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História O Poderoso CEO. - Capítulo 35


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Notas do Autor


Olá, meus amores💕. A treta está armada, e algo me diz, que uma guerrinha vai ser disputada🤣. Será que alguém vai sair ileso nessa história🤔? Faça a sua torcida, e vamos ler meu povo👀.

Capítulo 35 - Manchete.


Fanfic / Fanfiction O Poderoso CEO. - Capítulo 35 - Manchete.

Enrico

Voltei a encarar meu celular, e as fotos de Maya e Eric me fizeram perder a calma. Em uma, Maya estava de frente para Emily sorrindo, enquanto Eric, tocava os cabelos de Maya com a ponta dos dedos. Em outra, Maya colocava alguma coisa — que não dá para identificar — na boca do Eric, e em uma outra foto, Eric segurava os pulsos de Maya e o mesmo a chupava os dedos.

— Mas que desgraça é essa? — Fiquei furioso, angustiado, ferido. Senti o sabor amargo do ciúme e aquilo me fez muito mal. A dor me atingiu fundo ao ver o otário do Eric com as mão em minha mulher. Indignado, tirei Maya de cima de mim e me levantei trêmulo de ódio. Atordoada, Maya abriu os olhos e franziu o cenho.

— Rico… O que houve? Você está bem?

Apertei os lábios tentando manter a calma, mas, estava foda.

— Você está brincando comigo? QUE MERDA É ESSA, MAYA? — Não pude evitar meu tom agressivo. Joguei o celular em cima da cama.

— Rico… O que deu em você? — Ela se sentou na cama e me olhou com os olhos marejados. Respirei fundo tentando controlar meu ciúme.

— Só olha a merda do celular Maya!

Ela pegou o celular e instantaneamente, ela ficou pálida.

— Rico… Não aconteceu desse jeito que esse site está dizendo. Você tem que acreditar em mim.

Olhei no fundo dos olhos dela e vi sinceridade neles. Desde o início da nossa relação, sempre confiei na Maya e sei que ela seria incapaz de mentir para mim.

— Então me diz o que aconteceu, e porque o Eric está chupando seus dedos, Maya. — Olhei fixamente para ela e cruzei os braços.

— Rico. Ontem a tarde, o Eric e a Emily foram até a K&B e Emily me chamou para tomar um sorvete. Eu não podia recusar, pois estava morrendo de saudades da minha filha. Fazia tempo que não a via. Então, eu aceitei, mas só por causa da Emily. Eu ignorei o Eric, Enrico. Nós nos sentamos no banco da praça para tomar o sorvete. Dei as costas para ele e fiquei conversando com a Emily, tanto que nem vi que ele estava pegando em meu cabelo. Bem, o Eric me deu uma caixa de bombons e, para não fazer um climão na frente da Emily, eu resolvi aceitar. Ele começou a se declarar e aquilo só me despertou ódio, pois não estava suportando ouvir mais a voz dele. Sem pensar muito, enfiei o bombom na boca dele, para ver se ele parava de falar, mas o desgraçado segurou meus pulsos e… — Envergonhada, ela olhou para as mãos.

— E chupou seus dedos, Maya. — Falei com um tom seco. — Desgraçado, filho da puta! — Passei a mão pelo cabelo e fiz careta. Aquele miserável estava pegando pesado, puta merda. Peguei um dos meus calmantes, coloquei na boca e tomei um copo d'água logo em seguida. Maya se levantou e se aproximou.

— Rico. Eu no seu lugar também ficaria furiosa, mas eu não tive culpa, eu juro.

Segurei o olhar dela e acariciei o seu rosto. Lógico que ela não tinha culpa. Mesmo estando abalado com aquelas malditas fotos e com a notícia, eu acreditava cegamente nela.

— Eu sei que você não teve culpa, Boneca e também sei que as coisas aconteceram do jeito que você me disse. Eu acredito em você. Me desculpa por ter essa reação explosiva, mas, eu fiquei com ciúmes, Maya. Eu vi o quanto você amava o Eric, e essas fotos, me deixaram inseguro. Olhando assim, vocês parecem uma família feliz e isso me atingiu como uma bomba.

Ela ficou na ponta dos pés e alcançou meus lábios.

— Eu que tenho que te pedir desculpas Rico, por te fazer passar por essa situação desagradável. Eu te entendo. — Ela suspirou e desviou o olhar o que me fez tremer na base. Tinha mais coisa, sabia muito bem disso. Já a conhecia bem e sabia que algo a angustiava.

— Boneca? O que foi? Que cara é essa?

Ela suspirou alto e seus olhos castanhos esverdeados seguraram os meus.

