História O perseguidor (AU) - Capítulo 10


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Categorias Star Wars
Personagens Capitã Phasma, Finn, General Hux, Kylo Ren, Leia Organa, Luke Skywalker, Personagens Originais, Poe Dameron, Rey
Tags Kylo Ren, Rey, Reylo, Star Wars
Visualizações 227
Palavras 2.604
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!
Primeiramente desculpem a demora para publicar. Não foi possível concluirmos todo o texto durante a semana passada, embora o capítulo seja bem simples, enfim! Coisas da vida e acontecem! Por favor, não desistam de nós!

Começamos dizendo que o capítulo dez é um capítulo especial, porque aqui iniciamos um ciclo de dependência de fato. Confessamos que existe até uma imensa preocupação de nossa parte para deixar muito bem desenhado que apesar dos eventos isso é um relacionamento de intenso abuso e tortura... Talvez por vez ou outra, as pessoas encarem isso de outro modo, no entanto, lembramos que se trata de uma abordagem da mente da Rey, que teve sua mente violada e fragmentada, algo que bagunça a sua percepção e torna-a confusa.

E, por favor! Nosso intuito aqui é construir conteúdo informacional, não incentivar práticas de abusos. Não achamos isso bonito, engraçado ou qualquer adjetivo deturpe nosso propósito.

ESSE CAPÍTULO CONTEM:

➜ Cenas fortes sexuais

➜ E Frisamos que a abordagem literária, não expressa uma vertente critica para com a religião ou credos quanto a sua primeira temática. Ok?

Boa leitura!

Capítulo 10 - O sagrado e o profano


Fanfic / Fanfiction O perseguidor (AU) - Capítulo 10 - O sagrado e o profano

A jovem mulher sentia como se sua alma se retorcesse assim como a sua percepção após aquela crise de pânico repentina. O momento havia criado um tipo de gratidão para com o perseguidor que até pouco somente era visto por ela como um violentador, estuprador e assassino em potencial. Todavia, naquele instante, a única coisa que ela sentia e percebia era uma intensa ansiedade com tudo a sua volta.

A moça apertava suas pernas com os dedos, enquanto mantinha-se sentada sobre o banco de couro do carro do homem de roupas negras. Ela temia que o evento ocorrido a seis horas a deixasse fora de razão, que na pior da hipótese a matasse se tivesse uma reprise.

“E seria tão ruim assim morrer para alguém com uma vida tão miserável que apenas sentia-se a mendigar fagulhas de amor e atenção?” Ela se perguntou inúmeras vezes, e a resposta era clara... Não importa o quanto alguém odeie sua vida, sentir sob a linha tão tênue do que significa vida e morte não é apenas perturbador, é assustador e inesquecível.

Rey fitou Kylo minuciosamente. A brisa fresca do ar colidia-se contra a face desenhada fazendo os cabelos negros dançarem ao vento que adentrava pelo vidro entre aberto.

— Você acredita em Deus? — ela indagou-o fitando suas próprias mãos, enquanto apertava a própria cocha com os dedos finos.

Kylo não lhe dissera nada desde o instante em ambos saíram do galpão e destinaram-se a seguir a estrada. Pelo captar de sua expressão ele parecia estar avaliando toda a situação de modo até mais crítico que sua própria vítima.

Após longos segundos seguidos pelo questionamento de Rey, o homem de cabelos negros virou-se lentamente com um inclinar de cabeça a fim de fitá-la, enquanto uma voz lhe sussurrava ao ouvido: “Que tipo de pergunta podia mostrar tamanho desalento naquele semblante de Rey ao mesmo tempo em que sacudia seu próprio mundo, sua percepção e fazia as suas lembranças dolorosas e moídas sobre um tio incompreensível em seu peito se agitarem?”. O antes calado sujeito lembrou-se de toda sua vida guiada dentro dos ensinamentos do tio e por toda a desesperança a queimar seu interior e assim, começou a dizer sua análise sobre o que era aquela figura em sua visão.

— Depende. O que deus significa para você? Uma figura criada pelo homem desesperado pelo controle e pela ordem ou uma figura incapaz de se compreender o poder como se fosse um ser de outro universo?

— Bom... Só perguntei se acredita nele de forma geral. — a jovem repontou, abaixando novamente o olhar, tristemente. Sentia-se um tanto estúpida, pois não sabia qual vertente estava mais próxima do que queria e estava muito cansada ainda para pensar.

Notando o vacilo da parceira, Kylo retomou a fala.

