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História O omega-babysitter - Capítulo 1


Escrita por: xLunnatika

Notas do Autor


Olá!
Essa não é a minha primeira fanfic, mas é sim a primeira que decido postar aqui.
Para os mais sensíveis: Fiquem tranquilos. Gosto de histórias mais "relax", embora terá sim seus momentos de ação/conflito, mantenham em mente que não gosto de finais infelizes ou matar personagens queridos.
Leiam na paz :)

Drarry Supremacy!!!

Espero que gostem!

Capítulo 1 - 01


Eu nasci em uma família bem estruturada financeiramente. 

 

Necessidade é algo que nunca passamos, já que não há tempo ruim para a empresa tecnológica do meu pai, fabricando carros, celulares, televisores, notebooks e o que mais você imaginar. 

 

Logo, a família Potter é bem influente no mercado. E, além disso, somos conhecidos por ter uma “linhagem de ouro”, porque todos os filhos do meu bisavô foram Alfas, todos os filhos do meu avô também foram Alfas, e seguindo esta lógica: todos os filhos dos meus pais são Alfas.

 

Bem, quase todos.

 

Porque é claro que eu tinha que estragar a linhagem.

 

Aos meus cinco anos de idade, comecei a demonstrar os primeiros indícios de ser um ômega. E por mais que meus pais tentassem enganar a si mesmos, se tornou impossível continuar a negação quando meu primeiro ciclo se iniciou.

 

Então sim, eu sou a “desgraça” da família.

 

Meu pai sempre deixou isso bem claro, e por mais que minha mãe tentasse me confortar dizendo o contrário, eu não conseguia deixar de me sentir culpado. 

 

Afinal, o que havia de errado comigo?

 

De cinco filhos, porque eu tinha que ser o “defeituoso”?

 

Como todo alfa, todos os meus irmãos eram bons em pelo menos alguma coisa. Esportes, tecnologia, medicina e escrita. Cada um se destacava em algo. Enquanto eu precisava me esforçar o dobro para tentar me sair bem em alguma área, para tentar receber um olhar orgulhoso do meu pai.

 

Mas não importava o quanto eu me esforçasse, não importava quantas noites eu passasse em claro para estudar, quantas horas por dia eu treinasse, quantas medalhas eu conseguisse ou para quantos concursos passasse. Eu nunca era bom o suficiente para o meu pai.

 

Nunca.

 

Eu nunca vivi apropriadamente como um ômega. Se comparado aos meus irmãos, eu realmente possuo uma aparência mais delicada - ou “frágil” - mas, talvez por vir de uma família predominantemente Alfa, eu nunca fui como os outros ômegas. 

 

Eu sempre fui mais bruto, resolvendo os meus problemas quebrando narizes e socando maxilares.  

 

Logo, muitos ômegas tinham receio de se aproximar de mim na escola e na faculdade, e eu não podia culpá-los por isso.

 

E, ironicamente, foi essa rebeldia geneticamente passada que fez com que eu me afastasse da minha família. Porque, aos vinte e cinco anos de idade, quando terminei a faculdade de engenharia da computação, eu me cansei de tudo.

 

Cansei de tentar orgulhar um pai que preferia que eu não existisse, cansei de escutar as consolações da minha mãe, cansei de ver os meus irmãos lançando olhares penosos sobre mim, cansei de todos os nossos familiares me tratando como alguém inferior.

 

Eu juntei um dinheiro fazendo bicos aqui e ali, formatando e consertando computadores pela vizinhança,  e quando consegui uma quantidade suficiente de dinheiro, fiz as malas e viajei para a nossa cidade vizinha: Londres. 

 

No início minha mãe e alguns dos meus irmãos me ligavam todos os dias, e insistiam em me enviar dinheiro pelo correio. Dinheiro esse que eu sempre mandava de volta, porque tudo o que eu menos queria era ser bancado financeiramente. Meu objetivo era a minha emancipação, me afastar de tudo. 

