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História O poder da maldição ( imagine Toge Inumaki ) - Capítulo 2


Escrita por: Cany_San

Capítulo 2 - Capítulo 2


Na tarde seguinte, chamei Itadori para treinarmos a concentração de energia amaldiçoada dele.

— Tem certeza que isso vai dar certo?

— como o sensei falou, você precisa aprender a se virar sem depender do Sukuna.

— Verdade..

— Aliás, qual é o gosto dele? Tipo, Eca você comeu um dedo podre — Falei fazendo uma careta. Ele sorriu e se sentou no círculo que eu fiz

— Sei lá, a primeira vez foi no impulso eu nem senti. Mas quando eu comi o segundo engasguei e mal consegui engolir, é um dedo com uma unha super grande, afe nojento.

— Não sei se você é corajoso ou burro de comer uma maldição — Falei me alongando.

— Essa sua frase tem dois sentidos — alertou Maki se aproximando de nós.

— Não ligo — ela me entregou uma espada e olhou itadori

— Satoru tá te chamando lá em cima.

— eu ia treinar com ele agora!

— Faz isso depois. Vamos lutar um pouco — Bufei e me preparei

Maki não usa energia amaldiçoada, então ela usa artefatos amaldiçoados. Tal como o óculos ou a lança que ela sempre carrega.

Ocasionalmente tive que aprender a usar eles também e me preparar fisicamente pra isso, pois meu jujutsu é cópia. Se não tem nada pra copiar, eu fico inútil.

— Presta atenção nos seus pés, não tá se equilibrando bem.

— Fácil falar — Dei um passo em falso e cai sentada.

A lâmina de sua espada parou a centímetros do meu nariz e ela me encarou com um sorriso ladino.

— Eu disse.

— Eu falei que não tenho tempo pra ficar pulando de um pé pro outro

— se você não levar a sério seu treino físico, uma hora você vai acabar morta.

— mereço viu — larguei a espada e me dirigi até o portão

— Onde vai?

— comprar chocolate — andei devagar pela montanha, perdida em pensamentos, até quase bater de cara em Inumaki.

ele levantou a mão em um cumprimento

— oi. Voltando pra escola?

Negou com a cabeça

— Quer.. me acompanhar então? Tô indo pra cidade.

— salmão — ergui uma sombrancelha e ele concordou com a cabeça

Soltei uma risada baixa e começamos a andar lado a lado.

O silêncio ensurdecedor que se fez entre nós, foi quebrado por Toge me entregando um papel.

Nele estava escrito algumas palavras e seu significado

Salmão - sim

Atum - não

Okaka - preocupação

Tuna tuna - Indicação.

Maionese - pergunta

— Bastante útil se eu me lembrar disso. — Ele sorriu com os olhos e continuou caminhando. — Me sinto ignorante perto de você. Por não aprender simples palavras. Mas eu imagino como deve ser difícil pra você se comunicar..

Ele permaneceu em silêncio até chegarmos no pé da montanha e pegarmos um táxi.

Toge costumava usar uma camisa branca de gola alta, mas hoje estava usando seu uniforme azul escuro padrão.

Já o meu que era diferente dos demais, um macacão justo com gola em v, mangas curtas e luvas feitas especialmente para mim. Era como a gola do Inumaki que ele abaixava quando iria usar sua fala, eu tirava as luvas pra usar minha maldição.

Recebi um empurrão leve e olhei para o platinado ao meu lado.

Ele apontou meu celular que recebia uma chamada do Megumi

— Que foi?

— Tá na cidade?

— Sim.

— Temos uma missão em um presídio. Pode ir pra lá? Vou te mandar o endereço

— tá, eu vou depois de passar em um lugar. — desliguei o celular e pedi pro táxi parar na próxima esquina.

Toge me olhou curioso e me seguiu até a jola de doces

— tenho uma missão.. algum problema se você voltar sozinho pro colégio? — Perguntei olhando em seus olhos.

Ele negou com a cabeça e esperou eu escolher o que queria.

— Se quiser pegar alguma coisa. Eu pago, recompensa por ter melhorado meu humor ontem — Falei sorrindo.

Ele sorriu com os olhos e pegou um pacote pequeno de balinhas

Paguei por tudo e saímos da loja

— Certo, vejo você depois. Agora preciso ir

— okaka

— An.. — tentei me lembrar do significado e sorri — Tá preocupado comigo?

Ele concordou positivamente e abriu a gola pra comer a balinha

— Eu vou ficar bem. Mas Obrigado mesmo assim. — falei analisando seu rosto por completo.

Ele me olhou curioso e sorriu ao ver que eu encarava ele

— desculpa, é falta de educação fazer isso. Estou indo — Ele me puxou para um abraço rápido que fez meu coração quase pular pela boca.

Toge não era muito alto, mesmo assim, eu era a mais baixa.

