História O Palhaço - Lutteo - Capítulo 5


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Categorias Sou Luna
Personagens Luna Valente, Matteo
Tags Lutteo, Sou Luna
Visualizações 161
Palavras 1.249
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


AQUI É O_ANONIMO!
Desculpem a tamanha demora para a atualização. Como já disse em minha outra historia estou de Luto, pois um amigo meu morreu e está meio dificil superar está fase.
ESPERO QUE GOSTEM
E...AÇÃO!

Capítulo 5 - Capítulo IV


Capítulo 4 - O Ciúme de Simón 

Os três rompem o abraço e o garotinho sorri feliz por estar nos braços seu amigo palhaço. No fundo, Ruggero sabe que seu sonho é chamar o moreno de pai e o ter na família. Mesmo que amasse Simón, sente muita falta dele e Matteo está se fazendo tão presente que se mostra mais preocupado que o próprio pai.

Luna direciona seu olhar ao outro lado da rua e vê Simón ali parado com sua moto e uma expressão de nojo representada em seu rosto. A mesma ignora e começa a voltar com o filho e Matteo para casa.

- Está doendo em seu corpo, pequeno Rugge? Pergunta Matteo levantando a camiseta do garotinho.

Sim. Ruggero sentia dor pelos socos que Daniel havia lhe dado. Porém, não queria deixar Luna preocupada e muito menos o palhaço, então abaixou sua camisa e sorriu disfarçando: — Não senhor palhaço, não tenho nenhuma dor.

- Então acredito. O moreno deixa um beijo no rosto do menino o que arranca um enorme sorriso de Luna. Ela sim se sentia muito feliz, fazia tempo que não via Ruggero tão solto nos braços de outro homem. Luna já havia tentado outros pretendentes após a relação conturbada com Simón. Ruggero nunca aprovou nenhum deles, e levando muito em conta a perspectiva do filho, jamais ficou com nenhum deles. E agora, vendo o pequeno rindo e alegre nos braços de Matteo, lhe passa uma sensação de segurança, proteção.

Por mais que estivesse preocupada com a aparição repentina de Álvarez, tentava manter qualquer pressentimento ruim longe de si e entrar nas brincadeiras bobas que o moreno faz com seu filho.

Os três mal perceberam que uma moto os seguia de modo sigiloso. Sim, Simón estava de olho nos três, queria descobrir qual a relação de Luna com Matteo e lhe fazer perguntas evasivas. Por mais que ele e a morena não tivessem mais nada, ainda sentia ciúme e queria de uma forma ou outra, ter a morena de volta. Óbvio que Âmbar também é um passatempo que logo ele cansa.

Assim que chegaram no apartamento, Ruggero começou a puxar Matteo em direção ao seu quarto, disposto a mostrar toda sua coleção de carrinhos.

- Vem! Você vai adorar a versão do meu Wolksvagem 1999. Sorriu empolgado.

- Eu tenho uma idéia melhor! Quem está com fome?

- Eu! Respoderam Luna e Ruggero em uníssono.

- Ótimo! O lanche fica por minha conta! Sorri e da um selinho em Luna. O palhaço corre apressadamente para a rua e caminha tranquilamente assobiando e cantarolando. Simón ainda estava parado em frente ao edifício, esperando que Matteo descesse para poderem ter uma conversa. Viu o moreno passar por si, porém, viu que Luna estava em sua casa sozinha. Seria uma boa oportunidade para fazer suas indagações.

Caminhando a passos largos, o piloto adentra no elevador e aperta os botões para o andar de Luna. Não iria esquecer o número do apartamento do qual visitava quase todos os finais de semana com intuito de buscar Ruggero e tentar alguma aproximação a mais com a morena. Após terminar de subir os andares, o mesmo entra na casa de Luna sem permissão já que a porta estava aberta.

- Quem é aquele cara? Pergunta diretamente com o cenho franzido.

- Simón? O que está fazendo na minha casa? Eu disse que era pra sumir de nossas vidas! Não deixei claro o suficiente?

- O que está acontecendo? Ruggero aparece. — Papai!