— O Eric me deixou ver a Emily, Rico, mas ele disse que só permitiria, se fosse na casa dele.

Soltei o ar pela boca e meneei a cabeça.

— Ah, claro! Lógico que tem que ser na casa dele. — Falei em tom de deboche e tensionei o queixo. Pude ver a tristeza no olhar de Maya e o quanto aquilo estava sendo difícil para ela também. Maya ama a Emily como se fosse uma filha. Deus, o que eu faria? Seria tão egoísta a ponto de privar Maya de ver a filha? Acho que já a fiz mal o suficiente e não faria nada que a machucasse de novo.

— Rico, eu não quero colocar nossa relação em risco, mas eu preciso ver minha filha. A gente pode achar alguma solução para que o Eric mude de ideia…

— Maya. — Respirei fundo. — Eu não tenho o direito de te proibir de ver sua filha. Aliás, não tenho o direito de te proibir de nada. — Fechei os olhos e suspirei alto. — Conheço o Eric e sei que ele não vai ceder, quanto a isso. Vá ver sua filha, Maya. Eu vou te entender. Confio em você. — Realmente, confiava nela, mas tinha que admitir que aquilo me deixava desconfortável. Aos poucos, um sorriso apareceu nos lábios dela e suas covinhas ficaram evidentes.

— Jura que você não vai se importar se eu for ver a minha filha? — Seus olhos brilhavam como luzinhas de natal. Como negaria essa felicidade a ela? Faria tudo para ver Maya feliz, mesmo que tivesse que renunciar a mim mesmo.

— Juro.

Ela deu alguns pulinhos em minha frente o que me fez sorrir.

— Ai Rico. Eu te amooo. — Ela jogou os braços em meu pescoço e alcançou meus lábios. Deslizei minhas mãos em suas costas, por cima do tecido fino da minha camisa que ela estava usando. A achava sexy vestida com minhas camisas. Ela parou o beijo e segurou meu olhar.

— Como foi a consulta? Por que você teve que vim embora logo depois?

Suspirei alto. Me lembrei de tudo o que tinha acontecido ontem. Finalmente, tive coragem de falar a verdade para alguém. Me lembrei do conselho do doutor Webber, mas eu era covarde demais para contar a verdade para ela.

— Ah Maya. Regredi no tratamento. Além dos que eu já tomava, vou ter que tomar um antidepressivo tarja preta agora. Vou ter que fazer sessões de psicanálise também.

Ela me olhou triste.

— Mas por que você regrediu? Você estava indo tão bem…

Olhei para ela por um tempo e, me senti mal. Como eu contaria a mulher que amo, o que fiz com ela no passado? Sei que não sou mais aquela pessoa, mas, sei também que ela não me perdoaria. Qual é, ninguém perdoaria uma monstruosidade daquelas. Sou um covarde mesmo.

— Eu não sei. O médico disso que isso pode acontecer. Foram vários anos usando drogas, e meu quadro de depressão também não ajuda muito.

— Rico… — Pude ver o amor em seus olhos. — O importante que estamos juntos nessa. Vou te ajudar nessa batalha e sei que logo, logo, estará livre desses remédios. Devemos ter paciência, que nem a música do Guns N' Roses que você adora cantar.

Abri um sorriso para ela.

— E você adora ouvir.

Ela mordeu o lábio e assentiu com a cabeça.

— Adoro mesmo.

Dei risada e comecei a assobiar a introdução da música. Ela ainda estava agarradinha ao meu pescoço e me olhava encantada. Fui caminhando lentamente com ela até a cama.

 

“Derramei uma lágrima porque estou sentindo sua falta
Shed a tear 'cause I'm missin' you

Eu ainda estou bem em sorrir
I'm still alright to smile

Garota, eu penso em você todos os dias agora
Girl, I think about you every day now

Houve um tempo em que eu não tinha certeza
Was a time when I wasn't sure

Mas você acalmou minha mente
But you set my mind at ease

Não há dúvida de que você está no meu coração agora
There is no doubt you're in my heart now

Disse “mulher pegue leve, e vai dar certo”
Said "woman take it slow, and it'll work itself out fine"

Tudo o que precisamos é de um pouco de paciência
All we need is just a little patience

Disse “docinho, vá com calma e vamos ficar bem juntos”
Said "sugar make it slow and we'll come together fine"

Tudo o que precisamos é de um pouco de paciência
All we need is just a little patience”

 

Hipnotizado pelo seu sorriso, a deitei na cama e me deitei por cima dela. Beijei a pontinha do seu nariz e senti meu coração explodir de amor em meu peito.

