História O Plano Perfeito - Capítulo 10


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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Hentai, Kohana, Naruto, Romance, Sakura, Sakusasu, Sasuke, Sasusaku, Uchiha
Visualizações 1.412
Palavras 3.039
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Helllouuuu

Capítulo 10 - Momento de Prazer


Fanfic / Fanfiction O Plano Perfeito - Capítulo 10 - Momento de Prazer

Folga!

Depois de uma semana agitada, vários noticiários com o meu rosto e o de Sasuke — conosco nos beijando, ainda por cima — a melhor notícia que recebi do meu estimado marido desde que nos casamos é que eu estou de folga. E o melhor? Sua viagem para Seatlle estava marcada para hoje, então estou com uma folga dele também.

Pendo o óculos de sol rai-ban na ponta do nariz, para checar as três criaturas pequenas que faziam uma guerra de água na parte raza da piscina. Penso que deveria ter colocado mais bóias, mesmo que tenha os forçado a colocá-las até mesmo em seus braços. Mia não gostou, mas meu coração de mãe agradecia.

Do outro lado da piscina, Sophie faz um pequeno sinal de mão para mostrar que também está de olho neles, de sua espreguiçadeira. Mesmo que pedir a ela que fizesse isso fosse apenas uma desculpa para fazê-la descansar um pouco, eu estava realmente mais aliviada.

O céu de Nova York límpido e azul resplandecente de hoje me trazia a sensação de um dia maravilhoso — sem empresa, sem compromissos chatos, sem paparazzi e sem Sasuke. Só eu, meus filhos, meu coquetel de frutas e meu livro preferido, Persuasão, da Jane Austen. Isso era bem mais do que eu poderia pedir.

E, claro, minhas duas amigas, Ino e Hinata, que aproximavam-se pelos portões de entrada juntamente a Tom, que movimenta seu olhar sutil, mas preocupado, em direção a piscina, onde sua filha, Eliza, mal nota sua presença por estar se divertindo com Mia e Daisuke.

— Eu não acredito que consegui espaço na agenda para estar aqui hoje. — Hinata suspira, jogando sua bolsa numa espreguiçadeira ao lado da minha. — Sabe o quanto isso é difícil?

— Tenho uma vaga ideia. — sorrio, confortando-a. Movo meus olhos em direção a Ino, que parece estar um pouco perdida enquanto olha ao redor. — Não acredito que você conseguiu trazer ela.

— Sobre isso... — Hinata sorri amarelo, lançando os olhos para uma Ino, agora, com a expressão exasperada.

— Você disse que era uma reunião importante. — sua voz está da mesma forma, os braços cruzados juntamente ao terninho cinza me trazem lembranças e um suspiro.

— E é uma reunião importante.

— Uma reunião de negócios. Você é minha chefe, mas não pode me arrastar para a casa do meu antigo chefe sem me avisar. — sua voz aumenta alguns tons, fazendo os olhos de Hinata virem em minha direção clamando por socorro.

Eu novamente pendo os óculos, encarando a figura séria e sisuda da Ino executiva — totalmente menos divertida que a Ino baladeira e claramente mais chata que a Ino preocupada. Pensei que ela ficaria menos “Ino” desde que iniciou seu trabalho como assistente de Hinata, mas talvez esse seja seu modus operandi.

— Sasuke está viajando, só volta amanhã. — digo, com um sorriso tranquilo brincando em meus lábios. — Eu pedi a Hinata para que te trouxesse, pois acredito que essa seja uma ótima oportunidade para nos divertimos.

Fechando os olhos com paciência e respirando fundo, eu me viro na direção de Tom, que parece uma estátua averiguando o perímetro.

— Ela está bem, Tom. — digo com uma voz serena, mesmo que seja a terceira vez. — Eu estou de olho, mas se não confia em mim, confie em Sophie, ela também está de olho.

— Não quis dizer isso, senhora, eu...

— Eu sei. — pisco, usando minhas habilidades manipuladoras para acentuar minha expressão de mágoa. — Mas se você ficar vindo aqui de minuto em minuto checar se a sua filha está bem, eu não posso pensar outra coisa.

Seus olhos repletos de experiência e preocupação voltam-se em direção a piscina, mas por fim ele suspira e acena, movendo-se lentamente na direção contrária.

— Tudo bem. Estarei na garagem, se precisarem de mim.

— Pobre homem. — Ino suspira, seguindo a figura opulenta de Tom se afastar. — Eu também não confiaria minha filha à você, se fosse ele.

— Que rude, Ino. — Hinata ergue uma sobrancelha, balançando a cabeça com uma careta ao me olhar. — Mas eu também não confiaria.

