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História O pecado - Capítulo 31


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Notas do Autor


Olá demorei mas voltei, mais um capítulo pra você talvez tenha alguns erros porque escrevi no celular e você já sabem como é complicado

Capítulo 31 - Dura na queda


Pov Gabriela

  Meu relacionamento com a Aline sempre foi conturbado e por eu ser muito ciumenta as coisas desandaram entre nós toda vez que tentamos retoma a nossa vida, e por causa dessas idas e vindas decidir conhecer uma pessoa e atualmente estou estou noiva a um ano da Cecília, mas no mês passado eu deslizei feio a traído com a minha ex, quando eu vi a Aline no bar eu paralisei fazia um bom tempo que não nos víamos pra mim ela ainda estava fora do estado, e quando eu vi ela com seus amigos sorrindo e bebendo meu coração disparou mais forte e lembrei de momentos em que vivemos por muito tempo e quando ela me viu, acenou pra mim depois desse dia passamos a nos esbarra com mais frequência até que fizemos algo que não deveríamos fazer, e só me dei conta da borrada que havia feito quando acordei em sua cama.


                   Dia seguinte...


               Pov Kira 


Dormi com a Madalena todos os dias é maravilhoso, mesmo não estando muito bem com ela após a cena que fiz na frente do seu professor de história, acordei com a perna da Madalena encima de mim, sai da cama e fiz minha higiene matinal prendi meus cabelos em um coque e logo a porta do meu quarto se abriu olhei em direção a mesma e era minha mãe, ela estava abatida e seu rosto está irreconhecível de tanto chora e com toda certeza ela não havia dormindo.


— Eu preciso conversa com você, vou te esperar no escritório.— Disse parada na porta e em seguida sai fechando a mesma e eu começo a ficar preocupada.

Término de me ajeita e antes de sair do quarto eu acordo a Madalena para não se atrasar.


— Amor acorda, daqui a pouco você precisa ir ao colégio.— Digo a acordando e ela abre os olhos olhando pra mim e senta na cama ainda sonolenta.— Seu uniforme passado está dentro do meu armário e não no armário da Sara dessa vez.— Digo e ela sorri com soninho.

Sai do quarto e desço até o escritório da mamãe, assim que abro a porta vejo que ela estava sentada na sua cadeira e quando me aproximo ela começa a dizer o que queria.


— Filha eu não sei o que fazer.— Disse chorando olhando pra mim.— Eu sei que errei com meu marido ao trai-lo com seu pai mas é difícil ser forte quando se ama alguém.— Falou e eu me aproximei dela tocando em seu rosto e a abracei.—A Sara vai me odiar quando sabe toda verdade, meu marido é capaz de jogar na minha cara o quão hipócrita eu fui durante todos esses anos.— Falou chorando e eu limpei suas lágrimas.


— A gente infelizmente não mandando no nosso coração, mas temos a capacidade de fazer escolhas coerentes, mãe eu sempre soube que tinha um envolvimento com meu pai e isso ocorre a muito tempo, a senhora podia escolher ficar na mentira ou se separar do seu marido mas a senhora escolheu ficar na mentira, mentira essa que sempre prejudicou nosso relacionamento, mentira essa que agora pode prejudicar seu relacionamento com a Sara. Mãe se ama tanto meu pai porque ainda os dois prefere ficar com outra pessoa ?— Digo olhando pra minha mãe que me encara limpando suas lágrimas seu rosto estava vermelho de tanto chorar.


— Não posso me separar do Flávio é contra a nossa religião.— Diz e eu balancei a cabeça com negação.


— Sério mãe? A senhora não pode se separar mas pode transar com meu pai toda vez que tem vontade? Mãe a senhora    nem ama o Flávio e não adianta fala pra mim que não se separa dele por causa da sua religião, você bebeu feito louca ontem e é contra a sua religião.— Falei e logo ela rebateu.


— Não é tão simples assim Kira, você acha que não pensei em se separar do Flávio? O Samuel me pediu isso tantas vezes, mas eu não consigo.— Diz chorando olhando pra mim e logo rebato deixando ela mal.


