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História O plano perfeito - Capítulo 13


Escrita por:


Notas do Autor


Oláááááá, pessoal!!

Era pra demorar mais um pouco, mas eu tô tão animada que eu não resisti e vou postar hoje mesmo. Vamos ver o que acontece!!

E os agradecimentos de hoje vão para:

❤Nana
❤Edward
❤Beatrice
❤Yara
❤Cipher
❤Kamilla
❤Mimi
❤@BeatleManiaca19
❤@madoka1909
❤Lu
❤Bia
❤Flaviane
❤Gabi
Vocês sãos meus amorzinhos de vida

E bora ler que o negócio tá bão hoje...

Capítulo 13 - Isso nunca aconteceu comigo


Fanfic / Fanfiction O plano perfeito - Capítulo 13 - Isso nunca aconteceu comigo

Já havia se passado 03 meses desde a briga de John e Paul. O acobreado desculpou o moreno, mas a relação deles não era a mesma. Não faziam mais as refeições juntos, não conversavam mais como antigamente, só falavam coisas essenciais. Iam e voltavam das casas de shows e pubs que tocavam juntos, mas não ficavam perto um do outro nem se falavam.

Não era como se Paul não tivesse tentado se desculpar com John. Tentou de diversas maneiras e em diversos momentos, mas Lennon era teimoso demais. Resolveu respeitar o iceberg que ele pôs entre eles.

Nesse tempo não conseguiu ficar com ninguém. Stuart o perseguia a todo tempo e ele sempre resistia. Quanto a outras pessoas, sempre tentava, mas nunca conseguia. Quando não era por causa de John, era por causa do TCC. Por não ficar com ninguém, diversas vezes se masturbava e, na maioria das vezes, chamava por John.

Estava se masturbando pela quinta vez do dia enquanto tomava banho chamando por John quando ouviu a voz dele:

John: Paul, estamos atrasados! 

Paul: Ah, droga! - falou ofegante - Eu já vou, John! Só vou demorar mais uns cinco minutos. Você pode me esperar? Huumm…

John estranhou aquele gemido vindo do banheiro. Das duas uma: ou ele se machucou no banheiro ou… nem queria pensar nisso, ainda mais se ele chamasse por Stuart. Mas ele podia ter se machucado. Resolveu perguntar:

John: Paul, tá tudo bem aí?

Paul: Estou… estou… só mais dois minutos. Ah, droga! Eu… eu já vou…

John suspirou e foi para a cozinha esperar pelo marido. Pensava naqueles três meses. Estavam perto de fazer 04 meses de casamento e não se falavam direito há 03 meses. Desde a briga, John não falava direito com Paul. Ficou extremamente chateado com o que ele fez e o que ele disse. Pensou em falar com Mimi para desistir de tudo aquilo, mas pensou que 11 meses passaria rápido.

A pior parte era fingir para toda a família que eles estavam felizes e mais apaixonados do que nunca. Faziam carinhos um no outro e beijinhos quando o que John mais queria era matar e picar Paul em pedacinhos.

Pensava nisso quando sentiu o cheiro do perfume cítrico amadeirado que Paul usava. Virou-se e encarou MCCartney, que descia despreocupadamente. Enquanto o via, pensava consigo mesmo:

John: Esse desgraçado! Ele tá lindo demais.

Quando viu, Paul já estava à sua frente chamando sua atenção:

Paul: Vamos, John? Você disse que estamos atrasados.

John: Vamos… Certo, vamos!

***

Paul: Muito obrigado, gente! Vocês são demais. Vamos tocar a última música da noite. É com você, Johnny! 

