. Ela deixa seu prato na pia e logo que faço o mesmo, eu me encosto no balcão que dividia a cozinha
Marisa busca nossas taças e logo abre outro vinho, nos servindo, eu permaneço esperando ela encostava no balcão. Logo ela se aproxima de mim, me entregando minha taça com sua mão direita, na minha frente, enquanto segurava sua taça com a esquerda
- porque quis tanto jogar na minha cara que somos amigas , hoje? - ela me pergunta, sem tirar seus olhos de mim, e sem mudar de posição, estando a alguns sentimetros na minha frente
- porque você pareceu odiar a idéia de estar comigo de qualquer outra forma Marisa - eu explico - e mesmo que você tenha falado que não fou embora por mal, eu sei que tem algo te incomodando - eu falo explicando
- Áurea, eu não odeio a ideia de estar com você de qualquer outra forma, pelos contrário - ela diz me deixando confusa - esse é meu problema - ela diz tocando em uma mecha que caia de cabelo em meu rosto - as vezes sinto como se gostasse da idéia - ela explica se aproximando de mim cada vez mais. 

Quando estamos a centímetros, com seu aroma me intoxicando e não sei o que aconteceria, pois minha mente não me deixa calcular, ouvimos a campainha tocar
- sério? - ouço Marisa perguntar baixinho, ela fecha os olhos, parecendo desejar que a campainha tivesse tocado apenas para ela 
- Está tocando Marisa - eu falo sorrindo e ela me olha nos olhos, logo saindo para abrir a porta
- Papai me deixou subir sozinha, mas acho que ele esqueceu de me dar a chave e estava trancada - ouço a voz de uma criança dizer e logo apareço na sala, onde vejo Marisa abraçando Beatriz, que me olha
- Oi - eu falo observando Beatriz
- Venha aqui - Marisa diz me buscando pela mão - ela é amiga da mamãe, bem especial - sorrio assistindo Marisa me apresentando para Beatriz 
- Oi - ela diz e eu me aproximo, abraçando-a. A menina logo se mostra menos tímida e me abraça de volta - ouvi muito de você, e você é realmente muito linda, como sua mãe falou - eu comento com a pequena, que me dedica um sorriso tímido
- você também é - ela diz e eu sorrio, com o que a menina diz
- obrigada - eu respondo logo ficando em pé, por ter abaixado para ficar do tamanho de Beatriz e olho para Marisa, que assistia a cena com um sorriso terno no rosto
- eu vou tomar banho e dormir tá? - Beatriz pergunta para Marisa e eu observo a interação delas 
- tudo bem , boa noite - a ruiva diz beijando o topo da cabeça da filha - logo mamãe passa lá - ela diz e eu sorrio. Beatriz passa por mim e murmura um "tchau" acompanhado por um sorriso e entra por um corredor, indo provavelmente para seu quarto, e fechando a porta do corredor. 
- você quer ver um filme? -  a ruiva me pergunta e eu concordo com a cabeça 
- pode ser - eu murmuro, e logo ela vai em direção ao sofá 
- gosta de terror? - ela pergunta
- gosto , mas me assusto bastante - eu respondo , um pouco insegura, pelo fato de mesmo gostando me causar um pouco de medo
- tem certeza? - ela diz , pedindo permissão para vermos algo do gênero
- sim - eu digo confirmando 
- então vamos ver - ela comenta. 
Nos sentamos em um dos pequenos sofás aconchegantes que havia na sala, o que ficava bem de frente para a grande televisão. Depois de algum tempo tomando vinho e decidindo o filme enquanto conversávamos, escolhemos por Invocação do Mal. 
Marisa's POV
Assistia o filme com atenção, já que gostava bastante do gênero, e era um filme que queria assistir a bastante tempo. Em um certo momento do filme, onde havia um susto, sinto minha mão ser fortemente apertada por Áurea, quando olho para Áurea , que mantinha a cabeça em minha direção , por conta de não ver mais o que havia lhe assustado. Logo que ela abre os olhos e olha para nossas mãos, ou ela segurando minha mão, ela rapidamente vai soltar, se arrependendo de tal ato. Quando a loira vai fazê-lo, eu seguro sua mão, deixando claro que ela podia fazer aquilo e que não me incomodava nem um pouco, logo que ela me olha nos olhos, eu entrelaço meus dedos em sua mão. 
- Marisa... - ela diz começando a falar algo
- Áurea, relaxe - eu falo 
- Eu...- ela começa e eu a interrompo
Áurea's POV
- pare por favor - ela diz me interrompendo de novo - falo sério - ela completa e eu me calo. Ela se vira para mim, completamente - pare de achar me tocar é sei lá...-ela diz não sabendo o que falar- você pode fazer, eu não me incomodo - ela diz e logo ela dá um gole em sua taça, que estava em sua mão livre, a deixando na mesinha que tinha na frente do sofá, e se voltando próxima a mim
- Marisa...- eu falo observando, eu não sabia o que fazer, na verdade eu sabia...mas não tinha confiança o suficiente - Você está bêbada certo? - eu pergunto, com certeza ela estava
- Não estou, se estivesse talvez , eu teria coragem de fazer o que tanto quero - ela diz - mas eu não consigo , então por favor, se quer assim como eu...por favor faça - ela diz levando minha mão em seu rosto, com a sua própria e eu entendo o recado. Aproximo meu rosto do seu e sinto seu perfume entrando cada vez mais em meus pulmões , me anestesiando. Meu olhar que antes era fixo em seus olhos agora desce por todo seu rosto, até parar em sua boca. Uma de minhas mãos vai para seu pescoço, segurando com delicadeza alguns cabelos que haviam em sua nuca, enquanto a outra vai para sua cintura. Marisa leva suas duas mãos para meu pescoço, e logo selo meus lábios nos dela. 
A sensação de que eu estava completa me toma rapidamente, assim que Marisa aprofunda o beijo. Sua língua explora cada canto de minha boca. Nosso beijo era urgente, como se precisassemos daquilo a muito tempo. As mãos de Marisa agora desciam mais ousadas pelo meu corpo, e logo eu paro o beijo. Por precisarmos de ar, e porque Marisa estava indo rápido demais. Não queria que tudo acontecesse ali, naquela hora, para que tudo acontecesse com pressa e ela se arrependesse...pois era o que aconteceria, se ela continuasse, eu não conseguiria me segurar. Logo que acabamos o beijo, os olhos de Marisa ma analisam, como se quisessem me decorar , suas mãos envolvem meu rosto , como se fossem me perder a qualquer momento.
- Eu estou aqui - falo feliz ao ver que ao menos alguma coisa existia vinda de Marisa para mim, que eu não era a única criar sentimentos ali. Eu levo minhas mãos de volta para a cintura de Marisa,  e ela logo me abraça. Eu a abraço de volta, queria mostrar que eu estava ali. Assim como aquilo era muito importante pra mim, que fazia meu coração quase explodir, sentia que precisava mostrar para a ruiva que eu estava ali. Que ela não estava sozinha, e que não precisava ter medo de sentir qualquer coisa.
 



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