História O Pirata e a Duquesa (REPOSTAGEM) - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias 50 Tons de Cinza, Piratas do Caribe
Personagens Capitão Jack Sparrow, Personagens Originais
Tags Revelações A Todo Tempo
Visualizações 92
Palavras 1.123
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom dia e Boa Leitura 😉

Capítulo 9 - Nono Capítulo


Fanfic / Fanfiction O Pirata e a Duquesa (REPOSTAGEM) - Capítulo 9 - Nono Capítulo

O mar calmo disfarçava o que estava por vir, das duas uma, ou eu era uma puta de uma sortuda ou eu estou mais fudida do que eu já estou normalmente, mas aí que está o clichê do dilema : 'minha liberdade por bondade deles' ou 'deixar meu bom senso de lado e trair a confianças de piratas que quase nunca estão sozinhos e podem me matar meio que a qualquer momento...' , então parece que a resposta já está meio na cara, a semana já está até acabando né.

Meu coração martela dentro do meu peito, eu nunca passei por isso na minha vida, mentira, até passei mas né EU ESTAVA DESACORDADA , então vamos considerar que não vale. Olho mais uma vez para ver se é isso mesmo, e quando olho confirmo, a bandeira inglesa estiada e homens de uniforme, o que isso significa? Isso mesmo TIRO DE CANHÃO.

Corro para dentro da cabine e o vejo abraçado com uma garrafa fedendo a rum, tento acordá-lo com cutucões, tapas leves, o chamo inúmera vezes mas não dá em nada, isso daqui não acorda, e agora? Se der merda ainda podem por a culpa em mim. ‘você pode parar de ser medrosa e chamar a tripulação', mas eles me odeiam 'e a gente gosta deles por algum acaso?' não 'exato , então acabe logo com isso para irmos para casa', estou falando mais uma vez com meu subconsciente, é, eu estou ficando maluca só pode. Tomo a coragem que eu não tenho e vou até a porta que separa onde eles dormem agora, antes dormiam aqui no cás . Respiro bem fundo e começo a bater de modo incessante na porta.

-VOCÊ É MALUCA OU O QUE?- o cara gordo junto de toda a tripulação me encaram de modo quase assassino, respiro bem fundo para não gaguejar.

-Temos um problemão a frente, e desculpa atrapalhar o sono de beleza de vocês, eu chamaria o capitão , mas parece que ele entrou em um coma alcoólico, e eu não queria morrer com tiro de canhão- eles me olhavam assustados “eu tô em pânico, eu ataco quando me sinto pressionada , e eu estou a ponto de explodir”.

-Tem um navio do exército inglês bem a frente, a rota terá que ser modificada-respiro fundo enquanto ando em direção ao centro do navio, e faço um sinal para que eles me acompanhem.

-Estou a basicamente dois dias estudando rotas , lendas e o escarcéu a quatro – eles se mantém em silêncio talvez ainda recebendo o nível do problema que estamos aqui.

-Isso é uma loucura, você é só uma criança assustada-um deles se aproxima de mim achando que me assusta.

-Primeiro-dou um passo em sua direção- não sou uma criança e sim uma mulher e segundo eu sei muito bem o que faço , é a minha liberdade e a minha vida que está em jogo e eu não brincaria com nenhuma delas- corro até a cabine e pego um mapa qualquer , uma pena, a tinta e lampião, ponho de modo baixo para quem esteja no outro navio não veja.

-Temos que ser rápidos- abro o mapa no chão e indico para onde tempos que ir e ok onde estamos- é aqui onde estamos , e ali para onde vamos, porém o navio está no meio , teremos que dar a volta, irá demoraria um pouco,mas valerá a pena- todos me escutam em silêncio.

-Por que está fazendo isso?- agora foi o gordo que perguntou.

-Eu há disse, é a minha liberdade que está em jogo , ele me deu a palavra dele que me levaria de volta, caso contrário eu deixaria seguir o percurso e em menos de cinco dias eu estaria em casa bebendo um chá quente e vocês todos estariam com os pescoços pendurados em praças- todos engoliram seco ao mesmo tempo.

-Precisamos correr, o tempo não ajuda e tem que ser em silêncio e no escuro.

-O QUÊ?- todos dizem de modo uníssono.

-É o único modo que não vai chamar a atenção deles, e chamar a atenção de um navio real creio eu não está no plano de viagem de vocês.

A mulher sobe para o andar de cima e eu a acompanho junto do mapa , algumas coisas que eu não entendo acontece no andar de baixo, enquanto eu e a garota movemos o navio andando ao invés de ir para o norte agora vamos para o leste, isso de modo bem devagar para não chamar atenção .

Quando o sol começa a raiar relaxamos pela primeira vez desde a madrugada, abro um sorriso tranquilo ao olhar pela lupa e não conseguir enxergar o navio , a tal garota não disse nada apenas desceu e se juntou aos outros, fiquei observando o céu alaranjado por um tempo, até que decido descer para poder refazer a rota já que mudou tudo agora , antes havia uma ordem: leste , norte e oeste, agora será : norte, oeste e por fim leste . Só de pensar que vou ter que refazer tudo de novo já me dá dor de cabeça.

-Lucia!- o cara gordo me chama, estranho , claro todos eles me odeiam e fazem questão de demonstrar isso.

Desço devagar pensando no que eles querem comigo. Todos eles me olham e abrem uma roda e me fazem ficar no meio , e o tal gordo também está no meio.

- Lucia, muita gente-ele suspira- muita gente mesmo quer o pescoço de todos nós pendurado em uma merda de uma forca, traem seus próprios iguais por poucas moedas, mas você não, você por algum motivo não deixou isso acontecer, e por isso você tem q lealdade da tripulação do pérola negra – “eu já ouvi falar desse nome, mas onde?”

-Não faremos nada com você – ele continuou- isso é um juramento e nós mantemos nossa palavra quando o assunto são as nossas vidas- ele estende a mão- prazer Joshamee Gibbs-aperto sua mão.

Sou apresentada a cada um deles, mas agora de um novo modo,eles não estão me tratando do mesmo modo de antes, me atrevo a dizer que até chega a ser agradável, a tal mulher se chama Ana Maria que se demonstrou a minha disposição para me ajudar com o mapa.

Eles começaram a gritar , cantar e beber, na minha visão algo desnecessário, mas eles estão tranquilos. A cabine finalmente se abre mostrando o capitão no seu estado normal ou seja, bêbado. Gibbs corre até ele e fala alguma coisa que para mim é inaudível.

-SENHORES- o senhor embriaguez sobe em uma caixa e começa a falar coisas completamente desconexas, tem um retardado do meu lado que está chorando

-UM VIVA PARA O CAPITÃO- Gibbs grita 'é sério isso?' – VIVA O CAPITÃO JACK SPARROW!

-COMO ASSIM JACK SPARROW?- me exalto.


Notas Finais


Até Domingo...


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