1. Spirit Fanfics >
  2. O Player; >
  3. Capítulo Único;

História O Player; - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Fodase texto de minecraft

Capítulo 1 - Capítulo Único;


Fanfic / Fanfiction O Player; - Capítulo 1 - Capítulo Único;

Em um belo mundo quadriculado, um novo player é spawnado, e este se chamava Roberval. Os monstros estavam acostumados, sempre que um morria, outro renascia, era o ciclo normal das coisas. O problema é que com o evoluir das coisas, descobriram que Roberval é um tremendo arrombado. Ele nasceu em uma planície não muito ampla e cheia de montanhas, e logo a frente, havia uma vila de villagers. Eles viviam da floresta e tinham plantações e animais, também estavam acostumados a oferecer produtos e deixar suas moradias abertas para que os players se sintam em casa, pois por mais que eles tenham todo o trabalho, somente os players eram capazes de defender contra as ameaças dos Pillagers.

Roberval, não só matou o Golem da vila, como também massacrou a todos, destruindo suas casa e ateando fogo em tudo. Anoiteceu, e os zumbis que rondavam o local, ficaram confusos com tanta destruição.

- Não tinha uma vila aqui? Eu a vi lá da floresta, o que aconteceu? - Um deles perguntou, olhando de ruina em ruina, só achando ossos, carne queimada e animais mortos.

- Acho que foram os Pillagers, não? - Um esqueleto que também apareceu lá por perto, viu a destruição e notando o grupo de zumbis por perto, decidiu se informar.

- Eles não destroem, não desse jeito. São invasores. - Um zumbi deu de ombros. - Acho que foi o novato.

- Mas de onde ele tirou.. tanta raiva ou até o isqueiro? Surgiu hoje de manhã! - O esqueleto retrucou, sentindo um arrepio na espinha.

- Bom, é uma vila. Eles sempre deixam brechas pros players ficarem mais tempo e protegerem eles. - O comandante daquele grupo diz, este usava uma camisa branca. Líderes e comandantes monstros tentam se diferenciar dos demais para não serem confundidos com qualquer um. - Mas é estranho mesmo, nenhum nunca foi tão violento. Tomem cuidado quando encontrarem ele, somos mais fracos, mas juntos ainda temos chance. Mantenham-se em grupo. Avise ao seu líder da situação, contem a todos! - Os monstros acentiram.

O esqueleto saiu dali, junto ao grupo de zumbis e sem demorar, contou a todos os creepers, aranhas e endermans que viu, antes mesmo de amanhecer, foi a sua caverna alertar seu líder da brutalidade do novo player.

- É, eu sei, fiquei sabendo desse novato. Ele é promissor, pena que somos rivais hereditários e eternos. - Os outros ficaram abismados. - Acho que ele vai dar trabalho, estou empolgado! - O comandante esqueleto é conhecido por ser sem noção, mas ele era o mob com a melhor mira dentre todos. Seu arco encantado era extremamente resistente e podia até atear fogo em seus adversários, ele usava uma bandana amarrada no pescoço e calças de couro.

- Mas chefe, ouviu algo do que eu disse? É o 1° dia dele e ele massacrou uma vila inteira e o Golem deles. - O informante disse receoso, sua espinha arrepiava toda vez que pensava nisso. Era mal sinal.

- Sim! Ouvi perfeitamente, e eu vejo um adversário ao nosso nível! Ao meu nível. - Ele era também muito convincente e persuasivo, sabia liderar bem. - Rapazes, esse não é só um player poderoso, é um player com ódio e vontade de matar. Ele quer caos e é isto que daremos a ele. - Todos moveram seus ossos a favor do líder e gritaram erguendo os arcos. - Vamos mostrar a ele e dá-lo nosso melhor!

- Isso não é bom... - O informante sussurou para si mesmo. Tinha algo naquele player que o assustava muito.

Amanheceu, neste período, somente Creepers, aranhas e Endermans poderiam estar sobre a luz do dia. Um dos Enders estava teleportando por aí, procurava um bloco de pedra muito bonito que tinha encontrado, mas não o achava em lugar algum. Ele também gostava muito de admirar o pasto e a floresta, cheio de flores e o som das árvores se movendo, era relaxante. Até ouvir passos. Olhou para trás de si e viu somente uma ovelha.

