História O poderoso império sayajin - Capítulo 35


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Bra, Bulma, Chichi, Cooler, Fasha (Seripa), Freeza, Gine, Gohan, Goten, Grande Patriarca (Saichourou), Kuririn, Mestre Kame, Raditz, Rei Cold, Shenlong, Tights Brief, Trunks, Turles, Vegeta, Yamcha
Tags Bardock, Dragon Ball, Gine, Imperio Sayajin, Kakarotto, Rei Vegeta, Turles
Visualizações 169
Palavras 3.742
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


boa leitura

Capítulo 35 - Uma ordem do rei


Fanfic / Fanfiction O poderoso império sayajin - Capítulo 35 - Uma ordem do rei

Pela manha chichi estava a tomar café em seu quarto quando kakarotto desceu acompanhado com uma sayajin, eles sentaram-se a mesa e conversavam aos risos. Chichi estava irritada. Era insulto isso, ainda mais de manhã cedo. Ela coloca um short de treino e um top bem como munhequeiras vermelhas, ela faz um coque no cabelo deixando um fios perdidos soltos. Então ela cruza a sala de jantar propositalmente queria ver como era a sayajin que tanto gemeu por kakarotto a noite toda. Ela passa e encara a sayajin que fica levemente irritada ao ver uma escrava a olhando daquela maneira. Chichi sente um ciúme a consumir sem intender, ela olha de cima a baixo a sayajin “pior que a desgraçada é bonita” pensou consigo. Malditas sayajins murmurava mentalmente sem entender o porque de ter esse súbito surto de ciúme dele. Nem gostava dele. Na verdade o odiava. Tanto faz com quem ele se deita. Tentou mentir para si mesma.

-bom dia, vamos começar a treinar ou ainda vai fuder mais? – chichi pergunta irritada

-porque essa escrava está falando assim com você? - questionou kya

-porque ela tem uma língua bem afiada não é mesmo chichi – kakarotto fala a fuzilando com os olhos

-você não reclamou dela outro dia né? – chichi soltou meio que surpresa consigo mesmo pelas palavras

Kakarotto estava embasbacado pela impetuosidade de chichi. Ela o fazia perder a cabeça. Chegar assim naquela roupa o tentando logo pela manhã e ainda  o constranger assim? Era demais.

Ele se levanta e arrasta chichi pelos braços escada acima sobre olhares prazeroso de kya, que achava que a escrava insolente pagaria por sua língua. Kakarotto entra dentro do quarto com chichi.

-Nunca mais fale comigo daquele jeito em frente a nenhum sayajin. Nunca mais faça isso pelo seu bem chichi. -fala autoritário e másculo. Ele estava colado com ela a encarando nos olhos mais ele não sentia o cheiro de medo subindo dela, muito pelo contrario o cheiro que subia era outro “de desejo?” ele surpreendeu-se.

Chichi por si estava surpresa ainda consigo por tudo e esta ali olhando aqueles músculos quase colados nela e o cheiro másculo e almiscarado que ele exalava a deixa inebriada. Os olhos descem até a cauda agora presa na cintura e não pode deixar de correr pelo volume na bermuda voltando aquela vontade de tocar naquela cauda estava aumentando. Seu coração estava acelerado e respiração começando a ficar pesada, e quando mais olhava o corpo dele mais sua intimidade pulsava. Levada por um ímpeto ela corre os dedos pela cauda presa na cintura a apertando levemente até que houve um rosnado e olha para kakarotto. Seus olhos eram luxuria pura a respiração dele estava tão evidente que o peito se movimentava com rápidas subidas e descidas. Chichi reparou que a cauda agora estava solta em suas mãos então ela continuou a caricia-la. Como era fofa e macia ela pensava consigo sentindo-se por algum motivo estranho ficar molhada entre as pernas ela aproxima a cauda do seu rosto e passa sobre ele sentindo a maciez quando sente sua roupas rasgas em seu corpo e chocando-se no chão do quarto com ele a invadindo ao senti-lo entrar daquela maneira só deu tempo de gemer alto e estridente. A cauda dele enrola na cintura de chichi de forma possessiva enquanto a penetrava intensamente. Ela gemia cada vez mais alto se entregando completamente aquele prazer quase animalesco.

