História O olhar de um Afton - Capítulo 4


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Categorias Five Nights at Freddy's
Personagens Ballora, Charlotte "Charlie", Circus Baby, Freddy Fazbear, Fritz Smith, Funtime Foxy, Funtime Freddy, Golden Freddy, Marionette, Michael, Mike Schmidt, Personagens Originais, Purple Guy, Sammy, Springtrap
Tags Assacinato, Baddy, Crossover, Família, Five Nigths At Freddy's, Mistério, Pullora, Revelaçoes, Romance
Visualizações 17
Palavras 1.420
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoas que aturam meus erros de português!
Estou aqui depois de um bom tempo, com essa delícia de história (ou não)!

Capítulo 4 - Reencounter


Fanfic / Fanfiction O olhar de um Afton - Capítulo 4 - Reencounter

Elizabeth: On


Eu fiquei paralizada em quanto encarava aquele homem.


- "Esse rosto, esse olhar...não, não pode ser...já se passaram tantos anos!" - Pensei comigo mesma.


Ele dizia algo, mas eu não conseguia ouvir, o tempo parecia ter parado a minha volta. 


- "Vamos Baby...não pense bobagens!" - Tentei me auto motivar a esquecer isso e voltar a fazer o meu trabalho. - "Se controle!"


- Está tudo bem? - Ele perguntou um pouco preocupado.


- Ah...me-me desculpe por isso! - Disse levemente corada. - Foi só um mal estar, não tem que se preocupar.


- Não quer ir descansar? 


- Não, não! Já passou. - Com o bloco de notas e caneta em mãos, me preparei para começar a anotar. - Agora me diga...o que vai querer? 


Um pouco recioso, ele fez seu pedido, nada de muito especial, apenas uma xícara de café, então não demorou para que ficasse pronto, e eu estivesse de volta.


- Aqui está! - Coloquei sobre a mesa a xícara que carregava em minha bandeja.


- Obrigado. - Ele agradeceu, já pegando o café, e se preparando para tomar um gole.


- Disponha. - Logo sorri, e fui em direção a cozinha.


- Ei...espera! - Ele chamou minha atenção, e eu me virei rapidamente.


- Sim? Algo errado? - Novamente me aproximei da mesa, pensando que fosse receber uma crítica.


- Não, não é isso! Quer dizer...espero que não me ache muito intrometido, mas...isso acontece muito com você? Digo...esse "mal estar"? 


- Oh...- Fiquei um pouco sem jeito, será que foi tão ruim assim? - Não...acho que foi só uma queda de pressão.


- Tem certeza? Porque você me assustou Ellie. 


- Desculpa, isso não vai se repe...tir...- O encarei surpresa.


Eu não estava usando o crachá, e muito menos havia me apresentado...então como ele...


- Co-como sabe meu nome? - Questionei, um pouco apreensiva.


Talvez não fosse nada, mas...ninguém me chama assim a muito tempo, Ellie era como meus irmãos me chamavam, e...


- Não foi difícil...você é idêntica a nossa mãe. - Ele sorri fraco, mas esconde seu gesto ao levar a xícara a boca.


Ao ouvir suas palavras, deixo minha bandeja cair no chão, e levo as mãos até meu rosto.


- N-não pode ser...- Não consigo conter o gaguejo, e como poderia, estando tão nervosa? - É-é realmente você Michael? 


- Pensei que não fosse me reconhecer...mudei tanto assim? - Ele diz brincalhão, tentando descontrair.


- Já fazem 12 anos...- Eu ainda não conseguia acreditar, mesmo que no fundo...


Ele apoia as mãos na mesa, e se levanta, logo em seguida abri os braços na intenção de me oferecer um abraço, e claro que sem demora eu aceito.


- Meu irmão...- Com um sorriso tímido, e um choro fraco, eu aproveito o abraço.


- Sinto muito por ter demorado tanto...- Percebo em sua voz, que ele continha a vontade de chorar.


- O que está acontecendo aqui? - Joy se aproxima, com um olhar bem desconfiado.


Assim que percebo sua presença, me desfaço do abraço, e me viro sorridente para ela.


- Joy...não vai acreditar! - Minha expressão muda completamente, não me sinto assim a muito tempo. - E-esse é meu irmão!


- Michael Afton. - Ele se apresenta, e estende a mão.


- Desde quando você tem um irmão? - Ela questino um pouco surpresa, mas o comprimenta, mesmo assim.


- Bom...eu não o via a anos...pensei que...- Me nego a continuar a frase.


- Entendi...- Ela ainda o encara desconfiada. - Mas que belo irmão, em? - Derrepente seu olhar muda para algo bem mais...


- Gentileza a sua. - Ele agradece, com um sorriso bem duvidoso.


- Então...acho que é hora de fechar, não é mesmo Joy? - Os interrompo.


- Ah sim, finalmente. - Ela olha o relógio em seu pulso, e vai em direção ao balcão, em quanto acena para trás - Foi um prazer! 