— Eu te amo, minha Boneca. — Devorei seus lábios e o desejo ardente me consumiu como brasa. Transamos enquanto fazíamos juras de amor.

 

***

 

Depois de ter deixado minha Boneca na K&B, fui diretamente para o escritório da Fireblue. Ainda não tinha engolido aquela história do site de fofocas e aquilo estava me consumindo. Eu estava bem desconfiado daquela história, pois sabia muito bem do quê meu irmão era capaz. Me dei conta de que conhecia um roteirista do site em que foi veiculado a notícia e as fotos. Liguei para ele, e o mesmo só me confirmou o que eu desconfiava: Eric havia pago para que o site divulgassem as fotos na primeira hora da manhã. O roteirista me disse que um amigo dele recebeu uma grana preta, e ficou se gabando por isso. Filho da puta! Meu irmãozinho querido decidiu jogar sujo como disse que não faria, e eu não deixaria aquilo barato. Vou deixar as coisas claras para o meu “querido” irmão. Quem sabe assim ele se toca de uma vez e deixa a MINHA mulher em paz e para com suas armações ridículas? Bati a ponta dos meus dedos na mesa de escritório e decidi pagar na mesma moeda. Peguei meu celular do bolso do meu paletó e procurei o nome de um amigo fotógrafo. — O mesmo que tirou as fotos oficiais no evento de inauguração da Fireblue. — Iniciei a chamada e dei uma risadinha. Alex atendeu no terceiro toque.

— Enrico? O que devo essa honra, cara?

— Alex, você ainda trabalha como freelancer?

— Sim, fotografo para alguns sites e jornais.

— Vou precisar de um favorzinho seu, cara. Mas aposto que você vai ganhar uma boa grana com isso.

Ele deu risada.

— Aposto que tem a ver com aquelas fotos que saíram hoje pela manhã.

Suspirei alto.

— Digamos que só quero esclarecer as coisas, Alex.

— Tranquilo. O que você quer de mim?

Sorri de canto.

— Quero você tire algumas fotos minhas com minha namorada na minha cobertura. Você vai entrar pelo apartamento vizinho que está vazio, e de lá, você terá a visão privilegiada da piscina da minha cobertura. Vou está lá com Maya e quero que você tire fotos de todos os ângulos possíveis. Quero que as venda para sites e jornais. Quero virar primeira página amanhã de manhã.

Ele deu risada.

— Puta que pariu. Tudo bem cara, mas me diz uma coisa. Como você vai fazer para que eu entre no apartamento vizinho?

Dei uma leve risadinha orgulhoso pelo meu feito.

— Comprei o condomínio a mais ou menos dois meses. O apartamento era do meu irmão e ele colocou a venda. — Sim, me parece quer se livrar do seu matadouro. — Tenho as chaves agora.

— Ok. Sinceramente, vou conseguir uma boa grana com esse furo sim, quanto mais um dia depois das fotos que saíram nos sites.

Só de me lembrar daquelas fotos, podia senti meu ciúme me corroer.

— Certo. Quero você no condomínio às cinco em ponto. Te mando mensagem avisando.

— Ok.

Encerrei a ligação, peguei um cigarro e o acendi. Soltei a fumaça pensativo. Vou mostrar para aquele no cu do Eric, que Maya é minha, e que não adianta tentar nos separar. O telefone do escritório tocou e atendi a ligação.

— Fala Antonie.

— O senhor Eric Freeman quer falar com você.

Tensionei o queixo e meneei a cabeça. Era só o que me faltava. Depois de aprontar das suas, ele vem aqui só para ver o resultado da sua armaçãozinha. Mas meu irmãozinho vai cair do cavalo.

— Mande-o entrar Antonie. — Encerrei a ligação, joguei o cigarro no cinzeiro, e encarei a porta que logo se abriu. Coloquei um sorriso falso no rosto e recebi o Eric com entusiasmo.

— Eric, que bom te ver, mano. A que devo a honra da sua visita em meu humilde escritório? — Disse sarcasticamente enquanto sorria. Eric franziu o cenho e ficou desconcertado com minha reação. Acho que ele esperava outra coisa.

— Enrico. Na verdade, vim te avisar que a denúncia contra o Heitor ficou pronta e que a audiência foi marcada. Em breve ele será intimado a comparecer diante o juiz.

— Ah é? Isso é ótimo. Finalmente o velho Heitor vai pagar pelo que fez. Estou felizão com isso. — Olhei para ele sorrindo, e vi claramente a confusão em seus olhos.

— A audiência foi marcada para a segunda as dez da manhã. Vou precisar que você compareça.

— Claro! Estarei lá pontualmente as dez. Não se preocupe, pois sou um homem de palavra! — Tremi o queixo ao mencionar essa última frase. Ele assentiu com a cabeça.

