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História O Padre ( Jikook ) - Capítulo 14


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Capítulo 14 - A rosa de vidro


Fanfic / Fanfiction O Padre ( Jikook ) - Capítulo 14 - A rosa de vidro

Condado de Ride.

O cheiro forte da fumaça verde se espalhava pelo castelo em ruinas, uma mistura de alcalipto com as flores do nevoeiro, flores estas que acreditavam ser obras de satan. Heitor Dante o observava, não imaginava para que fim Yoongi usaria tantos liquidos feitos como bruxos de outrora.

- Aberraçao! Disse Heitor ainda o observando.

- Achas que sou surdo? Ouço tua voz ate mesmo das colinas.

- Foi apenas o eco.

- Foi a tua voz maldita.

- Diga o que quiser, nada mudara o fato de ser uma aberraçao.

- E nada mudara o fato de ser um maldito.

Heitor não se importava com as ofensas dirigidas a ele, nunca deu atençao a situaçoes ruins, assim como tambem nunca deu atençao  min Yoongi, talvez os ceus compreeendam mais dessas duas almas do que elas mesmas, ou talvez o inferno crepitante. 

- O que fazes tu com essas ervas? Perguntou Heitor com descaso.

- Antidotos.

- Antidotos para que?

- Não sei.

- Desconhecia esse lado dos bruxos, eu não sabia que bruxos criavam antidotos.

- Eu tambem não sabia que alguns padres eram crueis.

- Minha crueldade é uma consequencia.

- A minha tambem é.

- Faça as bruxarias que quiser, eu não me importo.

Sem da importancia as palavras do padre cruel, Min Yoongi continuou com seus afazeres. Embora julgasse ser bruxarias, Heitor sabia perfeitamente que não eram, na verdade Min Yoongi sempre gostou de misturar ervas, não sabia porque aquele habito o agradava tanto, mas ja o viu salvar a vida de um cavalo dando uma daquelas misturas estranhas que ele preparava para o doente animal beber e em questão de segundos o cavalo voltou a sua natureza de correr pelos campos. Talvez fosse apenas uma distraçao, todas as angustias que Yoongi carregava sozinho pesava muito e portanto precisava aplaca-las.

Palacio dos condes do norte.

Eva se imainava na forca o tempo inteiro ou talvez queimada em publico, não tinha o alento, embora tivesse feito algo que conseiderou ser o certo alguns não julgariam dessa forma se acaso vinhessem a descobrir, não sabia ao certo o que mais temia, mas sua maior preocupaçao era com duas criaturas que Eva amava profundamente e não desejava que mal algum recaisse sobre elas. 

- Eva anda estranha. Disse Hoseok a seu irmão enquanto observavam Eva sentada no banco de pedra do jardim.

- Não deve ser nada. Disse Conde Taehyung.

- Ha algo de muito errado. Insistia Hoseok.

- Vpce tem que parar de pensar em problemas Hosoek, nao ve que talvez seja uma paixão?!

- O que? O que o senhor meu irmão esta tentando dizer?

- Isso mesmo que vossa pessoa compreendeu, esse comportamento de Eva deve ser algum homem.

- Eu não creio nisso.

- E porque não? 

- Taehyung, não ve que anda angustiada, triste, não deve ser nada disso que voce esta sugerindo.

- Eu descordo.

- Como es inssensivel.

- Foi apenas uma sugestão.

Continuaram a observar da janela  a probre Eva tristonha sentada no jardim. Hoseok acreditava que pudesse ser alguma preocupaçao da pobre moça, mas conde Kim pensava ser algum romance ou algo dessa natureza.

- O que estão olhando? Perguntou o conde que se aproximava dos filhos.

- Nada meu pai, apenas estamos apreciando a vista. Disse Hoseok para não expor Eva.

- Nada disso, estamos observando Eva que anda muito triste.

- Taehyung.... Repreendeu Hoseok pela indiscriçao do irmão.

