História O Passado Entre Cinzas (Imagine Oh Sehun - EXO) - Capítulo 32


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Categorias Big Bang, Black Pink, EXO, Got7, Red Velvet
Personagens Baekhyun, BamBam, Chanyeol, Chen, D.O, D-Lite (Daesung), G-Dragon, Irene, Jackson, JB, Jennie, Jinyoung, Jisoo, Joy, Kai, Kris Wu, Lay, Lisa, Lu Han, Mark, Personagens Originais, Rosé, Sehun, Seulgi, Seungri, Suho, T.O.P, Taeyang, Tao, Wendy, Xiumin, Yeri, Youngjae, Yugyeom
Tags Bruxos, Exo, Ficção, Imagine, Imagine Exo, Imagine Oh Sehun, Imagine S/n, Imagine Sehun, Kpop, Magia, Mii_sarah, Mistério, Mitologia, Oh Sehun, Sehun, Universo Alternativo, Você
Visualizações 127
Palavras 1.706
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente kk
Fiquei vendo alguns vídeos de curiosidades no Youtube e acabei perdendo o horário, mas não queria furar meu compromisso com vocês, então vim aqui postar capitulo atrasadíssima e com o PC travando mesmo. :')

Boa Leitura <3

Capítulo 32 - Nossa história existia desde sempre


P.O.V (S/n) On

 

   No final de semana fui para a casa de meus pais, explicar tudo que havia ocorrido. Meu pai se sentiu culpado por não ter me falado sobre a Ekdíkisi, mas também se orgulhou de mim assim como a minha mãe. Praticamente meus pais não sabiam que eu tinha a Energia Natural nivel°3, minha mãe pensava que, por eu ser uma garota, ficaria com os mesmos elementos que ela, porque geralmente é isso que acontece com os magos, seus filhos copiam apenas o DNA de seu gênero –se for menino, pega os genes do pai. E se for menina, os da mãe– os passando igualmente de geração para geração.

   Depois de relatar tudo com meus pais, fomos até a o colégio relatar isso à diretória. Era estranho o jeito que todos tratavam minha família lá, pois era como se fossemos da realeza. Meus pais ficaram horas conversando com a diretora e resolveram passear pelo colégio para lembrar-se dos velhos tempos. Seria cômico se não fosse entediante.

 

Mãe –Tchau filha! –Ela e meu pai me abraçaram.

Pai –Espero que não ocorra mais nada de tão perigoso. –Separamos o abraço e meu pai me deu um selar na testa. –Da próxima vez, não tente resolver tudo sozinha. –Assenti.

Mãe –Sim, não seja orgulhosa como seu pai. –Colocou uma mecha de meu cabelo para trás.

Pai –Ei! Eu não sou orgulhoso! Eu sempre pedia ajuda pra você! –Sorri vendo os dois começarem uma discussão idiota.

Mãe –E por causa disso sempre nos envolvíamos com problemas. –Arqueou sua sobrancelha.

Pai –Você era a única pessoa que eu confiava, porque eu sabia que não estava comigo por causa da minha fama. –Minha mãe sorriu, assim como eu, que observava os dois.

Mãe –Obrigado querido, mas isso não justifica aquela vez em que ficamos presos e você não quis pedir ajuda porque “Tudo estava sobre controle”. –Me segurei para não rir da cara que meu pai fez.

Pai –Mas eu consegui tirar a gente de lá. Isso é o que importa. –Cruzou seus braços.

Mãe –Se tivesse parado de ser orgulhoso e chamado ajuda, nós não ficaríamos oito horas presos lá. –Também cruzou seus braços.

 

   Era hilária a capacidade dos meus pais de discutir por besteiras. Mas eles se amavam acima disso, e eu acho fofo essas discussões, pois sempre terminavam com os dois se desculpando da maneira mais melosa possível.

   De repente senti um braço se envolver em minha cintura. Já conhecia seus toques suaves e ao mesmo tempo firmes. Era Sehun.

 

Sehun –Oi! –Selou nossos lábios, aprofundando o beijo em seguida.

–Oi! –Falei assim que separei nosso beijo. Em seguida ele me abraçou por trás.

Pai –Aff (S/m), eu já pedi desculpas. –Eles ainda estavam discutindo. Eu e Sehun sorrimos.

