História O poderoso império sayajin - Capítulo 34


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Bra, Bulma, Chichi, Cooler, Fasha (Seripa), Freeza, Gine, Gohan, Goten, Grande Patriarca (Saichourou), Kuririn, Mestre Kame, Raditz, Rei Cold, Shenlong, Tights Brief, Trunks, Turles, Vegeta, Yamcha
Tags Bardock, Gine, Imperio Sayajin, Kakarotto, Rei Vegeta, Turles
Visualizações 95
Palavras 2.567
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


boa leitura a todos

Capítulo 34 - A obsessão do rei


Fanfic / Fanfiction O poderoso império sayajin - Capítulo 34 - A obsessão do rei

 Após o almoço kakarotto troca o seu uniforme por seu short de treino indo para a sala de treino. Pouco tempo depois chichi chega e fica o olhando da porta. O estilo de treino dele era igual ao dela ela reconheceu o estilo. Era o mesmo do seu mestre.

-Quem te treinou assim? – chichi pergunta  surpreendendo kakarotto pela presença dela

-um terráqueo. Ele foi meu mestre. – Kakarotto fala em meio a golpes soltos

-qual era o nome dele? – chichi pergunta curiosa enquanto colocava as munhequeiras de peso

-Wong – kakarotto responde

E chichi coloca-se frente a ele.

- Então wong-san foi seu mestre? O meu...o que você matou chamava-se mouten- roshin .

-Esse nome não me é estranho. Lembro de Wong o cita-lo – kakarotto fala enquanto se poe em posição de batalha.

Chichi começa a ataca-lo ele começa desviando dos golpes.

-Você treinava Suki? – chichi pergunta em meio aos golpes

-sim, de certo modo – kakarotto fala enquanto baixou seu nível para acompanhar o dela.

-e vai me treinar também? – chichi pergunta

-se você assim quiser – kakarotto responde segurando um soco dela

-me mostre seu treino, sayajin – chichi fala desafiando

-tem certeza? - kakarotto fala com um sorriso de lado

-Eu quero ganhar minha liberdade. então sim – chichi fala sem hesitar

Kakarotto para e fala

-Então me acompanhe.

Ela o segue eles saem da casa indo para o lado de fora da propriedade chichi vê uma construção grande. Ele abre a porta e eles entram. Chichi já viu algo parecido aquilo na terra. Bulma havia feito para ela.

-Qual o índice de gravidade que praticas?

-15x da terra.

Então ele ajusta os dados em um painel digital

-Ta com os pesos? Pode ativa-los

Então ativa a câmara

Chichi sente seu corpo prensa contra o chão. E kakarotto se agacha até a altura dela

-Essa é 5x a de Bejita você tem até a hora do jantar pra ficar de pé – ele fala com um sorriso maroto nos lábios.

Chichi não conseguia nem se mexer naquela pressão. Kakarotto por outro lado usava pesos muito fortes em seus pulsos e botas com peso. E começava a treinar novamente deixando chichi a se acostumar com a gravidade base do treino das crianças sayajins no campo de treino do planeta. Depois que foi criada essa câmara foi muito melhor para o treino de vários sayajins. Inclusive ele mesmo treinava em 200x atualmente. Agora que vegeta atingiu o nível SSJ vai poder treinar pra valer com ele agora que falta pouco pra ele atingir o nível acima ele sente seus poderes se ampliando cada vez mais a medida que treina e combate.

Algumas horas haviam se passado e já estava perto do entardecer quando chichi consegue sentar-se . kakarotto havia desistido de ficar ali e foi treinar com raditz em sua casa.

