História O perseguidor (AU) - Capítulo 11


Escrita por: e sugainrap

Postado
Categorias Star Wars
Personagens Capitã Phasma, Finn, General Hux, Kylo Ren, Leia Organa, Luke Skywalker, Personagens Originais, Poe Dameron, Rey
Tags Kylo Ren, Rey, Reylo, Star Wars
Visualizações 100
Palavras 3.166
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá a todos para que tudo seja traçado minimamente e para que entendam que o processo ao qual a personagem é submetida causa certa confusão natural, antes de desdobrarmos de fato os acontecimentos com o Finn resolvemos introduzir uma cena anterior para que vocês sintam nos personagens os progressos de suas doenças. Desde que iniciamos esse projeto vemos nos apoiando nas hipóteses behaviorista, que consiste em comprovar que estímulos podem obter respostas as quais o emissor deseja obter.

O behaviorismo em si como campo de estudo é bastante extenso devido a diversas análises e pelos números de autores em principal B.F. Skinner. É impossível, portanto para nos como autoras nos aprofundarmos nele, mas a síntese básica que queremos mostrar é que é possível sim se obter um comportamento X devido a um estímulo Y... Em suma, nas análises que se fazem em laboratório chamadas de “prática de condicionamento”, é possível observar até reações químicas nos objetos de estudo devido à prática associativa de estímulo. Vocês poderão ver um pequeno desenho disso aqui e nos futuros capítulos.

Boa leitura!

Capítulo 11 - A manipulação dos fatos


Fanfic / Fanfiction O perseguidor (AU) - Capítulo 11 - A manipulação dos fatos

A patologia sempre exacerbada naquela figura o tornavam uma vil criatura sem precedentes para usar seu imaginário conturbado, apenas com uma desculpa de possuir sentimentos amoroso para com aquela garota, cujo o corpo estava debruçado sobre o colchão ainda sem lençóis da cama.

A noite havia sido intensas, os pontos marcados na pele de Rey denunciavam as praticas invasivas causadas pela selvageria sexual a qual foi submetida pelo homem que estava de pé a observando. O moreno sádico deliciava-se ao mirar as nádegas empinadas e formosas da mulher. Antes ele se sentia um mero tolo apaixonado, mas agora que tinha um controle muito enraizado sob a mente da vítima, ele sabia que aquilo começava a ir muito além de apenas sentimentos. Algo o fazia sentir que esses tais pensamentos e sensações ocultas, aos poucos despertavam o seu monstro interior.

Então, Kylo rumou seus beijos escalando a perna da mulher adormecida, exalando seu calor com os lábios grossos que foram lentamente despertando-a.

— Bom dia. — o moreno colocou galante, fitando-a na face de sardinhas concentradamente.

Rey abriu os olhos lentamente, tendo a visão do quarto aos poucos. Ela espreitou com o olhar sonolento, e rapidamente, mirou o corpo do sujeito debruçado sobre si. Kylo trajava um short de elástico azul, unicamente. Ele deveria ter ido para casa, a garota deduziu ao observar que os cabelos negros do seu parceiro que estavam molhados e sua pele que espalhava um cheiro de menta misturada com loções masculinas muito fortes, essas que combinavam com seu porte viril.

— Que horas são? — ela indagou, sentindo-se um pouco assustada ao observar os raios solaras que vinham da janela em forma de linhas reluzentes. Aquilo fora o suficiente para Rey se alarmar, mas quando tentou se mover mais avidamente no espaço foi novamente jogada na cama pelo homem.

— A minha mulher por acaso tem algum compromisso além de fazer aquilo que eu desejo? — o moreno indagou, e Rey sentiu uma ponta de dúvida na voz masculina. Seu ato pareceu incomodá-lo, pois seus olhos refletiam um nítido desagrado.

Acuada com a pergunta, a moça balançou a cabeça negativamente.

— Mas... — ele estava prestes a beijá-la nos lábios quando ela soltou a preposição.

— Mas? — o homem arqueou as sobrancelhas um tanto possessivo, alastrando esse sentimento sob sua voz. Sua imensa vontade era de fazê-la engolir o questionamento.

— Você disse que deveria ligar para o meu irmão. — lembrou-o.

— Então é sobre isso. — ele suspirou parecendo aliviado com o fato de não ser um rebate as suas intenções. — Tem razão, já havia esquecido que você precisa falar com ele, meu amor.

