História O Passado Nunca Morre - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Homem-Aranha
Personagens Abutre, Duende Verde, Electro, Lagarto, Mary Jane Watson, Personagens Originais, Peter Parker, Tia May
Tags Amizade, Aventura, Comedia, Drama, Home Coming, Homem Aranha, Luta, Peter Parker, Tom Holland, Tragedia
Visualizações 70
Palavras 1.540
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Armadilha


Amberly

- Peter, Ned, o que vocês acham da gente sair hoje? 

- Ah, seria legal. - Ned fala.

- Concordo. Pra onde? - Peter pergunta.

- Pode ser naquela lanchonete perto da praça? Eu adoro os hambúrgueres de lá! - Falo animada.

- Tudo bem.

- E ah! Hoje eu não vou voltar com vocês, ok? Tenho... clube de robótica! Mais tarde eu ligo pra vocês! - Falo saindo indo em direção ao meu refúgio.

Já fazia duas semana que eu estava na cidade nova, eu já estava quase acostumada. E desde o dia do Max, nunca vi mais nenhum sinal do meu pai. E não sei ao certo se isso era bom ou ruim.

- Vem aqui belezinha... - Murmurei ao tirar o protótipo da mochila.

- Olha a cientista maluca em seu habitat natural. - Uma voz carregada de sarcasmo fala.

- Sai daqui... Você não tem inteligência nem para passar em Física. - Disse revirando os olhos. - Pelo menos eu uso o meu cérebro para coisas legais.

- Ah, a princesinha se achando que é a inteligentona como sempre.

- Eu não me acho, Mary Jane. Eu sou. - Disse rindo e a olhando.

Eu tô adorando isso, perdoem-me se isso for errado.

- Você é uma inútil mesmo, não é, Amberly?! Talvez você possa conseguir tudo mesmo, com excessão da sua paixonite. E isso, eu posso conseguir. - Ela diz com uma cara de "eu te peguei".

- Faz o favor e sai daqui. - Pedi gesticulando com a mão.

- Você não pode me obrigar. - Ela sorriu travesso.

- Cara, vai embora daqui logo. - Eu disse a empurrando na parede.

- Você tem problema na cabeça né?! Eu hein. - E ela sai.

- Eu não estou ficando louca. Eu não estou ficando louca. Eu não estou ficando louca. - Repeti várias vezes com as mãos no rosto. - Quer saber? Eu vou pra casa. Depois eu arrumo isso.

Peguei tudo e joguei na mochila. 

- Pela estrada fora, eu vou bem sozinha, levar esses doces para vovozinha. - Vou contarolando enqualto saltito alegremente em direção ao prédio. - O Halloween tá chegando né... Legal.

Assim que chego no apartamento, vejo um papel em cima da mesa de centro.

Amberly, se você arrumar o seu quarto, tem uma supresa para você. Assim que terminar, um bilhete dizendo onde está a surpresa, você vai achar.

Beijos, Mamãe

Ah, ótimo! Meu quarto não está tão desarrumado assim.

Oh Deus...

- Mas que droga... 

Pego meu celular e coloco para tocar uma música, logo depois deixando o aparelho na cama.

- É disso que eu tô falando!

Grito animada começando a dançar e a tirar coisas do chão.

- Uh! - É o som que faço assim que me viro, e dou de cara com o vermelhinho.

- Hola muchacha!

Ele pega minha mãos e as posiciona com se fosse uma dança.

- Me concede esta dança, princesa? - Ele pergunta.

- É claro, senhor... Aranha.

E assim, começamos a dançar como naqueles filmes, que as pessoas dançam aquela dança que eu acho maravilhosa. Acho que se chama salsa, aquela da flor na boca, certo?

- Perdoe a minha habilidade de dança. - Digo rindo.

- Relaxa, não somos dançarinos profissionais. Isso é só uma diversãozinha. - Escuto ele rir.

E ao final da dança, ele faz aquele famoso passo. Vocês já sacaram qual é.

- Wow... Faz tempo que eu não dançava assim. - Murmuro.

- Qual foi a última vez?

- Há uns anos atrás.

- Ah sim... Acho que... Nem lembro a última vez que dancei. - Ele ri baixo. - Mas só falta uma coisa nessa dança.

- O quê? - Perguntei confusa.

- O beijo.

- Sai seu pedófilo. - Brinco rindo tentando sair de seus braços.

- Você acha que eu tenho quantos anos, garota? - Ele pergunta fingindo indignação.

- Falando sério agora, acho que tem uns dezoito pra baixo.

- Pois bem. - Ele me puxa para mais perto e levanta sua máscara acima de sua boca. - Que comece o show.

*

- Por que viemos aqui mesmo? - Ele pergunta andando entre as gramíneas.

- Para testar a arminha. - Digo andando. - Por isso que escolhi esse lugar sem árvores, no meio do nada.

- Eu acho que fiquei louco quando aceitei isso.

- Relaxa, não vai acontecer nada de mais. - Paro num lugar. - Vou fazer um breve resumo disso. - Faço uma pausa. - Esse "protótipo", por mais que seja chamado assim, é consideravelmente perigoso. Não chega a ser incrivelmente perigoso mas é perigoso. Enfim, se uma pessoa disparar em alguém, consequentemente o gelo em grande escala irá meio que impedir a circulação do sangue e depois você já sabe o que acontece.

- Sim, eu sei. 

