História O Passado Obscuro - Capítulo 8


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Categorias Harry Potter
Personagens Alastor Moody, Alvo Dumbledore, Argo Filch, Ariana Dumbledore, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Barão Sangrento, Bellatrix Lestrange, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Cedrico Diggory, Cho Chang, Córmaco Mclaggen, Cornélio Fudge, Dino Thomas, Dobby, Dolores Umbridge, Dorcas Meadowes, Draco Malfoy, Duda Dursley, Ernesto Macmillan, Evan Rosier, Fílio Flitwick, Fleur Delacour, Fred Weasley, Fred Weasley Ii, Gellert Grindelwald, Gina Weasley, Godric Gryffindor, Grope, Gui Weasley, Harry Potter, Helena Ravenclaw, Hermione Granger, Horácio Slughorn, Ignoto Peverell, Jorge Weasley, Katie Bell, Kingsley Shacklebolt, Lilá Brown, Lílian Evans, Lino Jordan, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Ministro Milicent Bagnold, Molly Weasley, Mundungo Fletcher, Murta Que Geme, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Nymphadora Tonks, Olívio Wood, Padma Patil, Pansy Parkinson, Parvati Patil, Pedro Pettigrew, Penélope Clearwater, Percy Weasley, Personagens Originais, Petunia Dursley, Poppy Pomfrey (Madame Pomfrey), Regulus Black, Remo Lupin, Rita Skeeter, Ronald Weasley, Rowena Ravenclaw, Rúbeo Hagrid, Salazar Slytherin, Severo Snape, Sibila Trelawney, Simas Finnigan, Sirius Black, Ted Lupin, Theodore Nott, Tiago Potter, Tom Riddle Jr., Valter Dursley, Viktor Krum
Tags Ação, Aventura, Magia, Revelaçoes, Romance
Visualizações 99
Palavras 1.202
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey Guys!
Como vão?

Espero que gostem do capítulo!
Lembrem-se que a Fanfic está em revisão, portanto este capítulo já está corrigido e os que o antecedem também.

Obrigada por ler as Notas Iniciais!

Até lá embaixo <3

Capítulo 8 - Segura esse gato!


Fanfic / Fanfiction O Passado Obscuro - Capítulo 8 - Segura esse gato!

Pov. Mary Holling

Abri os olhos assustada, me impulsionei para frente, ficando sentada. Pisquei os olhos várias vezes, tentando fazer com que se acostumassem com a claridade do local, que reconheci ser a Ala Hospitalar. Não conseguia me lembrar o motivo de estar ali.

Virei o meu rosto para o lado e me deparei com Sebastian. 

— Que bom que você acordou. — Ele disse esboçando um sorriso, e se levantando. 

— Você que me trouxe? — Perguntei, confusa. 

— Bem, sim...Eu percebi que você ia desmaiar, então...

Girei meu corpo, ficando de frente para ele.

— Quem era aquela mulher, Mary?

— Se eu dissesse que não sei, acreditaria? 

— Eu sempre vou acreditar em você. — Ele disse me fitando com o olhar, e agarrando minhas mãos.

— Sabe, minha mente está muito atormentada ultimamente...

— Isso é muito estranho. Como pode ter medo de alguém que não sabe quem é?

— Não faço ideia. — Disse, encolhendo os ombros. 

A Madame Pomfrey, a enfermeira, retornou.

— Que bom que já está acordada, querida. — ela disse. — Não se preocupe, foi apenas um susto com o bicho-papão. Pode seguir para as suas aulas normalmente. 

— Está bem. 

— Pode ajudá-la, querido?  — Perguntou Madame Pomfrey por último, antes de se retirar novamente. 

— Claro. 

Sebastian me entregou a minha mochila, e juntos saímos caminhando pelos corredores. 

XXX

Não demorou nada para que a minha matéria predileta fosse Defesa Contra as Artes das Trevas. Na verdade, a matéria favorita de todos era Defesa Contra as Artes das Trevas. Somente Draco Malfoy criticava o Professor Lupin.

Depois de estudarmos sobre os bichos-papões, aprendemos sobre os barretes vermelhos. Criaturinhas que lembram duendes e que sempre rodeiam lugares onde ocorreu derramamento de sangue. Depois, aprendemos sobre Kappas, seres aquáticos que lembram macacos com escamas. 

Eu havia me aproximado muito de Sebastian, fazíamos muitas atividades juntos nos nossos tempos livres, como estudar. 

A Professora Trelawney, que leciona Adivinhação, já estava me deixando possessa, porque todas as vezes que me via seus olhos se enchiam de água, e a mesma coisa se repetia para Harry. 

Ninguém gostava da aula de Trato das Criaturas Mágicas. Hagrid parecia ter perdido a confiança em si mesmo depois da primeira aula. Passávamos aulas e aulas aprendendo a cuidar de vermes, o que não era nada interessante. 

Em meus pesadelos, aquela mulher misteriosa tornava a aparecer, apenas gritando e chorando. Era tudo muito apavorante e doloroso, um alívio sempre tomava conta de mim ao despertar. 

A maioria dos alunos da Grifinória estavam na sala comunal, fazendo a maior algazarra. Harry havia acabado de chegar de seu treino de Quadribol, aparentava estar cansado, mas foi se juntar a mim, a Rony e Mione. 

— O que aconteceu? — Ele perguntou ao se aproximar. 