Após suas palavras, Kylo acariciou lentamente a face da mulher a frente que permanecia estática ao processar o comportamento desengonçado que ele demonstrava, além de muito dúbio. A idolatria referente a ela transbordava pelas íris castanhas que percorriam as curvas torturadas, porém existia uma malícia, uma acentuação que a fazia temê-lo como se estivesse tão insano que seu suposto amor fosse terminar com um enforcamento.

Rey soltou um gemido discreto em seguida, seu corpo doeu ao tentar se levantar quando ele deu-lhe passagem para sentar-se a cama. O fato de vê-la débil ali ao seu lado fez Kylo se sentir mais excitado ao mirá-la. O prazer de ver a amante perfeita expressa dor em um corpo tão pequeno mediante sua imponência o deixava em crescente ebulição. Ele suspirou pesado, antes de arrastar seus lábios pelo queixo da morena, enquanto os dedos cercavam sua nuca apertando o ponto até que se prendeu em seu queixo chupando e emitindo sussurrou de advertência.

— Vai ser difícil te deixar conversar com seu irmãozinho traído se contínua a me provocar desse modo. 

Rey não havia entendido o que ele queria dizer com tê-lo provocado, porém, ela se sentia tão dolorida e machucada que não desejava que Kylo a tocasse ainda. Além disso, mencionar que Poe era “traído” era outro ponto que criava tensões fortes sobre ela... Era uma traidora tal qual seu cunhado e isso nunca seria anulado da sua história, mesmo que tivesse considerando dar fim a tudo.

Lentamente, Rey recuou das carícias do homem, inclinando seu corpo para trás. Sentia sua mente em frangalhos e seu coração mais do que tripudiado em pedaços. Ela engoliu em seco, sentindo sua garganta queimar à medida que forçou sua voz trêmula e constrangida.

— Apenas me diga então como não provocar seus instintos.

A fala da garota mostrava a tentativa de ocultar seus receios. Kylo notou claramente o travamento involuntário do corpo feminino e a sequência de um escorregar para a beira do móvel até que saísse da proximidade e parasse de frente para a janela, de costas para seu atormentador.

Em analise, Kylo Ren sabia que atenção a despertou para afastar-se dele. O homem arqueou novamente a sobrancelha, parecia farejar o medo dentro dela em cada músculo que se comprimia a sua frente, ele sabia que deixá-la com medo era bom. Mas em excesso, aquele medo seria como um veneno perigoso e letal.

Ele se levantou da cama seguindo o exemplo dela, depois a abraçou por trás sentindo uma dualidade imensa ao apertá-la de costas contra o seu peito. Quente, pequena, frágil... Aparentemente perfeita. Porém, por debaixo daquela camada ele conhecia sua macula. Kylo queria ser o único homem a ter tudo que ela podia oferecer, não era um problema torturá-la quando ela não era um anjo. Não era um problema destroçá-la para ter total controle. Não era julgável, pois ele dizia a si mesmo que tudo era por seu imenso amor... Um amor tão forte que o transformou no verdadeiro obsessor de sua vida infeliz.

— Não fique com medo, eu também o sinto às vezes. — seu suspiro fora para ser um alento na sequência, mas ela continuava muito rígida naquele envoltório criado por seus braços. — Está muito machucada lá em baixo? – ele indagou de modo que Rey assentiu um arrepiou por ter a boca do homem falando aquilo ao pé de seu ouvido. — Que tal se então te der mais um pouco de um agrado sem machucar? Você gostaria?

Rey ficou um pouco agitada mordendo os lábios perdida. Será que havia entendido errado? Era isso mesmo? O sujeito sempre egoísta estava indagando sua opinião?

A garota ficou hesitante, não queria nada relacionado a sexo, nem tão cedo assim. Era acostumada com coisas esporádicas e estando tão machucada não queria se permitir passar por aquilo de novo em tão pouco tempo. Temerosa expressou então sua opinião.

— Eu quero tomar banho, talvez Poe... — ela começou minuciosa, mas pausou no instante em que sentiu os braços de Kylo apertarem fortemente seu corpo. Ele sabia que ela estava fugindo, que estava recusando aquela oferta.

— Você não irá a lugar algum. Não sem antes me responder... — o coração dela martelou tão alto que conseguiu sentir e ouvir a pulsação ao mesmo tempo, que eram provenientes de seu nervosismo. Então, o homem voltou sussurrando. — Ontem você gemia alto quando sentia minha língua dentro da sua buceta toda esfolada. Hoje está agindo toda tímida e hesitante... Esqueceu-se daquela massagem por acaso?

