História O Pianista - Fillie - Capítulo 12


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Categorias Stranger Things
Tags Fillie, Mileven
Visualizações 102
Palavras 1.744
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura.

1/2❤

Capítulo 12 - Tirando a inocência



- Porra. – ele grunhiu e eu ri, lógico que meu rosto devia estar em altos níveis de vermelho né.

Para minha surpresa ele segurou minha mão e praticamente me arrastou para fora da casa, já quase na porta fomos parados por Jaeden.

-Já vai Wolfhard.

-Sim, temos hora pra chegar em casa. – Jaeden riu estrondosamente, e olhei feio para Finn, lilis chegou até nós e me deu um beijo.

-Adorei te conhecer Mills. – assenti

-Eu também lilis.

-Vamos marcar de fazer compras.

-Se o Finn deixar ela sair do quarto. – Porra tava tão na cara de que íamos fazer? Ele riu alto ao ver minha cara, e Lilia deu um tapa em seu ombro, Finn pigarreou.

- Jaeden, por favor.

-Desculpe, adorei conhecê-la Mills.

-Idem Jae. – assim que eles se afastaram Finn voltou a me puxar, assim que saímos ele chamou o rapaz e que correu atrás do carro dele, ele voltou a me abraçar e beijou minha boca com calma, estava flutuando com seu beijo, quando o carro chegou e entramos.

O caminho até o hotel foi silencioso, ele dirigia com uma mão e sua outra não largava a minha, seus dedos entrelaçados nos meus, me passando coragem, estava nervosa, eu iria mesmo dormir com Finn, ok não estaríamos dormindo, mais mesmo assim, sentia minha pele quente e minha respiração vacilante, não morra agora Millie.

-Vamos? – ouvi a voz do Finn e vi que já estávamos no estacionamento do hotel, eu assenti e ele saiu do carro e abriu porta pra mim, caminhamos em silencio até o andar dele.

Assim que as portas se abriram, sua boca colou na minha me beijando com urgência, agarrei seus cabelos, o puxando mais e mais pra mim, ele gemeu contra meus lábios, e senti suas mãos em minhas coxas, me puxando pra cima, entrelacei minhas pernas no quadril dele e pude sentir sua ereção.

Ele separou nossos lábios, em busca de ar, ambos estávamos ofegantes, sem parar de me olhar ou me soltar, ele me levou até o quarto.

Assim que entramos ele me colocou na cama e começou a tirar sua gravata, e a jogou em cima de mim, e desabotoou sua camisa sem parar de me olhar, e a jogou no chão, corei ao ver seu peito nu, e olhei para outra direção e notei um vestido curto.

-O que é isso? – ele sorriu subindo na cama.

-O vestido que comprei pra você. – olhei o pano minúsculo que mais parecia uma camisola.

-Você queria que eu usasse só aquilo? – ele sorriu mais e beijou meus lábios.

-Hummm seria interessante, mais não te deixaria sair do quarto também. – eu rolei os olhos e ele beijou meu queixo, subindo seus lábios por minhas bochechas.

- Finn... – soltei um gemido estrangulado, ele se afastou para me olhar melhor.

-Nunca a deixaria usar só aquilo, essa camisola veio junto com o vestido, ela seria para você usar mais tarde, mais agora prefiro que você não use nada. Seus olhos estavam escuros de desejo, e me senti acuada.

Eu fui mais para trás e ele me deitou ficando sobre mim, seus lábios voltaram aos meus e minhas mãos foram ansiosas tocar seu corpo seminu. Seus ombros largos e seus músculos, gemi ao sentir sua língua sugando a minha e arranhei suas costas o fazendo gemer.

-Minha doce e inocente Millie. – ele sussurrou contra meus lábios, e moveu sua boca para meu pescoço, sugando minha pele, me agarrei a ele, e seus lábios desceram até o meu peito beijando minha pele exposta.

-Me deixa ver seus lindos seus seios? – ele pediu me olhando e assenti me levantando e abaixando o vestido, eu estava ofegante e corei quando ele parou de me olhar e cravou seus olhos em meus seios já duros, de tesão.

Ofeguei ao sentir um dedo dele contornar o mamilo, e estremeci quando ele me empurrou na cama ficando sobre mim e voltou a beijar minha pele, seus lábios descendo em direção aos meus seios.

Gemi alto ao sentir sua língua lambendo o vão entre os meus seios, e suas mãos os apertando e os beijando logo em seguida, sua boca movia de um pro outro sugando e lambendo.

- Finn! – gemi, esfregando minhas coxas, que já ansiavam por sentir mais dele. Sua boca veio pra minha, e suas mãos foram empurrar o resto do vestido pelos meus quadris, até ficar somente de calcinha na frente dele, corei ele senti sua risada em minha boca.

-Ainda com vergonha?

-Um pouco. – murmurei e suas mãos brincavam com o elástico da minha calçinha.

-Não tenha. Eu nunca te machucaria. – ele murmurou contra meu ouvido e mordiscou o lóbulo da minha orelha. Soltei um gemido baixo e segurei em seus cabelos puxando sua boca pra minha.

Ele me beijou com sofreguidão e suas mãos puxaram minha calçinha pra baixo, corei ao me sentir tão exposta a ele, pela segunda vez, e sua boca voltou a percorrer meu corpo, descendo pelo meu corpo até minha intimidade.

-Senti falta do seu gosto. – ele sussurrou contra meu clitóris e me contorci embaixo dele, e gemi alto quando seus lábios beijaram minha intimidade.

-Tão molhada Mills.

- Awwn.. Finn. – falei em um gemido e agarrei seus cabelos quando sua língua me penetrou, sugando e brincando com meu clitóris, seus dedos deslizando em meu centro úmido.

