História O poder das palavras - Capítulo 31


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Categorias Fairy Tail
Personagens Acnologia, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Mavis Vermilion, Natsu Dragneel, Zeref
Tags Fairy Tail, Fairytail, Nalu
Visualizações 158
Palavras 3.306
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 31 - Encontros marcados


Lucy

Mais um dia de trabalho e mais um dia cheia de preguiça, no entanto é melhor estar aqui do que deitada na cama o dia todo sem poder fazer nada. O artigo com a minha entrevista já tinha saído em vários jornais e revistas de negócios, e felizmente as ações voltaram ao normal e estava a viver uma época de paz, bem, pelo menos durante algumas semanas.

-Menina Lucy - Bisca entra no meu escritório - há aqui uma pessoa que queria falar com você mas não está na agenda - eu sabia que a minha paz não poderia durar muito tempo

-Quem é Bisca? - eu perguntei com medo da resposta

-Zeref Dragneel - eu suspiro de alívio e sorrio, afinal a minha semana de paz se mantinha

-Ele que entre - eu digo com um sorriso - e Bisca - eu chamo antes que ela saia da sala - sempre que for um Dragneel pode entrar sempre

-Com certeza menina - ela responde com um sorriso e sai da sala. 

Passam poucos minutos e vejo Zeref a entrar na minha sala, sorri para ele mas ele não retribuiu, ele parece exausto, perdido, o que será que se passou com ele? Me levantei e o segurei pelo cotovelo e o puxei para o sofá que tinha na minha sala e ambos nos sentamos.

-O que se passou Zeref? - eu perguntei preocupada

-Preciso de uma amiga - ele diz num tom de voz muito baixo - já falei com a Mavis, mas… preciso de falar com uma amiga - ele continua a dizer - não sei a quem mais recorrer

-Pode sempre falar comigo Zeref - eu digo - eu sou sua amiga…

-Você é a namorada do Natsu - ele corta - é por isso que temos uma boa relação

-Não - eu digo firme - eu ser namorada do Natsu nos faz cunhados, não nos faz amigos - eu seguro a mão dele com força - você esteve ao meu lado em vários momentos importantes da minha vida e me deu força como ninguém me teria dado, por isso Zeref, somos amigos sim e nada tem a ver com a minha relação com o seu irmão - olhamos nos fixamente e ele consegue dar um sorriso torto - fale comigo, o que se passa?

-Na noite em que fomos jantar todos juntos - ele começa a falar e eu ouço tudo atentamente - quando fui levar a Mavis a casa, recebi uma mensagem da minha mãe - não consegui esconder o espanto, a última vez que houve notícias da mãe deles foi no Natal, foi uma chamada rápida só mesmo para desejar um feliz Natal aos filhos e nada mais - estou a ver que o Natsu já lhe falou dela

-Sim - eu respondo - e também me falou do vosso pai, lamento muito por tudo - eu digo sinceramente - sei que ela ultimamente já nem liga uma vez por mês, mas o Natsu não gosta de falar muito no assunto então eu não insisto

-Ele falou do nosso querido pai? - ele diz com um riso irônico - O que é que lhe contou exatamente?

-Que um dia simplesmente desapareceu - eu respondi calmamente - que a única coisa que deixou para trás foi um cachecol a dizer…

-”Você é o meu orgulho” - ele fez um som de desaprovação com a língua, ele estava bravo - Consegue imaginar o quanto isso me doeu? Ele desaparece de um dia para o outro e só deixa a merda de um cachecol a um dos seus filhos. E eu? Não tive direito a nada? Não era filho dele também? E a minha mãe? Estiveram casados por 25 anos até desaparecer, mas o único que tem direito a algo parecido com um adeus é o meu irmão mais novo? - ele fecha o punho para tentar conter a raiva - Eu sei que ele sempre foi o filho preferido, mas eu também sou filho! - ele olha para mim mas eu me mantenho em silêncio - Estranho - ele diz

-O quê? - eu pergunto

-Você é a primeira que não me interrompe quando digo que ele era o filho preferido

-Conheço a sensação - eu digo a encolher os ombros - a minha irmã também era a preferida, digam o que disserem sei que é a verdade

-Acha que é por serem os filhos mais novos? - ele perguntou a olhar para o teto

-Não acho que tenha alguma coisa a ver com isso - eu respondo sinceramente - acho que tem a ver com as personalidades, aqueles que se assemelham mais aos nossos pais normalmente são os preferidos - eu volto a encolher os ombros - ora, eu pouco ou nada tenho da personalidade deles - Zeref olha para mim - bem, agora tenho mais - eu digo com um risinho - mas na altura que eles eram vivos, nem por isso, vivia sempre no meu mundo a pensar num mundo mágico e perfeito que nunca irá existir. Eu era uma sonhadora, e eles eram mais pragmáticos