 

Kya que estava lá em baixo foi pega de surpresa pelo que se sucedeu a seguir. Ouvindo os rosnados, gritos e gemidos. Era tão intenso que nem mesmo ela havia gemido daquela forma. “Então era assim que ele punia suas escravas, as matando de prazer?” kya pensa então ela sai da casa de kakarotto. Os gemidos de outra femea já estava a incomodando.

 

Lunch havia acabado de acordar de manhã cedo quando sentiu seu corpo todo dolorido. Ela não se lembrava direito de tudo que se passou na noite anterior pensou que deveria ter sido tão intenso que foi parar na medical machine novamente. Já estava ficando habituada a isso.

Ela então vai até o chuveiro e abre o mesmo. quando a água toca o seu corpo ela sente uma onda elétrica percorrendo seu corpo dilatando sua pupila. Ela sente uma ardência em seu pescoço e leva a mão a tocando, seu corpo é tomado por uma onda de flashes e memorias difusas que ela reconhece como não sendo dela sente cheiros, sensações, medos tudo estava vindo como uma forte onda avassaladora, então vem tudo o que aconteceu a noite com eles inclusive dos caninos ela agora passeava os dedos sobre a marca saltada seu corpo tremia. O que estava acontecendo? Ele sente inclusive todo o prazer que teve durante o ato sexual, gos gemidos dos frenesis “ele me fudeu e eu gostei?!” estava agora embasbacada consigo mesmo. sentindo um misto de sentimentos difusos naquele momento então olha no espelho e pode ver o desenho em seu pescoço riscado a dente. Ela resolveu que perguntaria para ele o que era aquilo quando tivesse oportunidade. Então termina o banho e sai para tomar café junto aos outros escravos. Ele começou a conversar mais com eles. menos com o supervisor, ela não gostava dele. E agora ele ficava a encarando com poucos olhos e ela não estava gostando daquilo.

Turles levanta-se cedo e vai tomar um banho rápido para ir para o comando. Ele havia deixado chayote dormindo. Já estava quase a terminar quando é surpreendido por chayote nua o abraçando. ele rapidamente a empurra contra a parede de costas de forma a prender o corpo dela com o seu.

-hummm, meu Turles voltou finalmente – chayote fala de forma sexy

Mas Turles não estava fazendo isso com o intuito sexual. Mas ela estava ali. Estava nua. Seu corpo estava contra o dela. mas simplesmente não vinha o desejo. porque o desejo não vinha, ele ficou se perguntando isso desesperadamente. Nem quando se vinculou a chayote deixou de sentir tesão em outras femeas, porque isso agora? “vamos da prova de vida” ele pensava em desespero, mas só conseguia pensar na terráquea de cabelos loiros.

Chayote nota a excitação de Turles. Então tenta se virar mais ele não deixava. Então ele de forma rápida puxa uma toalha a enrolando no pescoço e em seguida pega outra enrolando na cintura. chayote fica o olhando sem intender o que estava acontecendo com e ele. Turles nunca negou fogo, nem mesmo quando queria a matar.

Chayote o empurra contra a cama. Ela tinha que o confronta-lo e a hora era aquela

-Me fala o que tá acontecendo agora Turles

-Acontecendo? Nada sua sayajin louca – ele tenta se levantar mais chayote sobe o corpo dele empunhando mais força

-vamos Turles fala ou eu arranco – chayote agora estava com a cauda oscilando com o prazer da caça e os caninos evidentes.

-Qual o seu problema? – Turles agora começava a ficar nervoso

-to sentindo cheiro de mentira querido e como sobe doce vindo de você – chayote soa ameaçadora

Se tinha algo que o casamento dos pais havia o ensinado é nunca irrite uma femea, principalmente se os poderes dela for próximos do seu.