- Olá floquinho de lã. - Este Ender em específico era um amante de animais e fazia de tudo para impedir os players de matá-los, mesmo ele sabendo que era algo inevitável, mas ele fazia seu melhor.

A ovelha berrou para ele, aceitando o carinho de sua mão fria e quase transparente. Até que do nada, Roberval surge dentre as árvores e mata a ovelha, assustando o Enderman, mas como ambos não fizeram contato visual, o mob estava ainda impedido por sua natureza paciente de ataca-lo.

- Ora, por que fez isso?! Ela não fez nada para você. - O Ender estava ofendido e o player ignorava o que para ele era apenas grunidos. Mas a criatura não se daria por vencida. - Olhe para mim, seu imbecil...

O ender teleportou para frente de Roberval, que ainda segurava a espada suja de sangue e sem medo algum, ele encarou diretamente para o Enderman. Irritado e agora desafiado, a batalha começou. O amante de animais preparou o bote e acertou 2 hits em Roberval, que rodou a espada e acertou as pernas do Ender, que sumiu para dar tempo de seu HP recuperar, mas bastou voltar e o player partiu pra cima, acertando seguidas vezes sua espada no Mob, que mal teve tempo de acerta-lo mais uma vez. Era tarde demais. O Enderman foi morto em questão de segundos. Dentre as arvores, um creeper observou tudo, deu meia volta e foi até uma caverna próxima avisar seu supervisor.

- Ele fez isso mesmo? Que espada usava? - O creeper líder era mais escuro que os demais e tinha olhos vermelhos.

- Diamante! - O informante disse já ficando irritado.

- Mas já? Ora.. interessante. - O Creeper líder pensava consigo, um player forte, corajoso e muito experiente. Era um daqueles que criava o mundo e o via como seu, sem pensar nas outras criaturas que habitavam nele. - Ele vai ser um daqueles, igualzinho ao Herobrine. - O creeper informante gelou seu coração de bomba, antes naturalmente acelerado, agora lento e falhando batidas.

- É grave assim? - O líder somente acentiu. Creepers são conhecidos por poucas palavras, mas muitas atitudes. Impulsivos por natureza, explosivos por instinto. - Quer que eu avise aos outros?

- Neste ponto, com essas fofocas voando ao vento, não me surpreenderia que todos estejam sabendo. Se quiser fazê-lo, faça. - O mensageiro acentiu e saiu, perambulando pensativo.

Herobrine, de todos os players, foi o mais bem sucedido, sobreviveu por anos e anos, montou seu império. Morreu e tornou-se ainda maior e influente. Tanto que tornou-se o deus do Nether, com um poder inigualável. Os monstros o temiam e admiravam, era a tênue sensação que ele poderia te matar a qualquer momento e isso era incrível. Aquele tipo de pessoa que você deseja se tornar quando crescer. Ademais, os dias e noites vão passando, e o novo player foi destruindo cada vez mais e mais. Enders encontravam florestas queimadas, creepers avistavam vilas destruidas e massacradas, zumbis e esqueletos estavam sendo empurrados apenas para buracos e rachaduras em montanhas, pois o mundo estava sendo destruido, aranhas viam animais mortos e os afogados achavam manchas de sujeira no mar.

Aquilo estava de tornando cada vez mais caótico e insuportável, o suficiente para gerar uma reunião geral entre todos os mobs. Anualmente, quando há troca de players problemáticos e outros problemas em geral, mobs de todos os tipos e classes se reunem para debater e exprimir suas ideias, tentando manter o equilíbrio. Raramente estas reuniões envolviam Notch ou Herobrine, e as que tinham suas presenças carregavam um assunto serissímo. E esta, infelizmente, estava inclinando-se para ser uma dessas. Líderes monstros e humanos, do Nether e da superfície, em paz para um bem maior. O salão era uma redoma no alto de um morro em um bioma de Selva, haviam 3 níveis de altura, grandes o suficiente para acomodar todos os monstros. No centro, 12 palanques posicionados lado a lado, 6 grandes e 6 médios, para que os líderes dêem voz ao povo.

