História O outro lado - Seo ChangBin - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Stray Kids
Personagens Seo Chang-bin
Tags Changbin, Imagine Seo Changbin, Imagine Skz, Imagine Stray Kids, Outros Mundos, Skz
Visualizações 49
Palavras 2.834
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Como eu disse em SOBMT, ia ter uma fic do ChangBin que terá ligação com outras duas do Taemin. Essas fics é mais para uma teoria do que acontece no universo das minhas fics, e claro, também um desafio para meus leitores que gostam de teoria 🤣 Especialmente vc @ 👉🏻🤠👈🏻

Para meus leitores que sempre se perguntaram sobre o misterioso Jisung e como ele de certa forma está em todas as fics, vcs vão descobrir isso nessa fanfic 🤣 Nos próximos capítulos eu já vou liberar coisa sobre ele e espero que alguém bom em teoria pegue 🤣❤

---> O capítulo pode parecer um pouco "WTF?", mas é por ser o primeiro e tudo ser muito novo para a protagonista. Mas levem em consideração que esse capítulo são peças soltas do quebra cabeça: Tem informações de mais nesse capítulo :3

Capítulo 1 - A Coisa


Fanfic / Fanfiction O outro lado - Seo ChangBin - Capítulo 1 - A Coisa

O despertador do meu celular tocava diversas vezes, mas eu simplesmente não queria levantar. Mas este é o problema: Querer não é poder. Eu tive que levantar e ir me arrumar para ir para o inferninho, cujo o meu colégio. Peguei meu uniforme e fui para o banheiro, onde me arrumei completamente, indo para cozinha.

- Bom dia, mamãe.

Ela sorriu e me desejou um bom dia, me entregando um prato com dois sanduíches.

- Hoje eu vou chegar bem tarde, vou ficar até às 6:00 na biblioteca do colégio. - ela assente. - Preciso fazer um trabalho.

Ela assentiu e sentei na mesa, começando a comer. A casa estava silenciosa, o que era estranho. Na minha casa moravam eu, meus pais e meus dois irmãos gêmeos de 8 anos, eles eram minha vida.

- Os meninos não vão para escola?

- Aulas suspensas por três dias.

Assenti e continuei comendo, quando acabei, corri para sala e coloquei meu celular dentro, então voltei para cozinha, dando um beijo na bochecha da minha mãe.

- Até mais tarde!

- Até!

Saí de casa e fui em direção a escola, era há 8 minutos da minha casa, então eu ia andando. Eu ia sem problema algum, apenas alguns pensamentos se passavam em minha cabeça, tais como: Preciso atualizar meus vídeos do meu canal favorito Você Sabia?, estou há alguns dias sem ver vídeo nenhum no YouTube. Estou tão atrasada nos vídeos!

Cheguei à escola e logo vi minha amiga na porta, estava me esperando, como em todos os dias. Yuna é minha amiga desde o início do ano, somos MUITO amigas, eu tenho certeza que seremos amigas por longos anos.

- My love! - falo e a abraço. - Como foi o final de semana?

- Uma merda, eu tive que passar com minha irmã mais velha. - ela revira os olhos, me puxando para andar. - E ela é uma vaca!

- O meu foi passar o dia no quarto, eu saía poucas vezes. - bufo.

Ela riu e parou de andar, pegando algo na mochila.

- Seu presente de aniversário! Eu não vou estar aqui no dia, então eu decidi te entregar hoje. Vou viajar hoje a noite e vou voltar só na próxima segunda.

- Vai para onde?

- Casa da minha avó, a coroa está bem mal, eu e meus pais iremos vê-la. Então... - me entrega uma caixinha, em seguida, dois livros que eu queria muito.

- Você comprou esses livros! - rio, vendo-a assentir. - Obrigado Yuna!! - a abraço, me afastando em seguida.

Eu vi uma mão bater nos livros, fazendo tudo ir ao chão. Encarei a pessoa com raiva e vi Seo ChangBin, meu menor inimigo na questão Altura. Ele simplesmente não ia com a minha cara, nós estudamos juntos a vida toda, mas eu era - e sou - bem maior que ChangBin, então eu sempre o zoava por sua altura, ele deve guardar rancor. Mas eu só zoava pela altura, e ele faz minha vida um inferno.

- Vê se me erra, ChangBin!

Pego os livros e a caixinha. Ouvi sua risada se afastando e ignorei. Tirei o papel de presente que estava em volta da caixinha, a abrindo e vendo que se tratava de um colar e brincos que se pareciam com uma galáxia, no mesmo instante eu dei um pulinho, abraçando minha amiga. Era lindo.

- Faltam dois dias, você deveria abrir apenas no dia! - ela cruza os braços.