— Era só isso. Tenha um bom dia.

Cínico, filho de uma puta!

— Eric, espere!

Eric me olhou e ergueu uma sobrancelha.

— Maya me disse que você permitiu que ela visitasse a Emily. Achei essa sua atitude muito nobre. Gostaria de poder ver minha sobrinha também, pois estou morrendo de saudades dela. — Estreitei meus olhos e observei o Eric tensionar o queixo e me fuzilar com o olhar.

— Talvez seja melhor a Maya ver a filha a sós. Entendo que esse momento tenha que ser só delas.

Não me diga. Sei muito bem o porquê disso senhor pau no cu.

— Entendo perfeitamente, Eric.

Ele deu um leve sorrisinho.

— Enrico, não sei se você viu as fotos no site, mas…

O interrompi.

— Ah, não se preocupe. Maya me explicou o que houve e acreditei nela. Temos uma relação de confiança, Eric. Nunca duvidaria da minha namorada. — falei a queima roupa e percebi a forma como o Eric engoliu em seco.

— Que bom, Enrico.

Decidi pisar mais um pouco.

— Sim. Sempre resolvemos as coisas na base do diálogo, sem barreiras sabe? Nunca ficamos brigados, aliás, nós sempre fazemos amor depois de nossas brigas, o que é uma delícia.

Eric fechou os punhos e tensionou o queixo. Senti satisfação em pisar com força nesse babaca.

— Já vou indo, Enrico.

— Até logo, mano. Nos vemos na segunda.

Ele assentiu com a cabeça, girou os calcanhares e saiu do meu escritório. Meu sorriso se alargou. Eric vai se dar conta de uma vez por todas de que ele não tem chances com minha boneca. Vou fazer questão de mostrar para o mundo inteiro que ela é minha. E já está na hora de eu tomar uma atitude e dar o próximo passo. Tenho que planejar uma linda surpresa para minha Boneca.

 

***

Eric

 

Saí do escritório do Enrico trêmulo de raiva. Não estava acreditando que o meu plano não deu certo, jurava que aqueles dois iam brigar feio por causa daquelas fotos. Tensionei o queixo e atravessei a recepção sob o olhar curioso do assistente do Enrico.

— Tenha um bom dia, senhor.

Olhei para ele, resmunguei entre os dentes e saí em direção aos elevadores. Tinha que pensar em alguma coisa e rápido. Maya estaria em minha casa para ver minha filha, mas não ia me contentar somente com isso. Tinha que impor minha presença por mais tempo, só assim, poderia competir com o otário do Enrico. Olhei no espelho e dei um sorrisinho de lado. Acho que seria uma boa ir até a K&B ter uma conversinha com aquele tal de Kevin. Aposto que ele não vai recusar minha proposta. Saí do elevador a passos largos e andei por alguns metros até a K&B. — Essa avenida é repleta de edifícios comerciais, somente algumas quadras separam os escritórios da Freeman, Fireblue e K&B. — Parei em frente ao edifício em que Maya trabalha e ajeitei meu paletó. Senti meu coração acelerar em meu peito. Meu foco não era encontrar Maya, mas sabia que isso poderia acontecer. Atravessei o hall de entrada e entrei no elevador com destino ao último andar do prédio. As portas se abriram e fui em direção a recepção. Depois de me apresentar, fui até o escritório do Kevin. Entrei logo após bater à porta. Seu semblante de surpresa ficou evidente assim que seus olhos cruzaram com os meus, mas logo, ele abriu um sorriso.

— Olha só. Ogro Delícia em meu escritório. Mas o que devo a essa honra?

Apertei meus lábios e não deixei transparecer o meu incômodo por ele se dirigir a mim tão inapropriadamente.

— Senhor Brown, na verdade, quero tratar de assuntos profissionais. Preciso de uma empresa de Marketing para trabalhar na imagem das minhas empresas.

Seu sorriso se alargou.

— Sente-se senhor Freeman. — Ele me apontou a cadeira. Me sentei de frente para ele. — Em quais seguimentos senhor? Mídia, internet, revistas? — Era incrível a mudança do seu lado debochado para o lado profissional.

Suspirei fundo.

— Todos. Quero o nome da Freeman em todos seguimentos de mídia.

Ele assentiu com a cabeça.

— Ok. Podemos marcar uma reunião para a coleta de informações e mensurações da demanda de mercado. Pode ser amanhã?

Ergui o queixo.

— Sim, mas antes, quero fazer uma exigência.

Ele me olhou com atenção.

— Claro, senhor.

Ergui a sobrancelha.

