História O Palhaço - Lutteo - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Luna Valente, Matteo
Tags Lutteo, Sou Luna
Visualizações 171
Palavras 2.128
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


AQUI É O_ANONIMO.
Estou aqui com mais um capitulo.
Espero que gostem.
E...AÇÃO!

Capítulo 6 - Capítulo V


       Capítulo 5 - Sequestrando o próprio filho 

Pezinhos pequenos correm pelo corredor. É apenas Ruggero acordado as nove da manhã indo acordar sua mãe para um bom Sábado. Na opinião dele, nada melhor que acordar bem cedo para aproveitar o dia.

- Mamãe acorda, vai acorda! Ele chama enquanto balança o corpo de Luna.

- O que foi filho? Você está bem? Perguntou Luna rouca enquanto virava para olhar seu filho.

- Sim! Sorri alegre. — Hoje é Sábado! Você prometeu que íamos tomar café da manhã fora.

- Por isso que você já está pronto? A morena sorri e acaricia o rosto do pequeno.

- Isso mesmo! E além do café, eu também quero que o senhor palhaço nos acompanhe!

- Filho não sei se é uma boa idéia, ontem ele já faltou no circo para te buscar no colégio e passar o resto do dia conosco. Talvez o prejudique ficar se ausentando.

- Por favor, mamãe. Eu só tenho esse tempinho para ficar com vocês, depois o papai vem me buscar e vou passar todo final de semana com ele. Diz o garotinho com um olhar pidão. De certa forma, Luna não poderia negar esse pedido, ainda mais por saber que depois ele estará nas mãos de Simón que não tem um pingo de responsabilidade no corpo inteiro. E caso ela negue, será mais um longo processo na justiça. Portanto, não ha muitas escolhas. — E eu vou sentir muita falta dele! Meu melhor amigo!

Com um sorriso no rosto, a morena apanha seu celular e entrega a Ruggero: — Tudo bem então, mas...Como a mamãe está com muita preguiça, você liga!

- Pode deixar!

Matteo está acordado, deitado em sua cama, pensando na cena que presenciou na noite passada. Simón estava com muita raiva por saber que Luna está com ele. O moreno tinha idéia de que, se o piloto não tem mais nada com a morena, por que tanto ciúme?

O moreno nem sequer conseguiu dormir direito pensando sobre essa questão. Foi despertado de seus pensamentos com uma chamada em seu celular. Deu um pequeno sorriso ao ver o nome de Luna: — Alô?

- Oi senhor palhaço! Bom dia! Disse Ruggero do outro lado super animado. O palhaço não conteve a risada ao ver a empolgação do garotinho. — Queria convidar você para tomar café da manhã comigo e a minha mãe hoje, fora de casa!

- Dessa vez sua mãe sabe não é, pequeno?

- Sim, está aqui do meu lado!

- Então tudo bem. Encontro vocês em frente ao edifício, ok? Até logo. Encerra a chamada.

Simón anda de um lado para o outro, pensando em alguma forma de se vingar de Luna. Por mais que não tivesse o menor direito de se meter na vida da morena, sentia ódio, ciúme por saber que ela não o quer. Que tem outro que cumpre o papel de pai.

Também tinha raiva de Âmbar, que o procurou bem na hora do seu acerto de contas com a morena. Por mais que tivesse ficado com a loira, transado com ela, não sentia nada, nenhum sentimento.

Após terminar de se arrumar, Luna sai com Ruggero do prédio e se depara com Matteo. O moreno está trajado com uma camisa social, de cor lilás claro, calça jeans, sapatos sociais e está muito bem penteado. Luna o fitou e deu uma mordida em seu próprio lábio ao perceber como a camisa destaca os músculos do moreno.

- Que palhaço bonitão! Ruggero correu para abraça-lo.

Matteo solta uma curta gargalhada e retribui o abraço com muita vontade: — Me viu ontem e já está com saudade?

- Sim! Mal posso esperar para você e minha mãe casarem e daí você vier morar com a gente! Bate palmas deixando Luna e Matteo com as bochechas rosadas.

- Quem sabe... O moreno sorri e direciona seu olhar a Luna. — E você? Não vai me dar um beijo de bom dia?

A morena com um sorriso lindo, se aproxima do moreno e o beija. Ela não podia negar a forte atração que sente por ele, e se não tivesse o filho presente a todo tempo, basicamente já teria se entregado para o moreno. O garotinho no colo de Matteo observa tudo com os olhos bem abertos e um sorriso largo. Ao ver os dois abrirem seus lábios, o menino cobre os olhos com as mãos como sempre faz quando vê seu pai se agarrando com mulheres na sala sem o menor pudor.