-O Natsu é a versão mais nova do meu pai - ele diz com um sorriso triste - cheio de energia, sempre rodeado de amigos, sociável, tarado - ele diz a olhar sério para mim - sim, isso mesmo, vocês os dois são farinha do mesmo saco

-Culpada - eu digo com falso arrependimento - confesso ser um dos motivos por o amar tanto, por completar a minha loucura - eu pisco o olho e ele ri - mas Zeref, o que é que isto tudo tem a ver com a sua mãe?

Ele respira fundo e volta a olhar para o teto e fica em silêncio durante alguns minutos. Ele cruza os braços e por um momento penso que não me vai dizer mais nada.

-Ela me disse que acha que encontrou um rasto dele - ele responde finalmente e olha para mim - me disse para lhe ligar mas ainda não tive coragem de o fazer

-O Natsu não me contou nada…

-Ela só me disse a mim - ele responde sério e eu olho confusa para ele - eu e a minha mãe é que precisamos de encerramento com esta história, o Natsu já teve o seu adeus…

-Não me parece que esteja a ser justo Zeref - eu lhe corto a palavra e ele ergue uma sobrancelha - o Natsu não tem culpa do vosso pai lhe ter deixado algo para trás, ele merece saber o que lhe aconteceu tanto como vocês - ele ia falar mas eu levantei a minha mão e ele parou - eu entendo que você e a sua mãe estejam a sofrer, sempre a pensar “porque é que eu não tive direito?” ou “porque é que não se despediu de nós?”, eu entendo a sua dor acredite, mas tente se colocar no lado do seu irmão. O seu pai só se despediu dele, porquê? Se ele tivesse ido embora sem dizer nada a ninguém todos vocês possivelmente pensariam que ele simplesmente vos abandonou a todos, mas ao deixar uma última lembrança a um de vocês gerou a dúvida de “o que é que lhe aconteceu?” - Zeref continua a me fitar, no entanto vejo o olhar de curiosidade dele a ganhar vida - Com isto o seu irmão tem grandes problemas de abandono, deu para ver quando estivemos separados por dois meses, ele não aguenta a ideia de ser abandonado, porque é uma lembrança de como se sentiu nesse dia. Me diga, das relações anteriores dele, foi ele ou elas que acabaram com ele?

-Ele, foi sempre ele - ele respondeu a engolir em seco

-Ter sido o único a “merecer” uma despedida fez com que tivesse problemas de abandono - eu respirei fundo - você tem problemas em criar raízes por onde vai porque acha que a qualquer momento elas podem morrer - eu segurei a mão dele com força - não pense que o seu irmão não sofre também, vocês só sofrem de forma diferente, mas ambos merecem saber o que aconteceu com o vosso pai, merecem encerrar este assunto.

Ficamos em silêncio a nos olharmos. Eu via que ele sofria, ser abandonado pelo pai não pode ter sido fácil para nenhum deles, no entanto Zeref era mais reservado, enterrava a sua dor o que podia ser perigoso para ele, não conseguia não ficar preocupada com o meu cunhado.

-Acho que vou falar com o Natsu e depois ligamos à minha mãe - ele acabou por dizer ao fim de alguns minutos - o que ela encontrou pode não ser nada ou pode ser tudo, mas eu preciso de saber

-Se eu puder ajudar em alguma coisa é só dizer - eu lhe digo com um sorriso - espero que consigam ter o encerramento que precisam, não há nada de bom em viver no passado sabe?

-Fala por experiência própria - ele diz com um sorriso de canto

-Faço um esforço para me manter no presente - eu digo lhe piscando o olho - nem sempre consigo, mas tento.

Zeref me dá um abraço, me agradeceu e depois saiu da minha sala com um ar muito mais aliviado e firme. Eu dei um pequeno sorriso e depois voltei para a minha mesa e continuei o meu trabalho de analisar a pilha de documentos à minha frente. Ouço a porta a ser aberta novamente e olho para ver se era Zeref

-Sherry? - eu digo confusa. Sherry, Ren, Hibiki e Karen, os meus antigos amigos estavam a entrar na minha sala e vejo Bisca a correr e a entrar também

-Desculpe menina - ela diz sem fôlego - eles passaram por mim sem esperarem

-Porque haveria de esperar por autorização sua? - Karen diz a olhar para a minha secretária com um olhar de nojo - Não sabe quem eu sou?