— Quero que Maya se encarregue do projeto.

Ele me encarou por um tempo, mas depois deu risada.

— Tudo bem, já saquei tudo senhor. Te admiro por ser tão persistente. Tenho pena da Maya.

Franzi o cenho.

— Que história é essa?

— Porque se eu estivesse no lugar dela… — Ele me olhou de cima a baixo e isso me deixou envergonhado. — não saberia escolher. Acho que optaria por um trisal, acho que seria a solução perfeita para vocês. Mas se ela não te quiser, eu quero, senhor.

Tensionei o queixo muito puto.

— Mais respeito, senhor Brown. Mas que absurdo!

Ele apertou os lábios tentando conter o riso.

— Desculpe, senhor. Eu e minha boca grande. Tudo bem, Maya se encarregará do projeto. Podemos marcar a reunião para amanhã?

Assenti.

— Claro. Amanhã pela manhã, no meu escritório.

Ele deu um sorrisinho.

— Está certo.

Me levantei e acenei com a cabeça antes de sair do escritório.

 

Maya

 

Estava indo até o escritório do Kevin, quando esbarrei com alguém na porta. Suas mãos grandes me seguraram pela cintura para evitar que eu caísse, mas logo ele me soltou. Reconheci o seu corpo robusto e o seu perfume.

— Maya… — A voz grave dele me deixou irritada. Olhei para cima e franzi o cenho. Era só o que me faltava. Esse idiota de novo. Mas o que ele estava fazendo no escritório do Kevin?

— Eric. O que faz aqui? — Ergui o queixo. Ele sorriu de canto.

— Vim falar com o senhor Brown, mas já estava de saída. — Ele encarou minha boca por um momento. — Bem, vou voltar para meu escritório. — Ele se afastou. — Não se esqueça de me ligar para marcar o dia que você irá ver a Emily. Ela está impaciente e com saudades da mãe.

Senti meu coração descompassar em meu peito. Emily, minha filha.

— Sim, eu quero vê-la ainda essa semana, Eric.

Ele assentiu.

— No dia que você quiser, Maya. As portas da minha casa estão abertas para você. — Ele se aproximou novamente e fui pega de surpresa com um beijo em minha bochecha. Dei dois passos para trás e franzi o cenho. Abri a boca para repreendê-lo, mas ele já tinha girado os calcanhares e ido em direção ao elevador. Furiosa, meneei a cabeça.

— Mas que sujeito folgado. Merda! — Bati à porta do Kevin e entrei. Encontrei o sorriso largo estampado em seus lábios e meneei a cabeça.

— O que o Eric queria contigo Kevin?

Ele entortou a cabeça e provocou.

— Nossa, que garota curiosa… Tá interessada no Ogro Delícia?

Fiquei indignada.

— Claro que não Kevin. Pelo amor de Deus. Sou namorada do Enrico e o amo. Me admira você dizer uma bobagem dessas. Não tenho interesse nenhum nele.

Ele suspirou alto e dessa vez, me olhou sério.

— Mas ele tem em você, Maya. É nítido como aquele homem é louco por você e sofre por isso. Eu brinco com isso, mas não queria estar em seu lugar. Não saberia escolher entre duas gostosuras.

Girei meus olhos.

— Já fiz minha escolha, Kevin. Escolhi o Rico, e quero passar o resto da minha vida com ele.

Kevin ergueu as sobrancelhas.

— Então, isso vai dar em casamento?

Sorri.

— Eu não sei, Kevin. O Rico nunca mencionou nada sobre o assunto, mas se ele me pedisse, eu aceitaria sem hesitar. — Senti borboletas em meu estômago só em pensar nisso. — Mas, a gente já mora junto, e já somos praticamente casados, não é mesmo?

Kevin sorriu.

— Sim, você já têm uma união estável. O importante que vocês estão felizes.

Cruzei meus braços.

— Sim, mas não desvie do foco da pergunta. O que o Eric estava fazendo aqui?

Ele me olhou como se estivesse se desculpando.

— Ele veio contratar a K&B para fazer o marketing das empresas dele.

Ergui uma sobrancelha e o olhei estupefata.

— O quê? O que ele pretende com isso? A Freeman já tem uma equipe responsável pelo marketing da empresa. Você não aceitou esse absurdo, não é?

Ele fez careta.

— Aceitei.

Puta que pariu.

— Não acredito Kevin.

— Ele exigiu que você fosse a responsável pelo projeto.

Girei meus olhos e o olhei com desgosto.

— Claro! Bem a cara dele fazer isso. Eric não se cansa mesmo, meu Deus. Será que ele pensa que vai me conquistar com essa perseguição toda? Ele só está fazendo com que eu sinta mais ódio dele.