Mãe –Choi Seung-hyun! Você é insuportável! –Meu pai sorriu. Ele adorava deixa-la irritada. Ele dizia que ela ficava muito fofa assim. –Tudo bem... Eu te desculpo. –Dessa vez meu pai deu um sorriso mais aberto, roubando um beijo de minha mãe. –Para! Não quero deixar a (S/n) constrangida! –Olhou em nossa direção. –Ui! Quem é esse gatinho? –Correi ao ouvir sua pergunta.

–Mãe! –Chamei sua atenção, escondendo meu rosto com minhas mãos. Sehun e minha mãe riram.

 

   Era incrível como minha mãe mudava de ideia rapidamente. Ela não queria beijar meu pai na minha frente para não me constranger, e logo após ela me fala uma coisa dessas.

 

Mãe –Não sabia que tinha um namorado. –Fez uma cara maliciosa.

Pai –Muito menos eu! Quando iria nos contar? –Arqueou uma sobrancelha.

–Eu e Sehun não somos namorados. –Falei os espiando entre os dedos.

Pai –Quais suas intenções com minha filha? –Retirei minhas mãos do rosto, vendo meu Pai enviar um olhar mortal para Sehun.

 

   Tirei seus braços de minha cintura, me colocando ao seu lado. Sehun segurou minha mão. Ele estava vermelho e sua mão suava frio. Sorri vendo o nervosismo do maior.

 

Sehun –E-eu amo sua filha, senhor Choi. –Sorriu. –Quero me casar com ela. –O olhei surpresa. Sehun me encarou e sorriu, apertando mais minha mão.

Mãe –Own, que fofo. –Sorriu entreolhando nós dois. –Por que você não era assim? –Deu um tapa no braço de meu Pai.

Pai –Eu era tímido. Mas de uma coisa eu tenho certeza. –Puxou minha mãe pela cintura. –Eu te amava, te amo e sempre vou te amar. –Dei um selar no nariz de minha mãe.

Sehun –Vocês são muito fofos juntos. –Sorriu e me encarou em seguida. –Espero que o nosso amor dure pra sempre também. –Me abraçou, fazendo-me se aconchegar em seu peito.

 

   Tudo relacionado ao Sehun me trazia conforto. Eu também quero que nosso amor dure para sempre, mas sou um tanto tímida para confessar isso.

 

Pai –Então você realmente ama a minha filha? Hum...

Sehun –Sehun. Oh Sehun. –Me separei de seu abraço para poder encarar meus pais. Sehun me abraçou de lado. –E sim, eu amo muito sua filha. –Sorriu tímido fitando o chão, como se lembrasse de algo. –Eu morreria quantas vezes for preciso por ela. –Minha mãe alargou seu sorriso. A esse ponto já estava lutando com meus sentimentos para que meus olhos não marejassem.

Pai –Acho que eu realmente posso confiar em você. –Sorriu. –Mesmo que você ame tanto minha filha como diz, não se apresse tanto. Vocês ainda estão no segundo ano do ensino médio, é muito cedo para se pensar em casamento. –Deu uma risada curta. Sehun apenas assentiu.

Mãe –Você fala isso, mas fomos iguais com meus pais. –Meu pai sorriu tímido coçando sua nuca. –Bem... É melhor voltarmos para casa. –Ele assentiu.

Pai –Aproveitem o dia de amanhã para desenrolar esse relacionamento de vocês. –Passou a analisar Sehun. –Parando pra pensar agora, eu me lembro de você de algum lugar. –Eu e Sehun o encaramos confuso.

Mãe –Sim, verdade. –Deu uma pausa, aparentando pensar. –Ahh! Lembrei!! –Exclamou alto. –Amor, você se lembra dos Oh? Nossos primeiros vizinhos! –Meu Pai franziu o cenho, mas logo fez uma cara de surpresa.

Pai –Agora eu me lembrei!! Se não estivermos enganados, vocês eram nossos vizinhos! Você e (S/n) viviam colados. –Sorriu.

Mãe –Verdade! Sehun vivia falando que um dia vocês dois iam se casar e iriam ter muitos filhos. –Meu Pai fez uma careta, Sehun corou, eu sorri e minha mãe riu. –Era muito fofo! Vocês até tinham um colar da amizade, que era dividido entre Yin e Yang. O Sehun vivia dizendo que a (S/n) era a luz que iluminava ele, e por isso ele deu o colar com Yang pra ela. –Sorriu e olhou para meu pai que concordou.

 

“Pelo visto nossa história já existia, praticamente, desde sempre.”