-E você não sabe quem é que eu sou? - eu pergunto a me levantar e todos me fitam - Lá fora a Bisca é os meus olhos e a minha voz, sem a autorização dela é como se não tivessem a minha, por isso façam o favor de sair - eu digo e ficam todos em silêncio a me fitar

-Que tolinha Lucy - Karen diz a se aproximar. Eu saio detrás da minha mesa, a seguro pelo braço e começo a puxá-la para fora do escritório - Ei! Pare! - ela se queixa o caminho todo mas eu não a largo.

Ao fazer o caminho para a entrada do piso, onde estava a mesa da Bisca, toda a gente nos observava e vi alguns a tentarem conter o riso. Karen estava a ser puxada por mim e o resto dos meus queridos amigos vinham atrás com olhares cheios de vergonha. Assim que chegamos ao local onde a Bisca trabalha, eu fiz sinal à minha secretária para ela se sentar e ela prontamente obedeceu.

-Agora, você vai perguntar à Bisca com educação e respeito se eu estou disponível - eu digo a largar a Karen - só quando ela lhe der autorização é que pode ir até à minha sala, fui clara? - eu disse e Karen me lança o seu olhar coberto de veneno que eu ignoro com muita facilidade, aquele tipo de olhares já não me intimidam mais - Se me dão licença - eu me viro e volto para a minha sala, pelo caminho vou a sorrir, aquilo tinha sabido tão bem.

Ao me sentar na minha cadeira confortável o meu telefone toca e eu atendo.

-Menina Lucy, estão aqui pessoas para recebê-la - ouço a voz da Bisca e eu dou um risinho - são as meninas Karen e Sherry e os meninos Hibiki e Ren

-Eles foram educados ao falarem com você? - eu perguntei tranquilamente

-Sim menina - ela responde calmamente

-Então podem entrar, obrigada pelo seu trabalho Bisca 

-Obrigada eu menina - ela responde e sei pelo tom de voz dela que está a sorrir - em poucos minutos eles estarão aí - e com isto desliga a chamada.

Eu volto a minha atenção para os papéis à minha frente, até estou para ver o que é que esta gente vai querer comigo. Passados poucos minutos vejo novamente os quatro a entrarem na minha sala, Karen me olha com raiva mas não abre a boca, muito melhor assim.

-Olá Lucy - Hibiki diz com o seu sorriso - Podemos entrar?

-Claro - eu respondo também com um sorriso e faço sinal para eles se sentarem - posso perguntar o porquê desta visita?

-Não estamos juntos desde a virada de ano - Hibiki fala. De todos ele era o mais correto, nunca tinha visto maldade nas suas ações ou palavras, de todos, era o que mais se podia chamar de amigo - e bem como sabemos que está ocupada não quisemos interromper, mas com a sua questão de saúde ficamos preocupados e decidimos vir ver como estava

-Estou ótima obrigada - eu digo - foi só um susto, nada que não esteja controlado

-Ficamos contentes em saber - ele responde com um sorriso - estamos também aqui porque queríamos convidar você para jantar - ele diz com a sua voz calma e tentativa de sedutora

-Tenho que ver com o Natsu se ele está disponível - eu respondo também calmamente

-É só para ser entre nós, não com o seu namorado pobre - Karen diz e vejo Hibiki a olhar de forma dura para ela e ela desvia a cara chateada

-Desculpe Lucy - ele diz a olhar para mim - percebo que queira levar o Natsu, mas estávamos a pensar algo mais só entre nós - ele diz com um sorriso - como nos velhos tempos, acho que temos muita conversa para pôr em dia - ele diz e fica em silêncio durante uns segundos - você foi embora à 8 anos atrás sem se despedir de nenhum de nós e sem dar notícias nenhumas, queríamos uma oportunidade de conviver com você como antigamente

Eu e ele nos fitamos. Se eles tivessem vindo antes de Zeref eu tinha dito logo que não, mas as palavras de Hibiki tiveram algum impacto em mim. Eu realmente me fui embora sem me despedir de ninguém, fiquei chateada por eles me perguntarem sobre a festa de virada de ano logo após a morte dos meus pais e nunca lhes disse isso. A conversa com o Jellal voltou à minha mente, será que eles realmente estavam a tentar me ajudar e não a serem egoístas? Acho que só havia uma forma de descobrir.

-Muito bem - eu digo ao fim de uns minutos - marquem o dia e me digam, eu estarei lá - Hibiki dá um sorriso de canto, agradece e os quatro saem da minha sala - só espero não me arrepender - eu digo para mim mesma.