Turles estava acordando agora ele estava pleno e satisfeito de uma maneira estranha. Por mais que não lembra-se do que havia acontecido, seu corpo mostrava que havia sido intenso. Mais ele percebe agora sentindo o cheiro melhor que tomava o quarto. e aquele cheiro o excitava era o cheiro de uma femea no cio , lunch esta fértil e isso a tornava ainda mais apetitosa. Aquele cheiro o inebria o deixando louco de tesão para estar dentro dela novamente. Então começa a beija pelo pescoço a despertando lentamente para iniciar as preliminares que tanto gostou de praticar naquele corpo. Nunca foi do tipo de conceder prazer a um escrava nem no sexo por meio da força, mais excita-la o deixava mais desejo ainda de estar dentro dela e como adorava o sabor dela. logo após ela chegar ao ápice era a vez dele se satisfazer no corpo dela. ele começa a penetrando sentindo que a intimidade dela agora ela acolhedora ao seu membro a tornando ainda mais perfeita para fuder. Nossa como aquele entra e sai estava gostoso ele não sentia que precisa se conter se sentia liberto por algum motivo. Ele aumenta o ritmo e ela aumenta os gemidos, por um momento percebe que aquele prazer ele nunca sentiu com nenhuma outra femea aquilo era único o desejo dele e sua possessão se resumia aquele femea terráquea e achou que estava ficando maluco com tal pensamento.. Ele sente o cheiro do desejo dela subindo misturado com o cio só fazia com que a penetração se tornasse mais intensa, não demora muito e chega ao gozo depois dela. ele sentia pelo ki dela que ela estava esgotada. Então a deixa na cama e vai para o chuveiro tomar um banho. Logo chayote sairia da câmara e queria que lunch descansasse o máximo antes de tira-la para o seu quarto.

Ele entra embaixo da ducha e água toca seu corpo ele rosna pela descarga elétrica sentindo seu pescoço arder no local da marca de chayote. Então leva os dedos passando sobre a marca e recebe a onda de fluxo. Tudo fresco em sua memória em cada detalhe mínimo ele leva as mãos ao rosto fechando os olhos dá um grito alto. Fazendo seu corpo se tremer de raiva dele mesmo.

Como ele esconderia a maldita marca de chayote?

-maldito bardock e Gine com essa droga de ligação lendária – gritava Turles andando nu de um lado para outro em seu quarto com as mãos na cabeça

Ele sobe na cama e olha o pescoço de lunch constatando sua marca nela como vinculo lendário.

Ele está fora de si. Tinha que fazer algo rápido... mais o que? fingir que nada aconteceu era uma ótima ideia afinal pelo menos até achar algo que possa o ajudar. Então vai no armário e pega um traje total que veste até o pescoço e o coloca. Então pega lunch no colo a levando até o seu quarto mandando o chefe dos escravos deixar um traje completo estilo sayajin para ela vestir assim que acordasse e tomasse o banho. O mesmo concordou mesmo sem intender vindo de Turles era o pedido mais estranho que tivera até hoje em todo sua vida.

Toda roupa de cama de Turles é trocada e o quarto limpo. Poucas horas depois chayote sai da medical machine e encontra Turles deitado na cama todo vestido. A raiva dele ainda é latente como pode fazer o que fez com ela por cauda de uma maldita escrava. Então veste um traje já que estava nua. E desce para comer algo. Bem como Turles pois o jantar estava a mesa. Logo após a refeição ele volta para cama sendo seguido por ela. Eles deitam na cama chayote sente muito levemente o cheiro da terráquea no seu quarto percebendo que o companheiro estivera com ela na cama enquanto ela estava na câmara. Mais seu ciúme e possessividade eram maior que seu orgulho.

Ela se aproxima de Turles na cama se insinuando para ele querendo fazer as pazes com o companheiro. Mas Turles a recusa. Estava esgotado de tudo que havia feito com lunch e por mais que quisesse e chayote o estimulasse nada acontecia. Ela fica irada com aquilo virando de lado e pondo-se a dormir.  Ele agradece aos céus.

Lunch estava tão esgotada que dormiria até o dia seguinte.

O chefe dos escravos não pode deixar o canção de lunch pensando que ela foi usada até acabar todas as suas forças. Mas olhando para o corpo nu dela ali na cama a achou muito atraente e desejosa. Quando tivesse oportunidade o foderia. Preferencialmente o dia que Turles estivesse bem longe. Ele nem saberia. Não poderia perder a chance.

