História O Pedido - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Sekaiichi Hatsukoi
Tags 2moons, Dorama, Kit, Ming, Tai, Two Moons, Yaoi
Visualizações 81
Palavras 3.004
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Calma, gente, não fiz nada de muito grave acontecer com o Ming! Leiam antes!

Capítulo 11 - Capítulo 11: Sobre perdas, máscaras e tristezas


Segunda feira,15,abril:

08:11:Bom dia! A gente se encontra hoje de noite para o jantar?

11:49: Ming, saí da aula agora e você ainda não respondeu a minha primeira mensagem. Já acordou? Foi para a aula hoje?

19:33: Muito bem... acho que não quer falar comigo hoje. Amanhã a gente se fala. Durma bem...

(Essa última mensagem foi uma tentativa de Kit não parecer um namorado completamente neurótico, pois já começou a pensar mil coisas a respeito de Ming não responder suas mensagens.)

Terça-feira, 16, abril:                          

6:45: Bom dia, Ming! Como está hoje? Podemos nos falar? Almoço?

11:35: Ming, querido, estou começando a ficar preocupado!! Cadê você? Será que podia, ao menos, responder? Dar sinal de vida?

15:55: MING! Onde você está? Já fui até o prédio da Engenharia e eles não sabem do seu paradeiro, passei em seu prédio e nem o seu carro estava por lá? Cadê você? Me liga! Estou preocupado!

19:45: Amor, vou ligar para a polícia se você não mandar sinal de vida! Nem o Yo sabe onde você está!

Frustrado e sozinho em seu apartamento, Kit joga o celular sobre a cama. Ele não tem notícias do namorado já faz mais de dois dias... os dois não se veem ou se falam desde a noite de domingo. Ming não costuma ser assim... ele sempre responde às suas mensagens imediatamente! O que está acontecendo? Isso preocupa Kit e, com isso, o futuro médico começa a repassar em sua cabeça todas as suas ações, em busca de algo que tenha feito e que, talvez, fizera com que Ming se magoasse ou irritasse.

As últimas semanas desde o retorno da viagem que o casal fez com os amigos à praia têm sido ótimas... pelo que ele recorda, não fez nada de diferente que possa ter causado algum mau entendido entre os dois. Ele, Kit, só tem sido... bem, ele mesmo: rabugento e briguento, mas sempre preocupado com o namorado, querendo saber se ele tem dormido bem, se alimentado bem e estudado. Será que... será que Ming percebeu que existem muitas pessoas que dariam tudo para estarem junto dele e o tratariam bem melhor do que seu presente namorado?  Será que o futuro engenheiro se cansou de Kit?

Essas divagações começam a causar uma aflição interna em Kit e ele, após muito pensar consigo mesmo, decide voltar para o prédio do namorado e ver se ele já retornou. Caso o carro de Ming esteja estacionado em seu condomínio, ele, Kit, dará um jeito de conversar com o mais novo, queira o outro ou não! Chegando no local, no entanto, não há nenhum sinal do automóvel de Ming e essa ausência começa a preocupar o mais velho. Ming nunca sumiu assim, por dois dias. Da última vez em que ele ficou sem atender aos seus telefonemas e responder suas mensagens, ao menos seu carro estava em seu prédio, então o estudante de Medicina ficou mais tranquilo. No entanto, agora, sem o automóvel por lá, a aflição dentro de Kit começou a aumentar.

Pensando melhor consigo mesmo, o jovem começa a acreditar que, talvez, o sumiço de seu namorado não tenha nenhuma relação consigo mesmo. Seria muita pretensão de Kit pensar uma coisa dessas, Ming nunca seria tão imaturo a ponto de sumir sem falar nada por sua causa. Talvez algo mais grave esteja acontecendo, algo tão grave que impossibilitaria o mais novo de mandar notícias. Isso deixa Kit ainda mais preocupado e, assim, ele liga novamente para Yo, na esperança de que o melhor amigo de seu namorado tenha recebido algum tipo de notícia...

“Hãããããã... alô!” um Yo ainda sonolento atende ao telefone e, desesperado, Kit começa a perguntar se ele soube algo a respeito de Ming. Nesse momento, o veterano não está ligando para a possibilidade de seu namorado ter dado notícias ao amigo, mas não a ele, que é seu parceiro. O que importa, agora, é saber se o homem que ama está bem, fora de perigo. No entanto, Yo, apesar de estar com sono, responde que não, não recebeu noticia alguma do estudante de Engenharia. “Eu já mandei várias mensagens a ele e tentei ligar também, mas não consegui nada... desculpe, P’Kit, mas realmente não sei onde meu amigo se meteu. Apesar disso, não creio que esteja em perigo, pois se estivesse, a notícia já teria nos alcançado...certo?”. Pensando no que o calouro de Ciências diz, Kit acaba encontrando alguma lógica: notícias ruins sempre correm muito rápido... Se Ming estivesse em uma situação ruim, todos com certeza já saberiam de algo. Isso, de alguma forma, acalma um pouco o seu coração.