Natsu

Chego finalmente a casa, ao abrir a porta do apartamento me pergunto se a Lucy estará ali hoje, estes dias ela tem ficado novamente a dormir comigo, mas tenho sempre receio que volte a me abandonar. Sou recebido pelo Happy que logo recebe uma festas nas suas orelhas e ele me presenteia com o seu ronronar que me arranca um sorriso. Vejo Zeref sentado no sofá da sala, está com um ar pensativo, tem andado assim desde que saímos todos juntos para jantar.

-Já em casa? - eu perguntei ao me sentar na ponta oposta e a recostar a cabeça no sofá - A Lucy? - eu perguntei à procura da loira

-Ela hoje não vem - ele responde - eu e você temos um assunto delicado para falar, ela decidiu nos dar espaço - eu ergo uma sobrancelha para o meu irmão - aconteceu uma coisa na noite em que fomos jantar todos juntos

-Ainda está chateado com o sexo no banheiro? - eu perguntei e ele revirou os olhos

-Claro que não - ele responde - acha que sou assim tão mesquinho? - ele diz e eu só o fico a observar atentamente - a mãe me mandou uma mensagem - ele diz e eu me sento muito direito no sofá - ela diz que acha que encontrou um rasto do pai, pediu para lhe ligar.

Fico em silêncio, isto pode ser mais um dos delírios da minha mãe, ao longo dos anos ela nos mandou mensagens semelhantes e nunca nenhuma delas era algo de valor, a primeira vez foi porque viu um homem ruivo na rua, na segunda foi porque ouviu um homem fazer o mesmo pedido que o meu pai fazia quando íamos jantar fora, a lista de loucuras continuava. No entanto ela sempre nos avisava aos dois, porque é que desta vez só avisou o Zeref? E como é que ele ainda estava aqui em Magnólia e não num avião a ir ter onde quer que a minha mãe estivesse?

-Já lhe ligou? - eu consegui perguntar

-Não - ele respondeu - não sabia o que queria fazer sinceramente - ele fecha os olhos e vejo o ar de cansaço dele - estou a gostar de estar em Magnólia, estou finalmente a sentir que encontrei um lugar, e agora é que ele pode ter aparecido? - ele abre os olhos e vejo nele alguma raiva - A Mavis não foi para Londres para ficar aqui comigo, merda, como é que eu posso abandoná-la agora?

-Sabe que pode não ser nada - eu digo calmamente - ao longo dos anos nunca foi nada, e você não precisa de abandonar a Mavis, é só ligar de volta, não precisa de se pôr num avião e ir

-Sabe bem que se ligar é o que vai acontecer, tanto eu como você vamos apanhar o próximo avião para ter a certeza que a mãe está errada - eu encolhi os ombros. Ele tinha razão - mas eu quero voltar para Magnólia Natsu, quero saber o que aconteceu ao nosso pai, mas quero voltar

-Bem, então ligue - eu respondo - porque eu de certeza que vou voltar, então se o seu medo é que eu não o arraste comigo fique descansado, eu arrasto - eu dou um sorriso e ele retribui. 

Ele pega no celular dele, marca o número da nossa mãe e coloca em voz alta e o pousou na mesa. Ambos olhamos para o aparelho com dor e esperança ao mesmo tempo. Ouvimos o som de chamada e de cada vez que a minha mãe não atende é mais uma pontada que sentimos no peito.

-Finalmente Zeref - a voz da minha mãe sai do aparelho e sinto o coração apertado - estou em Acalypha - o quê? Ela estava a 1 hora de distância de carro? Olho para o meu irmão que está tão surpreendido como eu - quando pode estar aqui? Encontrei um registo do seu pai no hospital de cá

-Mãe - Zeref finalmente consegue falar - como assim está em Fiore e só agora é que diz?

-Estive ocupada a conseguir os registos do hospital - ela diz chateada - tive que andar a pedir comprovativos da licença de casamento para conseguir ter o acesso ao histórico médico do seu pai, pode vir para aqui agora? - ele olha para mim e eu aceno em concordância

-Sim mãe - ele responde - eu e o Natsu estaremos aí daqui a pouco

-Natsu? - ela pergunta - Ele está aí com você?

-Sim mãe - eu respondo - nós vivemos juntos

-Ótimo, assim não tenho que ligar a você, espero por vocês aqui no hotel, já vos mando o endereço, até já - ela diz e desliga a chamada e eu olho para o meu irmão.

-Bem, vamos lá ver o que é que ela descobriu - eu digo ao meu irmão.


Notas Finais


Próximo cap: Mundo pequeno


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