- Temos que alertar Herobrine e Notch, não podemos continuar com essa situação. Ele está matando tudo, por pura e simples diversão. - O líder aldeão entrou no salão sendo seguido pelo Zumbi, depois o Esqueleto, Creeper, a rainha aranha e por fim a líder Enderman simplesmente apareceu em seu devido lugar. - Ele sozinho massacrou 5 vilas diferentes, poucos aldeões conseguiram escapar. Ele roubou tudo de meu povo, nem os Pillagers fizeram tanto estrago quanto eles.

- Seus aldeões não se comparam ao grupo de 20 homens meus que foi massacrado ao mesmo tempo. Era uma dungeon no deserto, secreta e escondida dentro de uma caverna, eles estavam escondendo-se do verdadeiro monstro. Isso sem falar nas noites seguidas que ele não dormiu somente para nos caçar. - O líder Zumbi diz de seu posto, ao lado do Esqueleto, ele estava Irritadiço, todos estavam. Ele portava uma armadura completa de ferro com um elmo encantado, segurava uma espada de pedra.

- Seus homens já caçam o meu povo com ou sem os players por perto. - Os aldeões e o zumbis são inimigos por puro instinto, desde muito tempo as discussões sobre os problemas entre as duas raças tomam espaço no palanque em quaisquer que sejam os assuntos. - Somos as verdadeiras vítimas do sistema!

- Olha, nós somos criados para morrer nas mãos de um ser cruel que tem toda uma força descomunal em suas mãos, vocês podem ter a ajuda dele e ainda são abençoados com o Golem de ferro, o que mais querem? - A matriarca das aranhas bate uma de suas 8 patas na bancada de sua mesa.

- Ela está certa até certo ponto, mas não é sobre isso que viemos discutir! - O líder Creeper grita alto e rudemente para todos ouvirem. O que era comum, devido seu temperamento explosivo. - Ele está matando a tudo e todos! Tirando de nós o que também é nosso por direito! Espaço, comida, até nossa própria vida! - Ele suspira, seu coração estava a mil por hora. - Temos que contar com alguém que esteja no nível dele.

- Não temos que incomodar Notch ou mesmo Herobrine, temos força para lidar com a ameaça, se atacarmos juntos! - O comandante esqueleto gritou no palanque abaixo, ele era um dos poucos monstros que acreditavam em um ataque massivo em grupo.

- Comandante, já discutimos sobre isso. - O líder de ossos reclamou mais baixo com seu braço direito político. Ele era conivente com os outros e concordava que uma atitude maior e mais severa seja tomada contra o player. O líder tinha uma cicatriz em torno de seu crânio partindo do olho direito, usava roupas de couro e uma besta estava ao redor de sua caixa torácica. - Não é plausível que arrisquemos mais e mais vidas só para provar a si mesmos que somos capazes. Estar vulnerável não é um crime.

- O povo está com medo, senhor, eu quero mostrar a eles que somos fortes e podemos. - O Comandante se defende.

- Não, você quer provar a eles que pode. Você é muito forte, mas nem todos são como você. Não entraremos nessa pauta. - O líder insiste e o comandante não retruca mais, apenas aceita que talvez ele estivesse errado.

- Acredito que a hora de mostrar nossa força passou, comandante esqueleto. Admiramos sua bravura, mas mais mortes aconteceram se continuarmos a bater de frente. - A líder Enderman era uma xamã poderosa, usava um manto bordado com símbolos de magia antiga preto e roxo, as cores de seu povo. Sempre que se reuniam, todos os Enders presentes tinham que usar um véu sobre os olhos. Eles eram pacíficos e instintivamente impedidos de machucar outros monstros ou aldeões, mas era mais por precaução. Ela era uma delas. - Estamos de acordo em chamarmos Herobrine e Notch? Levantem as mãos.

A maioria dos presentes no local levantou a mão e exitantemente, o comandante esqueleto levanta a sua também, isso faz com que o resto repita seu ato. Todos estavam de acordo.

- Certo, vamos começar a evocação. - A xamã Enderman teleporta de seu palanque e junto aos outros monstros, descem mais um andar.