-a verdade é que eu não me sinto mais desejo por você – Turles falou com meias verdades.

-como assim não sente mais desejo por mim? ...-ela vira a fúria em pessoa – e por cauda maldita humana não é querido?

-claro que não. Não seja idiota – mente Turles a olhando nos olhos

-otimo então querido se o problema é esse vamos da um jeito no seu libido – chayote fala. Pegando a cauda de turles e acariciando não demora muito e ele esta em alerta. E ela tem um sorriso de satisfação.

Então ele se entrega a um ato sexual em estado semi - consciente  chayote estava chegando  ao ápice quando ve a marca no pescoço de Turles cortando seu rosto com a unha em um movimento rápido os caninos dela voltam a ficar evidenciados. Turles volta a si percebem a fúria de chayote e leva a mão bruscamente ao pescoço

-a marca da vagabunda humana? Já vi querido -chayote falava em meios a rosnado

-Chayote.... não ouse – Turles começa mais chayote pula da cama para fora do quarto

Turles corre atrás dela que farejava o cheiro de lunch pela casa toda

-verme humano venha aqui – gritava chayote nua na casa descendo as escadas

Os escravos se agitaram. Nunca a viram tão alterada, nua sim até porque sayajins pareciam não ter pudor algum.

Apah percebe a fúria e em cumprimento as ordens de Turles tira lunch dali a levando para área externa da casa dentro da câmara de gravidade a trancando lá dentro

-onde esta a maldita terráquea – ele grita aos escravos

Turles a segura por trás  ela tenta se livrar mais era inútil ele estava usando 90% da sua força naquela hora para a conter.

 -Chayote se acalma – Turles gritava com a sayajin

-Me acalmar? Só sentindo as entranhas dela em minhas mãos. – Gritava chayote. Os escravos agora tremiam.

-chayote eu não quero te machucar – Turles apela

-dane-se Turles eu a matando eu não me importo – chayote gritava ainda alterada

Turles não via uma saída para aquilo, era desesperador para ele. Então num ímpeto fala

-vai em bora chayote. Você não é mais minha companheira portanto não tem mais direito algum sobre mim- esbraveja Turles de forma autoritária

-não pode ta falando sério?- chayote se acalma quase como magica

-sim estou -Turles se mantem firme

-você realmente esta me trocando por uma escrava? Por um verme imundo e fraco?

-infelizmente eu já troquei chayote, - as palavras pesam em sua boca. Ele gostava de chayote, mas desde que lunch cruzou sua vida ele não conseguia mais ficar sem ela. E ele sabia os efeitos do vínculo. Ele se odiou por isso. Principalmente pela vergonha. Seu orgulho foi ferido no momento que se vinculou a ela.

-eu vou acabar com você general- chayote soou fria

-não, não vai. Porque seria igualmente vexatório para você assumir publicamente que foi trocada por uma meras escrava. – Turles agora era frio e calculista.

Chayote foi pega de surpresa pelas palavras dele. Realmente seria humilhante. Ela presava demais o seu orgulho para deixar isso escapar

-bom querido, se você quer a imunda em sua cama, faça bom proveito. Inclusive com a sua maldita linhagem que não vai existir. -chayote fala dando de ombros e subindo as escadas.

Turles respirava aliviado. Então sobe as escadas e veste seu traje e armadura espera chayote sair primeiro

-mandarei um escravo buscar minhas coisas – chayote anuncia e sai

Turles toma seu café finalmente mandando apaah trazer lunch para mesa pois queria conversar com ela.

 

Vegeta estava terminando o seu café  quando Couget chega se curvando perante o rei

-Mandou me chamar alteza? Em que posso ser-lhe útil?

-aqueles cientistas terráqueos que o Turles fez o relatório, eu li e tive uma mudança de planos com relação a eles.