— E pelo visto nunca vai consegui, até que meu pai arrume uma mulher que ele realmente se apaixone, uma hora ele vai cansar de te esperar e sinceramente espero que seja breve, essa sua brincadeira de esconder segredinhos não vai ferir somente a senhora e sim suas filhas principalmente a Sara.— Falei e ela fechou os olhos quando mencionei o nome da Sara.— Torce para que esse seu segredo seja mantido a sete chaves.— Digo sendo um pouco dura e em seguida sai do escritório a deixando sozinha.


Sai do escritório preocupada com as coisas que poderiam acontecer fui para sala e sentei no sofá acendendo um cigarro e para minha infelicidade a Sara desce exatamente na hora.


— Você não pode ficar fumando aqui, não esquece que estou grávida.— Falou sendo a mimada e implicante de sempre.


— Que eu saiba sou eu que estou fumando e não você, então fica quietinha.— Digo e ela revira os olhos e começa a grita minha mãe.


— MAMÃE A KIRA ESTÁ FUMANDO CIGARRO NA SUA SALA.— Gritou e eu já estava sem paciência e segurei seu braço com força.


— A mamãe não está bem, não fica enchendo ela com nossos problemas ok ?— Perguntei a olhando e logo minha mãe pede pra solta sua filha favorita.


— Solta sua irmã Kira, e apague esse cigarro.— Falou e a Sara deu um sorriso de vitória.— Sara vem toma café.— Disse caminhado para outro cômodo e eu sentei no sofá bufando fumando meu cigarro, gosto muito da minha irmã mas ela conseguia ser cruel ao estremo quando queria.


— Oi.— Falou Madalena se aproximando de mim, ela estava com seus lindos cabelos negros solto olhei ela de cima a baixo e me incomodei com o tamanho da saia que ela estava vestido, pra ser sincera a saia não era curta, mas ela estava tão linda que eu não queria que o professor babaca a olhasse com segundas intenções.


— Oi.— Digo com meus olhos fixados na saia.— Eu acho que é melhor colocar uma calça.— Digo e dessa vez eu a encaro e ela balança a cabeça com negação sentando ao meu lado.


— Eu estou me sentindo confortável com ela, porfavor não implica com minha roupa.— Falou me encarando e eu apenas dou um trago no meu cigarro.— A gente precisa conversa sobre sua insegurança.— Disse olhando pra mim e logo a olhei nos olhos e ela começou a falar.— Sei está sendo difícil pra você vê eu me aproximar de alguém, mas quero que saiba que essa minha aproximação com o professor é apenas com interesse nos estudos, não precisa se senti insegura eu só tenho olhos pra você.— Falou tocando em meu rosto e logo em seguida selei nossos lábios.


— Eu sei que me ama, mas o interesse dele não é apenas te torna uma aluna melhor e sim entrar nas suas calças.— Afirmei.— Você é muito inocente pra enxerga maldades nas pessoas mas eu não sou tão inocente quanto você, Madalena o jeito que ele te olha é esquisito.— Digo e ela acaba sendo irônica comigo.


— Você nem conversou com ele direito, como percebeu tão rápido o jeito que ele me olhou ? Kira você não deixou eu apresentar ele a você.— Diz e eu rebati a deixando estressada.


— Não quero conhece o homem que está louco pra entrar nas suas calças, você conheceu ele ontem e já está o defendendo como se conhecesse o cara a anos.— Digo com raiva.


— Ele é meu professor Kira, e é muito bom dando aulas.— Falou e eu rebati sendo dura com ela.


— Ele é um ótimo professor até a página dois, única coisa que lhe peço é que tente evitar ele estamos entendidas? —Perguntei e ela bufou sem me responde.— Te fiz uma pergunta Madalena.


— Posso tenta mas não garanto que minha curiosidade vai deixa, agora se me der licença eu preciso toma café.— Falou irritada saindo da minha frente mas logo em seguida eu apago meu cigarro e vou atrás dela a segurando pelo braço.


— Ei não fica chateada comigo.— Pedi sendo carinhosa com ela.


— Impossível, você quer me privar de ter mais conhecimentos e isso me incomoda muito.— Afirmou.


— Eu não estou te privando de nada Madalena eu só não confio nele.— Afirmei e ela respondeu sendo um pouco grossa.


— Mas deveria confiar em mim, não esquece que foi você que me traiu com sua ex e não o contrário.— Falou saindo de perto de mim e caminhando até a cozinha e eu fui atrás, assim que chegamos ela se assentou ao lado da Sara e eu me assentei de frente pra elas, minha mãe estava abatida ainda mas não deixa sua postura de durona cair.


