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História O poder - Capítulo 9


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Notas do Autor


Boa tarde.
Trazendo mais um capítulo.
Boa leitura 😘

Capítulo 9 - Sentimentos, conversas e mágoas.


Capítulo - Sentimentos, conversas e mágoas.

InuYasha ouvia da boca de Miuga que sua esposa não estava em casa, mesmo não se importando com isso, seu coração estava batendo acelerado, em suas mãos existia um buquê de tulipas que foi comprado para lhe agraciar.

Acenou com a cabeça, para que Miuga se retirasse e logo o mesmo subiu para seu quarto.

Lentamente abriu a porta e a primeira coisa que sentiu dentro do seu ser, foi o cheiro de lavanda que Kagome tando usa.

Fechou os olhos e logo abriu, o local estava vazio e ao mesmo tempo frio, InuYasha nunca sentiu estranho agora em seu próprio quarto. Agora se deu conta o quanto o mesmo andava solitário e nunca observou, a casa parecia enorme o ambiente fazia seus demônios voltarem a lhe atormentar.

Largou a pasta em cima da poltrona e seguiu para cama, encarando docemente o buquê depositou lentamente no local que Kagome dorme.

Suspirou, encarou o relógio marcava já três horas da tarde, sabia que Kagome não ia sair assim sem avisar, um único local que poderia ir era a casa de seu irmão.

InuYasha saiu do quarto batendo as porta, desceu a passos ligueiros, passou por Miuga que tentava-lhe dizer algo.

Destravou o carro e entrou dando partida, a viagem demoraria uma meia hora.

Não demora, InuYasha estaciona o carro um pouco afastado de uma casa média com um jardim impecável, considerando a mansão dele, a casa era simples, pelo seu olhar perceber-se que o dinheiro não lhe trai a mais gostosa sensação de prazer.

Ali, sentando no banco de couro de seu luxuoso carro, InuYasha percebeu que uma simples observação a natureza era algo radiante, e que uma mulher cuja roupas não passava de um vestido abatido e sujo de terra cantava alegremente enquanto limpava o jardim e regava as flores.

Os movimentos dela era leve e gracioso, parecia que a anos lidava com a terra, as flores em sua visão brilhavam com o toque dela, uma química que InuYasha desejou que Kagome tivesse com ele.

Suspirou mais uma vez, suspirou agora deixando a lágrimas cair sobe a pasta com os documentos, esses documentos InuYasha tinha pedido seu advogado, era os papéis do divórcio.

Mesmo conversando com Rin, InuYasha sabia que Kagome jamais lhe perdoaria pelo que ele fez, então só resta dar sua liberdade, essa era a parte que mais doía o coração de InuYasha, permitir que a única mulher que descobriu amar escapasse de seus braços.

Céus! Como é torturante está nessa situação.

Os olhos de InuYasha ainda úmidos voltaram a encarar a figura contente que ajustava o jardim.

Mais uma dor lhe fez presente, como gostaria que ela nutrisse algo por ele. Por fim, restou sair do carro com a pasta em mãos.

Pelo menos tentaria ser respeitoso com ela, não diria uma única palavra que machucasse, apenas foi até ali para conversar, essa conversa definiria suas vidas, ele não importa, sabendo que Kagome ficaria feliz, para ele tudo bem.

Aproximou do portão simples, raspando a garganta tentou chamar Kagome.

- Kagome!

Kagome que sentia alegre por está em contato com a natureza, ouvindo seu nome ser chamada por uma voz grave, deixou a par cair, levantou-se a cabeça e encarou o homem a sua frente como sempre imponente.

- InuYasha! De seus lábios o nome saiu fraco devido o espanto.

- Posso entrar? InuYasha tenta disfarçar a tensão ali crescida.

Kagome estava paralisada, não sabia o que responder, seu irmão não está em casa, e agora? Como fará? Se não suportar olhar nos olhos dourados e não aguentar.

De seus pulmões não saia ar, quando ainda trêmula, abriu a porta da frente de casa e permitiu InuYasha passa por ela fazendo seu olfato ficar inebriado pelo frescor amadeirado masculino.