-sim meu rei. O que decidistes

-eu vi pelos relatórios que eles são um prodígio verdadeiro, então quero ver todo esse potencial deles. Quero eles no polo real imediatamente. Quero tudo equipado pronto para recebe-los até o almoço e um tutor para auxilia-los até terminarem a adaptação. Peça também que eles preparem algum projeto para me apresentar até o meio dia. Pode se retirar é só isso.

-sim senhor – responde Couget

Ele de imediato liga para o setor dos escravos científicos repassando a ordem de vegeta e para  o setor cientifico para providenciar o laboratório que agora estava vazio, pois antigamente os cientistas ficavam nesse polo real antes de serem colocados no novo complexo.

 

O supervisor dos Briefs então os fala

-o rei quer ver todo o potencial de vocês, ele ordenou que montem um esboço para o apresentar até meio dia. Algo que possa acrescentar. Não necessariamente algo que vá funcionar de primeira, mas algo que possa realmente ser desenvolvido dentro das nossa atuais condições cientificas.

Bulma fica estarrecida. Mal chegaram e já estão cobrando, aquele rei idiota e arrogante. Quem ele pensa que eles são pra querer a droga de um esboço em míseras 4 horas. Ia mostrar para ele o que era o intelecto dos Briefs.

-então filhinha, o que tem em mente – pergunta o pai de Bulma.

-então eu olhei alguns equipamentos deles aqui e acho que podemos aprimorar algumas coisas. Mais o que mais me chamou a atenção inicialmente são os campos elétricos de contenção das naves podemos usar novos materiais fazendo a combinação certa e aumentando a capacidade de proteção em 150% do atual, e podemos embutir um sistema de camuflagem tanto nas naves quanto nas armaduras deles permitindo ocultar-los quando quiserem

-nossa, impressionante filhinha, podemos começar então com o desenvolvimento da base de camuflagem – termina o mais velho clicando na bancada para ligar um grande monitor para criação de projetos. Eles usavam ponteiras para fazer os desenhos digitalmente já os elaborando em 3d para apresentação interativa.

 

-bom dia, eu queria conversar com você. Já tomou café? – Turles pergunta a lunch

-sim, já- responde seca.

-ótimo, eu quero te avisar que a partir de agora eu quero você todas as noite na minha cama. E você vai dividir as refeições comigo a mesa. Estamos entendidos? -Turles fala autoritário

-sim mestre

-me chame de Turles, a partir de hoje. E se precisar de algo peça para mim diretamente.

-Qualquer coisa? – ela pergunta receosa

-sim, se for dentro do meu possível verei o que posso fazer

-eu gostaria de poder treinar novamente – lunch fala segura

-a sala de treino fica lá em cima, vou deixar instruções ao apaah para lhe ensinar a usar tudo, mas alguma coisa?

-sim, bom na verdade não

-sim ou não mulher decida-se – fala ríspido

-porque você fez isso no meu pescoço e porque estou me sentindo estranha?

-Conversamos sobre isso a noite, na cama. Passarei o dia fora no conselho com o rei só volto para o jantar. Se quiser pode usar os trajes sayajins se sentir mais confortável. E mais uma coisa. Não quero que nenhum outro macho a toque. Se isso acontecer quero que me fale imediatamente. Você é minha, me pertence e somente eu posso tê-la entendeu?

-Sim Turles.