Kevin suspirou fundo.

— Não podia dispensar o cliente, Maya. Mesmo que o Eric não esteja sendo profissional, nós temos que manter o profissionalismo. Sei que te meti em uma situação difícil, mas você não pode misturar o profissional com o pessoal.

Era a primeira vez que o Kevin me chamava atenção por alguma coisa, mas ele tinha razão. A K&B foi contratada para fazer um trabalho, e eu sou assistente do Kevin. Não tenho escolha, vou ter que trabalhar com o Eric. Puta merda.

Fui pega de surpresa quando o Enrico apareceu no escritório me dizendo que me levaria para casa mais cedo. Não entendi nada, pois ainda era quatro e meia da tarde e o sol estava a pino no céu. Aliás, as tardes de verão estavam insuportavelmente quentes. Encarei o Enrico que estava lindamente vestido com o seu terno sob medida e com o seu lindo sorriso largo no rosto. Confesso que apertei minhas coxas só em vê-lo tão lindo e imponente no meio do meu escritório.

— Então, Boneca. Estou esperando sua reposta.

Franzi o cenho.

— Me desculpa, mas é um pouco estranho você me tirar do trabalho para tomar banho de piscina, não acha?

Ele deu de ombros.

— Não. Está calor pra caralho e eu quero desfrutar da companhia da minha mulher.

Sorri ao ouvi-lo me chamando assim.

— Sua mulher? — Mordi os lábios, me levantei e caminhei em sua direção. Fiquei excitada com a expressão possessiva que ele usou. Joguei meus braços ao redor do seu pescoço e segurei seu olhar. O fogo azul dos seus olhos logo escureceu e um sorriso malicioso se fez presente em sua boca deliciosa.

— Sim. MINHA mulher. — Ele me puxou pela cintura e colou seu corpo no meu. Senti seu pau duro em minha barriga assim que ele me beijou ferozmente. Seu beijo era urgente, bruto e lascivo. Peguei fogo só com seu beijo e sua língua possessiva. Ele afastou sua boca da minha. — E aí? Já decidiu?

Depois daquele beijo, iria a qualquer lugar com ele.

— Eu vou. Mas e o Kevin?

Rico sorriu de canto.

— Já falei com ele. Kevin te liberou, Maya. — Ele deslizou seus lábios em meu pescoço me fazendo gemer e virar os olhos.

— Então vamos. — Sussurrei ofegante. Enrico deixou uma mordidinha na pele sensível do meu pescoço e entrelaçou seus dedos nos meus.

— Vamos, Boneca!

Chegamos na cobertura do Enrico. Mal entrei no apartamento, e o meu namorado avançou em meus lábios me fazendo ir a loucura. Suas mãos passeavam pelo meu corpo o que elevou drasticamente a minha temperatura.

— Tá calor pra caralho. — Falei entre seus lábios. Ele me deu um sorriso safado.

— Veste o biquíni e vamos para a piscina. Seria um pecado não aproveitar nesse calor.

Sorri e assenti com a cabeça.

Corri para o quarto e vesti um biquíni preto. Queria enlouquecer o Rico, afinal, ele me provocou. Ele entrou no quarto e me encarou de queixo caído.

— Você está linda. Gostosa para caralho, Boneca.

Sorri para ele e o observei tirar a roupa em minha frente.

— Isso é maldade. — me aproximei dele, deslizei minhas mãos nos músculos das suas costas e parei na sua bunda onde dei um apertão. Ele puxou o ar entre os dentes e sorriu.

— Calma, tesão da minha vida. Temos todo o tempo do mundo. — Ele me afastou dele e foi até o closet pegar uma sunga de banho. Suspirei alto e fiz biquinho.

— Malvado. — Cruzei os braços e o encarei. Ele vestiu a sunga de banho e me puxou para a piscina. Ele pulou na água e estendeu seus braços em minha direção.

— Vem Boneca. A água tá uma delícia.

Segurei na mão dele. Enrico me puxou para dentro da piscina e me sustentou em seus braços. Joguei meus braços ao redor do seu pescoço e cruzei minhas pernas em sua cintura.

— Hmmm, Boneca. — Ele me beijou nos lábios e depois, me deu um lindo sorriso daqueles de tirar o fôlego e que só ele sabe dar. Fiquei hipnotizada pelos seus olhos e a sua boca. Ele deslizou as mãos pelas minhas costas, parou em minha bunda e me segurou possessivamente junto de si. Enrico buscou meus lábios e me beijou de uma forma enlouquecedora. Sua língua se entrelaçou na minha o que me fez gemer de tesão. Apesar da água fria, meu corpo estava em chamas e suas carícias me faziam perder o controle. Sua boca deixou a minha e explorou a pele sensível do meu pescoço e o lóbulo da minha orelha. Suas mãos fortes me apertavam firmemente contra ele e já podia sentir meu desejo transbordando dentro de mim. Voltei a beijar a sua boca com vontade e explorei seus músculos com minhas mãos. Me esfreguei nele querendo mais contato e gemi de tesão.