— Cuidado — Sussurrou antes de se afastar.

Um arrepio percorreu pela minha espinha quando olhei em seus olhos.

Sorri levemente e me afastei pegando outro táxi

A palavra cuidado e a voz dele grudaram em minha mente, até eu perceber que ele tinha me amaldiçoado.

Ri baixinho e apoiei as mãos no rosto

— Se ele ainda estivesse perto de mim eu estaria fudida. — comentei rindo.

Sabendo que não durava muito a ordem dele, me encostei no banco e esperei.

— Chegamos — disse o motorista.

Paguei e desci do táxi.

Abri do minha barra de chocolate, entrei no presídio vendo Itadori, Nobara e Megumi me olharem ansiosos.

— Onde você tava?

— comprando doce.

— Um dia eu te mato com esses seus doces — disse Nobara

— Você não teria coragem — falei mastigando um cubo.

Entramos no lugar e andamos lentamente, procurando em todos os lugares, sinais de algum espírito.

Logo o cenário mudou, ele estava brincando com a gente.

Megumi invocou seus cachorros e começamos a segui-los em passos rápidos.

— Nobara será que.. — Virei pra trás e não vi a mesma. — Gente a Nobara.. — ao me virar novamente, percebi que estava sozinha. — perfeito.

Continuei caminhando enquanto tirava minhas luvas.

Não portava nenhuma arma e sem Megumi, não podia pegar nenhuma.

Andei e andei até o chão tremer e o cenário mudar.

— Merda.. — Continuei andando até encontrar um espírito amaldiçoado.

Classe inferior, eu poderia exorcisa-lo com as próprias mãos.

Parti pra cima do pequeno espírito e soquei seu corpo com força.

Puxei sua energia e sua elasticidade.

Quando ele se esticou tentando desviar de meu ataque, estiquei meu braço e atravessei seu corpo explodindo ele.

Quando eu toco algo ou alguém que possua energia amaldiçoada, sugo sua energia e sua técnica.

Como fiz com inumaki na noite anterior.

Mas eu só posso armazenar uma técnica por vez e não pego 100% da técnica apenas 50%. Assim que eu copio outra, a técnica anterior se vai, ou, se o usuário morrer, e eu ainda estiver perto, a técnica passa pra mim enfraquecida.

A técnica de copiar qualquer coisa ou qualquer um tem um preço assim como qualquer outra.

Quanto mais eu copio, quanto mais eu armazeno, mais meu corpo enfraquece.

Para conter elas em meu corpo sem sofrer danos, implanto um metal especial em forma de piercings. Esse metal é feito apenas para isolar e controlar a energia amaldiçoada, impedindo ela de fugir do meu controle na hora de usar, já que não sou o usuário original.

Não tenho nenhuma técnica de maldição armazenada por não ter perdido ninguém perto de mim até agora.

Mas nunca se sabe.

— Hihihihi — uma risada sinistra apareceu atrás de mim e antes que eu pudesse reagir, fui joga pra longe.

Me levantei vendo Itadori encarar uma maldição especial.

— Puta que pariu — Falei baixo vendo as marcas na pele do mais novo.

Sukuna estava no comando.

— Nós dois somos classificados como maldições especiais. Vou te mostrar o que uma maldição de verdade é capaz.

Tentei me levantar mas tinha um pedaço de concreto em cima da minha perna.

Segundos depois, um fogo roxo apareceu na maldição que foi cortada em 5 pedaços.

— Fudeu — Puxei minha perna conseguindo me libertar e olhei pra frente vendo sukuna parado me olhando.

Ele me levantou pelo pescoço e me colocou contra a parede.

— você é a senpai dele?

— Sim.

— A garota que copia — pensou em voz alta observando meu rosto.

Segurei seu pulso não conseguindo respirar direito. Estiquei o braço e toquei seu rosto, sorrindo

— Vai me matar?

— Não. Estou curioso pra ver como que vai usar minha técnica de corte — Disse me soltando.

— pra cortar você que não vai ser — falei me levantando.

Ele me olhou divertido e saiu.

Me virei pra sair daquele presídio bem a tempo de ver Sukuna lutando contra o megumi.

— isso vai dar merda — comecei a correr em direção a eles mas o moreno foi chutado pra longe. — Vai se foder!

Peguei o celular e liguei pro gojo, mandando ele vir pra cá rápido.

Nobara estava desmaiada na escadaria principal do presídio.

Enquanto eu tentava entender o que tinha acontecido desde que eu me perdi na dimensão daquela maldição, gojo chegou e nos levou pro colégio

— Mandei uma pessoa buscar o Megumi, ele disse que está com o yuuji.

— certo. — deixei Nobara em seu quarto e fui para o meu.

Estava chovendo muito e logo o aperto no peito veio me fazer companhia.

Algo tinha acontecido



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