— O que quero dizer é... Na análise dos homens comuns, Deus é uma figura onipotente, onisciente e onipresente. Uma figura a quem as pessoas se apegam e lembram-se apenas quando estão em desespero achando que as coisas podem se resolver quando clamam por ele... — o moreno deu uma pequena pausa, antes de prosseguir. — Mas, a verdade é que essa figura se cria para a maioria apenas porque nós de forma geral precisamos sentir que estamos amparados, e que alguém em algum lugar fará algo por nós quando ninguém mais pode. De forma geral, acreditar em tal coisa mantém a ordem, porque não só mantém as pessoas suportando seus percalços, como também, tementes. Os humanos teme que se não andarem na “linha” podem sucumbir diante de um poder divino... E essa é a visão que se tem do homem comum por deus. — Kylo explicou tudo de uma forma resumida e em uma linguagem acessível, não queria criar mais confusão para ela, então tentava ser prático.

Rey parou por segundos, refletindo consigo mesma que tudo o que ele dizia sobre a figura de Deus para um comum fazia de certa forma sentido. Os homens reforçavam isso para evitar o desespero e manter o controle, mas ainda não respondia o que ela queria saber. Ainda não havia atingido o ponto sobre o que aquele homem tinha em mente sobre uma figura que depois de tantos séculos se mantinha um enigma.

— Do campo da ciência, Deus pode ser um ser de uma raça avançada que possuí capacidade desconhecidas por nós, porque é bem verdade que os conhecimentos até hoje adquiridos pela nossa raça são risórios mediante ao poder desenvolvido pela nossa mente... Imagine homens como Isaac Newton e Albert Einstein. Acredite ou não, eles nem chegaram a usar 1% da capacidade cerebral e fizeram coisas que revolucionam a humanidade até hoje. Mas bem, o ponto onde quero chegar não é esse... — ele ponderou notando que tinha a absoluta atenção de sua ouvinte. — A questão é que a capacidade de se fazer algo desconhecido pode de fato ser tão impressionante mediante a nossa inferioridade intelectual, que um ser mais evoluído pode vir a ser considerado como uma figura suprema.

— Isso ainda não responde a pergunta Kylo... Você acredita ou não? — a mulher indagou com certa insistência.

— Não sou um cético em dizer que é completamente impossível, mas não sou um crente fervoroso. Eu acredito que exista sim a uma possibilidade grande de haver um ser evoluído capaz de coisas que não temos conhecimento, entretanto, não tenho apego a acreditar que tudo na minha vida se resuma a essa figura. Não acredito que tudo seja sobre alguém em algum lugar fazendo algo por mim... Não espero sentado, pois não acredito em milagres. Eu acredito que todos nós temos capacidade de nós superar, mesmo que mentalizando que existe alguém por trás a estar nós manobrando... De forma geral, o que digo é que Deus pode existir, contudo o apego por sua figura como alguém que te socorre em meio ao desespero é uma coisa do homem.

Assim que Kylo terminou a análise sobre como via aquele assunto, Rey olhou para a janela do carro vendo as árvores passarem como um borrão sob seus olhos verdes.

— Eu não sei se acredito nisso. — ela respondeu, com a voz tomada pelo desânimo após a sua auto-avaliação.

— Não acredita? No que? No que eu disse? — ele indagou, tentando entender a visão dela.

— Não, Kylo. O que disse faz muita lógica, por isso digo que não sei se acredito. — seu olhar perdido o intrigou, mas ele achou chegar ao ponto.

— Acho que quer dizer que apenas entende que milagres não existem, assim como eu também não acredito. — o moreno refutou observando pelo reflexo do retrovisor o reflexo da garota balançando a cabeça em concordância.

Naquele momento, as coisas pareciam mais claras para Rey que estava antes tão atordoada. E sem aquela carga pesada que sentia por estar ao lado dele, pela primeira não o via como um mero doente.

[...]

Assim que ambos chegaram ao apartamento, o barulho da porta soou como um incômodo após ser aberta. Há muito tempo o ambiente estava fechado e não havia apenas acumulado muito pó pela mobília, pisos e paredes. Havia também corroído alguns objetos e as dobradiças da porta.

— Amanhã tem que ligar para o seu irmão como combinado — o sujeito pronunciou-se, lembrando-se da conversa que tiveram quando haviam saída de Hosnian.

— Kylo... — a mulher pensou em contradizê-lo reavaliando ao sentir-se ainda com medo daquela situação, mas ele levou o polegar aos lábios dela assim que notou na sua voz que essa tentaria voltar ao controle de suas vontades.