— Ricooo. Me come vaaaiii… — Falei totalmente embriagada de tesão. Coloquei uma de minhas mãos dentro da água e alcancei a cueca do Enrico, mas ele segurou a minha mão.

— Ainda não, Boneca. Vamos curtir mais um pouquinho. — Ele falou em meu ouvido e deu uma mordidinha em minha orelha. Suspirei alto e fechei os olhos curtindo seus beijos e carícias.

— Eu quero aqui mesmo, Ricooo.

Ele parou de me beijar e me encarou por um tempo.

— Não Maya. Deixa de ser afobada vai. Tá tão gostoso nosso chamego. — Ele deu beijos molhados em meus ombros, depois, beijou minha boca e mergulhou comigo enquanto me beijava. Voltamos a superfície e o encarei sorrindo.

— Você é um louco que me deixa louca.

Ele continuava me sustentando em seus braços enquanto me beijava. Ficamos na piscina por cerca de meia hora entre beijos e carícias, mas estranhamente o Enrico não quis passar disso, não ali.

— Vamos para o quarto, Boneca. — me agarrei no pescoço dele enquanto ele me segurava nos braços e saía comigo da piscina. Entramos no quarto, ele me colocou no chão, fechou a porta de vidro e puxou as cortinas. Olhei para ele curiosa.

— Pra quê isso, amor? Ninguém vai nos ver aqui dentro.

Ele deu de ombros.

— Nunca se sabe, Boneca. Agora, vem cá que eu já estou louco de vontade de foder sua boceta deliciosa. — Ele me puxou bruscamente para si fazendo nossos corpos se chocarem. Ainda estávamos molhados, mas o desejo ardente nos impediu de sentirmos frio. Nos beijamos loucamente, e nossas línguas se uniram em uma dança sensual e prazerosa. Estava derretendo nos braços dele, mal podia esperar para tê-lo dentro de mim. Suas mãos alcançaram a parte de cima do meu biquíni. Ele desamarrou os nós da peça e a mesma caiu no chão. Enrico se apressou em chupar os meus seios os deixando com os bicos eriçados. Gemi alto com o prazer que a sua boca provocava em meu corpo. Ele sabia exatamente como me enlouquecer. Ele me segurou firme pela bunda e me jogou na cama. Enrico estava sedento, e não perdeu tempo em se livrar da sua sunga, e depois, da parte de baixo do meu biquíni. Sua boca envolveu o meu sexo e sua língua deslizou em minha abertura úmida.

— Ai, Ricooo… — Entrelacei minhas mãos nos seus cabelos e gemi de prazer. Enrico chupou o meu clitóris e voltou a deslizar sua língua em minha fenda. Soltei um gemido agudo e senti ondas elétricas invadindo meu corpo. Gozei com força na boca dele. Enrico passou a língua nos lábios e se sentou na cama me colocando montada nele. Me segurei no pescoço dele, e com a outra mão, ajeitei o seu pau em minha entrada. Ele deu um sorrisinho malicioso.

— Apressada pra caralho. Vem tesão. Senta no pau do seu macho vai…, minha gostosa.

Estava completamente fora de mim. Sentei no pau dele e senti seu membro me alargando lentamente. Ele estava bem fundo, enterrado até as bolas e isso o fez soltar um gemido de satisfação. Ele mordeu o lábio inferior e encarou minha boca.

— Que porra de boceta gostosa. Gulosa pra cacete. — Ele segurou minha cintura e começou a guiar meus movimentos. Cavalguei nele enquanto ele me beijava na boca. Nossos gemidos eram lamuriosos em busca do nosso prazer. O suor escorria pelo nosso corpo e o cheiro de sexo invadia o ambiente. Enrico me pegou pelas coxas e me colocou em cima do criado-mudo. Cruzei minhas pernas ao redor dos seus quadris e fechei os olhos sentindo o impacto de suas estocadas. Girei meus olhos e gozei enquanto soluçava o nome dele.

— Boneca… Tesão da minha vida. — Ele rosnou, depois me tirou de cima do criado-mudo e me colocou na cama. Ele se deitou atrás de mim e senti seus dedos roçarem em meu buraco apertado. — Ai amor. Você me deixa louco pra caralho. — Ele chupou o seu dedo indicador e depois, penetrou meu ânus. Girei os olhos com a sensação prazerosa.