John olhou para ele e começou a tocar e cantar:

shake it up baby now

Twist and shout

Come on, come on, come on

come on baby now

Come on and work it on out

Well work it on out, honey

You know you look so good

You know you got me goin' now

Just like I knew you would

Nesse momento, Paul olhou para a platéia e pôde ver um menino que chamou sua atenção. Era lindo, loiro, de olhos claros, sorriso marcante. Não tinha como não reparar nele. Voltou a prestar atenção na música:

Well, shake it up baby now

Twist and shout

Come on, come on, come on

come on baby now

Come on and work it on out

You know you twist, little girl

You know you twist so fine

Come on and twist a little closer now

And let me know that you're mine

woo

Paul aproveitou que John não prestava atenção nele e piscou para o menino, que não acreditava que aquela piscada era para ele. McCartney sorriu e olhou para o lado vendo John continuar a cantar. Era sua deixa:

Ah, ah, ah, ah

Yeah, shake it up baby now

Twist and shout

Come on, come on, come on

come on baby now

Come on and work it on out

You know you twist, little girl

You know you twist so fine

Come on and twist a little closer now

And let me know that you're mine

John fingia que não percebia, mas viu Paul sussurrando um "É você mesmo" para um menino na platéia. Aquilo o machucou por dentro, mas não podia mostrar. Continuou cantando:

Well shake it, shake it, shake it, baby now

Well shake it, shake it, shake it, baby now

Well shake it, shake it, shake it, baby now

Ah, ah, ah, ah   

Os quatro fizeram a reverência que sempre faziam quando terminavam o show e saíram do palco. 

Quando chegaram ao camarim, estavam cansados. Para John, ainda tinha a tristeza de ver Paul dando em cima daquele garoto. Aquilo o deixou irado, mas não podia demonstrar porque ele podia ficar com quem quisesse, até porque esse casamento é de fachada mesmo. Saiu de seus pensamentos quando sentiu uma mão em seu ombro:

Paul: Johnny!

John: Hum… oi!

Paul parecia encabulado. John sabia o que ele queria, mas ia deixá-lo falar pra ver se ele tinha tamanha cara de pau:

Paul: Será que… é… como eu te peço isso?

John: Geralmente se pede as coisas com a boca - falou ironicamente.

Paul: Jura? Não tinha reparado! - respondeu com ironia também.

John: Fala logo o que quer.

Paul abaixou a cabeça envergonhado e começou a falar:

Paul: É que tem um menino que eu fiquei a fim e a gente vai ficar junto. Pelo menos é o que eu vou tentar fazer. Tem como você chegar mais tarde em casa ou…

John: Pode deixar, Paul! Eu durmo fora. É melhor!

Paul: Tem certeza?

John: Tenho!

Paul: E pra onde você vai?

John suspirou apertando as têmporas. Aquilo já estava o deixando nervoso. Não tinha razão para Paul se preocupar. Não precisavam fingir ali que um se preocupava com outro, embora ele se preocupasse com Paul a todo o tempo:

John: Não precisa se preocupar. Eu não vou pra casa da Mimi ou da minha mãe. Nosso plano está a salvo.

Paul: Não é isso! Eu só estou preocupado com você. Sei que não tem o costume de dormir fora de casa e não é em qualquer lugar que você fica bem. Pode me dizer para onde você vai?

John: Não porque ainda não sei, mas vou ficar bem. Com licença, Paul! Curta bem a sua noite.

John saiu deixando Paul sem saber o que falar. Despertou de sua inércia e foi até o menino no meio do pub. Quando o encontrou, chegou perto dele e começou a chamar sua atenção:

Paul: Oi! Qual é seu nome?

Tara: Browne, Tara Browne. E você é Paul McCartney, certo?

Paul: Em carne e osso - falou sorrindo.

Tara abraçou o moreno,enlaçando seus braços ao redor do pescoço dele. Chegou em seu ouvido falando bem baixinho:

Tara: Eu não sou um homem de rodeios, Paul. Eu adoraria que você me fodesse até amanhã. Que tal?

Paul: Na sua ou na minha?

Tara: Na sua!

Paul: Então vamos logo!

Os dois saíram e foram até o carro de Browne. Chegaram na casa em menos de 15 minutos de tão rápido que o loiro corria. Paul entrou e deu passagem para que o outro entrasse. Assim que ele entrou, olhou ao redor:

Tara: Que casa maneira!