 

Eu não aguentava mais ser definido pelo meu gênero.

 

Depois de um tempinho, eles desistiram de me enviar dinheiro, e mais alguns meses foram tempo suficiente para que só minha mãe continuasse a me ligar.

 

Ela não ligava mais todos os dias, mas pelo menos uma vez na semana ela se preocupava em fazer uma ligação.

 

   — Mas está tudo bem mesmo? — a sua voz era calorosa do outro lado da linha.

 

   — Está tudo bem, mamãe. Sério — e eu respondi pela terceira vez.

 

Sábado à noite ela me ligou para garantir que estava tudo bem na minha vida. 

 

O problema é que não estava tudo bem.

 

Há três dias atrás fui demitido da pizzaria em que trabalhava por ter socado e quebrado o nariz de um alfa. Bom, o cara estava insistindo demais para que eu passasse o meu número para ele, e quando um “não” não resolveu, não me restaram opções se não um belo soco no meio da cara.

 

Mas eu não deveria ter deixado as emoções falarem mais alto, porque agora estava desempregado e sem saber como pagar o restante das contas.

 

   — Meu amor… eu noto como a sua voz parece fraca pelo telefone.

 

   — É só o cansaço, mamãe. Você sabe como é… trabalhar das oito da manhã até às dez da noite não é fácil.

 

Eu pude escutá-la suspirar pelo outro lado da linha.

 

   — Está certo. Mas você sabe que pode contar comigo para tudo, qualquer coisa mesmo, sim?

 

   — Eu sei, obrigado por isso. Eu amo você.

 

   — Eu te amo também.

 

   — Eu preciso ir dormir agora… dia cansativo na pizzaria.

 

Eu odiava mentir, mas… não podia deixá-la preocupada.

 

   — Tudo bem, eu te ligo depois. Boa noite, filho.

 

   — Boa noite, mamãe.

 

Me larguei na cama daquele meu apartamento alugado e pequeno, exausto mentalmente.

 

Eu ainda tenho um pouco do dinheiro que sobrou do meu último salário, mas depois que eu pagar a conta de energia, sobrará apenas umas quinze libras e olhe lá.

 

Comecei a sentir um desespero tomar conta de mim. E mesmo assim eu não queria, de jeito nenhum, ir pedir ajuda para os meus pais.

 

Não é por orgulho, e sim por medo de ser humilhado de novo. 

 

Por isso que atrasei a conta de luz, e nos dias seguintes me foquei em sair distribuindo currículos pelas lojas por perto do meu bairro, e quando estava em casa, passava horas e horas no meu notebook tentando encontrar qualquer emprego que fosse.

 

Ronald Weasley, o Alfa que trabalha como entregador da pizzaria, me mandava mensagens de vez em quando, me chamando para sair e beber como costumávamos fazer nos fins de semana. Mas eu recusava mesmo quando ele se oferecia para pagar. Eu não podia ficar perdendo tempo com essas besteiras nesse momento.

 

Na verdade, eu não sei de onde Ron anda recentemente tirando dinheiro para ficar farreando e me custeando, sendo que - pelo que eu saiba - esse ruivo vem de uma família simples e humilde. Então, é um pouco esquisito que ele faça pouco caso do dinheiro e o gaste com idiotices. 

 

E por mais que eu ache esse comportamento muito estranho, vindo de alguém que se diz pobre, eu não o critico. Afinal, ele e a sua irmã são praticamente os únicos amigos que eu tenho aqui em Londres.

 

Me dou bem com os vizinhos, mas não somos próximos o suficiente para que eu os chame de amigos. São apenas conhecidos.

 

Eu comecei a trabalhar na pizzaria desde quando me mudei para cá, ou seja, trabalhei naquele lugar por cerca de oito meses, e foi lá que conheci o Ron.