- Não ha nenhum problema e acredito que nosso pai tambem ja notou.

O conde olhou pela janela e viu a moça perdida em mil pensamentos.

- Notei sim.

O conde sai da janela e desce as escadas que seguiam ate ao jardim, passa pela porta em forma de arco com flores em sua entrada e segui a passarela de margaridas ate chegar proximo a arvore onde estava a moça.

- Eva. Chamou ele.

- Milorde. Disse Eva erguendo-se assustada.

- Gostaria que entrasse e ajudasse milady, ela nao se senti bem.

- Sim senhor.

- Obrigado.

A moça então seguiu pela passarela de margaridas enquanto o conde a observava, não era a melhor pessoa desta terra, mas gostava de Eva, afinal ela ajudara a cuidar de seu filho e servia lealmente a condessa e não sabia o que a estava preocupando, mas deveria ser algo desagradavel, Eva nunca se mostrou tão distante assim, era como se fosse outra pessoa. Apenas a moça sabia a sombra que pairava sobre seu coraçao e não nem mesmo por si e pela morte que deveria ter e sim por aqueles que tanto adorava, nao desejava sob hipotese alguma que algum mal caisse sobre seus meninos, como um ato do passado que deveria ter sido benigno se transfomou hoje em seu maior tormento? Compreendia que seu segredo a martirizava a cada dia e nao sabia o que fazer, pois estava entre a cruz e a espada, se contasse a verdade algo ruim aconteceria com seu adorado menino da floresta e se nao contasse a verdade algo de ruim aconteceria com seu amado menino santo, não sabia o que fazer, sua angustia nao poderia ser maior. 

- Meu Deus, meu Deus, me ilumina... Oh pai celeste, que todas as sombras recaiam sobre mim, mas polpe-os... Polpe-os senhor...

Orava Eva em seu desespero, era so isso que poderia fazer, orar e nem mesmo assim conseguia alento. Seus dias de tormenta so começavam. Pobre Eva, ate aonde seu segredo a levaria? 

Um dos maiores misterios da vida é porque pessoas tão boas devem sofrer tanto... Que a misericordia do senhor dos ceus caia sobre Eva Dante.

Mosteiro de são Cristovão.

Dia de santo Agostinho de Hipona.

Sempre nos dia de santo Agostinho todos que desejassem e que precisassem poderia se confessar e nesse dia, depois da missa foi exatamente o que muitos fizeram,  entraram na igreja que foi reservada apenas para esse fim e sentaram-se nos bancos aguardando a vez de cada um e assim que entravam no confessionario que ficava atras da grande porta de madeira se ajoelharam pedindo o perdão de Deus por suas faltas. Nesse momento, o padre santo adentra o local e todos o miram estupenfados, oras, o que um padre santo desejava ali? era um local apenas para aqueles que precisavam se confessar e santos não precisavam, mas padre Jeon não considerava assim, alem do que seu coraçao se debatia com novas pulsaçoes, pulsaçoes estas que antes desconhecia e em meio a suas duvidas ou certezas precisava aliviar essa sensaçao.

- O que o padre santo faz aqui? Perguntou um dos jovens monges.

- Eu não sei, sera que veio confessar?

- Não, os padres que estão confessando ficam la dentro. Disse apontando para a imenssa porta que estava fechada.

Estavam intrigados, o padre chegou e sentou-se no ultimo banco, estranhamente as pessoas que o consirevam santo nao se aproximavam, era como se sentissem medo e isso antes incomodava Jeon que nao compreendia o porque, mas depois habituou-se a essa condiçao de vida e a unica coisa que o aborrecia era ser chamado de santo, preferia nao ter vencido essa tal maldiçao.

O tempo passou e todos ja haviam se confessado, faltava apenas padre Jeon que assim que ouviu o sinal ergueu-se e entrou na sala silenciosa com um cheiro forte de encensso. Se aproximou e entrou no confessionario, ajoelhou-se e ouviu:

- O que pertuba sua alma? Perguntou frei Valmir do outro lado.