Quando o ar foi acabando, Luna rompe o beijo com um selinho e sorri envergonhada ao ver que o filho tinha os olhos cobertos. Ela sabe o por que dele fazer isso quando vê beijos quentes, e sente nojo de Simón toda vez que lembra que é culpa dele. A morena tiras as mãos do pequeno de seus olhos e beija o rosto dele: — Perdão filho, eu não queria fazer isso na sua frente.

- Pode beijar mamãe. Eu espero. Sorri de ladinho.

- Melhor irmos! Diz Matteo com um sorriso. — Chega de beijos e vamos comer!

- Vamos!

Na mansão Álvarez, o piloto da voltas com sua moto em sua pista particular. Soa dentro do capacete, mas é de tanto pensar em alguma vingança. Perdeu a conta de quantas vezes quase foi ao chão junto da moto por não prestar atenção no caminho.

Ao ver sua empregada acenando para chamar sua atenção, Simón revirou os olhos e foi até lá: — O que quer? Já disse que não suporto ser incomodado enquanto estou treinando!

- Senhor Álvarez, a mesma moça da outra vez o espera na sala, aquela loira.

O piloto pendura o capacete na moto e sai caminhando rapidamente até o encontro da loira que o espera.

- O que está fazendo na minha casa de novo? Pergunta Simón impaciente e sentindo seu sangue ferver nas veias.

- Eu que pergunto o que está havendo. Pediu para mim te ligar, e eu liguei, mas você desligou na minha cara! Por que está irritado dessa forma, Simón?

- Não te interessa! Esbraveja. — Agora vai embora antes que eu faça uma loucura!

A loira olha indignada para Simón, óbvio que ela achou que o mesmo sentia algo, mas estava enganada. Agora se sentia usada e também uma estúpida: — E eu achando que você gostava de mim...Que idiota. Mas, tudo bem. Adeus, seu otário.

Essas palavras atingiram Simón de uma forma tão negativa e pesada, que movido a raiva e precisando descontar sua raiva, acertou um tapa muito forte no rosto de Âmbar, tanto que seu corpo caiu ao chão.

A loira voltou a olha-lo com os olhos marejados e o rosto marcado pelos dedos do piloto. Também com raiva, se levantou e devolveu o tapa em Simón.

- Você me bateu sua desgraçada! Cometeu o pior erro da sua vida!

Antes que Âmbar tivesse qualquer reação, foi atingida por um golpe de Simón, que lhe desferiu um soco no rosto. O piloto estava fora de si, começou uma série de agressões contra a loira, que indefesa, não pode se defender. Ele só parou, quando percebeu que a mulher estava inconsiente.

- Amanda!

- Sim senhor Álva...O que aconteceu aqui, meu Deus? Perguntou a empregada totalmente assutada ao ver o corpo da loira esparramado no chão e sangue saindo de seus lábios.

- Ela caiu da escada e se machucou! Prepara um banho quente! Ordenou.

- Claro! A mulher sai apressadamente.

O homem pega Âmbar e leva ao seu quarto, a deitando na cama. Em seguida, caminha tranquilamente até o banheiro onde seu banho o esperava. Já havia passado da hora de buscar Ruggero.

Enquanto isso, Matteo, Luna e o pequeno Rugge se divertiam tomando café da manhã naquela mesma cafeteria onde o casal trocou algumas palavras e olhares.

- Eu vou no banheiro! Volto já! Disse o menino que em seguida corre até os sanitários.

- Lembra daqui, Matteo? Pergunta Luna com um sorriso bobo.

- Sim. Nosso primeiro café! Pena que nesse dia eu não foi o cara mais simpático do mundo...

- Esqueça isso. Pega as mãos de Matteo. — Você está recompensando tudo isso, nunca vi o meu filho tão feliz desde a minha separação com Simón. Nem mesmo comigo, porém veja bem, ele te adora!

- Meu pequeno. Sorri.

Ruggero sai do banheiro e olha para fora da cafeteria pelo vidro. Algo chama sua atenção, mais especificamente uma moto. Ele se aproxima da vidraça e olha fixamente para o homem montado nela: — Papai?

Vendo a expressão de dúvida no rosto do menino, Simón retira o capacete e sorri para ele que logo retribui: — Vem aqui dar um abraço no seu pai, filho!