- Segura os livros.

Ela pega os livros e eu ponho os brincos e o colar, jogando a caixinha e os livros na mochila.

- Vamos para sala. - Yuna fala.

[Quebra Tempo - 5:50 PM]

Levantei da mesa onde estava e recolhi meu trabalho, pondo na mochila. Saí andando entre os corredores da biblioteca e parei em frente a uma das estantes, procurando por um livro que eu precisaria para completar o trabalho.

- Aqui! - sorrio, pegando o livro e lendo seu título. Mas enquanto eu o observava, senti ele ser tirado das minhas mãos. - Ei!

- Valeu, eu estava morrendo de procurar! - ChangBin fala e sai andando.

Eu respirei fundo, era sempre assim. Eu achava algo, ChangBin o pegava. Mas okay, eu já me acostumei.

Procurei se havia um segundo livro e não o achei, então quando deu mais que 6:00 horas, decidi ir para casa. Saí do colégio e segui a passos rápidos até em casa, faltava uma rua para chegar, quando eu senti um pequeno mal estar, era como se eu estivesse acordada mas ao mesmo tempo quisesse desmaiar. Mas essa sensação logo passou, talvez seja por eu ter ficado sem comer por longas horas.

Adiantei o passo e logo cheguei em minha casa, abri a porta e entrei, pronta para chamar por minha mãe - como eu sempre fazia - mas arregalei os olhos ao ver ele, ele estava ali, largado no sofá e com os olhos fixos na TV.

- O que está fazendo aqui?

Ele se assustou e me olhou, soltando um grito extremamente fino ao me ver. Eu estava irritada e confusa, o que Seo ChangBin estaria fazendo na minha casa?

- O QUE É VOCÊ? - ele pergunta.

- Para de palhaçada, ChangBin. O que está fazendo na minha casa? Onde estão meus pais? - vou em direção a cozinha, onde normalmente mamãe estaria, mas ela não estava. - MAMÃE? - vou em direção ao corredor, percebei que nossas fotos não estavam na parede, eram apenas lugares vazios. - Cadê nossas fotos, ChangBin?

- Como sabe meu nome? Por que está em meu cubículo e que tipo de coisa monstruosa é você?

- Haha, que engraçado, como se você fosse o cara mais bonito do mundo. - rodo a casa toda, o quarto dos meus pais estava ali, mas era uma decoração totalmente diferente. - O quê? - sussurro. - MÃE! PAI!

Nada. Fui para meu quarto, dando de cara com uma espécie de sala de música. Arregalei os olhos e fui para o quarto dos meus irmãos, vendo que era apenas um lugar vazio.

- Onde estão meus pais?

- Você é algum tipo de mutação? - ele pergunta, me olhando asustado. - Um ET? Não, nos filmes eles são azuis e bem longos, você não é assim... - sussurra, eu me aproximo dele, vendo-o começar a gritar. - POR FAVOR, NÃO ME MATA! EU PROMETO QUE SOU DA PAZ!

Comecei à o estapear e ele gritava desesperadamente. Eu estava me irritando com essas brincadeiras.

- CADÊ MEUS PAIS?

- EU VOU TE DENUNCIAR! - se afasta rapidamente. - Você agrediu alguém, acabou de infringir uma regra do governo!

- ChangBin, eu estou me irritando! Me diga onde estão meus pais e que brincadeira é essa!

- Eu não sei o que são pais, eu não sei o que você é, eu estou com medo. - corre para o outro lado da sala.

- ChangBin, para de brincadeira...

- Eu não estou brincando. - se encolhe atrás do sofá. - Que tipo de coisa você é?

- ChangBin - começo a chorar. - Você me irrita o dia todo, agora está com essa brincadeira? Onde estão meus pais?

- Por que você está soltando água pelos olhos? O que é você? É uma nova raça?

Respirei fundo e me sentei no sofá, tirando a mochila. Eu me perguntava porquê meus pais estavam colaborando com essa brincadeira de mal gosto.

- Você veio em paz?

- ChangBin, para de brincadeira.

- Como sabe meu nome?

- Por que nós estudamos juntos na escola e você sempre me irrita? - o olho.

- Eu nem sei o que é escola.

- ChangBin, a brincadeira acabou. Sai da minha casa agora! - levanto, apontado para saída.

- Olha, invadir meu cubículo e me agredir, eu até levo em consideração e não denuncio, mas eu não aceito que me expulse. Eu prometo que deixo você ficar aqui junto com seus amigos ET's, mas eu não tenho para onde ir.

Eu estava com raiva, então fui em sua direção, mas assim que cheguei em sua frente, ele começou a chorar e pedir para eu não machuca-lo. ChangBin não era tão bom ator assim, ele estava mesmo falando sério?