- Filho agora não. Luna interfere e se abaixa do tamanho do menino. — O senhor palhaço já volta, então por que enquanto isso você não arruma a mesa?

- Deixa comigo! Pisca e volta correndo pra cozinha.

A morena da um mínimo sorriso ao perceber que no futuro não terá problemas com um filho desobediente. Levantando novamente para encarar Simón, seu sorriso se tornou uma expressão de desprezo e até pena: — Vai embora agora, Simón.

- Não vou enquanto não conversamos! Quero uma explicação! Quem é aquele que estava de mãos dadas com você e o meu filho no colo?!

- Eu não te devo satisfações da minha vida Álvarez! Não temos mais nada a muito tempo e álias...Você já deve ter outra!

- De onde tira essas coisas? O piloto faz seu teatro de vitima. — Você continua impossível!

O celular de Simón começa a tocar e imediatamente o mesmo tira do bolso. O nome de Âmbar surge no visor, fazendo o coração do piloto disparar dentro do peito.

- Atende. Vai, atende. Deve ser importante! Luna o olha com os olhos semicerrados e com um sorriso irônico bem fraco desenhado nos lábios. A morena já imagina que deve ser uma das mil amantes de Simón ou alguma ficante, pela cara que o mesmo fez.

O rapaz voltou a franzir o cenho e rejeitou a chamada: — Eu atendo se eu quiser! Meus contatos e minhas conversas não lhe desrespeitam.

- O que está havendo aqui?

Matteo apareceu bem na hora e Simón o encarou com o olhar de poucos amigos após analisa-lo de cima a baixo. Os dois homens ficaram se olhando como se já se matassem pelo contato visual.

- Oi, meu amor. Luna fez questão de chama-lo assim para testar Simón e ver se o mesmo vai embora após notar que realmente ninguém o quer ali.

- Senhor palhaço!! Ruggero corre até o moreno e abraça fortemente suas pernas. O mesmo acaricia os cabelos do menino. — Papai, esse é meu melhor amigo!

- Ah, então esse é o meu sucessor? Simón da uma longa gargalhada. — Não me surpreende que tenha feito outra péssima escolha, Luna.

- Por que está falando assim, papai? Ele é muito bom. O garoto o olha assustado e tenta proteger Matteo com seu pequeno corpo.

- Quieto, Ruggero. Eu já estou de saída. E que fique avisado, Luna. Vai se arrepender!

O piloto volta ao elevador e Matteo olha para Luna confuso, esperando que ela exolicasse tudo que acaba de ver.

- Esse é o Simón. Pai do Ruggero. Veio aqui me interrogar sobre você!

- Te machucou? Machucou você, filho?

- Não. Nem tocou em mim e Ruggero. Ai dele se tivesse tocado um dedo no meu filho!

- Ah...Que bom. Toma pequeno. Entrega o lanche a ele. — Vai comer...

- Vou sim! Corre pro andar de cima. O menino desce novamente assim que chega ao meio das escadas e da um beijo no rosto do moreno. — Mamãe te espero pra me cobrir como sempre faz, boa noite senhor palhaço, eu te amo!

Luna percebe que Matteo está quieto e se aproxima do mesmo, enrolando seus braços em volta do pescoço dele: — Matteo, sei que o que aconteceu agora foi muito estranho, mas te juro que o Simón e eu rompemos qualquer tipo de vínculo. Menos a guarda do Rugge, fora isso, não temos nada.

- Ele pareceu muito bravo por saber que você e eu temos alguma coisa. Respondeu o moreno sem qualquer expressão facial, apenas olhando para a morena.

- É um maluco! Terminamos tudo e acha que tem o direito de vir aqui tirar satisfações! Por favor...Não fica martelando a cabeça com isso...

- Tudo bem. Só por que hoje foi um dia legal! O moreno sorri e beija a mulher a sua frente apaixonadamente. Suas mãos vão a cintura dela a aproximando mais.

O beijo é rompido com alguns selinhos pela ausência de ar e também pela vozinha de Ruggero chamando Luna para cobri-lo. O moreno se despede novamente e vai voltando caminhando pro circo. Dessa vez, com um sorriso.


Notas Finais


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