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História O Pai da Minha Melhor Amiga. - Capítulo 34


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Notas do Autor


Voltei amadasss, com um capítulo enormeeee

Boa Leitura 💖

Capítulo 34 - Capítulo 32


Fanfic / Fanfiction O Pai da Minha Melhor Amiga. - Capítulo 34 - Capítulo 32

  Lola Carter

O nó que se formava na minha garganta aumentava, e aos poucos, toda a fala ao meu redor pareceu ensurdecedor, e eu podia ouvir as batidas do meu coração. Tudo se passava em câmera lenta, o juiz estava pronto para bater o martelo, quando alguém entrou gritando me fazendo voltar a realidade.

— ESPERA NÃO OUSE BATER ESSE MARTELO !! — Era ele, era o Lincoln. Eu estava confusa, ao seu lado a mesma mulher que vi com ele do lado de fora.

— Senhor Lincoln, se não nos deixar finalizar vamos ter que prendê-lo também — Disse o juiz

— Eu tenho provas de que Alisson e James são inocentes — Meu coração acelerou, e a falação estava ainda mais alto.

— SILÊNCIO ! — Gritou o juiz — Então me mostre.

— Enquanto o julgamento acontecia, eu estava a espera da busca de dados antigos, que estava sendo realizada pela detetive Foster — Apontou para a mulher — Essa mulher não é Sara Amderberg. Sara Amderberg morreu muito antes do acidente de avião, temos o registro do hospital, além de que, o nome verdadeiro dessa mulherzinha é Carolyn !! — Ele andou mostrando os dados no celular — Ainda conseguimos buscar o registro antigo de um boletim de ocorrência, feito pela própria menina Loisleine após sofrer uma grande agressão pelos colegas de escola, na qual nunca foi anunciada para os seus pais

— Eu preciso analisar isso tudo, se for verdade, isso muda totalmente a decisão — Ele lhe entregou o celular e os papéis

— E tem mais — Lincoln prosseguiu — Carolyn faz parte de uma facção do México, na qual ainda é procurada por lá, por tráfico de adolescentes, para fins como prostituição ou trabalho escravo oculto. Todos os registros estão aí — O juiz chamou o federal e o juri para analisar — Se quer mais provas que isso para mudar tudo isso, então com todo o respeito, não pode exercer esse cargo. Pensem bem na decisão de vocês, pois podem estar entregando uma jovem saudável para uma maníaca que a fará sofrer.

Escutamos o barulho da porta batendo forte, todos estavam tão concentrados no discurso de Lincoln que nem ao menos perceberam quando a mulher, agora chamada de Carolyn, saiu as pressas.

— Não temos mais dúvidas, vão atrás dela, não a deixem escapar !! — Disse o federal. Então toda a equipe policial se movimentou muito rápido para que pudessem alcança-la.

Me senti péssima. Como pude pensar que ele estava flertando com outra pessoa, quando estava dando duro para provar a inocência dos meus pais e salvar a minha vida ? Eu não sei o que faria se estivesse caído nas mãos daquela mulher.

— Então, parece que isso muda tudo, pedimos desculpas a todos pelo mal entendido, que graças a Deus, foi resolvido a tempo. Os réus Alisson e James Carter foram declarados no dia 09/09 pelo juri de Los Angeles, inocentados.

E o desespero que tomou conta de mim minutos antes se tornou um completo alívio, suspirei tranquilizada e logo senti o abraço quente dos meus dois pais, e ali, naquele abraço, depositei toda a minha saudade e felicidade.

[...]

  — Nós vamos comer pizza e fazer a noite dos filmes como eram todas as quintas !! — Eu dizia animada enquanto James dirigia e Alisson escutava tudo.

— Eu nem acredito que acabou — Alisson suspirou aliviado

— Por um momento eu pensei que a gente fosse apodrecer na cadeia — James comentou parando no sinal.

— Espera, antes de irmos para casa, vamos passar no Lincoln, saímos com tanta pressa que não conseguimos agradece-lo, a Lola aproveita e pega as coisas dela — Ele comentou e meu coração acelerou

— É...minhas coisas não estão na casa do Lincoln — Alisson me olhou — Eu tive uma briga com a Amber e ficamos um tempo sem se falar, então eu me mudei para o apartamento que vocês tem aqui

— Você o que ?! — James perguntou me encarando pelo retrovisor

— Eu faço dezoito anos daqui a cinco dias, e eu também não queria ficar tomando o tempo do Lincoln e ficar vivendo as custas dele, essa semana mesmo vou procurar um emprego e vou trabalhar, aliás, já me resolvi com a Amber e talvez ela até vá morar comigo — Vi James bufar — Me desculpem

— Tá tudo bem Lola — Alisson se virou — Eu só não consigo aceitar que vc está crescendo

— Ontem você era nosso bebê — James complementou — Pode continuar lá se quiser, nós vamos te ajudar a encontrar um emprego, e vai ter todo nosso apoio — Sorri aliviada.

— Eu amo vocês

— Também amamos você princesa.

~~•~

Estacionando na porta da casa de Lincoln, vi Amber abrindo a porta e saindo furiosa, ao nos ver, sua feição normalizou.