O último andar daquele exuberante castelo era uma ampla poça de lava protegida por vidro, tinha formato de hexágono e no centro, havia um bloco de ouro envolto por Obsidiam. Dois dos Enders aparece com 2 blocos de pedra do Nether, enquanto que um aldeão segurava a pedra com a marca de Herobrine esculpida. Montando o totem, bastavam apenas atear fogo, e quando o fizeram, raios e trovões soaram do lado de fora e então o fogo das tochas que iluminavam a sala de apagou.

- Perdão, sabe como é evocar espíritos do Além. Eu não faço isso por querer. - Herobrine em carne e osso faz-se presente. - O assunto deve ser sério, se me chamaram aqui.

- Sim, senhor. Precisamos que chame Notch. - A Líder Ender diz. - Temos um problema com o player atual.

- Subimos e vocês vão me falando, no Nether não tem comida. Estou faminto! - Por mais que fosse uma lenda imortal, Herobrine ainda tinha seu lado humano e cativante.

E todos voltaram ao andar de cima, enquanto que os líderes iam conversando com Herobrine, alguns aldeões prepararam algo para ele comer. Pães, bebida e carne. O homem de olhos brancos comia e ouvia atentamente tudo o que eles tinham a dizer, surpreendido com todas as atrocidades que aquele humano estava fazendo.

- A situação é séria mesmo. - Ele terminou de comer e deu os talheres para serem levados de volta a cozinha. - Agradeço a comida. Agora, não acho que precisemos chamar Notch. Claramente ele é um maníaco, sádico, louco, mas tudo o que mais quer é atenção. Faremos o seguinte, vou dar um susto nele, ele não vai continuar com isso.

- Senhor, tem certeza? Não subestime o que já subestimamos.. - O líder esqueleto diz, receoso, sentia em seus ossos que sozinho, Herobrine não conseguiria.

- Eu fico honrado que se importem comigo, mas agora, chegou a minha vez de cuidar de vocês e desse mundo. - Herobrine ergueu a mão e de um brilho intendo surgiu sua espada de diamante encantada e seu capacete. - Eu voltarei próspero, aguardem um momento.

- Senhor, use sua armadura completa! Somente por.. precaução. - O líder Zumbi diz, preocupado com a falta de compreensão e a indelicadeza que Herobrine estava tratando o problema.

- Ele não é páreo pra mim. Desejem-me sorte! - O homem montou um cavalo, que apareceu ali do nada, e saiu pela porta do templo.

- Desejamos-te senso, e que esteja certo mesmo. - A xamã Ender diz, ansiosa.

•••

Herobrine seguiu o rastro de destruição que o player criou. Como o templo fica em uma ilha isolada longe do continente, Roberval não sabia de sua existência, mas já tinha destruído o mundo suficientemente para ele ser notado. Cavalgando pelas águas, Herobine achou manchas de óleo no meio do mar, chegando a praia achou marcas de dinamite, animais mortos, peixes, galinhas, porcos. Sangue e tripas. Ele nem lembrava que isso é possível. Algo estava errado, ele sentia uma energia poderosa, o player tinha arrancado a pureza do mundo e manchou seu imaculado solo com a capacidade de fazer seus habitantes sangrarem. Seguindo mais a diante, viu uma das vilas totalmente cabornizadas, vários, vários e vários corpos espalhados por todos os lados. O Golem estava todo destruído.

Mais a frente, ele captou um sinal do player por perto, em um deserto extenso. Havia uma torre de Pillagers e todos eles estavam mortos ao redor dela. Herobrine deixou o cavalo ali e entrou, com a espada em mãos e tenso com a situação. Talvez, ele estivesse em negação, que os monstros em algum ponto exageraram, que o player era apenas uma criança problemática que adora descontar sua dor em outras pessoas. Mas, era algo de outro mundo. Ele tinha uma concentração poderosíssima de ódio em suas ações, não era somente uma série de frustações, era puro mal. Roberval estava senta num trono que ele mesmo montou na sala principal da torre Pillager e se assustou quando viu outro suposto player em seu mundo.

– Que merda é essa.. Eu não instalei o Mod do Herobrine.. — Empunhando a espada, o player se levantou e apontou para Hero, que estava parado na entrada.

