História O pesadelo é real - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Terror Psicológico
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Palavras 916
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse capitulo ficou muito pesado, não recomendado para mimizentos

Capítulo 4 - Memorias



Sentei no sofá mais uma vez e olhei o horário no relógio do rádio, tinha se passado apenas alguns minutos, mas no outro mundo pareceu uma eternidade, com isso eu entendi que o tempo passa mais devagar no mundo real.

Ainda com a carta na mão, tentei entender o que ela significa, procurei marcas, manchas, marcas d'água, e não encontrei nada, parecia ser uma simples carta de tarô. Joguei a carta na mesa de centro, ao fazer isso o telefone da cozinha tocou (tudo aconteceu tão rápido que nem lembrei que tinha um), atendi e tudo que escutei foi estática de ruídos, é bem lá no fundo eu pude escutar gritos de agonia como se alguém estivesse sendo torturado, foi então que uma voz surgiu e me falou o seguinte:
Voz do telefone: -Senhor Austley?
Dante: -Sim e com ele que você está falando. Quem esta falando?
Voz do telefone: -Aqui e do hospital Horowitz, eu tenho a triste tarefa de anunciar que sua noiva faleceu.
Dante: -Mas ela já tinha falecido a 1 ano, você deve estar enganado.
Voz do telefone: -Eu sei que é difícil para você acreditar, mas ela faleceu, se você sentir que não vai suportar isso, temos um ótimo psico........... *Estática e ruídos*... A.... Cu....sua.....cê......ez.....sso....*estatística 3 ruídos*
Dante: -Alô? Alô? Tem alguém ouvindo?
Telefone: *silêncio*
Ainda segurando o telefone, percebi que ele estava com o cabo cortado.
Dante: -Como isso é possível?

Subitamente o telefone começou a transmitir um ruído muito alto, esses ruídos me causou uma forte dor de cabeça, que me levou a um desmaio. Fui ao chão tendo rápidos flashes da minha infância.
Voz feminina: -Dante, o jantar já está pronto.
Voz masculina: -Você está mimando ele demais, você tem que ensina-lo a ser pontual!
Lá estava eu descendo as escadas para ir jantar, meu pai Jonathan e minha mãe Elizabeth estavam na cozinha, prontos para o jantar. Meu pai era um veterano de guerra, minha mãe dizia que ele era uma pessoal maravilhosa quando se casaram, mas depois que voltou da guerra ele nunca mais foi o mesmo, passou a beber whisky sem parar, e sempre andava com um revólver na cintura, ele começou a maltratar a minha mãe, sempre era rigoroso comigo, rigoroso até demais. Em contrapartida, minha mãe era uma pessoa muito gentil, sempre fazendo de tudo para ver as pessoas felizes, uma esposa fiel e dedicada, mas depois que a personalidade do meu pai mudou, ela passou a ficar mais reclusa e calada, um tristeza a atingiu. Meu pai sempre tomava whisky no jantar, ele sempre acabava ficando bêbado.
Jonathan: -Essa comida está um lixo, nem os porcos merecem isso!
Elizabeth: -Farei outra coisa para você comer.
Jonathan: -Não, você não vai fazer mais nada, você é uma inútil, não presta para nada.
Meu pai atirou o prato no chão e ficou ainda mais agressivo, eu fiquei assustado, nunca vi ele tão agressivo.
Elizabeth: -Pode deixar que eu limpo isso agora mesmo.
Dante: -Eu ajudo.
Elizabeth: -Não, pode ir lá para a sala assistir tv, eu termino de limpar.
Jonathan: -Isso mesmo, pode limpar tudo, eu não quero ver uma poeira sequer no chão
Meu pai acabou por tomar a garrafa toda de whisky de uma única vez e a quebrou no chão. Enquanto minha mãe pegava os cacos de vidro, ela acabou se cortando; Nesse momento meu pai a puxou pelos cabelos e gritou com ela.
Jonathan: - Você é tão inútil que nem consegue limpar o chão, pois agora eu vou te ensinar uma lição.
Meu pai a puxou pelos cabelos até o meio da cozinha sacou o revólver e apontou para a cabeça dela enquanto gritava palavrões e xingamentos. Em um certo momento enquanto minha mãe chorava, ele olhou para mim e disse.
Jonathan: -Voce está vendo, garoto?
Nesse momento eu congelei, não consegui esboçar uma reação sequer.
Jonathan: -Mulheres não servem para nada, elas são inúteis, só servem para nos dar prazer, é assim que se deve tratar uma mulher, se não fizer assim, elas não te respeitarão.
Nesse momento ele começou a arrastar minha mãe pelo quarto. Enquanto ele subia as escadas ele cambaleava quase desequilibrando e caindo; Quando ele tentou subir alguns degraus, ele largou o revólver e nesse momento eu estava com tanto ódio que peguei a frigideira que estava na pia corri em direção dele, ele se assustou e caiu sentado com o braço entres as pilastras da escada, e foi aí que ele falou.
Jonathan: -Você não teria coragem de fazer isso comigo, eu sou seu pai, você saiu do meu saco antes de sair davadia da sua mãe.
Foi aí que meu ódio aumentou ainda mais, então desferiu 8 golpes de frigideira em sua cabeça, mas dessa vez a eu pude perceber que a criatura sombria estava lá mais uma vez, ela estava dando risadas, mas não de felicidade, e sim de satisfação como de um trabalho bem feito. Enquanto minha mãe chorava ela gritava para eu parar. Depois que tudo passou, os vizinhos vieram ver o que havia acontecido, em poucos minutos a polícia e a ambulância chegaram. Após lembrar dessa parte da minha infância, tudo ficou escuro, logo em seguida eu acordei de joelhos no chão, não parecia um lugar que eu conhecesse. No chão, junto comigo, estava a mesma lanterna de antes, mas eu me pergunto o porquê que nem a carta e nem a pistola também apareceram. Olhei em volta e me perguntei quais os horrores que encontraria dessa vez
 


Notas Finais


sem nota final


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