História O pecador fora do trono - Imagine Jeon Jungkook - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Girls' Generation
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Taeyeon
Tags Antiga Coreia, Bts, Hoseok, Idade Média, Jeon Jungkook, J-hope, Jungkook, Namjoon, Rap Monster, Seokjin, Suga, Taehyung, Taeyeon, Yoongi
Visualizações 40
Palavras 1.114
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ooooi gente ^-^

Ai mano foi difícil escrever esse capítulo, mas eu consegui. Bom, eu só quero que aproveitem e... um bjo rsrs.

Capítulo 2 - Traído.


Fanfic / Fanfiction O pecador fora do trono - Imagine Jeon Jungkook - Capítulo 2 - Traído.

5 de setembro de 545 d.C - Coréia, reino de Thaiwu.

Era por volta de oito da manhã quando o Rei de Thaiwu, vulgo Jeon Jungkook, decidira levantar de onde havia dormido ao lado de sua linda esposa, Kim Taeyeon.  O jovem pôs-se à procurar suas vestes do dia, sem ao menos banhar-se, estava agoniado. 

 

A imagem de sua ‘irmã’ despida em tua frente ainda estava em tua cabeça, o torturando. Jeon havia se deitado com alguém tão próxima, mesmo gostando muito do que havia feito com Taeyeon, ele não conseguia acreditar em como teria feito tal coisa com ela. 

 

Pouco depois, lá estava ele, no estábulo do castelo, procurando a báia onde ficava seu belo cavalo negro. Logo encontrara o animal de grande porte; montou-se no mesmo e de imediato saiu cavalgando às pressas para a floresta vizinha. 

 

Depois de um tempo, Jungkook finalmente chegara à ponte do rio Takeshi, o que dividia os reinos rivais. A ferradura do seu cavalo batia na Madeira da ponte, o som que emitia chegava a ser irritante. Ao fundo, ele ouviu gritos; alguém pedindo ajuda. Ousou dar uma olhada ao redor e encontrou uma moça afogando-se nas águas do Takeshi. Pensou em prestar socorro à jovem mulher, assim o fez. Desceu do equino, rapidamente já estava estendendo a mão à, aparentemente, mais nova. Puxou-a da água congelante e a observou da cabeça aos pés quando já estava em terra. 

 

— Obrigada. — Agradeceu-lhe.  

 

— Só fiz o que eu devia fazer. — Disse o nobre. 

 

— Essas palavras parecem sair da boca de um guarda-real, mas suas vestes não parecem ser de um. — Falou ela, tremendo os lábios. 

 

— Sou um rei, senhorita. — exclamou simplista. 

 

— Ora, um rei? Perdoe-me, majestade. — Curvou-se ainda sentada na terra úmida. — Pode por favor ajudar-me à levantar? 

 

Não demorou para que o Jeon cumprisse o pedido. 

 

— Agradeço mais uma vez. 

 

— Não há de que.

 

Os dois se entreolharam e ele arriscou a perguntar: 

 

— Senhorita, és uma plebéia? Assim como disseres à mim, suas vestes não aparentam ser de alguém que não seja nobre. 

 

— Não achei que fosse importante dizer à qual classe eu pertenço, não quero me exibir. Sou princesa do reino Kithai. — Ela o respondeu. 

 

— Kithai? Ora, vejamos que eu não deveria estar conversando contigo agora. — Disse risonho. 

 

— Por qual motivo, majestade? Fiz algo errado? Lhe desrespeitei em algum momento? — Desta vez é ela quem pergunta. 

 

— Você em si não fez nada — Respondeu. — Seu reino, sim. 

 

— Eu não consigo entender. — Levantou uma sobrancelha e cruzou os braços. 

 

— Eu sou rei de Thaiwu. 

 

— Realmente, eu não deveria estar conversando contigo. Quem diria que meu rival iria salvar a minha vida? — Interrogou por fim. — Soube do vosso casamento. Meus parabéns. 

 

— Eu não posso agradecer, aceito esse casório apenas por meus falecidos pais. — Caminhou até uma árvore próxima dos dois, escorando-se nela. 

 

— União arranjada, hum? Entendo como é, também estou prometida para um homem desde meu nascimento. Casarão-me quando os reinos estiverem no auge. 

 

— Desculpe-me perguntar, mas... Sabes quem é seu futuro noivo?  — Jungkook faz outro questionamento. 

 

— Infelizmente. Kim Taehyung. — Respondeu ela. 

 

— O irmão de Kim Taeyeon? Príncipe do reino Teomei? 

 

— Como sabes? 

 

— Taeyeon é minha esposa. 