– Não sou um Mod, sou um deus. — A instalação tremeu e rangeu. – E você, pirralho, já fez estragos o suficiente. Está destruino tudo.

– Mas este é o princípio do jogo, eu posso fazer o que me der na telha. O mundo é meu. — O rapaz deu de ombros. – Tecnicamente.

– Eu sei que é o mundo do seu irmão mais novo. — Herobrine cruzou os braços segurando o riso.

– Não seja imbecil, é o meu mundo. — Roberval se irritou e quase gritou.

– Seu nome ainda é Roberval, estou vendo nos arquivos, e o nome de save do mundo ainda é 'Sua bunda'. — O player ficou transtornado.

– O que.. QUE MALDIÇÃO! Vou matar aquele bostinha.. — Roberval some por alguns segundos e retorna com o nome de Destruidor. – Agora, seja lá como você apareceu aqui, eu vou te matar! Vou acabar com tudo nesse mundo!

– Eu sou Herobrine, o primeiro player a finalizar Minecraft. Eles me vêem como um Deus, e você, meu caro, é o verdadeiro monstro desse lugar. — A espada de Herobrine começa a brilhar fortemente, igual seus olhos e punhos.

– Que mentira! Não é meu icon que está como 'Ameaça'. — Levantando uma das sobrancelhas, o player ironiza.

– Que curioso, porque não sou eu que apavoro até mesmo os monstros. — Em alguns passos, Herobrine teleporta até próximo de Destruidor, acertando um golpe quase fatal que lhe tira 5 de dano.

O player cospe sangue e tenta devolver com a mesma intensidade e brutalidade, mas sendo levado para os confins de sua mente, em um sonho com o demônio de olhos brancos, Herobrine lhe atinge socos seguidos no rosto e um chute na cabeça, trazendo-lhe de volta. Roberval estava machucado e tonto, mas ainda sim sob as escadas rapidamente e com sua besta atinge 3 flechas em Herobrine, duas no peito e uma na perna, que somem e no mesmo instante, retornam ao seu dono, o atingindo 3 vezes no peito. Com apenas meio coração de vida, Roberval acaba escorregando e caindo no chão, assim, morrendo. Seu cadáver some, restando somente seus itens.

Herobine suspira, estava meio machucado e bem cansado, precisava treinar mais para não perder o costume. Se ajoelhando no chão, o brilho de seus punhos formam um símbolo e dali, Notch aparece.

– Ele deu trabalho? — Sendo o criador e conhecedor de tudo, a situação já lhe era sabida.

– Nem tanto, como eu disse, era só um garoto problematico na conta do irmão mais novo. — Mais um suspiro de cansaço.

– Está perdendo a manha, irmão. — Notch da uma risadinha e ajuda o mais novo a levantar.

– Pois é, estou bem velho. — Herobrine não se abala e segue a piada. – Fecha esse mundo e proibe o pirralho de entrar.

– Fechar o mundo eu até posso fazer, mas sabe que Minecraft é livre para todos. Até os mais caóticos. — O barbado deu de ombros, o que resultou uma revirada de olhos do outro. – Você pode não ter pupilas, mas eu sei quando revira os olhos.

– Seu babaca! — Herobrine da um soquinho e ri com o mais velho. – Enfim, se ele voltar, dou um jeito nele.

– Eu sei, vamos dar um descanso a esse mundo e um novo player pra ele. — E num estalar de dedos, o mundo deixou de existir.

•••
– Argh! Que merda, eu perdi meu mundo! Bug de merda... — Enzo, o irmão que controlava o player Destruidor, estava quase recriando mais um mundo, até que seu irmãozinho volta da cozinha.

– Olha o que você fez, seu bobo! — Ele viu que seu mundo foi apagado pelo irmão e correu chorando para seu pai. – Papai, Enzo apagou meu mundo no minecraft!

– Não foi eu! O jogo deu a louca e o Herobrine apagou! — Enzo foi defender-se mas o pai não deu ouvidos.

– Tá de castigo, agora vai fazer teu dever. — O pai, ocupado, deixou o rapaz de castigo.

– Argh! — Bufando, ele obedeceu, mas jurou vingança ao homem de olhos brancos. – Você me paga...



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...