História O Outro Lado Do Espelho - Capítulo 42


Escrita por: e Koobayashi-san

Postado
Categorias Danielle Campbell, Nick Bateman, Phoebe Tonkin, Vampire Knight, Vampire Knight Guilty
Personagens Akatsuki Kain, Danielle Campbell, Hanabusa Aidou, Haruka Kuran, Ichiru Kiryuu, Kaname Kuran, Maria Kurenai, Nick Bateman, Personagens Originais, Phoebe Tonkin, Rima Toya, Ruka (Luca) Souen, Sayori Wakaba, Senri Shiki, Shizuka Hiou, Takuma Ichijou, Yagari Touga, Yuuki Kurosu, Zero Kiryuu
Tags Kuran Kaname, My Little Princess, Submissão
Visualizações 22
Palavras 1.690
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 42 - Um Feitiço


Fanfic / Fanfiction O Outro Lado Do Espelho - Capítulo 42 - Um Feitiço

Mais uma vez, no dia seguinte, Ana tinha despertado ao braços de Kaname. E ela gostava de ficar ali, sentia-se amada e protegida. E era uma boa sensação sentir isso. Ela se aconchegou nos braços dele, embora gostasse daquela sensação e posição, sentia um certo desconforto em seu ventre, cintura, costas e quadril e ela não sabia o motivo, se perguntava se acabou dormindo de mal jeito.

De tanto ela se mexer, Kaname acabou despertando e a encarando, vendo-a desconfortável, curioso, perguntou com a sua voz sedutora meio rouca por ter acabado de acordar: — Algum problema?

— Estou sentindo algumas pontadas fortes no meu corpo... Comecei a sentir isso do nada...

— Deita de barriga para baixo. Provavelmente não é a sua gestação, mas pode melhorar – ele a soltou, Ana fez o que ele pediu, apenas deixando a sua cabeça virada para olhar o sangue puro, ela adorava poder ficar o encarando.

— Daqui a pouco... Vou ver se já posso começar uma sessão fotográfica... Você pode ir mesmo comigo? – ela perguntou enquanto o olhava nos olhos, embora se sentisse nua sob o olhar penetrante dele, gostava de encara-lo.

— Vou, eu também tenho que cuidar de você... – ele disse enquanto se sentava na cama.

— Por quê? Eu tô bem... Não precisa cuidar de mim... – ela perguntou confusa.

— Você não está comendo direito.

— Mas e os alimentos que você está me dando? São completamente saudáveis...

— Você não está se alimentando por vontade própria, eu quem tenho que falar para você se alimentar.

— É que eu fico enjoada com muita facilidade... E eu não gosto de ficar vomitando por aí... – ela falará. Suspirou mais relaxada quando as mãos dele acariciaram suavemente o cabelo dela.

— Eu entendo... Mas tem que cuidar do bebê... No segundo para o terceiro mês, ou até antes, vai passar esses enjôos frequentes que você anda sentindo.

— Promete para mim? – ela perguntou infantilmente.

— Prometo... – e então ele se levantou — Quando você decidir se vai hoje, é só me chamar. Tudo bem?

— Sim! – mais uma vez ela se ajeitou na cama, ficando de lado, apenas para poder o olhar mais um pouco.

Não demorou muito para que ele saísse e fechasse a porta. Naquele instante, o Kuran tinha ido até o próprio quarto, embora uma pessoa tivesse visto ele saindo do quarto da garotinha, era Roselie quem tinha visto aquilo. Por isso se aproximou do quarto de sua amiga e abriu um pouquinho a porta, vendo a sua amiga mexendo no celular tranquilamente, para então o colocar sobre o ouvido. Ao verificar que ela estáva bem, se afastou da porta. Indo até a sala do dormitório. Cujo um loiro irritante tinha chamado a todos.

— O que você quer, Aidou? – Akatsuki falará já perdendo a paciência, era cedo e eles apenas queriam apenas descansar, todos os vampiros ali presentes queriam. Tinha algumas vampiras que nem os pijamas tiraram e os vampiros igualmente.

— A Ana anda meio estranha... – Shiki o interrompeu.

— Nos chamou para falar da sua paixonite platônica? – perguntou o ruivo, fazendo o loiro ficar constrangido com aquele comentário.

— Ela não é a minha paixonite! É apenas uma amiga que eu estou preocupado! – ele falou rapidamente, logo após suspirando — Foi só eu quem percebi que ela não quer ficar saindo do quarto e para ela sair, o líder do dormitório tem que estar junto?

— O que quer dizer com isso? – Dylan perguntou curioso.

— Que, provavelmente, por vontade própria, ela não quer sair do quarto... E anda muito estranha a meses! – coçou a própria nuca — E eu queria que ela se divertisse um pouco... Querendo ou não, ela é praticamente uma humana e nova... Mal se diverte... E nem nada...

— E o que você quer que a gente faça? – Roselie foi direta.

— Eu comprei algumas coisas... Eu acabei pensando numa brincadeira...

— Opa! Adoro brincadeiras! – Ichijou levantou a mão — E você está certo em preparar algo para a Ana, no entanto... Somos vampiros que ficam acordados a madrugada inteira... Podemos descansar para depois brincar? – ele perguntou gentilmente. Aidou concordou sorrindo.




*Lado: Ana Reymond; Bruxa*

Ela suspirou enquanto sorria para a tela de seu notebook, estava feliz.

— Obrigada por me ajudar...! – agradeceu. Ela estava em meio a uma ligação com o seu professor.

— Posso saber o motivo para a senhorita querer saber feitiços ou truques para descobrir sexos de bebês que não aparecem ainda em exames pós causa das semanas? – perguntou Yagari curioso.