O homem sabia que deixá-la se avaliar era algo problemático, talvez isso a estimulasse a criar coragem para certas coisa e talvez quem sabe, tentar uma nova fuga. Kylo Ren não podia se arriscar, ele precisava mantê-la presa com aquelas correntes invisíveis que ela não mais podia ver a sua volta. Estava sendo moldada, trabalhada e completamente estimulada de formas diferentes para ser o que ele desejava que ela fosse.

— Sem discussão. — afagou seus lábios profanamente com o agitar do polegar. — Detesto ser contrariado e não quero que tenhamos outro desentendimento, não depois de você estar se comportado tão bem quanto deve. — a frase fez Rey lembrar-se de que de fato ser mais tranquila, obediente e atenta, a ajudava a facilitar aquele relacionamento forçado e esquisito. — É só continuar como uma boa garota, desse jeitinho. – falou como se fosse um pedido, porém ela sabia que era uma ordem.

Rey não entendeu o que a motivo então, talvez a sensação de estar se sentindo mais segura por Kylo não se mostrar rude, por ele ter conversado com ela e mostrar sua visão sobre o sobrenatural, por ele tê-la salvado do que ela achava ser o fim. Em sua cabeça se deus existia ele não faria algo por ela no desespero, no entanto, Kylo havia feito e isso era o que importava... Ele era a figura suprema... Ele a tudo via, ele a tudo percebia, ele tinha o controle e devia ser respeitado como um ser além de seu tempo... A figura suprema na sua vida.

A mulher de olhos esverdeados pensava sobre todo aquele emaranhado complicado e recheado de coisas a serem digeridas de forma lógica por sua mente distorcida, então deixou-se pelo instinto se jogar as experimentações. Agarrou-se ao pescoço do vizinho quando percebeu que iria deixá-la. Desejou pelo medo que ele não fosse, não estava preparada para ficar sozinha ainda que o ambiente lhe fosse familiar.

— O que foi? — perguntou ele encarando-a ao ver que estava atrelada a si.

A resposta chegou a seguir com um iniciar espontâneo de um beijo que dera nele. Precisava comprovar o que pensava, precisa sentir a invasão dele em sua boca... Precisava sentir que ele não a deixaria. Precisava acima disso, testar sua sede, seu desejo e seus sentimentos.

Sua mente logo esvaziou quando Kylo respirou contra ela a removendo do chão apressado, deixando-a abraçada com as coxas envolta do seu quadril.

O forte sujeito logo depois a moveu para a lateral da parede e empurrou a porta do número oito com o pé. Sentiu a frágil mulher envelopar sua face entre os dedos seguindo o beijo invasivo cheio de mordidas e língua, que era acompanhado de pequenos sons de chupões distribuídos pelas duas partes nos vales que abriam-se e fechavam-se antes de tornar a se acariciar com mais fervor.

As mãos de Kylo então foram para as coxas da mulher pedinte, essa que se contorcia e respirava mais forte a ponto do seu peito dançar com uma alta elevação. Havia uma notável corrente de excitação agora entre aquele casal anormal, uma sensação que despertava pressa de se desvendar ao tatear as roupas que usavam e desengonçadamente removê-las.

Foi questão de segundos assim para que ambos estivessem nus sobre o chão tomado pela poeira. Os corpos suando um sobre o outro enquanto encaixavam-se e arqueavam-se como um complemento. Era boa a entrega para Rey que perturbadoramente começa a achá-lo um bom homem apesar de todas as coisas que já havia feito. A mulher amedrontada e esfacelada, agora não se resguardava e descobria que quando molhada o suficiente, Kylo realmente lhe causava sensações que nenhum outro conseguia.

Habilidade era o que não faltava ao stalker dominador, ele sabia usar a boca nas zonas erógenas de seu corpo de modo que a fazia gemer a cada passada de língua, e quanto mais ela se entregava ao prazer, mais ele investia forte contra o espaço aberto entre suas pernas que agora estavam expelindo um viscoso líquido que o deixava lambuzado na região viril e aguçadamente dura que a espreitava.

— Como você é gostosa. — ele sussurrou sem pudor puxando a vizinha pelo cabelo. – Isso... Assim... Boa garota. — elogiava-a, distraia-a e controlava os movimentos dela apertando sua cintura com ambas as mãos grossas e exigentes que ensinavam Rey a como agradá-lo.