—Kira hoje você pode leva as meninas ao colégio ?— Perguntou enquanto eu enchia minha xícara de café.


— Posso.


— Mãe sabe me dizer quando o papai vai volta? Ele tá demorando tanto nessa viagem não acha ?— Perguntou Sara e eu olhei pra minha mãe de fato o Flávio estava demorando.


— Seu pai está em uma missão missionária é demorado mesmo, mas logo ele estará em casa.— Disse deixando a Sara animada e em seguida a companhia toca nos assustando um pouco, nós não costumamos receber visitas a essa hora.— Kira vai vê quem é.— Diz minha mãe e eu me levantei da mesa e caminhei até a porta principal, abrir e me deparei com o professor de história das meninas.


— Bom dia, desculpa está incomodando a essa hora da manhã é que ontem a Madalena acabou esquecendo o celular dela na mesa da soverteria, queria pode entregar o aparelho a ela.— Falou me encarando com seus olhos azuis e eu estendi minha mão para que ele possa colocar o aparelho em minhas mãos.


—  Pode entregar a mim, farei o favor de entregar a ela.— Digo um pouco irritada.


—  Eu prefiro que chame-a para que eu possa fazer a entrega do mesmo.— Diz e eu sorrio pra ele.


— Primeiramente o senhor nem deveria está aqui e nem sei como descobriu onde moro, segundo ela está tomando café e não vou incomoda-la e terceiro pode me entregar o celular terei um imenso prazer de dizer que foi você que trouxe até aqui. —Digo e logo ele retira o celular de sua pasta e me entrega.— Eu não confio em você, então trate de olha ela como sua aluna antes que eu foda com sua vida.— Digo irritada e ele rebate.


— Olho pra Madalena como uma irmã, ela se parece muito com minha irmã e nunca sentiria algo pro ela, fica tranquila enquanto a isso.— Disse me encarando.


— Ficarei tranquila quando percebe o seu afastamento enquanto isso, continuarei preocupada e cismada com você, e pra deixa você ciente a Madalena só tem dezesseis anos e a irmã dela é uma excelente policial agora se me der licença.— Digo mega irritada e fechei a porta em sua cara, com a Madalena esquece o aparelho celular e não sente falta do mesmo durante todo o dia, eu já estava estressada e com a visita dele me estressei ainda mais, entrei na cozinha e coloquei o celular da Madalena encima da mesa e ela pegou o mesmo perguntando onde estava.


— Aonde estava? Nossa agora que senti falta dele aí meu Deus está um porcento e tem vinte chamadas perdidas da Amanda ela vai me matar.— Falou olhando pro aparelho e tentando ligar pra Amanda mas o celular descarrega antes da ligação ser completada.


— Seu professor de história trouxe seu celular, como você esquece o celular na soverteria e não sente a falta dele durante o dia? E pra piorar o professorzinho tarado  teve a ousadia de vim aqui.— Digo e a Madalena me olha toda vermelha e sem graça.— E não olha pra mim assim como  se eu não estivesse com a razão.— Falei irritada.


— E desde de quando você tem razão de alguma coisa Kira? Você tá com ciúmes e isso tá me deixando chateada com tudo.— Falou e logo em seguida meu celular toca e era a Amanda vejo e entrego o celular pra Madalena que atende em seguida.



            Pov Madalena 



Insuportável era exatamente assim que a Kira estava, ela não conseguia controla seus ciúmes sem sentido, sua insegurança e pior descontava tudo em mim como se eu tivesse culpa do sentimento que ela estava sentido, tenta conversa com ela quando está com raiva é algo impossível a Kira é complicada demais e isso me deixa triste.

    Quando ela voltou após atende a porta, ela estava pior do que ontem, o jeito que ela me olhava a forma que ela falava era bem mais agressivo e só parou de fala palavras ofensivas quando o celular dela tocou e quando me entregou era minha irmã ligando e com toda certeza iria brigar comigo por não te atendido suas ligações.


                   Ligação On


Amanda: Bom dia Kira o que está acontecendo que a Madalena não atende o celular?


Eu: Oi Amanda desculpa eu havia esquecido meu celular na sorveteria e ele está sem carga.


Amanda: você só pode está de brincadeira comigo? É sério Madalena ? Te liguei várias vezes preocupada com você e nada de atende a porra da ligação? Que irresponsabilidade é essa?


