História O Passado Nunca Morre - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Homem-Aranha
Personagens Abutre, Duende Verde, Electro, Lagarto, Mary Jane Watson, Personagens Originais, Peter Parker, Tia May
Tags Amizade, Aventura, Comedia, Drama, Home Coming, Homem Aranha, Luta, Peter Parker, Tom Holland, Tragedia
Visualizações 63
Palavras 1.264
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Bobo da Corte


Peter

Estava soltando teias até o apartamento da Amy. Além do mais, iria deixar o dinheiro que devo a ela e talvez até conversar.

Ela não estava no quarto, e eu sabia que a dona Meredith e o Michael estavam trabalhando. Então eu fui na janela da sala e vi uma coisa... julguem vocês o que acham disso.

- Você tem tendência a ser psicopata, você sabe disso, não sabe? - Um CARA que estava DEBAIXO DA AMBERLY, falou.

- Ah, desculpa, eu volto outra hora. - Falei sem pensar.

- Aranha? - Amberly fez uma cara de surpresa ao me olhar. 

- Ahn... Parece que você está ocupada né? Então... - Falei já pronto para sair dali.

- Não, não, não. Não é o que você está pensando! - Sem comentários. - Que droga, Max!

E então, ela fez uma das coisas mais legais que já a vi fazer. Ela sem nenhum problema, meteu um soco no pescoço do cara, o que o fez desmaiar. E ela saiu de cima dele e respirou ofegante.

- Acho que... precisamos conversar. No meu quarto. - Ela falou sinalizando para subirmos. - Mas primeiro, você pode botar o cara na parede?

- Ah... Claro! - Eu disse. - Só... segura enquanto eu faço minha mágica.

- Tá, beleza. - Ela segurou o cara debaixo dos braços e o arrastou até a parede, enquanto soltava minhas teias. - Vamos.

Ela subiu na frente e eu fui logo atrás. Depois que eu entrei, ela fechou a porta.

- Olha, eu posso explicar tudo, ok? Ta bom, tudo não, mas algumas coisas. - Ela estava parecendo desesperada, sério mesmo.

- Não precisa, sério. Eu só vim deixar o 30 dólares que tinha que te dar. - Tiro o dinheiro da roupa e deixo em cima da mesinha dela. Ficamos em silêncio até eu falar novamente. - Ok, eu quero entender tudo.

- Certo... Por onde eu começo... Ah! Pelo cupcake. Ok. Eu sei exatamente quem foi que deixou o cupcake quimicamente mudado, e eu não queria que o Peter investigasse isso, porque ia dar ruim. E a mesma pessoa que foi responsável pelo cupcake quimicamente mudado, foi a mesma pessoa que mandou aquela peste me seguir. E não sei se você ouviu a parte dos cadarços, mas é que a mesma pessoa, me ensinou a... - Ela fez uma pausa. - Lutar, roubar, assassinar, espionar, investigar, analisar. - Ela falou tudo rápido, quase não deu para entender.

Pera, ela falou ASSASSINAR?! Eu tenho uma amiga que sabe matar. Eu. Tenho. Uma. Amiga. Que sabe. Matar. EU TENHO UMA AMIGA QUE SABE MATAR PESSOAS!

- Eu... Eu não tinha escutado a parte dos cadarços. - Revelo.

- Puta merda.

- Olha... Eu não estou assustado, ok? Eu sou um super-herói, e super-heróis não ficam assustados. - Gesticulo com as mãos.

- Não precisa mentir para mim. Eu mesma estou assustada. - E ela começa a andar de um lado para o outro.

- Relaxa, não precisa se preocupar... - Tentei acalmá-la.

- Na verdade, preciso sim. Mas eu vou resolver tudo. Vou resolver isso, e ninguém vai sair morto, certo? - Ela fala sorrindo parecendo uma... psico... desculpe, isso é maldade.

- Acho que sim, mas... Quem te ensinou aquelas coisas? Lutar, espionar... - Quis saber.

- Meu pai.

- E por que seu pai te ensinaria isso? E por que ele te daria um cupcake quimicamente mudado?

- Porque... Porque ele faz essas coisas. Quando eu era menor, ele criou essa substância que desmaiava as pessoas, e as deixavam fracas. E quando eu cresci mais, ele começou a me ensinar coisas, coisas estranhas. E eu gostava disso... Porque ele era meu pai, e ele cuidava de mim, me protegia, quando tinha algum problema na escola ele resolvia... Mas ele me traiu. - Fingi que não vi ela limpando as lágrimas. 

- Amberly... Quem é o seu pai? 

