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História O novo Morgenstern (Shadowhunters) - Capítulo 14


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Notas do Autor


OIIII, COMO NÃO FAÇO A MÍNIMA IDEIA DO QUE FALAR SÓ VOU DESEJAR UMA BOA LEITURA.

Capítulo 14 - Alternativa A, B ou C?


Acordei com sono, muito sono, fui dormir quatro horas da manhã, o que eu esperava? Me arrasto de forma sonolenta até o banheiro e me higienizo, vestindo as mesmas roupas dos mesmos tons de sempre, preto no preto coberto por preto. Abro a porta e vou até o refeitório, meus colegas ainda não tinham acordado e apenas alguns circulavam pelo recinto, pego uma maçã e dou uma mordida na mesma.

Depois de alguns minutos uma figura ruiva atravessa a porta principal e se senta ao meu lado, me olhando com uma sobrancelha arqueada.

- Soube que foram ao orfanato ontem? - dá um tapa leve na minha cabeça - O que diabos você tava pensando, a Consulesa já tá de olho em você.

- Bom dia Clarissa - dou um sorriso cínico - Como passou a noite, a minha foi bem obrigado por perguntar. 

- Eu perguntaria se não soubesse onde exatamente você estava e o que estava fazendo - me fuzila com aqueles olhos verdes brilhantes.

- Eu só fui em uma missão, qual o problema? - murmuro.

- Porque a Clave tá de olho em você, e eu não quero que nada te aconteça - cruza os braços - O que foi fazer naquele orfanato? 

- Investigar sobre mim, descobrir se tem qualquer coisa lá que possa explicar por que eu faço o que faço - coloco as mãos sobre a mesa - Apenas.

- E o que aconteceu? - gesticula com as mãos.

- Nadinha - minto, mas aquele olhar fuzilando o meu me fez mudar de ideia - Eu descobri o meu poder angelical e matei uma mulher - suspiro pesado - Gente, é bem mais difícil falar isso em voz alta.

- Você o que? - me olha chocada - Eu te daria um abraço, mas acabaria te estrangulando, então qual é o poder? - pergunta sem esconder a expressão de curiosidade.

- Desenhar novas runas - dou de ombros e ela não parece satisfeita - Os Lightwood e dois dos Herondale foram na diretoria para procurar, eu fui procurar minhas tralhas no sótão, livros e pincéis velhos basicamente - encaro ela - E depois bum, barreira mágica verde que impediu de entrar na diretoria, sua filha - corei levemente - ficou congelada e eu tive que fazer alguma coisa, comecei a passar a estela e desenhar uma runa que quebrou a barreira, não era nenhum que tinha no Livro Cinza.

- Empolgante - sorri - Na primeira vez que isso aconteceu eu tava recuando de um demônio que queria me engravidar - tira um lápis do bolso e desenha a runa em um guardanapo - Runa do Sol, ajuda bastante - empurra o papel na minha direção - E o que aconteceu com a mulher? 

- Ela sabia de tudo - murmuro - Sabia quem e o que eu era desde o início, eu não me controlei, as asas cresceram, os olhos escureceram, e ela simplesmente caiu dura no chão.

- Mas ela tinha descumprido algum Acordo, feriu alguém? - me olha.

- Não me lembro, alguns momentos depois que matei ela foram um borrão - suspiro pesado - Mas o que está feito está feito, não podemos voltar atrás.

- Isso é tudo? - segura minha mão da forma confortável como sempre - Nenhum outro detalhe?

- Antes de morrer ela disse algo - levanto os olhos - e eu acho que você vai ficar surpresa - respiro fundo - VIda longa a Estrela da Manhã.

- Estrela da Manhã - repete - Morgenstern.

Antes que possamos falar algo, um vulto loiro vem na nossa direção, dá um beijo em Clary e murmura algo em seu ouvido que eu não quis ouvir.

- Sobre o que as minhas pessoas favoritas estão conversando? - coloca a mão sobre o ombro de Clarissa.

- Desde quando eu sou sua pessoa favorita? - arqueio uma sobrancelha.

- Desde que comecei a ser legal com você Clary tem feito umas coisas que eu nunca imaginaria que ela faria - fala em tom malicioso - Tipo quando ela pegou o meu...

- Eu não quero saber, muito obrigado - dispenso ele com um sinal.

Outra figura aparece na porta, e depois mais outra e mais outra e mais outra. A Consulesa, o Inquisidor e dois Shadowhunters comuns com uniformes pretos vinham na direção da nossa mesa, as expressões sombrias.

- Christopher Morgenstern -  voz da Consulesa esbraveja - Filho de Valentine Morgenstern, você foi condenado a ir para a Cidade do Silêncio e ficar perante a Espada da Alma para seu depoimento e julgamento.

- Empolgante, qual a acusação? - digo ácido em resposta ao seu tom alto - Posso tentar adivinhar? Eu amo esses jogos. Então vamos ver. Alternativa A, o Conselho, Clave, Consulese ou o cacete a quatro decidiram me por pra fora porque finalmente descobriram algo que pode ser prejudicial, e que por acaso sou eu.

- É...

- Alternativa B, talvez porque eu sou descendente de uma família que causou uma guerra e você tem aflição de meus genes decidirem explodir como uma bomba relógio e de repente eu esteja matando, matando e matando.

- Já...

- Alternativa C, também pode ser pelo simples fato de você ser como eu realmente pensei, covarde que tem medo do diferente, que não se arrisca, que apesar de usar esse fraque ridículo não tem um pingo de coragem.

- Está sendo levado a interrogatório, suas respostas vão dizer seu caminho, a Espada Mortal vai nos dizer a verdade, mesmo que arranque ela a força de você - lança um olhar frio - Você pode ser só um adolescente, mas ainda é um Morgenstern, e Valentine era um maníaco sociopata, não duvido que ele colocou você no plano C para destruir a todos nós.

- Então essa é a alternativa B ou C? - dou um sorriso malicioso - Tente ser mais específica querida.

- Vai ter muito tempo para falar e muita gente para te ouvir - diz seca - Rapazes - assim que ela fala os dois Caçadores de Sombras agarram meus braços.

Olho para o lado e vejo Clary, os punhos cerrados e a expressão súbita de tristeza e mágoa, ela parecia menos viva, o brilho dos seus olhos havia sumido.

- Não vão levá-lo - agarra meu pulso - Essas acusações não tem precedentes - a voz fraqueja - Por favor, ele não tem ninguém.

- Sra. Herondale, não se preocupe, ele está em boas mãos - um dos seguranças tira as mãos de Clarissa de mim - Ele vai ficar sob supervisão depois do interrogatório e poderá receber visitas.

- Clarissa - ela levanta os olhos - eu vou ficar bem, já passei por coisa pior - direciono meu olhar para Jace - Cuida dela pra mim, por favor?

Ele apenas assente enquanto sou puxado e Clary é abraçada por Jace, soluçando. Sou arrastado para fora do Instituto e levado a um lugar que eu não conhecia por meio de um portal, o lugar revela uma entrada que dá um corredor longo, começo a caminhar pelo breu até ver os Irmãos do Silêncio, o irmão Enoch estava lá segurando a lâmina brilhante, a Espada da Alma.

 

 


Notas Finais


ESPERO QUE TENHAM GOSTADO DO CAPÍTULO E OS PRÓXIMOS VÃO SER MAIS EMOCIONANTES E REVELADORES ENTÃO, ACOMPANHEM. <3


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