História O poderoso império sayajin - Capítulo 36


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Bra, Bulma, Chichi, Cooler, Fasha (Seripa), Freeza, Gine, Gohan, Goten, Grande Patriarca (Saichourou), Kuririn, Mestre Kame, Raditz, Rei Cold, Shenlong, Tights Brief, Trunks, Turles, Vegeta, Yamcha
Tags Bardock, Gine, Imperio Sayajin, Kakarotto, Rei Vegeta, Turles
Visualizações 114
Palavras 3.420
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


boa leitura a todos

Capítulo 36 - Uma caçada no meio da noite


Fanfic / Fanfiction O poderoso império sayajin - Capítulo 36 - Uma caçada no meio da noite

 Bulma institivamente da um passo para trás com a súbita aproximação do rei. Ele a encara nos olhos e dá um sorriso cruel a segurando pelo pescoço

-tem muita coragem em se dirigir dessa forma ao rei dos sayajins ou lhe falta tato talvez, posso ter deixado talvez uma impressão de benevolência que não tenho. Então se atente ao seu trabalho que é me servir e me agradar como eu bem intender. Ou terei que lhe ensinar bons modos pessoalmente. -vegeta fala calmo e calculista a soltando que cai no chão.

-me perdoa sua alteza não acontecera novamente – o pai de Bulma implora

Bulma por sua vez levou as mãos ao pescoço o esfregando, havia ficado com as marcas da mão de vegeta nela. E por alguma motivo olha-la marcada por ele o fez ficar ainda mais desejoso dela.

-Colóquios no laboratório real. E separados. Vamos começar a merecer as coisas não é mesmo Briefs? – vegeta fala encarando Bulma.

Bulma engole em seco.

Então o rei se vira andando com seus passo firmes sem olhar para trás Bulma estava irada

-vegeta idiota- Bulma murmura mais vegeta escuta por conta da audição apurada

Ele dá um curto sorriso de lado “vamos caça-la” sua mente afirma para si mesmo.

Vegeta então se senta a mesa real junto ao conselho  do comando para almoçarem seria uma longa tarde de tediosos trabalhos. Eles estavam estudando o melhor uso de cada planeta de acordo com os recursos e negociando bens, minérios etc.

Bulma é guiada por um dos guardas de vegeta as novas instalações particular de sua família agora.

 

Já se passava das 15h quando raditz finalmente acordou. Ele pega o scouter e percebe o tempo que havia se passado e dá um pulo da cama. O que aconteceu? Porque ele apagou daquela forma? Ele olha para tights, ela dormia ainda pesado. Ele tenta se lembrar, mas não consegue. Ele estava morrendo de fome. Não havia comido nada desde a manhã. Então desce pedindo aos escravos que o servissem. Após se alimentar vai treinar na câmara de gravidade, já havia perdido a reunião então aproveitaria para treinar.

Lunch estava a treinar finalmente depois de tanto tempo e ficou imensamente feliz. Finalmente podia vestir algo que não deixava seu corpo todo exposto. Ela estava tão distraída com seu treino que não percebeu os olhares lascivos que apaah a dirigia-lhe. Ele estava desejoso de possui-la.

 

Chichi agora estava treinando na gravidade de 7x a pedido de kakarotto. Ela estava distraindo sua mente pelo que aconteceu de manhã cedo. Como pode ser tão fraca daquele jeito? Gemer nos braços do seu inimigo. Porque ele despertava sentimentos tão conflitantes dentro dela? se sentia embaraça cada vez que era tomada por eles se permitindo pensar em kakarotto.

 

Tights acorda com seu corpo dolorido e cansado, nota que raditz não estava na cama. Por algum motivo havia se acostumado coma presença do sayajin. O cheiro dele e o corpo dele a atraia imensuravelmente. Um fino sorriso surge em seus lábios. De fato desde que chegou ali, em nenhum momento foi mal tratada por raditz, tirando as primeiras relações que tiveram que foram extremamente dolorosas aa ponto dela desmaiar e depois não se lembrar de nada. Mas tirando isso. Ela sentia tanto prazer em suas relações com ele. Mas sentia-se triste por muitas vezes se pegar pensando em sua família e amigos e em tudo que passaram. Ela odiava os sayajins com todas suas forças, mas por algum motivo não conseguia sentir isso com relação a raditz por mais estranho que lhe soasse tais palavras em sua mente. Sentia-se estranhamente segura com ele. Então levanta e veste algo descendo para cozinha para comer algo. Após uma refeição ela vai caminhar pelo jardim que havia ali era estranho mais bonito, pois aqueles plantas e flores nem de longe se parecia com as da terra mais eram bonitas a sua maneira. Havia arvores com frutos ali, mas ela não reconhecia nenhum deles. Tudo era estranho nesse planeta.

 

Na reunião do conselho discutiam o uso dos planetas de colônia pleno daquela invasão toda eles tinham conseguido 20 planetas com essas características, dentre eles a terra. Foi montando o esquema de reestruturação desses planetas enviando um sayajin com tropas alienígenas para manterem o domínio dos mesmos. Toda a tecnologia já existente em Bejita seria aplicada nesses. E a prioridade era a construção de hangares e uma central de comando com tecnologia atual do planeta natal. Um corpo cientifico seria mandado ao local. Como era de costume os escravos científicos não voltavam ao seu planeta de origem, sendo designado o grupo de planetas diferentes para reduzir aas chances de rebelar-se como já havia acontecido no passado. Após esses passos as leis sayajins iriam ser introduzidas. Lá haveria campos de treino, e seriam designados alguns escravos para manterem o cultivo e criação nesses planetas que deveriam fornecer alimentos ao planeta natal e demais planetas base, mina e aliados. Então seriam selecionados em meio aos escravos os que melhor se sairiam nesses funções. Esses seriam os únicos que teriam permissão de voltar ao planeta de origem, porem seriam escravos do império lá, sobre supervisão do governo sayajin.