No palácio vegeta havia feito tudo o que podia com a sayajin que agora dormia na cama tranquilamente, mas ele estava sentando no sofá completamente insatisfeito e não entendia o motivo. Sempre gostou de fuder e agora pareceu não ter graça. Porque aquilo estava acontecendo? Pediu então sua sayajin favorita do harém e mandou a levar a outra suíte ele iria tirar aquele maldita humana que parecia insistir em atormentar a sua mente.

 

Gine jantava com bardock e nanye

-não acredito que o Suki fez isso? Bom que dizer já esperávamos. Quem bom que você conseguiu chegar a tempo – bardock fala

-Sim foi sorte mesmo -Gine fala

-e como é a terráquea?

-é muito parecida com uma sayajin, é guerreira também e bem arisca do tipo desafiante.

-humm, acho que esse sim vai ser um desafio para ele – bardock ri

-um pena somente que não vão ter filhotes – lamenta-se Gine

-eu sei...mas ainda tem o raditz e o Turles...- Bardock consola Gine

-verdade. Mais ele ficando feliz é o que importa.

 

Kakarotto estava se preparando para jantar quando chichi surge na sala. Ela estava exausta e encharcada de suor pelo corpo. Kakarotto a olha e desvia o olhar para comida

-humm bom. Vejo que conseguiu dominar a gravidade de 5x, já é um começo. Considere no nível um do treinamento agora – ele termina com um sorriso cretino de lado.

Chichi bufa de raiva e vai para o chuveiro ela toma um banho quente tentando relaxar os músculos depois veste algo que lembrava uma camisola vermelha que estava no armário.

Ela achou de muito mal gosto e muito provocante, mas como era para dormir nem ligou.

Logo o escravo veio ao seu quarto

-o mestre deseja tê-la a mesa – ele fala

-fale ao mestre que estou muito bem aqui obrigada

-Mas são ordens .Não pode contrariar seu mestre – retruca o escravo  - se você o desobedece-lo vai perder direitos

-Como assim direitos?  Chichi questiona

-nosso mestre é um sayajin bem benevolente, ele nos permite ter livre acesso as coisas do planeta e termos certa liberdade na casa. Você por exemplo tem acesso a sala de treino mesmo sendo de uso exclusivo dos sayajins. Se você não cumpre suas tarefas e ordens você perde direito ao uso.

Chichi dá um pulo. Era a única coisa que fazia naquele maldito planeta não poderia simplesmente perder.

-sayajin estúpido – chichi fala marchando para a sala sem se dar conta do que estava vestindo.

Quando ela entra na sala de jantar kakarotto a olha ele fica embasbacado a olhando fixamente. “puta merda ela quer fuder a minha mente” ele pensou ele sente o membro enrijecer olhando o corpo dela curvilíneo naquele vestido de escrava sexual os seios quase saltados as coxas torneadas expostas vendo até o inicio da bunda. Os longos cabelos negros soltos em contraste com o tom vermelho da peça o coração dele fica saltado e as respiração se torna pesada. o membro estava duro que chegava a doer.

Chichi se senta a mesa e começa a comer. Ele volta a se alimentar também, mas tentando se controlar. A vontade de possui-la ali mesmo estava demais em sua mente. Como ele se odiava por isso. Ele sentia-se profundamente atraído a uma escrava e agora não tinha mais uma femea sayajin para se aliviar. A humana o odiava e ainda por cima ele estava vinculado a ela e pra piorar ela ainda aparece vestida daquela maneira. Ele iria comer i iria ao domo achar alguma femea sayajin para se aliviar. Ficar olhando o corpo desnudo da terráquea estava o descontrolando de tal forma que mal poderia se conter. O cheiro dela impregnava o ar. Ela cheirava a selvageria e campos abertos.

-Chichi, não é? Me fale um pouco mais de você -kakarotto puxa assunto para tentar se distrair

-o que quer saber? – chichi pergunta ríspida

-Onde nasceu, coisas que gosta isso... sei lá – kakarotto soa displicente. Ele leva a mão ao membro tentado arrumar um posição que não incomodasse tanto.