Apertando os lábios entre si, abafou um forte gemido, entrou fechando a porta, encarou para um canto qualquer que não fosse os olhos de InuYasha, tremeu ao pairar numa pasta verde que encontrava em posse dele.

Seu coração acelerou novamente, sabia que ali era documentos, então imaginava o que era, o divórcio, engoliu a seco e sentou com tudo sem nem ao menos pedir para InuYasha sentar.

InuYasha encarou o jeito de Kagome, desejou que ela lhe abraçasse, desejou que a mesma sorrisse para ele, nada, só encarou os olhos negros abatidos, acabou concluindo que sua visita não foi desejada.

Então como se os dois lessem a mente um do outro e pensassem na dignidade. Acabaram falando ao mesmo tempo uma frase que lhe assombraram.

- Eu quero a separação, não dar....

 - O que disse InuYasha?

- O que disse Kagome?

Alguns minutos depois, Kagome sobressaltou.

- Não vou aceitar que venha aqui me humilhar InuYasha! Sei que me salvou, mas não precisa vim jogar na minha cara que não me quer é deseja a Kikio. Eu já percebir, eu descobrir que você gosta dela desde quando cheguei na sua casa, não guardo rancor de você, só peço, não, não diga nada, não diga nada, por favor! Não aguentarei ouvir mais nada que me machuque! Eu sabia que estava me evitando, quantas vezes ficavam na tocaia da noite esperando que voltasse, mas nada, por isso não voltava para casa. Kagome fungou virando o rosto para InuYasha não ver suas lágrimas, voltou a falar:

- Sempre serei grata por ter me salvado.

- Kagome...... InuYasha não aguentou falar, sua voz saiu embargada de pesar e dor.

Kagome prosseguiu:

- Eu já sofri muito Senhor InuYasha, meu pai deixou-me aos cuidados de uma babá, ele sempre viajavam, essa babá me maltratavam de tudo que maneiras,ela dizia me odia por eu não lhe ter total obediência, informava que mataria-me qualquer dia, em uma das minhas brincadeira inocente, acabei derrubando uma panela no chão, em vez de me ajudar, ela acabou com a faca em mão e fora de si, agarrou minha orelha e cortou um pedaço, eu chorei desesperada, a minha sorte foi meu pai ter aparecido naquele dia e me protegido.

InuYasha ficou alarmado tentando falar algo, mas Kagome parecia está longe em seus pensamentos.

- Já conversei com meu irmão! Ele me compreendeu! Não quero nada do Senhor....... Kagome não Proseguiu por sentir os braços fortes de InuYasha lhe enlaçar e dar-lhe um beijo na testa, a voz grave do homem demorou fazer Kagome perceber que ele estava sofrendo.

- Kagome! Se estava sofrendo tanto! Por que não me disse? Por quê não falou? Sei que fui um idiota em tê-la machucado, por causa disso eu não tenho paz, os demônios que habita em mim, não deixa-me ter paz, eu não sei o que faço, só tenho que lhe pedir perdão Kagome, perdão por tê-la lhe ferido, por favor, acredite, não tem nada haver com outra mulher, eu não sabia o que fazer diante da besta que me transformei, vim enxergar quando a Rin foi abrir meus olhos, agora sei dos meus sentimentos, sei que estou...... InuYasha não conseguiu por Kagome interromper.

- InuYasha! Você não me machucou na noite núpcial! Eu coloquei algo no seu vinho e você apagou, não tivemos nada InuYasha, nada, me desculpe...

Kagome não disse mais nada, InuYasha a encarou com fúria, como quisesse lhe estrangular, mais a única coisa que InuYasha fez foi afastar de Kagome chocado e sair da presença da mesma deixando a pasta com os papéis do divórcio.

De sua garganta, o choro se prostou antes do grito que Kagome deu para tentar impedir que o homem suma de sua visita, as emoções foram mais forte deixando seus olhos banhando em lágrimas ao ver o carro sumir.

Con


Notas Finais


Kagome terá que tomar uma atitude agora.
Até o próximo 😘


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