Raditz acordou mais uma vez com tights ao seu lado na cama. Estava viciado nela. Queria ficar com ela todo o tempo sentia uma imensa necessidade de faze-la sua como nunca sentiu. Todas as vezes que esta com ela aumenta seu ímpeto animalesco, esta ficando cada vez mais difícil se conter. Acordara varias vezes com sua cauda presa firme a cintura dela. como se tivesse vontade própria. Aquele sentimento o consumia  cada vez mais. Estava se tornando avassalador. Varias vezes já se pegou no ímpeto de marca-la como sua por um alto índice de possessividade. Não deixava nenhum escravo macho ao menos se aproximar de tights. O cheiro dela era tentador demais ao seus instintos mais primitivos. Não precisava de muito e já ficava pronto para possui-la. Ele acordou mais uma vez sentindo aquele cheiro único dela ela estava de bruços na cama. Ele começa e beijar toda a zona indo da nuca até a curva do quadril. Ele ouve o alarme do seu scouter. então se levanta vendo tights se espreguiçar na cama se acordando. Ele a beija  e a chama para o chuveiro com ele. A agua cai quente sobre eles ele segura o queixo dela e chupa lentamente aqueles lábios rosados se deliciando com eles em meio a agua caindo eram doces e macios. A mão desce sobre a cintura a puxando quebrando o espaço entre os corpos. ela sente o membro duro dele em sua barriga ele a levanta encaixando os corpos. Ela cruza as pernas em volta de sua cintura ele a encosta na parede do banheiro. O beijo é iniciado de forma lasciva e envolvente as mãos dela estavam na nuca de raditz e desciam a medida que o mesmo apertava intensamente sua cintura as mãos sobem aos seios sendo então saboreados com deleite e paixão. os dedos desciam suavemente pela pele. Os unhas dela apertavam os músculos da sua costa. Deixava marcas e ele gemia em cada arranhão. O cheiro de desejo dela começava a aparecer mais intensamente. A boca invade os pescoço arrancando um gemido sôfrego. ele não tinha muito tempo para aproveitar aquele corpo, teria que sair para a reunião do comando. Então se posiciona para entrar nela. Mas assim que encosta seu membro na pequena abertura sente seu corpo ser tomado por uma onda de sensações novas e prazerosas. Ondas essas que quando atingem sua mente o faz enevoar-se, perdesse nem ao menos teve qualquer tempo de reação. O cheiro dela sobe forte ele toma-lhe os lábios novamente agora mais desejoso do que nunca , sem perceber sua razão esvaiu-se por completo restando apenas o animal voraz os olhos se tornam rubros e sedentos. Seu membro vai ganhando passagem dentro da apertada humana. parecia que o corpo dela estava se adaptando ao volume e a intensidade dele. Os movimentos vão aumentando gradativamente aumentando cada vez as sensação de prazer para ambos. o cheiro dela vai tomando conta de todo o ambiente ele estava completamente rendido aquela humana. As investidas aumento ainda mais, ele já não temia machuca-la seus corpos pareciam se conhecer intimamente entrando em uma perfeita sincronia. a cauda enrola-se na cintura dela tornando-se possessivo, Os caninos tornam-se evidentes e logo estão rasgando aquela pele branca e doce deixando sua marca sayajin nela. Tights agora tinha o gemido animal dessa vez que ecoa. seus instintos evolutivos gritavam como o animal que habitava oculto. Tão logo lambe o sangue que escorria finamente ,para logo depois sentirem serem tomados por um intenso fluxo de lembranças e memorias ambos compartilhando suas existências e ligando suas almas em uma só. O fluxo era intenso enquanto os movimentos não cessavam, o fluxo estava chegando ao fim e eles ao ápice. O gozo se evidencia, os gemidos cessam , os corações acelerados as respirações descompassadas. Os olhos retorna ao ônix e as presas se recolhem, mas os corpos estavam esgotados pelo vinculo formado. A única coisa que queriam era deitar.

Ele a leva ainda no colo até a cama e se deita junto a ela pegando ambos em um sono profundo.

 

A reunião do conselho estava preste a começar.

-você sabe do raditz? – bardock pergunta – ele geralmente é tão pontual

-não. Vou tentar ligar para ele – kakarotto fala

- e como estão as coisas filhote? – bardock pergunta baixando drasticamente o tom da voz

-Complicadas. Ela é teimosa, e é difícil fugir. Por mais que me recuso aceitar esse vínculo, quando vejo estou entregue a ela. Parece uma maldição. – kakarotto fala passando as mãos pelo cabelo

Bardock ri de lado

-é difícil mesmo acredite, já provei dele sei bem como é – bardock fala.