- Minha santidade. 

Valmir então se deu conta que quem se confessava era Jeon, reconheceria aquele timbre belo em qualquer lugar.

- Em que voce pecou?

- Frei Valmir, fiz algo que não devia.

- O que voce fez?

- Cai em tentaçao.

Disse Jeon com a certeza de que o que fizera não era digno de sua condiçao de padre.

Leste de Ride.

O rei precisava resolver a situaçao das terras ao lado leste, não sabia porque, mas as aguas dos rios estavam envenenadas, passou dias tentando encontrar uma soluçao ate que encontrou alguem que dizia ter a soluçao.

Estavam ali perante o rio que escorria entre as arvores de grande porte, era um rio muito belo e proveitoso, porem não tinha como servir de nada nesses dias, as aguas estavam infectadas e os animais que bebiam dela morriam em questão de segundos, era de fato um grande problema, precisava oferecer a seu povo do leste a melhor vida possivel, mas se a agua continuasse com esse problema todos morreriam, felizmente em um desses dias em que visitavam o local, sua majestade encontrou um sujeito estranho e ele afirmava saber como resolver aquele problema desagradavel, o rei não conficava nas palavras perdidas de um monge que vagava, mas resolveu arriscar-se e deixar que ele lhe tentasse. Ja fazia algum tempo que o rei e sua cavalaria havia chegado ao rio, mas nada do sujeito, os conselheiros de sua majestade começavam a se cansar da tamanha espera.

- Ele nos enganou senhor. Disse um deles.

- E ainda teve a audacia de mentir para sua majestade. Disse outro.

- Devemos ir, encontraremos outra forma.

Namjoom resolveu esperar mais um pouco, mas depois se convenceu que foi enganado, montou em seu cavalo e estava decidido a partir, porem nesse instante o sujeito estranho surge entre as arvores.

- Resolveu aparecer?! Mas ja é tarde, sua majestade ja esta de partida. Disse outro.

O sujeito não quis usar de palavras para convencer ou explicar sobre seu atraso, apenas ajoelhou-se na terra sobre algumas folhas, pegou um fraquinho o abriu e despejou seu liquido nas aguas do rio.

- Mas o que esta fazendo? Evenenando mais ainda este rio?!

- Pare ja com isso....

Os conselheiros reclavam vendo que o sujeito continuava a despejar o liquido verde na agua.

- Majestade, made-o parar.

Namjoom fez mençao em dizer algo, mas assim que começou foi surpreendido pelo rio que voltou a ser cristalino como de costume. Surpreso com a proeza desceu do cavalo e se aproximou das aguas, estavam tão claras que era capaz que ver seu reflexo tão perfeito como em um espelho.

- Meu Deus! Disse um deles surpreso.

- A agua foi descontaminada meu senhor...

- Alguem deve provar. Sugeriu outro.

- Vossa majestade deseja provar?

- De jeito nenhum e se este estranho esteiver nos enganando? E se a agua matar nosso rei?

- Simples.

- O que é simples?

- Que tal o estranho de cabelos cinzas provar?!

- Eu acho uma otima ideia.

- Vamos menino da floresta, prove.

O sugeito pegou uma pequena tarça em sua bolsa de trapos, ajoelhou-se e encheu a tarça de agua.

- Beba. Disse mais um.

Olhou para o rei que o mirava serio e então bebeu a agua e depois de alguns segundos o sujeito continuava intacto.

- A agua nao esta mais envenenada. Disse o seujeito.

- Como podemos ter certeza?

O sujeito encheu novamente o copo e se aproximou do cavalo de sua majestade e disse:

- Beba majestade.

- Se afaste do rei. Disse um cavaleiro.

Namjoom olhou nos olhos cinzas do rapaz e desceu do cavalo, pegou a tarça de suas mãos e olhou para a agua cristalina dentro dela.

- Não beba senhor. Suplicou um dos conselheiros.