Kit desliga o celular, fazendo Yo prometer ligar imediatamente caso receba alguma notícia de Ming. Ele entra novamente em seu carro, pois estava, até o momento, diante da portaria do prédio do futuro engenheiro. Já dentro do automóvel, liga o aquecedor e decide passar a noite ali mesmo, com a esperança de que, se Ming aparecer, ao menos estará lá para poder falar com ele. Apesar de um pouco mais calmo depois da ligação feita para Yo, o veterano da Medicina continua preocupado, ansiando por alguma notícia do parceiro. Ainda com o celular em mãos, Kit envia uma última mensagem para Ming:

23:59: Ming, Amor, onde você está? Por favor, fale comigo! Estou morto de preocupação! Diga algo, não importa o que, só me mostre que está bem!

...

Bem... bem era algo que, definitivamente, Ming não estava. Desde a noite de domingo, na verdade desde a madrugada de domingo para segunda, o jovem não sabia mais o que significava estar bem de verdade. Ele acordara com o celular tocando e, após atendê-lo, ficara tão chocado que não sabia nem o que ou como responder. A voz simplesmente não saía de dentro de si. Do outro lado da linha, Knock, o mordomo de sua casa, considerado por Ming mais do que um simples homem que trabalhava em sua família (para o universitário, Knock era quase como um pai), continuava a falar: “Ming, está me ouvindo? Os médicos estão dizendo que ela provavelmente não aguentará mais do que dois dias... você acha que pode vir? Quero dizer, Hani ficaria muito contente em vê-lo por uma última vez.”.

“Hani ficaria contente em vê-lo por uma última vez...” ... as palavras ecoavam na mente do jovem enquanto ele dirigia a alta velocidade até a sua cidade natal. “última vez...” Ming não conseguia se fazer acreditar. De acordo com Knock, Hani, a governanta de sua residência, e também a mulher que praticamente criou o calouro estava doente já havia alguns meses, mas preferiu ocultar o fato de todos. A notícia, no entanto, viera à tona quando a senhora passou mal e acabou desmaiando, tendo que ser encaminhada diretamente para um hospital. Os médicos, pelo que o mordomo dissera, afirmaram que não havia mais nada que pudesse ser feito pela mulher, a não ser amenizar suas dores e deixa-la mais confortável enquanto esperavam pelo momento de sua partida.

Ming tentava se manter forte, mas sentia um nó se formar em seu peito, era como se, do nada, todas as coisas que vinham fazendo-o feliz ficassem esquecidas, em um lugar distante, quase que inacessível. Kit, as boas lembranças com o companheiro, Yo, o melhor amigo, os planos para o futuro, a vontade de apresentar o namorado para Hani... tudo, aos poucos, se dissolvia na mente de Ming, dando lugar apenas às sombras, à escuridão. Uma vida sem Hani? Como assim? Isso ao menos seria possível? Desde que se conhecia por gente, ela estava lá por ele: sorrindo com sua expressão gentil, carregando-o no colo, dando-lhe a atenção que seus pais não podiam dar. Hani estava lá, sempre estivera...

Sem que percebesse, o calouro conseguira chegar a sua casa, fora como se ligasse em uma espécie de piloto automático e, com isso, pudesse deixar que as reflexões assumissem papel central em sua mente. Logo que estacionou o carro, descera correndo e entrara na residência, perguntando, esbaforido, onde estava Hani. Sua mãe viera a seu encontro, tentando recebê-lo e abraçá-lo, mas fora imediatamente rejeitada e, com isso, não tivera saída a não ser indicar o quarto em que Hani estava. Correndo até o aposento da senhora, Ming se segurava para manter a compostura e não desabar em lágrimas, como sentia que poderia acontecer a qualquer instante.

Assim que entrou no quarto e se deparou com Hani deitada sobre a cama, no entanto, o estudante sentiu seu coração se aquecer. Ela estava acordada e, ao ver seu Ming, o seu menino, abriu um sorriso caloroso e estendeu as mãos na direção do jovem. O calouro da Engenharia apressou os passos na direção da senhora e se aninhou em seus braços, sentindo a familiaridade e o conforto característicos dela. “Meu jovem, não queria que te incomodassem... você não precisava ter vindo. Ainda mais por uma velha como eu. Seu lugar é no meio dos jovens, da juventude, no meio da vida!” a palavra vida atingiu Ming em cheio, pois ele sabia que vida era algo que, aos poucos, se esvaía de Hani.