- Posso te dar uma carona? - Michael pergunta, ainda abobado com a figura que é a Joy. - Acho que vai ser uma boa oportunidade para conversarmos mais.


Sim, realmente tinhamos muito o que conversar, então fui rapidamente até a cozinha buscar minha mochila, e assim que voltei, o segui para fora da lanchonete. Nos aproximamos de um Mitsubishi Mirage acinzentado, estacionado a frente do estabelecimento, e como Michael já havia destravado o carro, fui logo entrando, e sentando no banco do passageiro. 


- Nada mal. - Faço um pequeno elogio, quando percebo que o carro está bem limpo e organizado, além de ser um modelo que aprecio muito pela praticidade.


- Esse carinha aqui? - Diz ele fechando a porta, e colocando as mãos no volante. - Posso dizer que é quase um filho para mim, gasto tanto com ele, quanto gastaria com uma criança! - Ele ri, e eu também não me contenho.


- Então quer dizer que já sou titia? Como assim? Duas surpresas em um dia só! - Novamente rimos, e continuamos assim até já estarmos na estrada.


Um tempinho depois que paramos com as piadas, eu volto a o encarar com um olhar um pouco mais sério, precisava saber mais sobre ele.


- Então...imagino que não passou os últimos anos aqui em Huricane, se não já teriamos nos encontrado a muito tempo.


- Ele suspira - Realmente. Eu fui transferindo para um orfanato de Holland, mas não me pergunte o nome, me nego a lembra daquele lugar. - Ele fica com uma expressão pensativa, realmente parecia não querer falar sobre esse tal orfanato. - Pelo menos me ensinou a valorizar mais o que eu...tinha. 


Percebo que seu olhar fica triste, sem vida...sabia no que ele estava pensando, a mesma coisa que me atormenta todos os dias, com certeza seria algo muito pior para ele. Tentei mudar de assunto, mas antes que eu pudesse abrir a boca, ele se manifestou.


- Mas e você? Sempre esteve aqui? - Ele tenta disfarçar o seu atual estado, com um sorriso fraco.


- Sim...lembra do "Mistérioso Muro Azul"? - Tento fazer um suspense falando igual fantasma.


- Aquele pelo qual passávamos em frente todos os dias no camincaminho pra escola? 


- Exatamente! - Respondo enquanto aponto para ele entrar na rua da esquerda. - E adivinha...


- Era um ofarnato? - Eu olhei pra ele, e acenti. - Uau. Sempre pensei que fosse assombrado.


- Quem nunca pensou isso? Um muro gigantesco do qual nunca se viu ninguém sair ou entrar, com risadas de criancinhas ao fundo...Ahuahu. - Sinto um arrepio percorrer meu corpo. 


- Também foi uma experiência ruim? 


- Não! Na verdade o lugar era bem agradável! E como ele se estendia por 2 ruas, a entrada era do outro lado. 


- E como muitos tinham medo...


- Ninguém nunca parou pra dar a volta. - Completo, e nós dois começamos a rir, mas Michael resolve interromper.


- Realmente somos muito ingênuos quando criança...- Ele volta a ficar pensativo. - Acreditamos em muitas bobagens, e...fazemos algumas besteiras...


Eu não queria entrar nesse assunto, não ainda, então assim que paramos no sinal vermelho, eu tento procurar alguma coisa para servir de assunto, mas...sem sucesso.


- Você não tem raiva de mim, tem? - Ele sorri, como se já soubesse a resposta, mas que com certeza não seria a minha. - É claro que tem, eu fui um idiota...todos sabemos que fui por culpa minha que nossa família se separou! 


- Não! Não foi culpa sua! Você sabe que o papai entrou em depressão, não tinha mais como cuidar de nós dois. - Altero um pouco a minha voz, e ele parece surpreso.


- Sim. Porque EU matei o nosso irmão! 


- Você sabe que não é verdade, foi um acidente, você era só uma criança! 


- EU ERA UM IDIOTA! - Ele deixa uma lágrima escorrer.


Michael volta o olhar a estrada, pois várias buzinas indicavam que o sinal tinha ficado verde, e estavamos atrapalhando o trafigo.

Eu não respondo de imediato, precisava ter certeza de que o que quer que eu responda não piore a situação, então depois de um tempo em silêncio, prefiro mudar de assunto.


- Suspiro - Como...você me encontrou? - Questiono ao ficar olhando para o horizonte pela janela.


- Bom...acho que uma hora ou outra, eu iria ter que te contar, não é mesmo? - Ele não parecia muito animado, e isso me deixou preocupada. - Ele disse que eu deveria procurar primeiro em nossa cidade natal.


- Ele? - Deixo escapar uma respiração nervosa.


- Sim Ellie...eu me encontrei com nosso pai.








Notas Finais


Então é isso! Não foi um capítulo de muitas emoções, mas...


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