O rei olhou para os demais e depois bebeu a agua, ela era bem fresca, não possuia um gosto ruim e era leve.

- Senti algo senhor?

- Não. Disse sincero.

- Então a agua nao esta mais infectada?

- Não, o rio foi salvo.

- Graças a Deus.

Namjoom se aproximou do jovem e disse:

- Como se chamas?

- Min Yoongi senhor.

- Como posso recompenssa-lo Min Yoongi?

- Tenho um pedido.

- Faça.

- Gostaria de ver sua alteza.

- Gostaria de ver o principe?

- Sim.

- Por que que mal lhe pergunte?

- O conheço.

- Conheces meu filho?

- Sim.

- Se o connhece porque pedi minha permiçao?

- Sou apenas um monge da floresta sombria senhor, não acho que os cavaleiros de seu castelo permitiriam minha entrada.

- Entendo.

- Eu posso ve-lo?

- Bom, se o conhece tem minha permissão.

- Obrigado senhor.

- Serei eternamente grato por ter salvo nosso rio.

Min Yoongi saudou o rei e logo depois se perdeu entre as arvores.

- Meu senhor?

- Sim?

- Vai mesmo permitir que esse estranho veja nosso principe?

- Meu filho deve conhece-lo.

- Acha que visitas seria prudente? Não seria sabio perguntar ao padre antes?

- Voce esta certo, hoje mesmo falo com o padre.

- Otimo senhor.

Desde que Namjoom se ficxou na ideia de que seu filho era possuido, não permitia visitas a ele, mas nesses dias via certa melhora e resolveu que não seria ma ideia, mas antes consultaria o padre santo, precisava saber a opinião do homem que levava seu filho a luz. 

A cavalaria e o rei regressaram ao castelo e sua majestade adentrou o grande palacio e falou com um dos criados que descia as escadarias.

- Onde esta Alekssandro?

- Esta com sua alteza na sala sul senhor.

O rei então seguiu para a sala sul do castelo, abriu a porta e entrou, se aproximou do filho que sentado em uma poltrona lia.

- Olá meu filho, como tem passado?

- Bem. Disse olhando para o livro.

- Alekssandro?

- Sim majestade?

- Procurava por voce.

- Pois não meu senhor?

- Aonde esteve a noite?

- A... A noite?

- Sim.

- Bom... 

- Saiu a noite Alekssandro? Perguntou sua alteza virando a pagina do livro.

- Si... Sim. Disse nervoso.

- E onde esteve? Precisei de voce ontem a noite.

- Perdão majestade.

- Onde esteve? Perguntou novamente o rei.

O cavaleiro nao sabia o que dizer, nao podia dizer a verdade, precisava criar uma desculpa rapido, se nao sua alteza notaria seu embarasso, ele o conhecia muito bem e todos sabiam que Alekssandro como cavaleiro pessoal do principe nunca saia sem avisar ou pedir permissão.

- Eu... Fui beber um pouco.

- Aonde? Nosso vinho o desagrada?

- Não majestade.

- E então?

- Eu apenas quis sair um pouco, desculpe se nao avisei.

- Foi somente isso?

- Sim senhor.

- Meu pai, deixe Alekssandre, ele so desejava ver o ceu estrelado. 

- Muito bem, na proxima avise, não quero os aposentos do principe desprotegido.

- Sim senhor.

O rei se retira e Alekssandre respira aliviado, porem seu alivio passa rapidamente quando o principe deixa o livro de lado e diz:

- Para mim voce vai contar a verdade.

- Do que esta falando senhor?

- Aonde foi?

- Eu ja disse senhor.

- Mas voce mentiu, eu quero a verdade Alekssandro.

Alekssandro era um daqueles tipos meio nervoso e desageitado, não tinha talento para mentir, se perdia facil nas palavras e as vezes gagueijava, mas dessa vez precisava ser plausivel e lembrou-se da noite passada quando deixou o padre no mosteiro:

Lembranças:

A carruagem parou em frente ao grande portão e o padre saiu, mas antes de abrir os portões e entrar disse:

- Alekassandro?