Sentia meu baixo ventre se contrair de êxtase e os espasmos se aproximarem, ele se afastou e o olhei sem entender, mais ofeguei ao vê-lo retirando as calças, ao ver seu membro saltando pra fora da cueca, era grande e groso, e parecia duro.

Ele foi até a cômoda ao lado da cama e pegou uma camisinha, abriu o pacote e a colocou, deslizando ela sobre seu membro ereto, ele moveu sua mão em torno de seu membro, se tocando e gemi imaginando minhas mãos ali.

Ele voltou a ficar sobre mim, com seu membro roçando entre minhas coxas, envolvi minhas pernas em seu quadril e ele respirou com dificuldade. Seu membro roçou na minha intimidade e me agarrei mais a ele.

- ahh Finn! – ele voltou a beijar minha boca, deslizando seu pênis mais pra dentro e cravei minhas unhas em seus ombros.

-Relaxe. – ele pediu roçando seus lábios nos meus, e tentei me acalmar e apertei meus lábios nos dele, sua língua deslizou para minha boca, me beijando com urgência e senti-a entrar de uma vez em mim me preenchendo.

Abri a minha boca em um grito mudo, e senti a boca dele em meu pescoço, ele não se movia, acho que esperando eu me acalmar e respirei fundo. Logo um prazer me dominou, e me movi contra ele, o sentindo entrar mais fundo.

-Finn...aawwmm! – gritei e ele saiu lentamente para entrar novamente com mais vigor.

-Isso minha doce Mills, me aperte. – gemi o sentindo entrar e sair de mim, enquanto minhas paredes pulsavam causando arrepios por todo o meu corpo.

-Tão apertada... E molhada. – ele gemia a cada investida, me fazendo arquear meu corpo contra o dele.

- Finn, m-mais... – eu gemi arranhando seus ombros e costas, as mãos dele apertaram minha bunda ditando o ritmo das suas investidas, me puxando de encontro ao seu membro pulsante, minha intimidade apertou forte seu membro, fazendo nós dois gritar e senti meu clímax chegando junto com o dele.

Seu corpo caiu sobre o meu, sem realmente me machucar e respiramos com dificuldade, suspirei ao sentir seus lábios em meu pescoço, subindo e descendo pela minha jugular, sua língua lambendo minha pele.

-Você é tão saborosa. – ele gemeu contra meu pescoço, me fazendo ofegar, seus olhos voltaram para os meus e ele saiu de dentro de mim, e me abraçou com força.

-Minha mulher. – ele sussurrou contra meus cabelos e sorri de olhos fechados. Me sentindo completa agora que pertencia a ele, sua boca voltou ao meu pescoço fazendo um caminho tortuoso até minha boca, e ofeguei ao senti-lo me tocando, massageando minha bunda sensualmente.

- Finn.

-Quer que eu pare? – olhei feio pra ele que riu e moveu seus dedos para dentro de mim, e gritei ao sentir um dedo seu movendo-se dentro de mim.

-Você é tão apertada Mills. – ele colocou outro dedo e gemi mais alto.

-Tão molhada, mais só por mim.

-Oh, oh.. Delícia...

-Me diga se já ficou assim por outro. – ele exigiu colocando um terceiro dedo, e gritei apertando seus ombros com força.

-Diga Millie, outro homem já fez você gemer, outro já provou seu doce sabor. – eu neguei com a cabeça.

-Só você... – gemi ao sentir minha vagina apertar seus dedos, os devorando e outro forte orgasmo me dominar, ele me abraçou com força e tirou seus dedos de mim e os lambeu, beijando minha boca em seguida.

Finn me soltou e foi até a cômoda pegando outra camisinha, e embalou seu pênis que já estava duro e grande, ele me pegou no colo e deslizou para dentro de mim me fazendo ofegar. Ficamos frente a frente, meu peito colado com o dele.

-Hummm, tão molhada... – ele gemeu com a cabeça comprimida contra o vão do meu pescoço.

- Finn... – murmurei sem fôlego, ao sentir suas mãos em meus quadris, me subindo e descendo, envolvendo seu membro pulsante, que cada vez afundava mais em mim, me fazendo gemer cada vez mais alto.

-Me aperta... devora meu membro... Millie. – ele gemeu contra meus cabelos, aumentando a velocidade de suas mãos, sua boca foi para meus seios e gritei agarrando seus cabelos querendo mantê-lo ali sua boca sugava e lambia meus seios com urgência, ora um ora outro, me fazendo gritar.

-Mais forte... Finn... – ele investiu profundamente e com força, e senti minhas paredes convulsionarem sugando seu membro, o apertando com força, me fazendo estremecer, e gritar ao sentir o meu orgasmo, eu cai mole sobre Finn e ele gemeu sentindo seu prazer logo em seguida.

Ficamos abraçados ainda nessa posição, por alguns minutos, senti suas mãos afastarem meu cabelo, e beijar meu ombro, meu pescoço, mordiscar minha orelha.

-Tão doce quanto sabia que seria. – ele murmurou contra meu ouvido, e o abracei apertado.

Ele saiu de dentro de mim, e deitou me puxando para seu peito, seu corpo quente pressionado no meu, meus seios comprimidos contra seu peito forte, e suas mãos em minha cintura e quadril, seu membro entre as minhas coxas, e suas pernas entrelaçadas nas minhas.


Talvez uma posição muito constrangedora, mais agora, era o único lugar em que eu queria estar, nos braços de Finn, Como a Mulher dele. 












Notas Finais


Chorei :') kkk



Kiss, Até!❤


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