— Vocês são tão adoráveis. — mecho as sobrancelhas, fazendo-a rirem da minha expressão quando jogo uma bóia em direção a elas. — Por que não calam a boca e vão colocar um biquíni?


— Você tá brincando?

O rosto de Hinata quase fica pálido, e seus olhos estão mais sóbrios do que o normal agora que estão em minha direção. Eu averiguo ao redor brevemente, vendo as crianças sentadas a mesa da sala de jantar almoçando. Obrigada, Universo. Todos saberiam exatamente do que estamos falando só por estar nos olhando.

— Não, não está. — é Ino quem responde, bebendo despreocupadamente sua gin tônica. — Onde você acha que ela aprendeu a fazer esses drinques maravilhosos?

— Mas isso é tão...

— Impróprio? — termino, e seus olhos ainda sim ficam inquietos com a indignação. — Pois é, eu sei. O Sasuke é totalmente louco por casar com uma streaper, mas a ideia foi dele.  

— Você está dizendo que, basicamente, é uma esposa de mentira? — ela pergunta, ainda histérica. — E que transa com o Sasuke e assume uma imagem de boa esposa por dinheiro?

— Não. — Ino responde, rapidamente. Como que para me defender, o que me deixa chocada. — Eles não transam. Sexo não está no contrato, eu mesma o avaliei.

Saber que Ino leu todo o contrato me faz ficar tensa — então, ela tinha mesmo conhecimento de tudo. O que seria bom nesse momento, se meu sistema mental não tivesse dado um tique ao tentar formular uma boa resposta. Tipo: pois é, eu não transo com ele!

Mas meu silêncio foi outro tipo de resposta.

— Ah, não. Você tá brincando comigo. — Ino se inclinou na espreguiçadeira, alguns pingos de água ainda estavam em sua pele bronzeada por fazer pouco tempo que entrará na piscina. O biquíni branco que ela pegara destacava ainda mais a pele bem cuidada. — Você transou com ele, Sakura?

Eu esfrego os lábios, como uma garota que fora pega pela mãe em seu quarto dando uns amassos no vizinho — a lembrança me faz rir um pouco, pois eu me lembro bem da cara de espanto e de como ela ficou assustada e muda com a cena.

Foi a mesma cara que eu fiz quando a peguei em cima da Mercedez do meu pai transando com o jardineiro.

— Você está rindo? Eu estou confusa. — Hinata junta as sobrancelhas, olhando para nada em especial. O maiô preto, cavado e de costas nuas deixa ela com um ar sensual e poderoso, se não fosse pela careta e a expressão confusa. — Digo, eu sei o que é sexo casual. Aliás, fiz isso com o diretor financeiro da minha empresa semana passada.

— Você transou com o Derek? — Ino encara Hinata, estupefata. — Caralho, Hinata. Eu achando que você era besta, mas de besta você não tem nada. Então é por isso que ele não me dá nenhuma bola.

— Ele é meio grudento, mesmo. — ela faz uma careta decepcionada, mas então fica em alerta quando seus olhos cinzentos voltam em minha direção. — Mas, eu não entendo nada de sexo casual com o marido.

— Marido de mentira. — eu repito, como da primeira vez. Respirando fundo, eu tento ordenar os pensamentos para dar a elas uma explicação melhor. — Isto é, Ino têm razão: transar não está no contrato. Mas que sentido faz estar casada com um homem lindo de morrer e não transar com ele?

Nós três ponderamos, convictamente sobre a veracidade desse fato. Aparentemente as três chegaram a conclusão de que seria ridículo mesmo.

— Realmente... — Hinata murmura, e Ino deixa os ombros caírem.

— Era o que eu pensava antes de transar com ele. — sugo o líquido doce e alcoólico do meu coquetel, abanando a mão como se jogasse essa ideia para o lado. — Sexo com um homem lindo de morrer como Sasuke, não presta. Vai por mim, é furada.

— Então... Foi ruim? — Ino questiona, com a voz desacreditada. — Estou bem chocada, achei que o senhor Uchiha era o deus da sedução e do sexo.

Hinata concorda, o que me faria rir em outra ocasião.

— Não, não... Ele é. Nossa, se tem uma coisa que ele sabe fazer é empreender negócios e transar. — eu suspiro, lembrando da nossa rapidinha no carro. — E como sabe! Vocês não tem noção do que aquele homem é capaz de fazer numa limousine.

— Você não está sendo muito clara, querida. — eu encaro Hinata, ponderando, então aceno.

— O sexo é bom, mas a intenção não. Entendem? — ambas fazem expressões que dizem o contrário. — Bem, eu fui contratada para ser a esposa perfeita. Fazer sexo com esse homem não me torna a esposa perfeita. Me torna a esposa querendo muito sexo e menos compromisso com as minhas obrigações. Por isso eu abdiquei. — suspiro, apenas omitindo o fato de que isso tinha a ver com a situação de Ino, e de como ela fora posta na rua sem dó e piedade por causa do que eu fiz.