— Oi, tô tão feliz por vocês !! — Amber abraçou os meus pais e logo eu

— Também estamos, o seu pai está ? Gostaríamos de agradece-lo

— Está lá na sala, podem ir — Eles sorriram e se foram, nos deixando a sós

— O que aconteceu ? Você não parecia feliz quando estava saindo — A olhei

— Meu pai não quer me deixar morar com você — Ela bufou — Mas não ligo, eu vou mesmo assim

— Amber, você ainda não tem dezoito e ele ainda pode mandar em você, quer que eu converse com ele ?

— Você faria isso ? Enfrentaria a fera por mim ?

— Claro que sim, pode deixar — Ela pulou nos meus braços e beijou minha bochecha, vi Lara chegando

— Oi — ela sorriu tímida e deu um selinho em Amber

— Oi — Sorri simpática, queria que ela se sentisse confortável — Bom, vou indo — Eu disse saindo deixando-as lá para conversarem.

Entrei na casa e meus pais estavam apertando a mão de Lincoln.

— Temos que fazer um churrasco qualquer dia desses, obrigado mesmo ! — Disseram já saindo.

— Pais, vou pegar umas coisas minhas que sobraram aqui, podem ir, essa noite eu vou dormir com vocês — Eu disse vendo Amber e Lara entrar, e Lincoln subir.

— Tudo bem, não demore — Eles disseram e saíram.

— Vou falar com o seu pai sobre aquilo — Eu comuniquei Amber, ja iria aproveitar e agradecer.

— Tudo bem — Ela disse

Olhei no quarto de Lincoln e ele não estava, então presumi que estivesse no escritório. Fui lá e bati na porta.

— Entre — A voz grave preencheu meus ouvidos, então eu adentrei a sala bem arrumada e cheirosa.

Entrei fechando a porta atrás de mim, e caminhei em direção a grande mesa de madeira, ele estava sentado com o Notebook ligado, mas logo o desligou guardando na gaveta.

— Oi...— Eu o olhei, e ele fez a mesma coisa, sem dizer nada — Eu só queria...agradecer — Sorri — Você fez tantas coisas por mim e eu nem sei como agradecer — Pela primeira vez depois de muito tempo, vi um sorriso no seu rosto, pequeno, mas perceptível.

— Que isso, eu disse que faria de tudo e foi o que eu fiz — se encostou na cadeira me encarando.

— Quero falar sobre mais uma coisa — Me aproximei, me encostando na ponta mesa de frente para ele.

— A resposta é não — Ele disse seco — Eu sei o que vai pedir, e eu não vou deixar a minha filha ir morar com você

— E qual o problema nisso ? Eu ?

— Não, claro que não. Mas Amber não tem idade para morar sozinha como você

— Ah qual é Lincoln, nós temos quase a mesma idade, você tem que aceitar que Amber já não é mais uma criança e quer ser independente !

— Eu já disse que não, e não ouse contestar a forma como crio a minha filha, ela não tem idade para isso e ponto final ! — Disse grosso

— Incrível, ela não tem idade para morar sozinha, mas você tem idade para comer a amiga dela que tem praticamente a mesma idade dela ?? — Gritei com ele.

Vi a veia da sua testa pulsar, ele se levantou rápido me puxando pelo braço com brutalidade e me empurrando colada na parede sem nenhuma delicadeza.

— Você quis isso, não foi só eu, eu não te obriguei a nada — Ele disse firme

— Eu nunca disse isso, a questão é, você tem que parar de achar que a sua filha é um bebê ! Amber beija, ela transa e ela bebe, sua filha cresceu Knigth !! Para de negar isso para si mesmo — Eu disse e senti ele apertar o meu braço

— Você é uma criança, nem deveria estar escutando suas baboseiras — Ele disse fervendo em raiva

— Eu não parecia uma criança quando estava engolindo todo o seu pau — Sussurrei em seu ouvido — Ou quando você fodeu a minha buceta tão forte que me fez tremer ao gozar — O aperto se tornou mais forte, mas eu não ligava — Eu não sou uma criança Lincoln, e você sabe disso, e sabe também que a Amber não é, e tem que aprender a aceitar isso — Eu o olhei na mesma intensidade que ele me olhava, se eu não o conhecesse diria que ele iria me pegar pelo pescoço e me estrangular

— Depois a gente fala sobre isso ! — Disse me puxando com força e selando os nossos lábios.

Beijava a minha boca vorazmente, matando toda a nossa saudade. Uma de suas mãos foi até a minha bunda e a apertou com toda a força que tinha, esfregando o pau duro na minha barriga. Sua outra mão foi até o meu cabelo puxando com força, mas não me machucou só me deixou mais molhada ainda. Paramos por falta de ar.

— Que saudade dessa sua boquinha, porra ! — Me puxou sem dar tempo de falar, e me prensou na mesa me beijando novamente. Sua mão foi até a minha saia e logo alcançou a minha calcinha me fazendo arfar — Porra, sua bucetinha está tão molhada ! — Me olhou ardendo em desenho

Ele subiu minha saia embolando ela na minha cintura e eu apoiei os braços na mesa.