 

— Coincidência, não? — Ela disse. — Perdoe-me, a conversa estava boa, e as revelações também, mas eu preciso partir.  — A jovem começou à caminhar na direção oposta. — Adeus. — Acenou delicadamente com a mão direita, dando a visão de sua aliança de ouro para o Jeon. 

 

— Espere! — Interrompeu-a, correndo não tão rápido até a mulher agora parada. — Posso saber ao menos seu nome? 

 

— Melhor não... Que seja! — Mudou o pensamento. — (S/n), Min (S/n). 

 

— Jung... — Ele iria dizer o seu. 

 

— Eu sei quem és tu. — Riu curto e baixo. — Adeus. 

 

E assim ela sumiu em meio aos arbustos e árvores. 

 

Ele caminhou até seu cavalo e junto à ele fora para seu humilde palácio. 

 

Pensativo; era o estado em que ele estava, tanto pelo recém-casório quanto para o que tinha acontecido havia pouco. Ele certamente iria perder alguns fios de cabelos a mais se continuasse se estressando. 

 

Estresse não é algo incomum na vida de um rei. Há tantos deveres e coisas para cumprir, chegava a dar sono em ao menos falar de tais coisas. Tudo não poderia ser feito sem ajuda de algum criado ao seu lado, um companheiro. 

 

— Hoseok! — Indagou ao vê-lo no corredor do castelo. — Seria incorreto dizer que acabei de trocar palavras com alguém do reino Kithai? 

 

— Kithai? Estás louco, majestade? 

 

— Completamente bem, eu diria. — Brincou com a sua aliança. — Não foi tão mal quanto parece, apenas finquei uma espada nas costas dele. 

 

— Majestade! 

 

— Estou apenas brincando, Hoseok. Não sou tão mal quando aparento ser. — Sorriu maroto. — Foi uma conversa amigável. 

 

— Amigável? Não é de se acreditar muito. 

 

— Acredite, meu amigo! — Estralava os seus dedos. — Não foi lá grande coisa, mas foi intrigante. Conheci a princesa do reino Kithai. 

 

— Min (S/n)? — O cavalheiro de companhia pergunta. 

 

— Apenas eu não sabia o nome dessa garota? 

 

Hoseok riu. 

 

— Permita-me saber sobre o que conversaram. 

 

— O casamento de meu cunhado com a tal princesa. 

 

— O quê? Kim Taehyung é futuro noivo de alguém do reino Kithai? Não é possível. 

 

— Pensei a mesma coisa. — Escorou-se na parede. — O rei Namjoon jurou-me que não tinha nada com Kithai. 

 

— Traição? Por parte de rei Namjoon? As coisas estão estranhas hoje. 

 

— Irei resolver isso, Hoseok. Apenas espere. — Caminhava até seu quarto. — O que acha melhor? A Forca? Guilhotina? 

 

— Sou apenas um cavalheiro de companhia, majestade. 

 

— Vou me decidir. Ao que parece, temos dois reinos rivais agora. — Suspirou. — Nem uma semana de casamento foi necessária para descobrir que isso não daria certo... Deprimente! 

 

Jungkook direcionava-se até seu quarto, até avistar sua esposa vindo lhe chamar. 

 

— Bom dia... querido. — Disse ela. — Não o vi mais cedo. 

 

— Fui cavalgar. — Respondeu rápido. 

 

— Ah... Bom, vamos tomar café e conversarmos sobre os assun... — Ele interrompe Taeyeon. 

 

— Não, não conversaremos sobre os assuntos do reino, e sim sobre como seu pai teve coragem de trair à mim e meu reinado. 

 

— J-Jungkook... 

 

— Jeon! Jeon Jungkook! — Ordenou. — Iremos desfazer nosso casamento esta semana, apenas não será hoje pois tenho “assuntos” a tratar com teu pai. 

 

— Hipócrita! 

 

— Hipócrita? Eu? Diga isso ao seu querido pai. 

 

— Casou-se comigo apenas para usar do meu corpo. — Ela lacrimejou.

 

— Respeite-me! — Mandou. — Deitei-me contigo apenas para deixar a mancha de sangue no lençol e provar que a senhora ainda era virgem. 

 

— Cretino. — Desferiu-lhe um tapa na face. 

 

Ele respirou fundo. 

 

— Não ousarei sujar as minhas mãos com agressão física à ti. — Disse ele. — Apenas junte suas coisas. Você não fica mais um dia nesse castelo. 

 

Nervoso ele caminhou para o lado oposto, chamando teu companheiro. 

 

— Hoseok! — Falou alto. — Mande os guardas trazerem o traidor. O povo hoje verá a morte do rei Namjoon. 

 

 



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