— Não é nada demais... Curiosidades. Agora eu tenho que ir, tudo bem? Eu tenho que fazer outra ligação – quando ela falou isso, se despediram sem muita demora. A mesma se levantou da cadeira enquanto pegava o seu celular, discando o número do senhor Nakamura. Quando o mesmo atendeu, começaram a discutir sobre o que não discutiram no dia da “entrevista”. Ele falou que ela era uma mulher de sorte, já que aquelas duas fotos que ela já tinha feito antes, tinham passado pelas mãos de algumas empresas famosas e que gostaram muito da aparência dela, se ela continuasse a ser assim, não iria demorar muito para ficar famosa.

Ana perguntou se ela tinha que fazer alguma foto -já que ela já tinha assinado um contrato com a agência, mas apenas iria rolar, se ela tivesse a autorização do diretor da escola e ela tinha pedido essa autorização para Kaname-, e por incrível que pareça já tinha.




*Lado: Kuran Kaname; Sangue Puro*

O sangue puro, a primeira coisa que ele fez ao sair de seu quarto -já com outra roupa- e entrar em seu escritório, começou a escrever a autorização de Ana no pequeno papel, ontem ele não teve tanto tempo para fazer isso. Quando escreveu, saiu novamente de seu escritório e do dormitório noturno, indo até a parte do colégio, onde provavelmente Kaien estaria -mesmo sendo as férias, ele ainda tinha uns compromissos com a escola-, bateu na porta e foi recebido com um “entre”.

Kaname abriu a porta, dando a visão de Kaien sentado em sua mesa, resolvendo algumas coisas que não parecia ser tão sério. Se fosse, já teria comunicado ao sangue puro.

— Oh, Kaname-kun! – abriu um sorriso — Aconteceu algo? Só vem me ver quando é algo sério. Se quiser saber da Yuuki-chan, ela está em casa ou se for sobre o Zero, ele está bem melhor, apenas o deixei no quarto, obrigado por tê-lo ajudado!

— Eu vim por outro motivo, preciso que assine essa autorização... – Kaname explicou o motivo para Kaien, que compreendeu e então assinou sem muita demora. Era um homem muito bondoso e gentil -além de dramático demais.

— Prontinho! O que aconteceu, Kaname-kun? – perguntou o homem.

— Não aconteceu nada, por quê?

— Não sei... Você me parece... Diferente hoje...

— Diferente?

— É! Um diferente bom... Parece mais animado... Feliz... Calmo – Kaien alargou ainda mais o seu sorriso — Eu nunca o vi assim, fico feliz por presenciar isso! Aconteceu algo?

— Não, não aconteceu nada. Eu estou normal – Kaname deu de ombros — Você provavelmente está exagerando novamente.

— Ei! É maldade de se dizer isso, Kaname-kun! – choramingou o homem. O sangue puro revirou os seus olhos e então começou a se aproximar da porta — Não me ignore! Eu nunca te fiz nadaaa!! – Kaname saiu e fechou a porta, Kaien gritou: — Kaname-kunnn!!!!

O sangue puro suspirou enquanto continuava andando de volta para o dormitório, as vezes Kaien era exagerado até demais. Embora ele tinha ficado curioso para saber se estava diferente, para ele, continuava sendo o mesmo de sempre. Ele ficava pensando nisso enquanto entrava no dormitório noturno, mas parou de pensar nisso quando começou a subir as escadas, agora ele apenas tinha que entregar isso para Ana e estáva tudo resolvido...

Se aproximou da porta branca com borboletas roxas, a abriu suavemente, vendo Ana se olhando no espelho enquanto mexia na barriga. Já estava arrumada, isso o fazia ter certeza que ela teria que fazer as fotos. A mesma trajava um vestidinho cor de rosa soltinho com um cintinho dourado marcando a sua cintura, mais a cima, revelava o verdadeiro tamanho de seus seios. E as belas pernas dela estavam amostra...

— Kaname... Algum problema? – perguntou enquanto sorria para o mesmo, tinha visto ele a encarar do nada — Não vai entrar?

— Eu apenas vim te entregar a sua autorização... – ele disse enquanto se aproximava dela, Ana colocou o próprio cabelo preto e longo no ombro, revelando o seu pescoço charmoso e pálido, mas ela não tinha feito na má o intensão, tinha sido apenas para ela terminar de pentear o próprio cabelo.

— Obrigada! – agradeceu — Eu tenho uma pergunta sobre a gestação...

— Qual?

— Por que você não quer que eu fale para ninguém que eu estou grávida?

— Ainda não é bom contar, Ana. Eu sei que você está ansiosa, mas não é bom ficar contando ainda. Não pelo menos até você fazer umas doze semanas.

— Por quê? Eu queria contar para os meus amigos...

— Porque antes disso, é bem fácil de acontecer um aborto espontâneo. É justo considerar que esse período de silêncio ocorre por causa da grande parte pelas evidências médicas, que apontam que o risco de perda gestacional, de fato, é maior no primeiro trimestre. Entende? Não é que eu não queira que você não conte para ninguém sobre isso.

— Agora eu entendo! – ela sorriu — Mas... Quando termina o primeiro trimestre? No caso... Quantas semanas... Eu nunca procurei saber muito de gravidez... Ela falará sorrindo enquanto, suavemente, passava a mão sobre o ventre.

— É da primeira até a décima segunda semana de gravidez – foi a resposta dele.

Ela mordeu o próprio lábio — Então... Eu só vou contar quando eu estiver com três meses... Kaname...

— Sim?

— Eu... Eu testei um feitiço hoje na minha barriga... Mas não se preocupe... Eu só fiquei meio enjoada e tonta... Agora estou bem e um pouco animada.

— O que você fez?








— Eu acho... Que eu estou grávida de uma menina... – o seu sorriso se tornou sapeca.














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