— Você negou sexo ao homem que vai te fazer milionária? — Ino me encara com uma mistura de choque e diversão. — Não apenas o homem que vai te fazer  milionária, mas Sasuke Uchiha, um dos caras  mais cobiçados de Nova York? É oficial: Sakura Haruno, eu te amo.

Hinata também parece se divertir agora, embora eu acredite que tenha um pouco do efeito da bebida aí. Eu começo a rir, mesmo que não tenha entendido bem o que fazia de tão especial negar sexo a Sasuke.

— Bem, até onde eu sei, é Sakura Uchiha. — Hinata suspira, balançando a cabeça e sugando seu drink. — E você vai ter que me ensinar algumas coisinhas.


...

Merda, merda, merda...

É só nisso que consigo pensar enquanto encaro meu rosto no reflexo do espelho, totalmente vermelho de queimaduras leves. Minha pele é muito sensível ao Sol, e eu posso ter passado o protetor de tatuagens, mas não consigo lembrar se passei protetor solar vezes o suficiente.

Bom, aparentemente, a resposta era óbvia.

Fui tão cuidadosa com meus filhos, que mal pensei em ser cuidadosa comigo mesmo. E depois de um dia inteiro intercalando entre tomar Sol, brincar com os garotos na piscina, levá-los para tomar sorvete e voltar para mais um banho de Sol, a cara vermelha e ardente foi a única coisa que me sobrou.

Mais as marcas branquinhas do biquíni. Que ótimo.

Quando me viro, chorosa e desesperada pensando no que farei para melhorar minha pele — porque obviamente amanhã eu preciso voltar a posição de esposa perfeita e proativa — dou um pulinho de susto com a imagem que tenho em minha frente.

Poderia ser a morte, vindo me buscar. Ou Lúcifer, rindo de mim, dizendo que estou condenada ao inferno por ser agnóstica. Mas não, é apenas Sasuke.

Sasuke Uchiha me olhando como se eu fosse um ET.

— O que... O que houve com o seu rosto? — ele se aproxima, averiguando meu estado. Eu faço um bico, sentindo que tudo pode ficar ainda pior em minha vida.

— Por que... Você está aqui? — meus olhos vão em direção a pequena mala que ele usava para suas viagens repentinas. Aquela que sempre estava pronta. Me recrimino por não ter subido para o meu quarto, ao invés de ter usado o banheiro debaixo.

— Consegui voltar antes do previsto. — ela solta a mala, avaliando meu rosto vermelho. — Você não sabe que precisa passar protetor solar antes de tomar Sol?

— Não me trate como se eu fosse uma criança. — resmungo, me afastando e voltando ao banheiro em passos duros. — Eu passei protetor, mas minha pele é sensível demais ao Sol. Não passei vezes o suficiente.

— Ei, Sasuke, onde eu coloco... O que houve com seu rosto? — é Naruto, que usa um terno amarrotado e a gravata nos ombros, tal como Sasuke. — Você está parecendo um pimentão!

Eu faço um bico, quase involuntário. Talvez o pouco de álcool que sobrou em meu sangue tenha me deixado mais sensível — ou eu com certeza estou na TPM. Minha menstruação era tão irregular que eu não poderia saber.

— Deixe no quarto de hóspedes no final do corredor. — Sasuke diz, fazendo uma cara feia ao se aproximar de mim. Naruto, escondendo um risinho quando eu olho para ele novamente, se vai rapidamente.

Sasuke tem seus olhos avaliando-me com mais intensidade do que deveria ser para alguém que está analisando o ferimento. Percebo, então, que ainda estou de biquíni — um biquíni verde com franjinhas na parte de cima. Seus olhos negros param bem aí, e então se fecham como se ele estivesse lutando contra algo.

— Vem. — ele me pega pelo pulso, me leva até o banheiro e me faz sentar na  tampa da privada. — Você diz para não te tratar como criança, mas não colabora.

Não digo nada, afinal, ele tem razão. Observo ele se movimentar pelo banheiro pequeno, até o armário em cima da pia. Ele tira de lá uma caixinha de primeiros socorros e vasculha dentro dela.

— Desculpa. — murmuro, encarando seus olhos resignados e o suspiro que sai de sua boca. — O que está fazendo?

Ele se aproxima de novo, se abaixando no chão de mármore. Em sua mão ele tem uma pequena pomada, e ao abri-la, ele passa um pouco no dedo indicador.