 

Pai –Chega de enrolar. Precisamos ir mesmo! –Olhou seu relógio de pulso.

Mãe –Até mais! –Me abraçou e em seguida Sehun.

Pai –Tome conta da minha filha, okay? –Sehun assentiu.

–Até mais! –Foram se afastando, acenando de longe.

 

   Tanto eu quanto Sehun ficamos em silencio. Estávamos um tanto tímidos.

 

Sehun –Hum... –Coçou a nuca num ato de nervosismo. –Q-que tal irmos ao jardim? –Assenti.

 

   Novamente Sehun segurou minha mão, nos conduzindo até o jardim.

   Ao chegarmos lá, nos sentamos embaixo de uma árvore. O barulho das folhas colidindo entre si ao vento me deu uma tremenda vontade de fechar os olhos, e assim que realizei o feito, sentir a brisa do vento em meu rosto me trouxe uma estranha sensação de nostalgia. Respirei fundo, começando a ouvir sons de pássaros a cantar uma melodia suave. Sehun colocou algo atrás da minha orelha, que deduzi ser uma flor. Abri meus olhos lentamente, logo voltando o olhar para seus olhos, que me encaravam de maneira tão intensa que me deixou envergonhada, fazendo-me fitar o chão. Sentia meu rosto quente, indicando que iria começar a ruborizar.

   De repente senti seus dedos em minha face, e então o encarei.

 

Sehun –Você fica muito fofa quando está tímida. –Tirei sua mão de meu rosto, colocando as minhas no lugar e escondendo meu rosto. –(S/n)-ah. –Falou de forma serena, tirando minhas mãos de meu rosto lentamente. –Posso te fazer uma pergunta? –Posicionou uma de suas mãos em minha bochecha.

–Claro. –Sorri. Estava sentindo todo meu corpo transbordar ansiedade.

 

   Um frio na barriga me atingiu, e em seguida uma sensação de preocupação.

 

Sehun –... –Respirou fundo, em seguida sorriu de forma serena, deixando-me mais calma e fazendo-me se sentir acolhida. –Você já ouviu falar da lenda do Fio Vermelho do Destino? –Me surpreendi com sua pergunta, logo negando. –A lenda diz que... Não importa quantos relacionamentos tenhamos, apenas sentimos o amor verdadeiro com a pessoa que estiver na outra ponta de seu Fio Vermelho. –Ele sorriu. –Quanto mais longo e embolado for o fio, mais problemas as duas pessoas terão em se encontrarem e ficarem juntas. –Acariciou meu rosto. –Eu tenho certeza absoluta de que você quem está do outro lado de meu Fio Vermelho. –Fazia um esforço grande para controlar o marejado dos meus olhos. –Nosso fio já foi muito longo, e estava mais embolado que fones de ouvido recém-tirado dos bolsos. –Sorri com seu comentário. –Mas agora ele está curto o suficiente para podermos ficar juntos. –Isso foi a gota d’água para que meus olhos marejassem. –(S/s) (S/n), eu te amo. –Sorri timidamente.

 

   Ele veio se aproximando lentamente, enquanto eu senti meu estomago transbordando borboletas. Timidamente selou nossos lábios, aprofundando o beijo calmamente. Minhas mãos foram de encontro ao seu peitoral, se apoiando naquele local. O moreno colocou suas mãos em minha cintura, e a fins de aproximar nossos corpos me fez sentar em seu colo. Levei uma de minhas mãos ao encontro de sua nuca, puxando minimamente os pelos daquele local e mantendo minha outra mão em seu peitoral.

   Fazíamos tudo sem presa alguma, aproveitando cada segundo que nos estava sendo proporcionado. A falta de ar se fez presente, nos fazendo separar os lábios, reajustando a respiração calmamente.

   Sehun inclinou seu corpo para frente, me deitando sobre a grama do jardim. Envolvi seu pescoço com meus braços, mantendo o contato visual. Seu olhar intenso me fazia estremecer, ao mesmo tempo em que me fazia sentir-se segura. Sabia muito bem que toda vez que estiver ao seu lado, não precisaria temer nada ou ninguém.

 

–Eu também te amo, Oh Sehun. –Ambos sorrimos um para o outro.

 

CONTINUA...


Notas Finais


E o capitulo de hj foi esse ^^'
Terça que vem tem mais um capitulo.
Espero acabar essa história esse ano ainda ^-^
Se gostarem favoritem e comentem o que estão achando até agora ;)

Annyeonghi Gaseyo ♥


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