- Pois bem. Esse seu uniforme foi... realmente criado por um verdadeiro gênio! E graças aos cuidados que ele ou ela teve para criá-lo, o gelo demoraria mais para atingir a sua pele.

- Quanto tempo?

- Hum... Dois minutos e meio. 

- Então... se o uniforme fosse atingido, eu teria dois minutos e meio para tirá-lo?

- Exato! Continuando... E se uma pessoa disparasse no seu lançador, ele iria ser completamente afetado. Porque não é como nos desenhos, que quando algo é congelado inteiramente, é só bater pra quebrar o gelo e o objeto estará perfeitamente bem. Se o gelo, que tem um altíssimo nível de hidrogênio, atingir o seu lançador, bye bye teias pra você.

- Mas conseguiria fazer outro, certo?

- Sim, claro. Só que, logicamente a pessoa que fez que teria de fazer um novo, e isso já não seria mais problema meu.

- Ok, agora que já me explicou, vamos fazer o que viemos fazer. 

- Certo... Olhe bem. - Apontei a arma e disparei uma considerável quantidade de gelo no chão á uma distância boa. - Dá pra perceber que a área em volta também foi afetada, mais ou menos no raio de dez centímetro. E pode ser até mais. Agora... você pode cavar? 

- Tipo, cavar...?

- É, cavar. Eu só corto as bordas e você tira o restante, pode ser?

- Sim, claro.

Com uma faca que eu carregava na mochila, fiz uma linha envolta de todo o lugar que foi afetado.

- Agora... você pode... 

Fiz o gesto de puxar e ele lançou uma teia e puxou a terra.

- Como você pode ver, toda a terra por dentro foi... afetada também. E tem formigas mortas, minhocas... Acho que já deu para perceber o estrago que isso faz.

- Mas se isso é um protótipo...

- O projeto final pode ser bem maior. - Murmuro fitando o chão.

- Amberly, fica atrás de mim. - Ele diz me empurrando pra trás.

- O que? Por que? - E aí que eu percebi

Tipo, uns doze caras estavam fazendo uma roda em torno de nós. Todos com armas. Tipo, armas mesmo, sabe? Balas de atirar. Merda.

- Eu preciso de alguma coisa pra jogar. - Disse para o Aranha sem tirar os olhos dos homens.

- Não, fica quieta que eu resolvo isso. - Ele respondeu ignorante.

- Eu preciso de uma coisa pra jogar, droga! Qualquer coisa mesmo, um grampo, clipe, algum anel.

- Cadê a faca que você estava na mão agora?

- Tá no buraco.... - Ele solta uma teia e me entrega a faca.

- O que vai fazer?

- Só... cala. 

 Mirei e joguei a faca bem no pescoço de um. Ótimo, faltam onze.

- Como você fez isso?!

- Com a mão, agora vamos dar um jeito nesses caras.

- Eles tem armas, nós não. Armas de atirar balas.

- É só... correr!

E assim saí de trás do herói e fui para a luta. A adrenalina estava percorrendo todo o meu corpo.

-  Haya! - Gritei assim que pulei nas costas de um.

Fiquei dando chutes nas pernas dele até ele cair, e após isso, rolei para a frente e dei um chute certeiro no meiozinho da cara dele, o fazendo desmaiar. Faltam oito, sendo que o Aranha pegou dois.

Corri em direção á outro que atirava sem parar. Dei uma rasteira e fiz ele sentar em cima das pernas.

- Você vai me dar isso. - Peguei a arma da mão dele e coloquei entre as minhas pernas. - Adeus. - E virei o pescoço dele.

Sete!

Peguei a arma do chão e olhei travessa para dois que estavam com suas armas apontadas para mim.

- Eu sei que sabem quem eu sou. E por isso, não deviam ter vindo.

Atirei no peito de um antes que pudesse fazer qualquer coisa. Abaixei rapidamente e mirei na mão do outro cara e atirei.

- Ahhhhhh! Minha mão! Sua filha da puta! - O cara gritava de raiva ao longo que eu ia caminhando até ele.

Peguei a mão que estava sangrando e a virei totalmente, ao longo que o homem gritava de dor. Isso era música para os meus ouvidos.

- Quero ver você atirar de novo. - Disse largando o braço do cara e me afastando um pouco.

- Amberly, já chega. - O Aranha disse vindo até mim. Reparei que os que ele pegou, estavam amarrados entre si. - Você matou todos?

- Eu... eu... eu não matei todos... Só... só três, não foi?

- AI MEU DEUS, VOCÊ ESTÁ SANGRANDO! - Ele gritou preocupado.

Eu estou sangrando mesmo?

- Pelo... pelo menos eu matei o idiota. - Dei um sorriso meio abobado. - Mas... não conta... pra minha mãe. Eu preciso de... um hospital.

É isso que dá correr em direção á um cara que está com uma arma carregada, e atirando por todo lado. Parabéns Amberly, você está virando uma mini-assassina.



Notas Finais


Heeey pessoas!

Desculpem a demora, eu ia postar antes, só que acabei tendo uma enxaqueca daquelas e só Deus na causa. E em compensação, fiz o capítulo maiorzinho <3. Mas enfim, o capítulo saiu, e espero que tenham gostado!

Comentem oq acharam do capítulo e se possuem alguma dica ou sugestão, para que eu possa melhorar mais e mais, por vocês! ^-^

Favoritem para não perderem nenhum capítulo e compartilhem para todos os seus amigos!

Então é isso, obrigada a todos por lerem e até mais! 💙


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