História O Poder do Amor - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Tags Amor, Aventura, Bebê, Bryan, Carter, Emprego, Família, Filho, Mallú, Mudança, Novidades, Romance, Seattle
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Palavras 421
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Literatura Feminina, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Antes fosse um pesadelo


Acordo assustada com os gritos de minha mãe. 

-Mallu!!! Mallu filha, ajuda! - me levanto as pressas, coloco travesseiros ao redor de Bryan e corro pro quarto dos meus pais.

-O que foi mãe?- pergunto antes mesmo de entrar no quarto.

-Seu pai, Mallu o seu pai!- diz desesperada.  

-Corro até meu pai que está vermelho e sem conseguir respirar direito. 

Levanto seu tronco o deixando meio que sentado. 

-Pai o que tá sentindo?- pergunto desesperada.

-Dor.- ele diz com dificuldade.

-Mãe liga pra ambulância.

Minha mãe sai correndo em busca do telefone. Poucos minutos depois ouço sirenes de ambulância, minha mãe corre pra porta e logo os paramédicos estão examinando meu pai e o colocando na maca. 

-Quem vai acompanha-lo?- pergunta um paramédico.

-Mãe vai a senhora, preciso pegar Bryan.- digo aflita.

-Tá bom filha.- ela diz e sai as pressas com meu pai. 

Ligo pro Sr Valter taxista e em quanto o aguardo troco de roupa, a noite está fria, arrumo a bolsa de Bryan e o visto com uma blusa fina de frio cinza, moletom grosso preto, ténis azul marinho, toalha de boca branca e pego seu manto também azul marinho. Coloco meus documentos e carteira em sua bolsa e corro pro quarto dos meus pais pegar roupa pra eles, faço uma mamadeira pra Bryan e ouço o táxi. 

Dez minutos depois estou entrando na recepção do hospital. 

-Boa noite, meu pai deu entrada aqui o nome dele é Carlos Alberto Morais.

-Só um minuto. - diz mexendo em seu celular.

-Moça, eu quero saber do meu pai, ele estava muito mal.- digo em desespero.

-Olha aqui querida, todo mundo nesse hospital sempre esta muito mal, então senta e aguarda.- diz com sua cara sinica.

-Olha aqui digo eu, se você não me falar onde meu pai está em 2 minutos eu vou quebrar esse seu celular. - Ela arregala os olhos e se vira pro computador.

-Enfermaria, no primeiro andar.- diz com desgosto.

Nem agradeço, só saiu o mais rápido possivel atrás do meu pai.

Minha mãe está de costas pra mim, meu pai dorme e tem um senhor de aparentemente 30 anos conversando com minha mãe.

-...ele precisa fazer os exames e ser transferido o mais rápido possível pra um hospital com mais recursos, aqui ele não tem muita chance.- diz o Dr.

-Ó meu Deus! O meu velho.- diz minha mãe chorando em desespero.

Ando até ela o mais rápido possível e a abraço o mais forte que posso, nosso abraço é desajeitado por eu ter Bryan nos braços.

-Vai dar tudo certo mãe. Eu vou dar um jeito, eu prometo.- digo chorando.





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