— Ai amor. Assim… — Ronronei de olhos fechados. Enrico tirou o seu dedo e posicionou o seu membro em meu cu. Ele foi me penetrando lentamente enquanto deixava beijos molhados em meu pescoço e ombros. Ele começou a se movimentar e gemer em meu ouvido.

— Gostosa…Tesão… Delícia… — Ele me prendeu firmemente em seus braços enquanto me comia por trás. Sabia que eu não duraria muito tempo e gozaria de novo. Uma de suas mãos massageou meu clitóris enquanto ele investia profundamente mais e mais. Gozei mais duas vezes antes dele e logo depois, caímos ofegantes, mas satisfeitos de tanto prazer. Nós trocamos olhares e depois demos risada.

— Você me deixou ardida Rico…

Seu sorriso desapareceu e ele ficou preocupado.

— Maya, eu te machuquei? Merda, me desculpa…

Eu o interrompi.

— Não Rico. Eu gostei. Foi muito gostoso, sério. — Fiquei por cima dele e lhe beijei nos lábios. — Eu te amo.

Seu sorriso se alargou.

— Eu também te amo, tesão da minha vida. — Ele mordeu os lábios. — Essa nossa brincadeirinha me deu fome. O que você acha de pedirmos uma pizza para repomos as energias?

Assenti sorrindo.

— Acho perfeito.

— Então vai tomar banho enquanto eu faço o pedido. Depois me junto a você.

— Está bem, Rico…

Passamos uma noite maravilhosa. Comemos pizza enquanto assistíamos a um filme e nos provocávamos. O bom humor do Rico tinha voltado e eu estava muito feliz com aquilo. Fizemos amor novamente antes do Enrico tomar seu antidepressivo de tarja preta. Sabia que depois disso ele apagaria e só acordaria no outro dia. Tinha que me acostumar a não transar com ele de madrugada como tínhamos o costume de fazer, mas sabia também que era só por um tempo, pois logo, ele não precisaria tomar mais nenhum medicamento. Eu tinha fé nisso. Olhei para ele que dormia profundamente e me aconcheguei em seu peito nu. Senti sua respiração calma fazendo seu peito descer e subir, e logo, acabei dormindo profundamente.

 

(…)

 

Acordei bem disposta no dia seguinte. Me sentei na cama, vesti a camisa do Rico e encarei o meu namorado que ainda estava dormindo. O Lucky começou a arranhar a porta do quarto querendo entrar, então, abri a porta para ele que logo pulou na cama e começou a lamber o rosto do Enrico, que gemeu.

— Ai, Boneca… — Ele disse de olhos fechados. Soltei uma risada divertida. Enrico abriu os olhos e limpou o rosto enquanto Lucky latia. — Ai credo, Lucky. Você lambeu minha boca.

Ri ainda mais alto. Enrico franziu o cenho e me encarou.

— Ah, tá achando isso engraçado é? Espere para ver o que vou fazer com você. — Ele se levantou ainda nu e correu atrás de mim. Dei um gritinho assim que ele me pegou em seus braços e me rodopiou pelo quarto. Dei risada me divertindo com a situação. Ele me beijou nos lábios e me jogou na cama.

— Ai Rico, a gente vai se atrasar.

Ele meneou a cabeça.

— Está cedo pra caralho, Maya. Dá tempo a gente dá uma. — Ele se sentou em cima das minhas coxas e colocou seu peso em seus calcanhares. Suas mãos hábeis desabotoaram sua camisa que eu usava me deixando nua e pronta para ele. Fizemos amor novamente.

Ficamos na cama mais algum tempo. O carinho que o Rico fazia em meus cabelos me deixava calma e relaxada. Estiquei meu braço e peguei meu celular que estava em cima do criado-mudo. Olhei a hora e decidi olhar os e-mails, mas abrir o navegador, fui bombardeada por fotos minhas e do Enrico na piscina. Fiquei pasma com o que vi, principalmente por ter nossa privacidade exposta desse jeito. Mas como eles conseguiram ter acesso a piscina? Tremi ao senti uma leve desconfiança e meu rosto se esquentou de raiva. Olhei por cima dos ombros para o Enrico que ainda estava deitado atrás de mim.

— Que merda é essa, Enrico?

 

Continua…

 


Notas Finais


Eita nóis😂. Tanto o ciúme como a vingança cegam e parece que os irmãos Freeman não se deram conta disso🤔. Qual será a reação da Maya quando ela se der conta de todas as armações e intrigas? As tretas só estão começando👌.

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