 

Talvez eu seja um pouco ingênuo, ou até mesmo carente, mas o considero como o meu melhor amigo. Mesmo que a nossa amizade não seja de anos e anos - até porque nunca tive uma amizade assim - eu gosto demais dele, e é a única pessoa em que confio de olhos fechados nessa cidade.

 

Porque, mesmo sendo um Alfa, ele tem um autocontrole incrível. Descobri isso no dia em que, vergonhosamente, meus supressores não funcionaram e eu entrei no meu período no meio do trabalho. Ron agilmente me tirou de lá, me ajudando a subir na garupa da moto de entregador e pilotando rápido em seguida, rasgando as ruas e passando pelos sinais vermelhos, até o meu apartamento.

 

Eu estava muito assustado, com medo de que ele tentasse fazer alguma coisa comigo já que eu estava indefeso. Mas ele apenas me levou até a minha cama, onde eu me enfiei debaixo do edredom e me acomodei em volta dos travesseiros, enquanto escutava ele sair de dentro do meu quarto, girar a chave na fechadura e jogá-la por baixo da fresta da porta, de volta para mim.

 

Eu passei três dolorosos dias ali, esperando todo aquele frenesi e agitação passarem. Eu odiava aquela sensação.

 

A sensação de precisar de um Alfa para me satisfazer.

 

Eu propositalmente nunca passei meu ciclo com ninguém, porque odiava ser um ômega, e entrar no cio fazia parte disso. E por maior que fosse a angústia que tomava conta de mim, eu a sentia calado, decidido a não me entregar para ninguém.

 

Tudo o que eu menos queria era virar a posse de um Alfa nojento.

 

Mas, em contraste a isso, eu me considero uma pessoa romântica. E justamente por esse fato, cometi o erro de, poucos meses após me mudar para cá, entrar em um relacionamento com um beta.

 

Cedrico era um beta legal. 

 

Ou pelos menos era isso o que eu achava.

 

Porque em questão de semanas, ele demonstrou ser uma pessoa altamente abusiva e tóxica.

 

Eu era um alvo fácil para ele. Novato na cidade, distante da família de todas as formas imagináveis, e praticamente sem amigos.

 

As toxicidades se iniciaram aos poucos. Ele começou reclamando do meu perfume, que segundo ele, era doce demais e poderia chamar a atenção de Alfas. Depois foi lentamente escalando para as chantagens emocionais, com as crises exageradas de ciúmes que ele tinha de mim e do meu melhor amigo. E quando me dei conta, ele estava querendo controlar as roupas que eu usava.

 

Se não fosse por Ron, eu não sei se teria conseguido me livrar desse maluco.

 

O meu ciclo para ele não significava nada, porque é raro que os feromônios de um omega afetem um beta. Mas… Cedrico era diferente. Ele tinha uma espécie de fixação por isso, e o maldito havia enfiado na cabeça que queria transar comigo quando eu estivesse no cio. Só que eu não queria fazer sexo com ele nem quando estava com a mente sã, imagine no meu ciclo, que é um momento de vulnerabilidade.

 

E eu não sei porque, mas os supressores que costumo tomar estão perdendo o efeito sobre mim, e os dias em que entro no cio estão ficando cada vez mais desregulados. Então, em um dia em que eu estava tendo um desconfortável encontro com Cedrico, a droga do meu corpo decidiu que estava na hora de iniciar o ciclo.

 

Foi um pesadelo.

 

Porque ainda não havia caído a minha ficha de que Cedrico era, na verdade, um sociopata. Ele se preocupava apenas em satisfazer as próprias necessidades, me vendo como um objeto que ele poderia usar para isso.

 

Como um beta, Cedrico não havia percebido que o meu ciclo tinha se iniciado. E como um ômega ingênuo, eu achei que pudesse confiar no meu namorado - agora ex - naquele momento vergonhoso.

 

Mesmo notando o olhar asqueroso e esfomeado que surgiu em seu rosto quando contei que estava no cio, tentei mentir para mim mesmo, supondo que deveria estar imaginando coisas.