Com a fala da mulher que o segurava em seus braços, Ming não conseguiu conter a lágrima que escorreu teimosamente de seus olhos. “Hani... não vá! Por favor, fique comigo! Eu prometo que cuidarei de você, não sairei do seu lado.” Ele disse isso à senhora e abraçou-a com mais força, como se o gesto fosse impedir sua partida. Hani riu fracamente e, após acariciar os cabelos de Ming, falou: “Meu querido, a hora chegou. Não há nada que eu ou você possamos fazer. Você sabe, mais do que ninguém, o quanto eu queria estar sempre ao seu lado, para consolá-lo, para saber de suas alegrias, para tomar conta de você! No entanto, acho que não posso mais. Meu tempo aqui se esgotou...apesar disso, o seu só está começando... você precisa me prometer que continuará sendo o mesmo Ming que sempre foi: o meu menininho feliz, contente, bondoso e especial. O meu filho de alma e de coração, a minha jóia mais preciosa, o meu legado.”.

Ming chorou sem parar nos braços de Hani, e ela também sentiu muito. Não, a senhora não se entristecia por estar prestes a partir, mas sim pelos momentos que viria perder da vida do garoto que sempre carregou em seus braços. Para ela, Ming era mais do que o filho de sua patroa, ele era o filho que nunca teve, o garotinho doce e carente que, desde pequeno a seguiu por todos os lados. O garotinho que, depois de sua partida, teria de seguir seu caminho sozinho. Sozinho não, ela se lembrou de Ming ter mencionado um garoto por quem estava apaixonado e, assim, perguntou:” Apesar da minha partida, acredito que você não estará completamente só, não é meu jovem? Como ficaram as coisas com aquele seu paquera?”.

Apesar de ainda estar triste e inconformado com a morte próxima de Hani, a menção à Kit fez com que um pouco de conforto fosse dado ao jovem que, com a pergunta, passou a falar mais sobre o namorado. Os dois conversaram ainda por alguns minutos e, ao fim, Hani já estava cansada demais para falar. Por isso, Ming decidiu deixá-la dormir um pouco, mas antes a senhora o fizera prometer que ficaria bem, que enfrentaria o luto bravamente e que, depois, deveria continuar sendo o Ming que ela conhecia. O garoto fez a promessa, mas não acreditava que conseguiria cumpri-la tão bem... como voltaria a ser o mesmo sem uma das mais importantes peças de sua vida?

Após Ming sair do quarto da governanta, no entanto, Hani não dormiu imediatamente. Antes disso, ela chamou Knock e fez ao colega de trabalho um último pedido. “Knock, meu caro amigo... por favor, dê um jeito de contatar o Yo falar a respeito da situação. Não sei como fará isso, mas peça para o garoto informar Kit, outro amigo de nosso Ming... ele precisa vir até aqui. Ming precisará dele quando a hora chegar.”. Após o mordomo concordar com a tarefa para o qual fora designado, Hani, já cansada demais e com as forças minguando, adormeceu.

Logo na madrugada da segunda para a terça, ela teve seu último momento de lucidez. Ming, que dormia ao seu lado em um colchão, pôde se despedir da mãe de coração quando ouviu que ela gemia e acordou. Segurando sua mão, ele finalmente deixou-a ir, dizendo um último e doloroso adeus.

...

Na madrugada de terça feira para quarta, Kit acorda com seu celular tocando. Ele ainda se encontra em seu carro, que está estacionado em frente ao prédio de Ming. A ligação vem de Yo. “P’Kit, tenho notícias: Ming está na casa da mãe dele, vou enviar o endereço por mensagem. Vá direto para lá. Hani, a governanta da família faleceu, e ela era muito querida por Ming. Ele precisa de você agora!”. Logo que desliga o celular, o estudante de Medicina se encontra completamente desperto. Ming precisa dele.

Após receber a mensagem com o endereço, ele digita no gps do carro as coordenadas e parte imediatamente para a cidade onde mora a mãe do namorado. A viagem é longa e, apesar de ser noite, todo o sono que Kit tinha se esvaiu quando o fato de seu namorado precisar de seu apoio tornou-se conhecido por ele. Logo pela manhã, o estudante chega à casa de Ming, uma grande mansão, cercada por muros altos e por um portão que, no momento, se encontra fechado.

Após apertar o interfone que se encontra junto ao portão de entrada, uma voz masculina atende-o: “Pois sim, quem gostaria?”. Nervoso, Kit responde: “Ééééé... meu nome é Kit. Sou conhecido de Ming... gostaria de saber se ele se encontra em casa?”. Após alguns instantes, que é o tempo levado por Knock para se lembrar do nome do tal amigo que Hani mencionou e do qual a companhia Ming precisaria no momento, o futuro médico obtém sua resposta: “Sinto muito, senhor Kit, mas toda a família se encontra no enterro de nossa governanta. Eu, na verdade, estou me dirigindo para lá nesse momento... o senhor gostaria de nos seguir com o seu carro?” a oferta do homem do outro lado da linha deixa Kit satisfeito, e ele concorda, agradecido.