Por favor, que não seja o que estou pensando.

- Você lembra do Bobo da Corte? Que sempre que ele fazia algum crime, tinha um desenho de um bobo da corte em algum lugar? O cara que matou vinte pessoas, incluindo crianças?

Ferrou.

- E-eu lembro sim...

- Pois é. Lhe apresento o meu pai, mais conhecido como Bobo da Corte.

Estava um silêncio total até se ouvir o som de algo quebrando no andar de baixo. Amberly foi mais rápida e desceu as escadas na minha frente.

- Merda. Merda. Merda. Merda. Merda. - Ela repetia várias vezes enquanto andava. - Será que tem alguma possibilidade de ele ainda estar aqui dentro?

Antes mesmo, de responder, o celular da Amberly toca, me fazendo dar um pulo.

- Eu não me assustei, ok?

- Calado, é a minha mãe. 

Ela foi para a cozinha para ter mais privacidade e eu fiquei na sala. Sentei no sofá e observei os porta-retratos na prateleira do lado da TV. Eram sempre fotos com Amy e a mãe dela, algumas com o Michael, eles no Natal... Certamente eram uma família bonita.

- É... Parece que vou ficar sozinha hoje. - Ela senta na poltrona. - Minha mãe o Michael só chegam de madrugada ou até mesmo de manhã. - Mas esquecendo de tudo que aconteceu até agora, por que veio aqui?

- Ah, eu queria que desse uma olhada em uma coisa pra mim. - Falo.

- O que seria essa "coisa"? - Pergunta ela interessada.

- Uma coisa muito legal, e acho que você vai gostar.

- Legal. E cadê? 

- Onde tá mesmo? - Perguntei a mim mesmo. - Ah, eu deixei pendurado lá fora. Vou pegar. - Apoio na janela e tiro a teia da "coisa". - Fecha os olhos! - Gritei animado.

- Tudo bem! - Vejo ela cobrir os olhos com a mão e fiquei em pé em frente á ela.

- Agora pode abrir.

- Não. Creio. ISSO É UMA ARMA DE GELO! - Ela grita entusiasmada e surpresa.

- Na verdade é um protótipo de uma arma.

- Tanto faz. MAS É UMA ARMA DE GELO.

- Sim, é. 

- Certo, mas o que você quer saber sobre ela?

- Quero saber os graus e os tipos de danos que ela pode causar a mim, se tiver. Pode fazer isso?

- Claro, mas sabe do que eu preciso. - Ela cruza os braços.

- Eu não tenho mais dinheiro, ok?

- Não é dinheiro seu idiota! - Ela ri. - Eu preciso do meu laboratório.

- O laboratório da escola, você quer dizer.

- É tudo a mesma coisa, vamo lá!

- Certo, vem aqui na janela. - Me posiciono na janela e espero a garota vir até mim. - Agora, se segura em mim. - Falei.

- Ok. - Ela abraça meu peito com força.

- Vai ser igual a última vez. Você se lembra né?

- Sim, é só fechar os olhos e...

Mal a deixo terminar e já começo a soltar teias nos prédios e balançar.

- Uh... Uh... Isso é tão clichê. - Ela fala rindo.

- Clichê? Isso é legal! E você que sabe manusear um cadarço para matar pessoas? Isso sim é clichê. - Entro na brincadeira.

- Não não não. Nada é mais clichê que... - E em segundos, ela não está mais em meus braços. - Puta merda, eu estou caindo! - Ela grita enquanto se afasta mais e mais.

Merda. Merda. Merda.

- Vai! - Soltei uma teia.

- Sua mira é horrível! - A garota está caindo de vários metros, e ainda fala da minha mira.

- Vai, vai! 

 Soltei uma teia em direção ás costas dela. Por pouco, por bem pouco mesmo, que ela não caia direto no chão. Subi no topo de um prédio e comecei a puxar a teia.

- Urgh, quase que eu morro. Eu tô tremendo. - Ele me mostra sua mão.

- Eu nunca vou te deixar morrer. - Sorrio por dentro da máscara.

- Promete?

- Sim, eu prometo.


Notas Finais


Heeey! ^-^

Tudo bem com vocês?

Então, eu espero muitíssimo que tenham gostado do capítulo, demorou um pouco para sair mas saiu! Haha

Comentem oq acharam do capítulo e não hesitem em falar algo em que eu posso melhorar, ou alguma dica.

Favoritem para sempre ficarem sabendo quando saiu capítulo, e compartilhe para os seus amigos!

Então é isso, obrigada por lerem e tchau! 💙


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