As pernas dela tremeram, enquanto seus lábios não conseguiam dizer nada, alguma coisa ativou um gatilho em sua mente. Não sabia se era pelo medo já presente ou outro fator que pudesse a vir estimulá-la por proteção, porém, sentiu a única peça em seu corpo — uma calcinha — molhar. O processo foi doloroso e ela arrependeu-se de cogitar deixá-lo prosseguir, porque a contração que a vagina fez lembrou-a de o quanto foi violada por ele.

Rey projetou por um momento que estava sendo demais para suportar, ela estava disposta a tentar dar uma chance para Kylo mostrar seu amor, contudo ele estava indo com tanta sede em direção a ela que não sabia se conseguia conviver com isso. Porém os dedos de Kylo que a liam como se fosse um livro aberto pousaram sobre o meio de sua calcinha fazendo uma massagem enquanto ele puxava um maço de seus cabelo grossos com a outra mão e massacrava seu pescoço chupando de modo lascivo, no entanto não severo ainda.

— Eu quero ouvir da sua boca. — o homem mostrou exigência e urgência em suas palavras cruéis. — Fale...

— Não. Eu não esqueci. — respondeu tentando conter a respiração exaltada que chegava criando uma sensação gélida em seu próprio nariz que a queimava.

Então o homem forte a puxou para fora da linha da janela a arremessando novamente na cama de bruços.

— Kylo... Espera. — assustou-se, porém quando protestava ele já puxava a calcinha dela, não era um movimento para movê-la fora de seu corpo, mas para cima o que fazia o tecido cravar em suas partes atribuídas e sedutoras.

Rey apenas sentiu a boca disposta e sedenta por seu gosto. O homem moveu a língua sobre o tecido molhado de modo arrastado e torturante. Estava despertando nela desejos inexplicáveis em segundo que ela não queria a princípio... Será que era isso que desejava? Afetar seus sentidos depois de uma intensa violência e em seguida acariciá-la? Seja como for, aquela mulher entendia pouquíssimo sobre o que era ser amada, sobre o carinho verdadeiro e o sobre respeito. Toda sua visão e vida foram baseadas na pura violência gratuita e os agressores nunca tentavam ser gentis.

Kylo era um agressor, mas ao contrário de sua mãe parecia paciente... Ao contrario das pessoas do orfanato ele a criticava, no entanto a aceitava... Ele não era como seu primeiro namorado que a desprezava por seus complexos de insegurança, ele ao contrário disso elogiava-a e falava coisas que sentia precisar escutar. Em sua mente, era difícil separar o homem agressivo e o que ela desejou por mais de vinte anos conquistar. O homem tinha o lado negro e a luminosidade ao mesmo tempo, e apenas pela luminosidade queria apreender a conviver com o gênio ruidoso.

— Ninguém vai te aceitar como eu aceito. Ninguém vai te querer como eu te quero. — o moreno repetia deixando-a atordoada. Era uma lavagem cerebral de frases que se distorciam rapidamente a fazendo morder a isca.

Kylo para ela podia ser alguém apenas desesperado para demonstrar um amor que somente com muita paciência poderia ser entendido. À medida que crescia os chupões e a necessidade da língua invasora, Rey começava a gemer com os lábios compressos pelo travesseiro.

Violento, invasivo...” — Mas isso tudo é porque ele me ama... — Classificava a mulher se entregando as sensações que faziam seu líquido escorrer.

— Viu como você me ama? — ele colocou cheirando-a e roçando o nariz na flora carnuda e inchada ainda comprimida no pano. — Agora repita para mim...

O coração da garota estava batendo rapidamente, seus gemidos já não mais se abafavam no travesseiro da cama. A sua mente estava completamente embaralhada e as sensações se misturavam fazendo-a sussurrar.

— Eu amo você... — ele rasgou o pano que a circulava enfiando a boca em plenitude na região rosa, viril e lambuzada da mulher. Que ofegante tornou a repetir sem solicitação. — Eu amo você...

O impacto da própria frase começava a fundir uma espécie de personagem, que aos poucos fora moldado pelo perseguidor. Rey não era uma mulher que vivia pensando no que um homem queria, mesmo que tivesse seus complexos e quisesse agradar para ser aceita era do tipo que tinha suas opiniões. Por boa parte, inclusive do tempo que viveu tomava suas decisões sozinhas... Mas Kylo aos poucos estava tirando isso dela e montando uma criatura dependente e tão doente quanto ele.