— Vou te chupar tão gostoso que você vai perder os sentidos — disse indo em direção da minha vagina — Abra as pernas pro titio ! — Agora fiquei mais molhada ainda, fiz o que ele me mandou, ele tirou minha calcinha rapidamente.

Logo senti sua língua habilidosa invadir minha buceta, ele brincava com o meu clitóris, e logo começou a meter a língua na minha entrada. Eu me contia para não gemer muito alto. Comecei a rebolar em sua cara, e logo senti a falta da língua dele ali.

Ele veio ao meu encontro e me beijou, pegando em um dos meus seios.

— Sente como você é gostosa — Ele me ajudou a tirar a camisa e o sutiã, então enquanto ele chupava meu seio direito eu tirei minha saia, ficando completamente nua.

— Isso é tão gostoso — Eu gemia apreciando aquela sensação

— Você gosta não é ? — Ele voltou a me encarar, então desabotoou a calça e tirou o seu pau para fora, duro e com as veias a mostra, ele começou a fazer um carinho na minha vagina — Gosta quando o tio brinca assim com você ? — Eu não consegui responder, eu só sabia gemer e rebolar sentindo a cabeça deslizar pelo meu clitóris, ir até a entrada e voltar — Me diz, há uma ninfeta bem safada por trás dessa sua carinha

— Porra...— Eu rebolei mais — Me coma logo Lincoln — O olhei

  Então ele finalmente entrou dentro de mim. E eu nunca me senti tão preenchida. Ele começou o vai e vem frenético, e nossos gemidos se misturavam o que era bem excitante. Ele segurou com força o meu cabelo.

— Quero que olhe para mim enquanto eu estou te fodendo, quero que me diga, de quem é essa buceta ? — Ele começou a meter mais forte — Anda ! Diz pra mim Lolita, quem é que sabe te comer como você merece, quem é que sua bucetinha deseja ?

— Você tio, eu sou toda sua — Gemi sentindo ele apertar mais ainda o meu cabelo

— Porra, que delícia ! — Ele metia cada vez mais forte me encarando — Gosta do meu pau fodendo você Lola ? Hm ? — Ele metia tão gostoso e rápido que minha mente não conseguia raciocinar para respondê-lo

— Ah tio, eu gosto, fode a sua menina do jeito que só você sabe — Então eu senti ele se enrijecer mais dentro de mim, minhas pernas começaram a tremer e eu gozei no pau dele. E não demorou muito para que ele saísse de dentro de mim e gozasse na minha barriga.

Ofegante eu o encarei, enquanto ele fazia o mesmo.

— Vamos conversar, eu quero te explicar tudo, a Katherine, ela me seguiu, fez aquilo eu e ela não fizemos nada, deixa eu te explicar tudo, por favor.

— Não precisa Lincoln. Eu acredito em você, se você diz que nada aconteceu, então eu acredito. Eu não quero mais odiar você — O beijei, agora, no beijo, havia amor, havia paixão.

— Vamos contar para a Amber — Ele me olhou — Vamos, nós contamos para ela e para os seus pais, então eu deixo a Amber morar com a namorada onde ela quiser, e você vem morar comigo — Me encarou — Eu caso com você se você quiser, e a gente pode ter quantos filhos você quiser, eu não ligo para o que a gente vai ter que enfrentar, mas eu cansei de me esconder, cansei de não poder beijar você, de não poder te chamar de minha mulher Lola. Não quero mais esconder o que eu sinto.

— Eu também não quero Lincoln — O olhei — Deixa ela vir morar comigo, então na minha festa de dezoito você vai lá para casa e contamos para ela, por favor

— Tudo bem, eu amo você — Me deu um selinho

— Eu também amo você — Dei outro nele.

Ele me limpou e nos vestimos, ele guardou minha calcinha no bolso da calça. Arrumei o cabelo e então descemos, Amber estava na sala com Lara.

— Tenho uma boa notícia — Sorri animada

— Lola me encheu tanto o saco que eu resolvi deixar você morar com ela — Lincoln disse, então Amber pulou animada, correu até ele e o beijou agradecendo, e logo depois, a mim.

— Nem acredito !! — Ele deu pulinhos de animação.

— Vou levar Lola em casa, vocês duas, juízo em ! — Lincoln pegou as chaves.

Me despedi das duas e saí junto dele, fomos em silêncio escutando algumas músicas. Logo ele parou o carro em frente a casa dos meus pais.

— Até a próxima — Riu

— Até — Sorri, tentei abrir a porta mas estava travada.

— Ainda não — Ele me puxou me beijando, é incrível como o beijo dele é viciante. Ele segurou minha coxa me puxando para o colo dele, nos beijamos até o ar faltar.

— Vá, se não eu vou ter que te foder novamente no banco de trás — Dei risada, não seria uma má idéia, mas estamos  em frente a casa dos meus pais.

Então eu saí e ele só foi embora depois que eu entrei em casa, com toda a minha felicidade e sem a minha calcinha. Jantei pizza com os meus pais e assistimos a um filme de ação, depois tomei banho e fui dormir sendo a quase adulta mais feliz do mundo.



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