Kakarotto agora chamava o scouter de raditz que não atendia

-será que exagerou ontem? – Kakarotto fala rindo

-Vindo do raditz acho difícil, mas não impossível. Ainda mais pelo tanto que ele gosta de femeas – bardock fala suspirando.- depois falo com ele

Bardock então vê chayote sentar-se longe de Turles em extremidades opostas

-Estão brigados? – bardock pergunta a Turles

-pode se dizer que sim – Turles responde pensativo.

-engraçado, desde que fizeram o vínculo, essa é a primeira vez que vejo vocês assim. E sinceramente o olhar dela lembra muito o de Gine irada. Da medo. – Bardock sente um arrepio na espinha encarando chayote.

-Tudo tem uma primeira vez... acredite -Turles fala amargurado

-é nada do raditz – kakarotto fala

-Bom não podemos mais esperar, vamos iniciar- bardock sentencia

 

A reunião acontece sem problemas.

 

Meio dia vegeta esta na sala do trono aguardando a família Briefs e por algum motivo sua cauda estava agitada, tremendo-se inquieta em sua cintura. Estava irritante, desconcertante.

Então Couget anuncia os Briefs. Vegeta olha atentamente aquela humana fraca entrar caminhando na sala junto com o restante. Ele não conseguia tirar os olhos dela. cada passo dela ele via os quadris se deslocarem de um lado a outro quase como uma dança, um feitiço. Os cabelos balançando sobre o jaleco branco e esse uniforme sayajin fazia tudo ficar pior. Destacava os seios volumosos em contraste a fina e delicada cintura para depois abrir-se novamente em largas ancas tornando um corpo de ampulheta perfeito. Ele sente seu peito arder como fogo, ela vai se aproximando. ela não abaixa os olhos...não aquele par de olhos azuis o encaravam de igual a igual como um desafio. Bardock observava de forma curiosa a ação seguinte de vegeta. “essa humana esta correndo serio perigo” pensou bardock, mas ele desconhecia o que se passava no sombrio coração do rei dos sayajins.

Finalmente ela para frente ao trono. Os outros não importavam aos olhos de vegeta. Ela perto o fez sentir um doce aroma vindo dela que ao invadirem suas narinas o provoca de forma animalesca fazendo os pelos de sua cauda se ouriçarem e subir um ímpeto de possui-la desesperadamente. Então ele sente sua ereção bater forte e gritante em seu traje. O trazendo de volta a si

“que porcaria é essa? Um rei não se deita com uma escrava fraca e patética. Recomponha-se. Está parecendo um filhote ouriçado que quer qualquer coisa.” Sua mente grita

“você já percebeu o desafio que seria caça-la...a intensidade...olha aquela pele branca...parece tão macia... e esse perfume que emana dela...já pensou no sabor dela em sua boca...”

Uma voz soava cada vez mais vigorosa na cabeça do rei. Não lhe permitindo abaixar o libido. Uma luta estava sendo travada em sua mente. Bulma e o pai estavam a apresentar o projeto. Vegeta a encarava atentamente e ela não desviava o olhar dele. Nem bardock nem Couget falaram nada, pois o olhar de vegeta estava estranhamente desejoso da escrava. Na verdade estava muito além disso. Pareciam suplicantes. Por sorte de vegeta só havia eles dois na sala, pois sem duvida um sayajin reconheceria esse olhar facilmente.

Bulma termina a apresentação e o rei permanece calado. A verdade é que ele estava paralisado, analítico. Mas não ouvira uma única palavra do que foi dito naquela sala.

Alguém pigarrei o som ecoa na sala. Vegeta volta a sim. completamente perdido e alheio. Percebendo que todos o olhavam. O longo silencio é quebrado

-então o que VOSSA ALTEZA achou - Bulma fala ligeiramente alterada pelo descaso do rei em nem ao menos falar algo.

Bardock e Couget se olham novamente esperando alguma reação exasperada de vegeta e a tem

Vegeta se levanta e começa a caminhar em direção a Bulma



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