O amor entre aquele casal se movia pela doença, pela violência, pela possessão, pela dor e a tortura... Aos olhos de Kylo aquilo era normal, aos olhos de Rey estava começando aos poucos ser compreensível. Todavia, aos olhos das pessoas “normais” aquilo nunca seria algo saudável. A prova disso chegaria em breve.

[...]

Era fim de tarde quando Poe chegou ao número oito todo exasperado ao mirar a pequena figura que trajava moletom a sua frente. Os olhos embaralhados em meio a lágrimas que escorreram assim que a círculo com seus braços alagados a pequena figura de Rey.

— Você quase me matou esses meses. Onde esteve? Deus! Eu quase morri. Ninguém sabia onde estava! Como pode sumir desse modo? — Poe estava disparando perguntas e afirmações ao mesmo tempo. Estava muito zangado, confuso e apreensivo por causa da ligação que Rey lhe fizera mais cedo.

O irmão da ex-atendente pensou um milhão de coisas que poderia fazer quando a visse, a maioria delas tinha haver com colocá-la de cabeça para baixo e dar uma bela bronca. Todavia, ao mirá-la na entrada toda aquela a raiva dentro de seu ser passou, toda a confusão transformou-se em preocupação e toda apreensão deu lugar a um imenso alívio de saber que ela estava viva e bem.

— Poe eu falarei tudo, devagar. — a garota pronunciou emocionada, não contendo as lágrimas. Estava feliz de vê-lo e arrependida de ter ido daquele modo meses antes. Tudo fora como um filme atormentador, ela não precisava ter chegado naquele nível.

— Eu podia jurar que tinham feito algo a você. — o mais velho segurava a face dela apalpando cada ponto como se quisesse checar que era real.

— Sei que devo muitas explicações. Prometo que as darei. — ela informou, soltando-o lentamente e tentando voltar ao estado centrado como solicitado pelo agora namorado, Kylo Ren em conversa antes daquele encontro.

As mentiras que precisaria contar haviam sido anotadas em um caderno, e Rey necessitava ser criativa na hora de introduzi-la na pouca verdade que ocultaria a escura e tenebrosa história real do que acontecera consigo. Kylo fizera-a discursar o mesmo texto várias vezes antes de sair do apartamento, por isso contar a Poe foi como apresentar-se em um seminário escolar.

Na história de Rey, ela contou ao irmão que estava muito triste depois do jogo de semi-final, porque havia se apaixonado por um homem. Disse-lhe que isso fora o motivo de ter sumido durante aqueles dias Poe a questionou antes do real desaparecimento que fora mais preocupante. Claro que isso pareceu insuficiente. Continuou dizendo em seguida que após ter achado que o rapaz em questão estava gostando de outra pessoa não sabia como conviver com a frustração que a atingiu e sumiu.

O conto inteiro parecia muito fantasioso e irreal na visão de Poe, ele notava nas expressões de Rey diversas mentiras, porém, intrigado com a real situação, o mais velho resolveu deixá-la despejar o resto das coisas que tinha para dizer antes de avaliar o que ali era real e o que era “loucura” ou fantasia.

Poe sabia do histórico traumático da irmã, ele somente não sabia como confrontá-la. Alguma coisa em Rey estava se agravando. Notava alguns gestos exagerados que ela nunca fazia ao falar, ênfases excessivas em frases, discursos contraditórios. Poe não era um investigador, mas tudo na moça denunciava a carga de que aquilo estava a ser quase totalmente inventado. Avaliativo, Dameron lembrou-se das ajudas psicológicas que a mais nova tivera no orfanato e arrepiou-se.

Esperava que houvesse uma justificativa mais plausível para toda aquela situação, que isso não fosse motivo para recorrer mais uma vez a psiquiatria. Estava agoniado, mas ao contrário de Rey, Poe sabia como agir e fingir. Aparentava calmaria e passava veemência ao acreditar nas palavras dela.

— Então em um dia que já não aguentava mais, eu liguei para ele... E foi isso. No final, nós nos entendemos e ele disse que me ama também. — a garota concluiu.

Poe estava completamente abismado com os absurdos não paravam e seu faro apitava para os sinais na voz da irmã.