- Sim?

- Não diga a sua alteza sobre essa noite.

- Sim senhor.

O padre entrou no mosteiro e o cavaleiro saiu com a carruagem.

Fim de lembrança.

O cavaleiro ficou em silencio e o principe questinou:

- Não quer me dizer aonde esteve?

- Eu disse a verdade senhor, eu sair para beber um pouco.

- Muito bem, mas na proxima não esqueça de avisar.

- Sim alteza.

Sua alteza saiu da sala e o cavaleiro respirou aliviado novamente.

O rei entra em seus aposentos e ve sua esposa bordando algo que se assemelhava a uma rosa, sua majestade amava rosas, de todas as flores estas eram suas preferidas, todas as extremidades do castelo possuiam rosas, de todas as cores e tamalhos e inclusive nos aposentos da propria rainha e de seu filho, amava tanto as rosas que assim que o principe nasceu colocou nele um cordão de ouro com uma rosa de vidro, amava ve-lo com aquela joia e sua alteza sempre usava, as vezes o vidro da rosa brilhava e esse bilho cintilava nos olhos azuis de sua alteza, era como um anjo, jamais imaginou que um dia seu filho serviria ao demonio, mas de alguma forma a rainha não acreditava muito nisso, nunca revelou sua opinião sobre o assunto, seu esposo acreditava cegamente que o principe era possuido. Qunao tudo começou Jimin tinha apenas 10 anos de idade, ja com essa idade ainda jovem, sua alteza possuia um comportamento que era pre julgado por todo o conselho de seu pai e pela igreja. Os reis da dinamarca eram conhecidos por sua devoçao ao cristianismo e lealdade ao catolisismo, todos usavam o crucifixo que chamavam de o crucifixo da gloria, era uma joia feita apenas para os reis e principes e todos usavam sem exeçao, era uma prova de sua devoçao, mas sua alteza não usava, ele preferia usar o cordão que sua mãe lhe dera quando bebe e isso não era bem visto e sem contar que era um filho desobediente e que era contra as puniçoes da igreja e isso fez com que os padres o considerassem diferente, a dinamarca jamais teve um principe que fugia dos padrões, todos eram a favor da palavra e da lei da igreja, mas o principe Park nao era e ainda ajudava leprosos e acolhia "bruxos", alem de possuir uma personalidade dificil, não obedecia algumas leis do reino e as vezes se colocava contra seu pai, era o unico que possuia coragem de dizer não ao rei ou dizer a ele que estava errado ou que não concordava com determinada lei e sem contar tambem no fato de jamais ter sido fiel a nenhuma de suas esposas, casou-se a primeira vez com 15 anos com uma moça por nome Luzia, era filha de um duque e era bela, mas sua alteza era contra ser obrigado a casar-se e so o fez por pura pressão,. A segunda vez foi quando tinha 18 anos, Luzia era doente e morreu apenas com 9 meses de casada, mas mesmo assim nao era feliz, seu esposo não a amava e sempre lhe era infiel, o caso da segunda esposa foi igual, era uma jovem de 15 anos por nome Adelia, filha de um conde, mas o casamento de sua alteza com a condessa tambem foi por agua abaixo, Adelia fugiu com outro e depois de algum tempo o casamento foi considerado invalido, ja que nunca tinha sido conssumado. Com a terceira esposa foi a mesma historia, casou-se bom Brigite Casanova e claro, tambem lhe era infiel, com um ano de casado Birgite morreu de lepra e sua alteza ficou viuvo mais uma vez, mas isso nao o atormenatava, nao era um monstro e lamentava a morte de suas duas esposas, mas não gostava de nenhuma delas e prferia nunca ter se casado, odiava a ideia de casamento, nunca sentiu nada por nenhuma delas e na verdade por  nimguem.  E era por essas e por outras que muitos temiam o principe e diziam que era possuido, jamais um nobre da Dinamarca foi tão rebelde e tão diferente e sem contar que o principe detestava padres e isso foi mais uma ponta para que todos o considerassem possuido.