- Seo, o que está acontecendo?

- Fica há 30 passos de mim.

Me afastei dele e fui para entrada da cozinha, vendo-o passar a mão pelo rosto.

- Que lugar é esse?

- Meu cubículo. - o encarei, não era isso que eu queria. - Seul, capital da Coreia do Sul. Continente Asiático, o mais populoso do planeta PurpleFire. - funga. - Sua nave aterrisou agora? Ou você é algum tipo de experimento do governo?

- PurpleFire? - franzo o cenho. - Que palhaçada é essa?

Vou até o sofá e pego minha mochila, pegando rapidamente meu celular. Ele ligava, mas o horário estava diferente. Dava que era 5:00 da tarde. Também dava que estava sem sinal. Tentei ligar para meus pais e Yuna, mas dava sempre isso; sem sinal.

- Onde eu estou?

Ele me encarou e franziu o cenho, mas então estalou a língua.

- Você é um ET perdido, caiu aqui e não sabe onde está? Eu pensei que quisesse me matar! - ele ri e levanta, vindo até mim. - Eu sempre acreditei em ET's, meus amigos de ensinamentos sempre riram disso. Mas eu estava certo esse tempo todo! ET's existem e você é um deles!

- Não sou um ET. Eu não acredito no que está acontecendo, isso é só mais uma pegadinha sua.

- Você me conhece?

- Já disse que sim! Você é da minha escola!

- E eu já disse que nem sei o que é escola! - ele cruza os braços. - Olha, eu entendi que você nem sabe o que está acontecendo, deve estar perdido.

- Perdida. - corrigo.

- Perdido. Bem, não sei o que aconteceu com você. Mas esse planeta é PurpleFire, o quarto planeta do sistema Lienar! - ele sorri. - E eu sou um humano, eu tenho três meses de idade. Nós daqui somos criados em laboratório, todos nós. O governo nos cria, nos dá aula de ensinamentos sobre a sociedade e nos dá cubículos. Esse é o meu cubículo, o qual você invadiu. E de onde você veio?

Eu o encarava chocada, até ele levantar seu pulso, havia um relógio. Ele passou deu dedo por ele e um holograma foi projetado bem em sua frente.

- Okay, Bile. Qual o nosso planeta?

- PurpleFire é o quarto planeta do Sistema Lienar. O planeta PurpleFire é conhecido como Planeta Roxo, devido a sua extravagante cor roxa que pode ser visualizada a quilômetros de anos luz.

Eu apenas o encarava sem qualquer expressão, ele sorriu de lado.

- Também somos chamados de planeta AB-04, é assim que o governo nos chama as vezes. E de onde você veio?

Eu não respondi, eu não acreditava nisso. ChangBin coçou a nuca e andou até a janela a abrindo devagar.

- No seu planeta não deve ter prédios que flutuam. Acabaram de inventar.

Levantei e andei até a janela, olhando para o alto. Carros voadores, muitos carros. Também haviam prédios enormes que flutuavam sobre nossas cabeças.

- Então, que tipo de coisa você é?

Eu nem consegui o responder, só senti meu corpo ir de encontro ao chão. Eu havia desmaiado. Eu não fiquei menos que alguns segundos desmaiada, já que logo acordei e o cara estava apavorado em minha frente.

- ChangBin, isso realmente não é uma brincadeira? - ele nega. - Como eu vim parar aqui? Eu realmente não sei, estava vindo da escola e...

- Então você está sozinho?

- Por que você usa tudo em masculino? - levanto, sentando no sofá.

- Todos nós usamos assim. Existem apenas substantivos e adjetivos do nosso gênero.

- E como as mulheres ficam?

- O que são mulheres?

Franzi o cenho, eu estava cada vez mais confusa.

- Aqui não tem mulheres?

- Eu não sei o que são mulhereses.

- Sou eu, pessoas iguais a mim.

- É a primeira vez que vejo uma coisa igual a você.

Franzi o cenho novamente e coloquei as mãos no rosto, eu estou enlouquecendo. Eu quero ser internada!

- Me conte o que você é e de onde veio!

Eu não acredito que vou fazer isso:

- Busan, Coreia do Sul, continente Asiático. Planeta terra, terceiro planeta do sistema solar.

- Ah... sua população é toda parecida com você?

- Não. Parecem nós dois.

- Vocês também são criados pelo governo?

- Não. As pessoas transam.

- O que é isso??

Cocei a nuca, deu de coisas malucas por hoje. Eu precisava entender o que estava acontecendo.

- Por favor, eu estou confusa. Me ajuda a entender isso e a sair daqui.