Pedia para que ela não estivesse enlouquecendo, essa era sua maior preocupação. Algumas pessoas diziam que doenças psicológicas poderiam ser transmitidas sobre carga genética ou algo parecido. Ele nunca lera sobre o assunto, mas lembrou-se de adultos conversando em uma sala sobre o caso de Rey durante o tempo que esteve no orfanato. Alguns tinham a concepção que a garotinha se não tratada poderia ter transtorno bipolar como a mãe dos Dameron, já outros diziam que eram estímulos que poderiam desencadear outros processos.

O mais velho avaliou internamente que talvez isso fosse um ponto de por onde começar, mas queria acreditar imensamente que era puro exagero.

— Muito bem. O importante é estar de volta. — ele optou por dizer em resumo e não transmitir tudo que corria em sua mente agora mais do que agitada.

O sujeito tinha medo que questioná-la fosse afastá-la. Estava disposto a realmente mergulhar fundo naquela situação até encontrar a verdade e conseguir ajudar Rey de alguma forma. Cautela era a palavra chave, ele estava apoiado a isso quando se resolveu a levantar da poltrona.

[...]

Ao fim da noite quando saiu do prédio onde residia a irmã, Poe Dameon verificou o seu relógio de pulso — eram por volta de 21 horas. — Ele queria ir até o orfanato para puxar alguns registros de Rey tendo em vista a conversa alarmante que terminou com um desfecho inacreditável da mais nova falando estar envolvida com o vizinho, Kylo Ren.

Não conhecia bem o sujeito que Rey dizia estar comprometida, Poe sabia apenas algumas coisas sobre a vida do sujeito que claramente na época de seu desaparecimento chegou a dizer aos investigadores que não falava com Rey tirando alguns pontos aqui e ali que se davam pela convivência diária e cordial. “bom dia”, “boa tarde”, “boa noite”, não pareciam ser o suficiente para se construir uma relação, mas os investigadores nunca acharam de fato nada que levasse a crer que ele estava envolvido no desaparecimento repentino de Rey.

Passando esses encaixes temporais, Poe voltou a pensar que seria bom averiguar quem era o sujeito depois que ele fosse ao orfanato coletar informações mais relevantes, independente do que pudesse estar acontecendo à sanidade de Rey o estava deixando inquieto.

O homem estava quase para sair com o carro e dirigir-se ao primeiro ponto de investigação que considerava mais relevante, quando recebeu uma mensagem de um número desconhecido. Nele havia uma coisa que o fez congelar sentado segurando o volante e observando o que se refletia na tela do celular S7.

[Mensagem: Anônimo]

“Muitas coisas que sua irmã disse são mentira, mas não se preocupe Poe. A verdade cruel ela oculta por vergonha de você.”

[Mensagem: Poe]

“Quem é você?”

[Mensagem: Anônimo]

“Sou alguém muito preocupado com sua irmã, alguém que a ama incondicionalmente e não quer condená-la ou julgá-la.”

[Mensagem: Poe]

“Do que está falando? O que sabe sobre minha irmã?”

 [Mensagem: Anônimo]

“Quer realmente saber sobre o estou falando? Se quiser me encontre amanhã às 14horas no restaurante chinês, Gonchin da Rua 15 com a Rua 16.”

Poe suspirou achando-se maluco, mas tudo sobre Rey era tão misterioso e preocupante desde seu primeiro desaparecimento, que falar com alguém que parecia saber de algo, ainda que fosse loucura o instigo.

[Mensagem: Poe]

“Muito bem, e como poderei saber quem é você?”

[Mensagem: Anônimo]

“Talvez você já saiba quem sou eu. Mas de qualquer forma não tem que se preocupar com isso”.

[Mensagem: Poe]

“Espere, você é Kylo Ren?”

A resposta não chegava e Poe fervilhava de aflição, quando o celular finalmente apitou, após minutos que ele se manteve em silencio.

[Mensagem: Anônimo]

“Sim, sou eu.”


Notas Finais


Agradecemos a todos os que estão lendo o projeto e permanecem a nos incentivar, pois sempre um novo desafio iniciado a cada capítulo e esperamos estar trazendo um conteúdo diferente e informativo sempre para vocês.

Sempre lembrando também que se você ainda não deu seu coração para gente, não esqueça de dá-lo após sua leitura, pois isso nos incentiva a manter o projeto assim como os comentários. Queremos vê-los aqui dividindo suas opiniões e expressando o que sentem com nossa escrita! Até a próxima hora vermelha.


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