Paul: Obrigado! - falou trancando a porta, e virando-se para Browne - Enfim, sós!

McCartney chegou perto de Tara e o beijou longamente. Era um beijo quente cheio de tesão. Com pressa um tirou a camisa do outro. Browne começou a beijar o pescoço do moreno com vontade, deixando algumas mordidas. Aquilp enlouquecia McCartney de uma maneira que ele não conseguia explicar:

Paul: Quarto… vamos para o quarto!

Tara: Me leva pra lá!

Pqul o pegou no colo e levou-o até o quarto. Aquilo o fez lembrar do dia do seu casamento quando Johnny, brincando, pediu para entrar na casa sendo carregado como uma noiva, o que Paul fez rapidamente.

Flashback on…

John: Paul, era brincadeira! Me põe no chão!

Paul: Claro que não! Você vai entrar como merece

John: Pára, Paul! É sério! Você vai me deixar cair!

Paul parou com o primo ainda no colo e olhou em seus olhos. Como aqueles olhos eram lindos! Olhando atentamente para eles, perguntou:

Paul: Você não confia em mim? Acha mesmo que eu vou te deixar cair?

John: Eu confio em você, mas tenho medo de cair.

Paul: Confie em mim, Johnny! Eu nunca vou te deixar cair, de jeito nenhum. E se você cair, eu caio junto.

Flashback off…

Paul começou a pensar em como estaria John. Será que ele conseguiu um lugar para ficar? Será que ele estava bem? Será que ele conseguiria dormir em paz? Parou de pensar nisso ao ouvir a voz do homem que carregava:

Tara: Qual é o seu quarto, Paullie?

Estavam em frente ao quarto que ele dividia com John, mas não conseguiu entrar ali. Não sabia o porquê, mas não entrou ali:

Paul: Eu tenho um quarto especial pra nós dois.

O moreno seguiu até o último quarto do corredor e entrou ali. Jogou o menino delicadamente e subiu em cima dele, o beijando novamente. Estavam naquele beijo gostoso, mas Paul sentia que algo estava errado. Tentou tirar isso de sua cabeça continuando a beijar o menino.

Tara trocou as posições, ficando por cima. Tirou toda a sua roupa e começou a rebolar em cima do membro ainda coberto de Paul. O moreno tocou todo o corpo do loiro pensando:

Paul: Como ele é lindo, mas não consigo me excitar. O que está acontecendo?

Acordou daquilo ao perceber que Tara puxava sua calça com sua cueca juntos, expondo o membro não endurecido:

Tara: Vamos acordar esse nosso amigo!

O menino começou a chupá-lo, mas aquilo não estava funcionando. Paul já estava ficando nervoso. Não estava ficando excitado de maneira nenhuma. Tentou se concentrar naquilo, mas não conseguia. Cansado de tentar, Paul puxou o cabelo de Tara dizendo:

Paul: Chega! É melhor parar! Me dá um tempo, por favor.

Tara: Você broxou comigo? Você é um idiota!

Paul: Eu não sei o que tá acontecendo. Isso nunca aconteceu comigo. Eu…

Tara: Eu sei o que tá acontecendo. Eu não sou o ruivo que toca com você - falou terminando de se vestir.

Paul: Peraí! Me dá um tempo e, aí, a gente volta. Que tal? - perguntou beijando o pescoço do loiro.

Tara: Hoje não, senhor baixista dos Beatles. Eu vou pra minha casa. Liga pro ruivo pra ver se, com ele, você não broxa.

O loiro saiu do quarto deixando o moreno nu deitado na cama sem coragem de levantar. Bateu no próprio rosto em desagrado consigo mesmo pensando:

Paul: O que tá acontecendo comigo?


Notas Finais


Se me pagar dois copo de suco de laranja, eu falo o que tá acontecendo contigo, Paul!


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