Eu: É sério que me ligou pra me dar sermão? Já basta a Kira que está insurportável cismando com coisas sem sentido agora vem você e me dar sermão sem necessidades?


Amanda: liguei porque estou preocupada, você é minha responsabilidade, estou a caminho de casa logo estarei em casa então pede pra Kira te leva pra casa assim que sair do colégio, eu e o Marcos precisamos conversar com você.


Eu: Pela sua voz, parece ser algo sério.



Amanda: Sim, é sério você já tem dezesseis anos e não vou poder esconde coisas de você por muito tempo, assim que a Kira aparecer no colégio para te busca vá pra casa a conversa vai ser longa, agora tenho que desligar se cuida beijos.


Eu:  Beijos te amo.



               Ligação Of


Finalizei a ligação pensando que tipo de conversa a Amanda quer ter comigo, entreguei o celular pra Kira. Quando eu morava com meus pais eu sempre senti que algo estava estranho, senti que alguma coisa estava fora do lugar e a alguns meses depois descobrir que a Amanda saiu de casa por te sido abusada sexualmente do papai e pior que fui porque estava grávida de um filho dele, agora quando a Amanda me disse que queria conversa eu senti que algo pior ou que algo muito ruim iria acontecer ou já estava acontecendo na minha vida.

   

— Kira eu não quero ir pro colégio hoje?— Digo olhando pra ela que olha pra mim sem dizer uma só palavra.— Kira.— Chamo e ela me responde.


— Sua irmã me mata se eu deixa você falta aula hoje.— Falou e logo em seguida eu sai da mesa e corri para o andar cima, entrei no quarto da Kira e sentei na cama pensativa, eu estava com um sentimento ruim, eu só pensava qual seria o assunto que a Amanda queria conversa e a única certeza que eu tinha é que o assunto envolvia o papai e a mamãe.

  A porta do quarto se abriu e a Kira entrou perguntando o que estava acontecendo porque meu estado de humor mudou.


— Quer me conta porque está assim?— Perguntou olhando em meus olhos se sentando na cama e acariciando meu rosto. 


— A Amanda disse que precisa ter uma conversa séria comigo, e eu estou sentindo que tem haver com meus pais, eu não paro de pensa qual foi a crueldade que eles fizeram com ela dessa vez? Ou que tipo de maldade eles foram capazes de fazer durante todos esses anos.— Digo chorando e ela limpa minhas lágrimas e sela meus lábios.


—  Não sabemos, mas eu posso afirma que sua irmã sabe e vai te explicar as coisas assim que possível, pare de pensa nisso um pouco ok ? Você pode fica em casa hoje, depois eu me resolvo com minha cunhadinha, eu vou leva a Sara no colégio e assim que eu chegar a gente termina essa conversa ok?— Perguntou tocando em meu rosto e eu afirmei que sim com a cabeça ela me deu um selinho e saiu do quarto em seguida, depois de alguns minutos eu ouvi o barulho do seu carro e eu deitei cama ainda pensativa.



            Pov Alana 


  Ter filhos sempre foi meu sonho desde de muito nova, e quando eu tive os meus eu me senti uma mulher realizada, tive a sorte de ter duas meninas do jeitinho que eu imaginava mas não sabia que o Antônio tinha o desejo de seguir nossas vidas de acordo que fomos ensinados desde de criança.

   O pior de tudo é que eu sempre fui uma mãe muito presente para meus filhos mas só percebi os olhares desejosos dele para Amanda quando ela tinha doze anos, discutimos por causa disso mas depois de um tempo eu aceitei a situação e logo depois descobrir que a minha filha estava grávida, foi desesperador, eu nunca imaginei que minha filha ficaria grávida aos doze anos e a única alternativa que tivemos foi fazer um aborto , ela quase morreu e isso nos assustou muito mas no final tudo ficou bem com ela, mas desse dia em diante eu pude senti o ódio e a indiferença que ela me tratava.

   A Amanda era a filha que não nos termina, não sedia a chantagens, nunca chorou enquanto apanhava, nunca derramou uma lágrima se quer quando o Antônio tomava decisões precipitadas, desde dos doze anos a Amanda tentava passar uma imagem de durona e pior que ela conseguia, as únicas vezes que eu a vi chora foi quando induzimos e forçamos o aborto dela, a dor que ela estava sentido no momento a fez chora como uma bebê recém nascido mas fora isso até quando ela era abusada ela não chorava, minha filha só dizia que me odiava toda vez que seu sofrimento terminava.