-eu nasci numa região conhecida como prypan, meu pai era o rei daquelas terras

-Então é uma princesa? – kakarotto surpreende-se

-Sim de fato. mas sou de uma linhagem de guerreiras por parte de mãe.

-Uma princesa guerreira, interessante. – Kakarotto fala. Sua cauda se desprende da sua cintura fazendo movimento languidos no ar

Chichi não entendia bem o porquê, mas toda vez que a cauda dele fazia isso ela se sentia hipnotizada, aquilo parecia uma dança aos seus olhos... era como se a cauda a chamasse a toca-la a tocar no corpo dele, então se pega olhando os fortes braços expostos dele o tórax desnudo o cabelo pontudo que desafiava a gravidade... nossa como era atraente podia ficar horas olhando para aquele corpo. Ela queria desviar o olhar mais não conseguia, era desconcertante e quanto mais tentava ignorar ,mais se sentia atraída a olha-lo e aquela maldita cauda que não parava sentia sua intimidade pulsando quente. Por alguns segundo ansiou ele dentro dela era muito mais forte que ela, que sua própria razão.

Kakarotto puxa a cauda e aprende novamente a cintura.

-vou sair, não tenho hora pra voltar – anuncia o guerreiro

Ele se levanta da mesa e chichi desvia o olhar para o membro do mesmo percebendo sua acentuada ereção. Sentiu uma inda de descargas percorrer o seu corpo.

Ele finalmente o campo de visão dela.

-por kami o que foi isso?-fala consigo mesma não compreendo o desejo compulsivo do seu corpo pelo dele.

 Kakarotto coloca a armadura e o restante do traje indo assim para o domo

Chichi o vê saindo e se levanta da mesa indo para o seu quarto.

Já no domo ele começa a beber algo quando uma sayajin se aproxima dele.

-olá comandante – fala kya passando sua cauda pelos braços fortes de kakarotto que solta um leve rosnado de prazer.

-olá kya, já voltou da missão? – kakarotto pergunta se virando para a sayajin

-já sim, nosso esquadrão chegou ontem. Onde está Suki? – pergunta a sayajin displicente

-não faço ideia...mas estava em busca de uma femea para me acompanhar essa noite – fala maliciosamente puxando a sayajin pela a cintura tomando-lhe os lábios com lascívia. O beijo era quente era ardente, mas não tinha a mesma intensidade e nem o mesmo  sabor quando beijou Chichi.

-posso ser sua companhia essa noite... – fala a sayajin enrolando sua cauda na cintura de kakarotto que retribui então eles vão para a casa de kakarotto. Chichi ouve a chegada de kakarotto em meio a gargalhadas e arfadas. Ela sai do seu  quarto para ver o que estava acontecendo. Ela então vê kya a tirar a armadura de kakarotto a deixando sobre o sofá, bem como agora tirava a parte de cima do traje dele deixando seu tórax exposto eles voltam a se beijar kakarotto a vira de costas para ele e beijando o pescoço enquanto suas mãos seguravam com força nas ancas da sayajin a pressionando contra sua forte ereção.

Eles começam a subir as escadas em meios as caricias um no outro. Chichi sente ser tomada por um imenso sentimento de ciúme e possessividade. Porque tinha outra sayajin o tocando afinal? A louca foi embora e ele logo coloca outra na cama? Maldito sayajin que estava confundindo sua mente

-bom mesmo que foda outras, assim não tenho que me preocupar- chichi murmura irritada. Voltando ao seu quarto. mas os gemidos começam a ecoar pela droga da casa.

Que ódio que ela estava sentindo naquele instante. Mas não entendia o porquê.

 

Já era alta madrugada e vegeta estava nu na sacada de seu quarto. estava irado. Não admitia um rei poderoso como ele rendido a uma humana fraca e patética. Estava obstinado a provar a si mesmo que aquilo era apenas provocado pelo desejo de vê-la trabalhando. De fato achava que foi movido pelo animo de ver as possibilidades de realização daqueles fracos humanos intitulados Briefs. De manha iria dá uma ordem a Couget para resolver isso.



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