— Essa pomada é para queimaduras. Tenho certeza que amanhã pelo menos seu rosto estará melhor. — ele começa a fazer movimentos circulares em meu rosto, lentamente, com cuidado e atenção. Eu fico observando seu rosto cansado, mas ainda sim atraente.

O cabelo mediano está bagunçado como se ele tivesse passado a mão por ele diversas vezes — ele faz isso quando está pensativo ou angustiado com alguma proposta de negócio ou qualquer coisa relacionada a empresa. O rosto não tem a típica barba por fazer que têm geralmente quando ele volta de viagem, talvez por ele ter passado apenas um dia. Hoje de manhã seu terno estava perfeitamente impecável, agora está amarrotado e sem a perfeita gravata azul marinho.

E, ainda sim, ele continua lindo.

— Como estava em Seattle? — pergunto, querendo puxar assunto e quebrar o silêncio do pequeno cômodo obtendo nossa tensão. 

A tensão.

— Chuvosa, como sempre. Mas acho que fechamos um bom negócio. — ele responde, cautelosamente. — E as crianças? — ele pergunta, desviando os olhos. Será que ele está constrangido? É um pouco fofo.

— Dormindo. — eu digo, olhando pela janela a escuridão começar a cair lá fora. — Elas tiveram um dia cansativo, e brincaram muito com a Eliza.

— Eliza?

Ah...

— A filha do Tom. — explico, apertando os dedos contra meus joelhos e friccionando os lábios conforme ele passa a pomada na minha bochecha direita. — Quando você disse que eu teria folga, pedi a ele que a trouxesse. Ela adorou.

Digo isso para que a bronca seja mais branda — talvez eu devesse ter digo a ele sobre a Eliza. No entanto, seu rosto não parece zangado, na verdade parece até um pouco anuviado e atencioso.

— Queria ter a conhecido. — sua voz é tão serena que eu sorrio, animada com a perspectiva de tê-lo com a gente no dia de folga.

Ver ele brincando com as crianças, tomando um drink comigo, talvez fazer cavalinho nas costas enquanto corremos atrás de Mia e Daisuke...

Teria sido ainda mais perfeito, mas isso é apenas um sonho bem utópico. Num lugar onde eu não fosse a esposa de mentira e com filhos que não são dele; o que não é, com certeza, a nossa realidade.

— Você não têm folga? — seus olhos desviam para os movimentos que seus dedos continuam fazendo em meu rosto. — Não sai, não se diverte...?

— Sim. — eu estreito os olhos, erguendo uma sobrancelha. Ele solta um riso fraco pelo nariz. — Não, a empresa toma muito tempo de mim.

— Você é o chefe. Pode se dar uma folga se quiser. — eu sorrio, fazendo-o rolar levemente os olhos. Uau, Sasuke Uchiha revirou os olhos. Como pode ele ser bonito até mesmo assim? — Por que não se espelha na Hinata? Ela conseguiu....

Nesse momento, minha mente dá uma turbinada de trezentos e sessenta graus. E tenho ciência de que meu rosto deve estar tão ruim, que nem mesmo Sasuke pôde disfarçar a grossa sobrancelha erguendo-se em resposta.

— O que houve? — ele para imediatamente os movimentos. — Está doendo? Te machuquei?

— O Naruto... Ele...

— Estava comigo na viagem, como nós bebemos um pouco, fiz ele ficar aqui. — um pequeno e adorável V se forma abaixo da sua sobrancelha, e seus olhos estão confusos. — Algum problema? Tenho certeza que ele só estava brincando...

— Você mandou ele para o quarto de hóspedes no fim do corredor. — eu me levanto, olhando para ele, mas sem conseguir terminar o que preciso dizer. Respiro e expiro, deixando meus ombros caírem. — Eu disse que a Hinata podia se trocar lá.

Assim que termino de explicar, seu rosto expressa exatamente o que o meu deve estar claramente expressando: medo. Não fazia ideia do que Hinata e Naruto tiveram no passado, mas pelos olhos apressados de Sasuke e a rápida corrida que fez até o quarto no final do corredor, coisa boa não podia ser.

No entanto, assim que ele abre a porta e trava no lugar, me fazendo bater em suas costas, eu me viro desviando de seu corpo e decido, totalmente mortificada com a cena que tenho em minha frente que: coisa boa, era o que estavam ambos fazendo.

Afinal, se ter um corpo alvo, pelado, bronzeado e forte te segurando contra a parede não era a melhor coisa que Hinata poderia ter feito nesse momento, eu não sei mais o que é.

Assustada, ela cobre o rosto avermelhado e murmura abafado contra as palmas das mãos:

— Aí, meu Deus!


Notas Finais


Capítulo mais leve e cheio de descobertas HAHAHAHHAA até o próximo ❤️


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