 

Mas foi impossível continuar me iludindo quando Cedrico, ao invés de me trazer conforto, me arrastou para um beco escuro e sujo, e tentou abusar de mim ali mesmo.

 

Eu estava extremamente vulnerável, sentindo aquelas mãos imundas se esfregarem contra o meu corpo. 

 

Eu me debatia o máximo que podia, enquanto minha mente gritava, implorando para que eu voltasse a sã consciência.

 

Quando ele me jogou no chão e se deitou por cima de mim, o desespero que senti foi tão grande, que milagrosamente consegui me libertar daquele frenesi do cio que me impedia de pensar racionalmente. Eu tateei pelo chão em busca de algo que pudesse usar para me defender, enquanto Cedrico apoiava todo o seu peso em cima de mim, tentando me beijar e enfiar as mãos na minha calça.

 

Quando agarrei algo pesado, que até hoje não sei bem o que era porque o beco estava muito escuro, eu juntei toda a força que conseguia naquele momento, e bati com a arma improvisada contra a sua cabeça.

 

O tempo que Cedrico levou para entender o que havia acontecido, foi o tempo que usei para me desvencilhar, levantar do chão e sair correndo.

 

Eu nunca corri tanto na minha vida como naquele dia. Não havia cio que me parasse, porque a adrenalina era muito mais forte pelas minhas veias.

 

Mas Cedrico estava na minha cola, correndo atrás de mim com um corte horrivel na cabeça, e o cheiro do sangue jorrando já estava me deixando enjoado.

 

Chame de sorte ou de milagre divino, mas foi nesse dia que conheci a namorada ômega de Ron, Hermione Granger. Porque quando virei uma esquina, correndo desesperadamente pela minha vida e dignidade, encontrei os dois saindo de uma lanchonete de mãos dadas.

 

Ron nunca gostou de Cedrico, desde o início ele dizia que tinha algo de estranho naquele cara, e quando ele me viu correndo com o beta maluco atrás de mim, não precisou de mais que um segundo para entender o que estava acontecendo.

 

Ronald Weasley é um cara bobão e engraçado, um amigo extremamente leal e fiel. Ele é aquele tipo de pessoa que você jura que não tem capacidade de machucar uma mosca. 

 

Mas quando ele voou para cima de Cedrico, dando mais socos em seu rosto do que eu poderia contar, eu quase senti medo.

 

Não cheguei a sentir medo porque sabia que aquele era o meu melhor amigo, e confiava nele. Mas a visão do seu rosto ensandecido de raiva, com as pupilas dilatadas enquanto o sangue do rosto de Cedrico voava nas suas vestes e manchava o seu próprio rosto a cada pancada, me fez lembrar de que aquele ruivo bobão, era na verdade um Alfa poderoso.

 

No final do dia, Hermione estava revezando entre me ajudar a ficar bem acomodado no meu quarto, me dando remédios que segundo ela ajudariam e muito a passar pelo cio, enquanto voltava para a sala e terminava de enfaixar os machucados nas mãos de Ron.

 

Eu nunca entendi direito o desfecho daquela história. Apenas sei que a polícia não foi acionada por nenhuma das partes, e Cedrico não voltou a me procurar. 

 

Pelo menos não até uns dias atrás, onde recebi uma solicitação de mensagem dele em uma rede social. Mas eu apenas ignorei e o bloqueei, sem querer ter nenhum tipo de contato com ele novamente.

 

Além disso, minhas redes sociais estavam todas voltadas ao meu objetivo principal: conseguir um emprego.

 

Eu precisei pagar a conta de luz, porque fui notificado de que caso não o fizesse, em poucos dias alguns funcionários viriam até aqui com o objetivo de cortar a minha energia.

 

Agora eu estava oficialmente quebrado, quase sem dinheiro algum no bolso.