Como haviam duas portas giratórias, de saída e entrada, o garoto saiu pela porta correta que fica ao fundo da cafeteria e correu ao encontro de seu pai, pulando em seus braços. Na hora uma idéia maluca surge na cabeça do piloto: sumir com Ruggero. Se quisesse mesmo deixar Luna a mercê dele, disposta a qualquer coisa pelo menino, a criança seria o pretexto perfeito para poder ter a Valente para si novamente.

- E aí filhão? Vamos logo pra casa do papai? Tem uma gelatina bem gostosa a sua espera!

- Gelatina? Eu amo! E também tem chocolate?

- Não tem mais eu compro um montão para você! Vamos?

- Mas...Eu não avisei a mamãe. Ela vai se preocupar se eu não for avisar!

- Deixa disso, ela sabe que essa é minha hora de vir te buscar.

- Como sabia que estavamos aqui?

- Tenho lá meus contatos. Pega Ruggero no colo e o põe sentado na moto entre suas pernas. — Agora vamos lá!

Luna olha para seu relógio. Deram exatamente dez minutos que Ruggero deveria ter voltado do banheiro.

- Matteo, poderia ir no banheiro ver o que aconteceu com o Rugg? Estou ficando preocupada já.

- Claro. Ele está demorando mesmo! O moreno se levanta e vai aos sanitários.

A morena olha para o vidro e observa a moto desocupando uma das vagas, porém não consegue identificar que seja de Simón por conta da garoa que deixa o vidro embaçado.

- Luna! O Ruggero não está no banheiro! Matteo aparece assustado.

- Como assim? Não está?

- Não! Eu olhei em todas as cabines e ele não está em nenhuma!

- Meu Deus do céu! Vamos átras dele, agora!

Luna joga uma nota de qualquer quantia na mesa e sai com Matteo para rua. Os dois olham pros lados sem saber por onde começar. O celular do palhaço toca e o mesmo vê que é Gastón, sem poder ignorar a chamada acaba atendendo.

- O que foi? Não posso falar agora!

- Matteo, onde você está? Temos uma apresentação daqui cinco minutos!

- Não vou poder ir! Põe alguém no meu lugar. Desliga na cara do loiro.

O moreno olha pra Luna e vê que a mesma já chora baixo se sentindo desesperada, sem alguma dica pra onde ir. Nem se passa em sua mente que Simón está envolvido. Sem outra opção, Matteo a abraça por trás.

- Calma Luna, vamos encontra-lo. Sussurra.

- Eu estou desesperada, Matteo. É o meu filho!

- Vamos procurar por ali...Se não acharmos a gente vai pro outro lado!

Ruggero chega na casa de seu pai e começa a correr degraus a cima em busca do seu quarto. Sim, pelo menos o piloto teve a ciência de mandar preparar um lugar para o garoto dormir. Antes que chegasse ao seu destino, olha pra dentro do quarto de Simón e vê Âmbar ali deitada e com o rosto ferido.

- Moça? Moça o que aconteceu? Ele chama pela loira após se aproximar.

Aos poucos, ela foi abrindo seus olhos e chorando de dor segurou as mãos do garoto: — Garoto, da no pé...Seu...Seu pai está...Está fora de si...Pode te bater também. Corre...Some daqui.

Amedrontado, Ruggero aproveita que Simón está na pista e sai correndo porta a fora.

- SENHOR PALHAÇO! MAMÃE! EU ESTOU AQUI! Gritou. O garoto mal sabia onde estava, mas de uma coisa tinha certeza: Encontraria seu melhor amigo e sua mãe. Portanto começou a caminhar sem rumo.

Um carro vinha no fim da rua a toda velocidade. Freiou bruscamente assim que viu Ruggero. O garoto se virou e sorriu ao ver Matteo correndo em sua direção.

- Ruggero! Meu Deus, Ruggero! Onde você se meteu menino? Pega o garoto no colo e o aperta sobre si. — Sua mãe e eu ficamos tão preocupados!

- Desculpa senhor palhaço...

- Filho!! Luna abraça o garoto em prantos. — Por que saiu sem avisar meu amor? Não faz mais isso por favor!

O celular de Matteo começa a tocar novamente, e entregando Ruggero para Luna foi atender: — Oi Gastón, não se preocupe! Já estou indo!

- Não, Matteo. Você não precisa mais vir. O espetáculo foi um desastre...Pode pegar suas coisas e sumir daqui. Está demitido.


Notas Finais


Gostaram?
Odiaram?
Obrigado por lerem.
E...CORTA.


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