Estávamos sentados no tapete, de frente para a lareira, enquanto terminávamos mapas estelares para a aula de Astronomia. 

— Vamos ter nossa primeira visita a Hogsmeade. No fim de Outubro, dia das bruxas. — Rony contou.

Harry se jogou em uma poltrona, deprimido. 

— Tenho certeza que você poderá ir na próxima visita, Harry. — Hermione disse tentando consolá-lo. 

Tudo indicava que Sirius Black, o foragido da temível prisão de Azkaban, estava vindo atrás de Harry, e não poderia ir a Hogsmeade para sua própria segurança. 

— Vão apanhar Black logo! Ele foi avistado uma vez, não foi? — Tentei incentivar. 

— Além disso, Black não é louco para tentar fazer alguma coisa em Hogsmeade. — disse Rony. — Pergunte para a professora McGonagall se pode ir, Harry.

— A próxima visita ao povoado pode demorar muito...

— Não, gente. — cortou Hermione. — Harry tem que ficar no castelo! 

— Ele não pode ser o único aluno do terceiro ano que não vai, Mione. Anda, Harry, fale com a McGonagall. — Insistiu Rony. 

— É...acho que vou perguntar. 

Hermione abriu a boca para protestar, mas não disse nada. Ninguém queria conflitos, por isso fiquei calada. 

Bichento, o gato de Mione, pulou em seu colo com uma aranha morta pendurada nos bigodes. 

— Tire esse gato daqui, Hermione. — Pediu Rony, sentindo-se desconfortado.

Hermione deu de ombros e começou a parabenizar o gato:

— Bichento inteligente! Capturou essa aranha sozinho? Parabéns. 

Meu gato, Salém, permanecia dormindo no canto da sala comunal. 

— Então segura ele aí, porque o Perebas está dormindo na minha mochila. 

— Copie o meu, Harry. — Estendi meu mapa estelar para Harry ao finalizá-lo. 

Bichento passava sua língua ao redor da boca, fitando Rony com seus brilhantes olhos amarelos, sem nem piscar, e agitando a ponta do rabo peludo. E de surpresa, ele atacou. 

— SAI! — berrou Rony, levantando a mochila, quando Bichento fincou suas garras das quatro patas nela. — DÊ O FORA DAÍ, SEU GATO BURRO!

Ele sacudia e girava a mochila fortemente, mas Bichento continuava agarrado. Perebas saiu voando pela brecha no zíper. O rato disparou pelos ares, e foi parar embaixo de uma cômoda velha. Bichento pulou no chão e correu até o móvel, derrapando e parando na frente dele. 

— SEGURA ESSE GATO! 

Bichento fazia furiosas investidas com a pata dianteira no vão da cômoda. Com toda aquela confusão, meu gato se assustou, e correu para o dormitório das meninas. 

Hermione e Rony foram apressados em direção aos animais, enquanto todos prestavam atenção. Ela agarrou o gato e o segurou em seus braços, e Rony se atirou no chão de barriga para baixo, puxando Perebas por seu comprido rabo fino. 

— Olhe só para ele! Só está pele e osso! Segura esse gato longe dele! — Berrava Rony revoltado para Hermione. 

— O Bichento não sabe que isso é errado! — Hermione defendeu-se com a voz trêmula. — Todos os gatos caçam ratos, Rony!

— Esse animal é esquisito! — exclamou ele. — Ele escutou eu dizendo que Perebas estava na minha mochila! Ele está perseguindo o Perebas! Por que ele não consegue ser um gato normal igual o Salém? 

— Deixa de bobagens! Gatos são diferentes um dos outros em certos aspectos e ele sabe farejar!

— O Perebas chegou aqui primeiro e está doente! — Berrou Rony por fim, e saiu pisando duro para o seu dormitório. 

XXX

Pov. Sebastian Ryte

A comunal da Sonserina estava quase deserta, mas eu ainda estava nela finalizando meus deveres. Estava concentrado, e mal notei quando Elizabeth se aproximou. 

— Oi Sebastian. — Ela saudou. 

— Oi Elizabeth. — respondi. — Me perdoe, mas estou com pressa para terminar minhas coisas. 

— Prometo que não vou demorar. — Ela disse sorrindo, e se sentando muito perto de mim. 

Estava incomodado com aquela situação, e deslizei para o lado me afastando dela. Porém, a mesma segurou meu braço e começou a se aproximar novamente. 

— Estou falando sério, Elizabeth. — disse. — Eu estou com pressa.

— É rápido, é só isso...

Ela se jogou sobre meu corpo e me puxou pela camiseta, selando nossos lábios em um beijo. Me espantei, mas em torno de segundos retribui ao doce beijo. 

Pov. Elizabeth Claire — minutos antes. 

Conversava no canto da sala comunal da Sonserina com minha melhor amiga, Vanessa. 

— Eu já te disse que vou me vingar! Não importa se ela não teve culpa de nada. — revirei os olhos. — Você sabe o que aquela avó imunda fez com meus pais! 

— Mas...mas a Holling tem culpa de que seus pais foram presos? 

— Cala essa boca. — Bufei.

Respirei fundo, e encarei Sebastian Ryte. Senti uma imensa vontade de gargalhar e caminhei até ele com os olhos brilhando. 

"Adeus pra você, Mary Holling. "  Foi meu último pensamento, antes de começar a falar com ele. 


Notas Finais


Obrigada por ler!
Gostaram? Comentários? ;u;

Esperamos que tenha gostado!

See You Guys!


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