- O rio foi salvo querida. Disse o rei abrindo uma das gavetas.

- Fico feliz.

- Um sujeito estranho por nome Min Yoongi o salvou.

- Quem seria esse meu senhor?

- Um rapaz que vive na floresta.

- E como ele fez isso?

- Jogou algo no rio, algo que parecia algo liquido e verde

- Deve ser um antidoto.

- Sim, foi o que pareceu.

- Deve entender do assunto.

- Ele conhece nosso filho.

- Conhece?

- Sim, perguntei o que ele desejava em troca e ele disse que desejava ver nosso filho e que o conhecia.

- Voce permitiu?

- Sim.

- Mas meu senhor...

- Tinha que recompenssa-lo de alguma forma.

- Sua alteza nao desejava que o principe recebesse visitas.

- E é por isso que perguntarei ao padre o que ele acha disso.

- Seria prudente.

O rei foi ate a janela e ouviu o sino tocar, o ceu estava em tom alaranjado e as garças voavam entre as nuvens um pouco escurecidas.

- Min Yoongi... Repetiu o rei o nome do jovem.

- O conhecia antes?

- Não, nunca o vi.

- E porque parece intrigado?

- Ele possui algo que chamou minha atençao.

- O que seria?

O rei estava pronto para dizer a rainha, mas as palavras morreram no ar quando ouviu alguem bater na porta.

- Majestade, o senhor Mateo deseja ve-lo.

- Um momento.

O rei fecha a gaveta que abriu, beijou o rosto da esposa e saiu.

Sua alteza estava em seus aposentos, em frente a uma janela abotoava sua camisa de veludo dourado enquanto observava o intrigante ceu daquela tarde, passou o dia inteiro pensando na noite passada, nao conseguia parar de pensar em Hugo Grant, o rapaz belo chamou sua atençao, as sombras da noite eram como o manto perfeito em sua pele e os olhos eram lindos. Não parava de pensar o quanto aquele corpo macio fez magica, moveu-se vergonhosamente sobre si, mas depois pareceu ja esta acostumado. Sua alteza jamais dormiu com alguem que desconhecia as habilidades do prazer, era a primeira vez que deitou-se com alguem virgem. Hugo não disse uma palavra se quer, mas para sua alteza isso não importava, pois os olhos de Grant falavam profundamente.

Enquanto estava perdido em seus pensamentos sobre seu novo amante o principe nao notou a precensa de Alek que acabara de entrar:

- Deseja algo meu senhor?

- Hum?

- Perguntei se vossa alteza deseja algo?

- Oh não Alek, obrigado.

O principe continuou a se preparar e foi ate a uma caixinha de prata, tirou de la o cordão que sua mãe lhe dera e o colocou, depois de alguns minutos ouviu o canto ao longe e assim que ouviu sentiu o coraçao acelerar, o angelus tocava e ecoava nas montanhas, o sol ja se ia e isso significava que ele estava chegando. Sua alteza entendia o por que de pensar tanto em Hugo Grant, mas nao entendia por que o padre tambem nao saia de sua mente e sempre que ouvia oo angelus era capaz de ja sentir sua precensa sem ao menos ele estar.

" Padre Jeon"

Pensou sua alteza ao lembrar do nome do padre e sem mais nem menos o som de sua voz percorreu sua mente.

- Senhor.

- Sim?

- O padre ja esta ai.

- Obrigado  Celeste.

Sua alteza colocou seu anei de diamente e saiu de seus aposentos.

- Alek. Dizia descendo as escadas.

- Sim meu senhor?

- Leve o padre ate a fonte.

- Sim senhor.

O principe saiu pela grande porta iluminada e Alekssandro seguiu ate a sala, quando entrou viu o padre olhando um jarro de rosas brancas.

- Padre, o prince o aguarda.