— Sabe o que mais amo em você? — inquiriu para ex-atendente que mantinha os lábios entre abertos depois de mais um beijo que deixou seu queixo encharcado de saliva. — Rey balançou a cabeça negativamente enquanto continuava o frenético cavalgar que propagava o som de seu sexo unido ao daquele homem pelo apartamento inteiro. — Simplesmente tudo. — respondeu, enquanto mordiscava sedentamente os lábios da mulher entregue para em seguida puxá-lo e feri-lo.

Kylo era muito feroz em sua prática, mesmo quando ela estava ali completamente espontânea a deixar fazê-lo tudo que desejava a sua sede não diminuía. Ele era invasivo, agressivo à medida que seu pênis a explorava quase explodindo de prazer sobre as camadas carnudas que se contraiam em protesto. Quanto mais próximo do orgasmo, mais violento ele tornava-se e mais egoísta ele se movia.

Rey tentava acompanhá-lo mais a extensão que antes a acariciava agora mostrava-se mais evasiva. Kylo Ren era um homem forte e sua sexualidade tinha um comprimento avantajado, além de certa grossura que agredia-a durante a movimentação, pois a dilatação de seu corpo pequeno mostrava-se ineficiente naquele ponto devida a ritmia dos corpos que ele exigia.

— Kylo... — Rey dizia trêmula, não tinha muita prática e toda vez ele a machucava. Achava antes que isso era apenas por resistir a se entregar ao prazer, mas agora percebia com a ardência que queimava seu interior que isso era de sua natureza agressiva. — Devagar... — pediu baixo entre as espreitadas que faziam seu corpo molhado deslizar no chão e seus pequenos volumes circulares superiores serem agitados.

— Você vai se acostumar amor. — o moreno devolveu como se não fosse importante ainda que ela estivesse gemendo de dor abaixo de si. — Daqui a pouco a dor passa ou na melhor das hipóteses... — ele sorriu malicioso e perverso. — Você vai gostar de ser machucada daqui para frente.

A mulher apertou seus olhos assustada e ofegante pelo que ele insinuou. Não tinha como romper o que começou, então apenas se deixou levar tentando absorver as palavras como se fossem um consolo. Quando achou que já não podia mais o corpo respondeu por ela e Rey gritou gozando em meio à brusca investida que continuava mesmo quando seu corpo inteiro tremia em espasmos violentos.

A sensação a deixou mole, e entre seus gemidos de protesto pelo que Kylo ainda fazia consigo, sentiu o líquido quente dele segundos depois se derramando em seu interior. O homem agora ofegante assim como ela, enquanto subia os toques admirando as curvas femininas, seguia marcando a pele macia com chupões no pescoço. Deslizou com maestria para os seios e depois escorregou para o meio das pernas da frágil mulher.

— Isso é uma compensação, mas não pense que será sempre assim. — ele finalizou a fala abocanhando forte a região maltratada que expelia uma mistura de líquido ferventes.

Rey queria arranhá-lo em contestação quando o sádico começou, contudo acabou levando apenas as mãos aos seus cabelos sedosos e negros enquanto Kylo afundava sua face em seu corpo desaparecendo por completo com sua boca, após sentir a flexível língua acalentar o seu interior maltratado e dolorido.

— Eu tenho que confessar... — disse Rey, fracamente, entre vários gemidos cortados. — Isso é muito bom.

Ela não pode ver direito o sorriso que ele lhe deu por dizer algo que tanto agradou seus ouvidos, nem se quer tinha ideia que estava na armadilha e que agora seria dele da forma como sua mente havia planejado desde o primeiro dia que a viu, somente faltava um detalhe a ser resolvido em sua mente... Algo que não poderia esperar e que envolvia alguém que ele detesta mais do que o próprio Armitage Hux... Finn...


Notas Finais


Bom essa semana que passou houve infelizmente mais um caso horrível de feminicídio, não sabemos se estão acompanhando o noticiário, mas gente, por favor, não aceitem quando simplesmente falarem que esses tipos de agressões por parte de parceiros são por amarem demais... Isso não é normal! Não estamos aqui para julgar as vítimas, nós sabemos que existem milhões de coisas que podem fazer uma mulher evitar fazer denuncias sobre abusos e violência, mas é bom se manter em alerta sempre e não deixar a coisa avançar, pois o recuo da vítima é que faz o agressor sentir-se ainda mais no direito de agredir.

Bom é isso! Esperamos que tenham gostado do capítulo.

Na próxima semana esperamos trazer mais conteúdo. Bom domingo e boa semana!


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