Ele me encarou sério e assentiu, sorrindo fofo. Aquele não seria o ChangBin nem de longe.

- Tudo bem, coisa. Eu vou te levar para conhecer o meu mundo, mas você vai ter que sair disfarçado.

- Eu não sou uma coisa, eu sou uma pessoa e tenho nome. Me chamo S/n.

- Sou Seo ChangBin - estende a mão, mas eu não a pego.

- Eu já disse, eu te conheço.

Ele ergueu uma sobrancelha e deu de ombros, andando em direção ao corredor. Eu continuei ali, tentando raciocinar o que estava acontecendo. Isso me dava medo, muito medo. Eu não acreditava que estava em outro mundo, mas eu também não duvidava.

Seo voltou muito tempo depois, jogando umas roupas ao meu lado.

- Não sei se o governo pode querer capturar você, eu poderia te entregar, mas eu sempre quis conhecer um ET, então pode ficar tranquilo!

- Tranquila.

- Tranquilo. Pode se vestir e eu vou levar você para conhecer pelo menos o meu bairro.

Eu o olhei para ele se virar, mas ele simplesmente me olhava, esperando que eu me trocasse.

- Não vai se virar?

- Por que eu me viraria?

- Porque eu sou uma garota?

- O que é uma garota?

Eu apenas o encarei séria, vendo-o se virar com medo. Eu me vesti rapidamente, eram roupas dele e pareciam bem largas em mim. No sofá havia um boné, o qual coloquei e tentei enfiar meu cabelo dentro. Eu saí de casa, vendo-o fazer o mesmo. O bairro era bastante conhecido por mim, não havia nada de diferente.

- É idêntico ao meu bairro. - falo, enquanto andava na frente. Ele adiantou o passo e ficou ao meu lado. Aos poucos eu ia vendo os moradores, eram todos homens. Talvez seja só uma coincidência. - Me leva até onde tem mais pessoas.

Ele assentiu e saiu andando na frente, então chegamos na avenida do bairro, realmente sempre foi a mais movimentada. Ali só haviam homens e os carros eram incrivelmente incríveis, haviam telões e hologramas, os quais passavam propaganda ou notíciario. Não havia uma se quer mulher.

- Esse deve ser o pior planeta do mundo! Só existem homens? Deve ser um planeta tão burro e nojento!

- Ei, ET! Respeite o meu planeta! - cruza os braços. - Vamos voltar, daqui à pouco dá o horário de recolhimento. - sai andando e eu o sigo.

- Horário de recolhimento?

- Quando precisamos entrar em nossos cubículos imediatamente! Se ficarmos na rua até depois desse horário, somos presos ou multados, dependendo da distância para nossos cubículos.

- Mas por quê?

- Com o tempo eu parei de perguntar e só passei a aceitar. Então, coisa. Quantos anos você tem?

- Em 2 dias eu faço dezenove.

- Dias?

- Anos.

- Puxa! Você é velha!

- No meu mundo, você tem 20 anos e repetiu de série sei lá quantas vezes. Você é velho.

- Então tem outro de mim no seu mundo? - assinto. - Ele é legal?

- Nós nos odiamos.

- Ahhh! Por isso me bateu! - assenti.

Quando chegamos em casa, na minha... ou na sua casa, eu não sei como me referir ainda. Nos sentamos no sofá e eu tentava entender como cheguei aqui.

- No meu ensinamento tem uma biblioteca, posso procurar por algum livro que fale sobre isso. Amanhã eu vou ver isso!

- Não posso ficar aqui. Eu tenho uma família e... eu tenho escola amanhã! Tenho dever de casa para entregar!

Ele não pareceu ter entendido uma palavra do que eu disse, mas também não contestou. Uma sirene muito alta soou, então ele foi até a janela e a fechou, passando a cortina em seguida. O que é isso?

- O que está fazendo?

- Recolhimento. - levanta uma manga da sua blusa, andando até próximo a porta. Ele apertou algo, era como se uma gaveta saísse de dentro da parede.

- O que é isso? - pergunto, levantando e indo ao seu lado.

- Todos nós precisamos tomar isso três vezes ao dia. Sempre que as sirenes soarem. - poe a mão dentro dessa "gaveta" e automaticamente suas luzes acenderam, eu observei tudo atentamente e vi três pontas afiadas aparecerem, três agulhas.

- Deve doer. - sussurro.

- Você se acostuma.

- O que acontece se não tomar isso?

- Aparece no sistema do governo e... - ele faz careta, provavelmente quando as agulhas o perfuraram. - Somos presos.

Olhei em direção ao seu braço, onde as agulhas ainda estavam.

Eu estou ficando louca...


Notas Finais


Que os jogos comecem 🤡


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...