               (...)


 Vazia... minha casa estava totalmente vazia, a Madalena mora com a Amanda o marcos disse que me visitaria mas não veio até hoje e meu esposo está preso.

  Mesmo não sendo uma mãe boa para meus filhos eu sinto falta deles nessa casa, sinto falta da Mandela descendo essas escadas correndo, sinto falta do mal humor da Amanda e sinto falta do marcos calado acalmando a Madalena pra ser sincera comigo mesma sinto muita falta dos meus filhos mas não tenho coragem de ir até a eles e pedi perdão, porque eu tenho a consciência que se o Antônio volta eu cometeria os mesmo erros.

     Tomo meu café em silêncio observando a casa completamente vazia e logo decido ir até a casa da Amanda, pego minha bolsa as chaves do meu carro e dirijo até a casa da minha filha, o trânsito estava horrível mas conseguir pegar um atalho e chego até o local, paro perto da porta e vejo que ela estava chegando de viagem, observo ela tira uma mala de dentro de um carro e logo em seguida entrou em casa, fiquei no carro por uma hora pensando em bate na porta até que decido ir, apertei a companhia e sou atendida por ela que tenta fecha a porta na minha cara mas eu a impedi.


— Amanda eu preciso conversa com você, porfavor não fecha a porta assim.— Digo e ela estava segurando meu neto no colo, ele era lindo parecia com o Guga até os olhos eram do guga.— Ele está lindo.— Digo tentando toca no meu neto e logo ela se afasta.


— Não toca no meu filho, diz logo o que você quer Alana.— Diz sendo rude comigo e eu rebato.


— Não vai me convida pra entrar?— Perguntei e ela sorriu ironicamente.


— A senhora não é bem vinda na minha casa, então tudo que tive que falar, fale aqui pois seus pés não pisará na minha casa.— Afirmou sendo dura comigo.


— Eu vim vê a minha filha, eu tô com saudade da Madalena e eu precisa conversa com você pra vê se consegue me arruma um tempinho com ela.— Digo olhando em seus olhos.


— Madalena é minha responsabilidade, e qual seria o grau de responsabilidade que eu teria se deixasse a senhora vê minha irmã? Nenhuma não é mesmo? A senhora foi a causadora de todos abusos que sofremos não vou deixa ela perto de você, sua oportunidade de curti com ela acabou desde do dia que deixou seu marido imundo abusar dela sexualmente.— Falou irritada olhando em meus olhos e eu rebati.


— Ainda tem raiva de mim pelo o que seu pai fez com você é isso? Eu não tive culpa alguma Amanda.— Afirmei e ela virou as costa pra mim para entrar em sua casa e eu segurei seu braço.


— Não toca em mim, a senhora sabe muito bem que odeio que toque essas suas mãos suja em mim.— Diz dizendo as mesmas palavras que ela dizia quando tinha quinze anos e eu dou um tapa em seu rosto e seu bebê faz biquinho querendo chorar.


— Me respeita eu ainda sou sua mãe.— Falei irritada e ela sorriu pra mim quanto se balançava para o bebê não chorar.


— A minha mãe morreu quando eu tinha doze anos, ou esqueceu de tudo que aconteceu? Entenda que sua família é apenas o Antônio! Madalena, Amanda e marcos estão mortos você apenas nos pariu mas mãe a senhora nunca foi agora sai da porta da minha casa.— Diz ironicamente olhando em meus olhos e eu pude vê o ódio em seus olhos.


— Eu ainda vou recupera minha filha, eu ainda vou te a guarda da Madalena de volta.— Digo e ela rebate sendo confiante.


— Tenta.— Afirmou.— Sei o esquema todo seu e do Antônio e olha sou mais esperta do que pensavam, só tenho um recado para te dar si tenta se aproxima da minha família vou monstra pra você um lado que vai odiar vê, sou uma policial justa e muito responsável mas se toca na minha família posso ser um pouco cruel, Madalena é minha responsabilidade e é apenas uma estranha agora some daqui e nunca mais volte.— Diz me ameaçando e eu saio de sua casa entro em meu carro e volto para minha casa arrasada.


Notas Finais


Obrigado


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