 

Já fazia cinco dias que eu não me alimentava direito, e o meu estômago estava pedindo arrego.

 

Até que eu vi algo que mudaria a minha vida para sempre.

 

Eu já tinha entrado em centenas de sites nesse último mês, procurando qualquer forma de emprego, mas sem sucesso. Porém, naquele final de tarde, enquanto eu estava deitado na cama e navegando pelo celular na busca por trabalho, eu acabei em uma camada profunda da internet sem nem ao menos perceber.

 

Provavelmente por ser formado em engenharia da computação, eu nem ao menos me dei conta de que estava abrindo diversos aplicativos no meu celular para decodificar os dados criptografados daquela página, apenas fui fazendo tudo de forma automática. 

 

Com certeza o desespero, e o meu estômago roncando, estavam me levando até ali.

 

A palavra-chave “emprego” foi o que me trouxe até aquele site, então deve ter pelo menos alguma ligação.

 

Quando finalmente consegui chegar na etapa final, obtive acesso a um arquivo, e logo o instalei no meu celular. E minha nossa… Era um pdf que informava sobre uma oferta de emprego. Havia apenas uma vaga.

 

Uma vaga para ser o babysitter de um garotinho de cinco anos.

 

Um garotinho de cinco anos que deveria ter pais bilionários, já que o salário prometido ali poderia comprar o meu apartamento com tudo dentro.

 

O trabalho não era de carteira assinada, mas no pdf estava escrito que o empregado teria direito a vale-transporte, alimentação gratuita e ilimitada dentro do ambiente de trabalho e plano de saúde.

 

E as únicas exigências eram de que o candidato fosse maior de idade e soubesse dirigir.

 

Parecia um sonho.

 

No pdf havia também uma coordenada e horário marcados. Em uma rápida pesquisa no google, vi que aquela coordenada me levava a… a lugar nenhum.

 

Não era tão distante de onde eu morava, mas de certo era um lugar isolado na cidade.

 

Ok, agora isso está começando a ficar suspeito.

 

Mas era isso ou nada.

 

   — Alô? — ouvi a voz sonolenta do Ronald Weasley do outro lado da linha.

 

Eu havia decidido que iria entrar nessa loucura, e precisava contar para alguém.

 

E esse alguém tinha que ser o meu melhor amigo.

 

   — Estou te ligando para avisar que daqui a quatro dias vou para um lugar super isolado, atrás de um emprego que talvez custe a minha vida, e caso eu seja morto e trafiquem os meus órgãos, você precisa ficar sabendo.

 

   — Cara… de que merda você está falando?

 

Comecei a tagarelar no telefone, falando mais rápido do que a minha própria língua, e explicando por alto como foi que consegui ter acesso ao pdf.

 

   — Harry… isso… você tem certeza disso?

 

   — Tenho. É loucura, eu sei, eu sei…. mas se eu não tentar, vou morrer arrependido.

 

   — Olha, pode ser um caminho sem volta…. — tinha algo na voz dele, quase como um aviso, que eu estava começando a achar esquisito.

 

   — Porque você está falando como se soubesse de alguma coisa?

 

   — O que? Não, eu não sei de nada, não! Eu só estou te alertando porque, bem, você está se metendo em algo muito esquisito e suspeito. Só estou tentando te ajudar, só isso.

 

   — Hum… Então tá, se é o que você diz. 

 

Mas eu não perdi como a sua voz estava denunciando o seu nervosismo.

 

   — Enfim, te liguei só para avisar mesmo.

 

   — Harry, só… só tome cuidado, tá bom? Você pode estar se metendo em algo muito perigoso.

 

   — Eu sei.

 

Cuidado é algo que não estou tomando agora.

 

Porque se houvesse uma mínima chance de que esse emprego dos sonhos seja verdadeiro, eu precisava tentar. 

 


Notas Finais


É isso!
Muitas expectativas para os próximos acontecimentos que virão, certo?


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