Padre Jeon apenas o seguiu, depois de algum tempinho passou pela grande porta e viu um grande salão, com imenssas colunas e rosas por toda a parte, era bem iluminado, não possuia teto, viu tambem petalas que caiam por todo o ambiente e cobriam todo o chão.

- Ali padre.

Padre Jeon olhou e viu que o cavaleiro apontava para um portal coberto por ramalhetes, seguiu ate la e entrou no local e assim que entrou pisou no gramado muito verde e viu a grande fonte de anjos com conchas e dessas mesmas conchas saia uma agua extremamente cristalina que derramava dentro da extremidade arredondada da fonte onde haviam algumas pombas que pousavam voo.

- Padre. Disse a voz.

Como se mil gansos dispertasse dentro de si, padre Jeon sentiu o lago agitado percorrer por seu corpo, seu coraçao agitou-se e a pele estremeceu como se ainda sentinsse a chuva da primavera pairar sobre ela. Com as sensçoes a mil o padre demorou um pouco para se virar, e assim que ouviu novamente o principe chamando nao teve escolha, virou-se, demorou um pouco para erguer os olhos, mas assim que viu uma certa luz reluzir o padre o fez e sob o veu viu o brilho que vinha da rosa de vidro que se encontrava no pescoço alvo de sua alteza, seguiu o brilho ate chegar nos olhos azuis celestes e assim que mirou sua alteza sentiu como se seus sentidos os tivesse abandonado, o coraçao saltava e a pele ardia e as lembranças da noite passada retornaram fazendo os segredos do corpo do padre dispertar, era algo totalmente novo e não tinha como fazer sua mente percorrer por outro caminho, nao era capaz de esquercer e nem era capaz de fazer sua pele parar de sentir as mil chamas que começavam a habita-las.

" Hugo Grant"

Lembrou-se o padre do tal nome. Porque nao saiu daquele lugar? Deveria nunca ter ido ate la, agora alem do corpo estar entre a o outono e o inverno das sensaçoes, sentia tambem um certo incomodo que nao compreendia ou nao aceitava, porque o nome Hugo Grant fez o inesperado acontecer e era inrremediavel, não esquecia sua alteza e nem desejava esquecer, mas a ideia dos demais amantes que sua alteza possuia o esmagava.

- Padre Jeon?

Estremeceu so em ouvir seu nome ser pronunciado por sua alteza.

- Sim alteza?

- Explique seu silencio.

- É como gostas de orvalho, cai sem deixar rastros. 

- Pois para mim não.

- Não?

- Não.

Sua alteza andou ate a fonte e tocando nas aguas disse:

- É como uma tempestade de trovoadas.

O padre compreendeu que o principe falava que seu silencio falava mais alto que sua voz.

- Não tenho muito o que dizer vossa alteza.

- Um padre que não tem o que dizer... O senhor me surpreendi.

- As palavras morrem ao vento.

- Ficaremos em silencio então.

- Vossa alteza aprecia o silencio?

- Sim, sua alteza aprecia o silencio, mas ele me incomoda por parte do senhor

- Por que?

O principe se deu conta de que cometera um erro, não deveria ter dito tais palavras, não podia revelar ao padre que o silencio dele o incomodava porque na grande realidade apreciava a sua voz, uma voz nunca ouvida antes e uma voz que sua alteza nao tirava na mente.

- Eu não sei. Mentiu ele.

O padre não tinha compreendido, mas resolveu nao fazer mais perguntas, desejava muito que sua pele parasse de estremecer, mas não conseguia e olhar para sua alteza que mexia com as pontas dos dedos a agua da fonte so almentava sua tortura.

O sol partia, as aves voavam, o angelus cantava e sua santidade mirava sua alteza que era iluminado pelos ultimos raios dourados e pela rosa de ouro que pendia em seu belo pescoço.

O padre mirava a rosa tocar a pele alva e então pensou:

" Rosa de vidro, tenho ciumes de ti"

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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