Seguindo o carro preto à sua frente, Kit consegue chegar ao cemitério em menos de dez minutos e, após estacionar o carro, só tem tempo de agradecer rapidamente o mordomo e correr na direção do aglomerado de pessoas no meio do amplo espaço diante de si. Aflito, ele procura, em meio a todos os indivíduos vestidos de preto, pelo seu namorado e, após alguns instantes, finalmente avista Ming. Ele se encontra parado, imóvel ao lado do caixão, em sua face há uma expressão completamente neutra, mas mantida em seu rosto apenas como uma máscara, por baixo da qual o futuro médico consegue sentir a tristeza que emana do garoto que ama.

...

Após ser declarada a morte de Hani, no amanhecer da terça feira, inúmeros preparativos começaram a ser feitos para seu velório e, depois, enterro, marcado para a manhã seguinte. Ming não foi capaz de ajudar em qualquer coisa que fosse. Ele ficou completamente inconsolável e, por isso, passou o dia todo trancado dentro do próprio quarto. 

Na manhã de quarta feira, sem ter dormido nem um pouco, o jovem se arrumou para o enterro e foi para o cemitério com a mãe bem cedo, para poder participar do velório. Nesse momento, no entanto, enquanto o padre diz palavras de consolo aos presentes e enaltece a grande mulher que foi Hani, começa a cair a ficha de Ming e ele passa a se dar conta de que nunca mais verá a senhora que o criou. Lágrimas ameaçam irromper de dentro de si, mas não desejando chamar atenção, o estudante coloca no próprio rosto uma expressão neutra, concentrando todos os seus esforços para se manter impassível.

...                                         

Kit caminha na direção de Ming e, conforme se aproxima, consegue sentir seu coração acelerar, mas não por estar feliz, e sim por sentir dentro de si um desespero, uma necessidade irrefreável de chegar mais perto do namorado, antes que seja tarde, antes que ele desabe e se parta em pedacinhos carregados de tristeza, antes... antes do pior. Por isso, enquanto anda e empurra algumas pessoas para poder abrir espaço, o jovem acaba por incomodar muitos, recebendo olhares tortos, mas não liga para isso, o que importa agora é o homem de quem não consegue desviar o olhar.

Quando está a apenas alguns passos de distância de seu alvo, Kit percebe que Ming finalmente desvia o olhar do caixão e agora olha para frente, na sua direção. A parte do coração do mais velho que ainda estava inteira se parte quando tem que encarar uma expressão de tamanha tristeza vinda do namorado, já que ao vê-lo, o mais novo perde a neutralidade que carrega na face para dar vazão à tristeza que tem dentro de si. Acelerando o passo e causando mais desconforto ainda entre os presentes, que são empurrados agora com certa brutalidade, Kit finalmente chega ao lado do seu Ming, bem à tempo de pegá-lo em seus braços e poder sustentá-lo com um abraço apertado.

...

Enquanto olhava fixamente para o caixão fechado de Hani, Ming sentia que estava sendo observado, aquela sensação estranha que só nós sabemos que existe e que, com certeza, está certa, pois se olharmos ao redor, perceberemos que alguém nos encara. Além dessa sensação, ele percebia uma certa movimentação em meio aos presentes, alguns resmungos de desaprovação. Isso é o bastante para que ele desvie o olhar de seu foco e então olhe para frente, procurando pela pessoa ou pessoas que causam o tumulto em uma ocasião tão triste. Ele, no entanto, depara-se com a pessoa que menos esperava, mas que mais queria ver junto de si nesse momento: seu namorado, seu Kit.

E, nesse exato instante, toda a sua máscara cai e todo o seu ser passa a ficar à mostra dos presentes mas, acima de tudo, de seu amado Kit.

...

 


Notas Finais


Oi gente!
Então, esse capítulo foi mais curto, eu sei e, além disso, foi diferente do que costumo postar aqui. No caso da história em questão, eu preferi criar uma certa ideia de simultaneidade no texto, mostrando coisas que aconteciam com Kit e com Ming ao mesmo tempo. Talvez possa ter ficado um pouco confuso no início, já que misturei tempos também, no entanto, espero que tenham se habituado.
Não, não farei isso sempre, mas dessa vez optei por essa tática porque os dois estavam separados um do outro e eu queria mostrar os dois lados, entende? Mostrar o que cada um sentia.
Talvez tenham pensado no motivo pelo qual Ming não entrou em contato com Kit, mas isso será revelado no próximo capítulo. Então, aguardem!
Bom, acho que é só... por enquanto! Até a próxima! Bjs ;)


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