Planos concluídos e finalmente a reunião do dia chegava ao fim.

 

Bulma passou o dia  com seus pais em seu novo laboratório começando a desenvolver pequenos projetos e desenvolver algumas ideias além de conciliar tudo com o aprendizado da língua sayajin bem como sua tecnologia, que agora ela conhecia amplamente.

 

A noite vegeta estava jantando e se preparava para se recolher quando senti uma grande vontade de ver a humana que lhe desafiava. Mais seguro esse ímpeto. Achou improprio. Então pediu que levassem uma das suas sayajins até seu quarto. o rei nunca dormia sem companhia variando-as a seu Bel prazer.

 

Bulma estava em seu quarto pensativa, era a primeira vez que ficava longe dos pais desde que chegou ao planeta. Sabia que eles estavam bem, mas não fazia ideia de onde eles estavam os quartos ficam em setores diferentes e aquilo mais parecia um labirinto do que um dormitório. Era quase como uma cadeia.

Ela pega o pequeno protótipo de scouter que resolveu trabalhar. Estava em sua mesinha com algumas ferramentas e uma solda. A luz era forte vinda da lâmpada acima da mesa. E sua concentração era alta naquele momento. Ela estava com os cabelos presos de forma descontraída e usava um dos tops com um short estava sozinha e não tinha motivo para se preocupar em se cobrir assim, e também mesmo na terra ela não tinha essas preocupações sempre foi uma jovem e linda mulher cheia de vida e não era porque estava sendo escravizada que ia deixar seu brilho morrer, breve teria sua liberdade. Ela estava tão distraída que não percebeu o tempo passar.

 

Após o jantar finalmente Turles e lunch que até então haviam trocado poucas palavras sobem para o quarto. Turles sem cerimonia tira sua armadura e o traje e deita-se na cama e fica a encarar lunch que ainda não havia se acostumado com a falta de pudor dos sayajins ficando levemente cora

-vamos dispa-se para mim – Turles fala a olhando

Lunch então começa a retirar o traje sayajin sem saber o quanto isso estava despertando desejo no sayajin que a olhava e adorava a ver corando-se. Logo  fica completamente nua e caminha até a cama com passos tímidos. Turles a olhava em cada  detalhe até que ela finalmente se deita na cama ele sobe em cima dela e a beija sem perder tempo a língua passa pelo pescoço de lunch até finalmente ele lamber a sua marca nela fazendo o corpo de lunch ser tomando por uma descarga de sensações prazerosas e inebriantes, tonando-se desejosa por Turles. Nesses instante Turles esta completamente louco de desejo de possui-la. Ele fala ao seu ouvido com uma voz rouca e provocante

-Agora és minha...somente minha, pertence somente a mim. Seu corpo, sua mente, seu coração...és minha por completo. -Turles falava em meio aos toques no corpo de lunch a fazendo gemer  nas mãos do sayajin se entregando por completo para um acasalamento entre eles naquela noite.

 

Raditz sai da câmara de treino e vê tights sentada em baixo de uma das arvores ele então se aproxima dela. ela o olhava estava apenas com um short de treino e munhequeiras seu corpo estava todo suado e os músculos evidentes devido a intensidade do treino. Havia algumas escoriações, mas coisa pouca.

-já comeu dessas? – raditz pergunta apontando a arvore

Tights balança a cabeça em negativa. Ele então pega algumas frutas que estavam no ponto e entrega a tights que olhava curiosa o fruto de cor estranha e aparência firme. Lembrava de longe uma fruta terráquea. Então meio receosa levou o fruto a boca o mordendo. Logo o frutos cedeu aos dentes liberando uma gostosa textura e misturas de sabores cítricos e doces. Era rica em agua o fruto ela fecha os olhos saboreando

-nossa que delicia é tão macia e gostosa – tights fala em meio a mais uma mordida

-é como você – raditz fala e tights cora

Ele segura na mão da terráquea e entram indo juntos para o banho, pois se aproximava o horário do jantar. Eles se despem e entram juntos no chuveiro quando a agua quente toca nos corpos ambos sentem a descarga. Tights por impulso segura em raditz ambos  sentem as marcas queimarem, eles levam a mão ao local quase que ao mesmo tempo recebendo a descarga de informações de tudo que fizeram das lembras dos flashes, dos gemidos, da enorme quantidade de sentimentos e sensações. raditz que até então não havia se acometido olha ao pescoço agora desnudo de tights e vê que a marcou . ele leva as mãos aos longos cabelos quase em sinal de desespero “puta merda o que eu fiz?” ele a olhava transtornado e desesperado, ela ainda se recupera das sensações muito fortes. Ele sabia perfeitamente o que aquela marca representava. Seu pai lhe contou tudo nos mínimos detalhes tudo que viveu com sua mãe. E foi ele inclusive que dividiu isso com Turles quando o mesmo começou a ser provocado por Leek quando filhote no campo de treino. Tights o olhava confusa, o que era aquilo todo que aconteceu entre eles.

-Raditz o que aconteceu?  O que é isso? – tights pergunta passando os dedos sobre a marca

Raditz a olha com incredulidade ainda e saber que seu oozaru a escolheu.

-eu te fiz minha companheira pra toda a vida – raditz fala a olhando serio

-Como assim sua companheira? -tights não entendia isso, não entendia a cultura sayajin estava a muito pouco tempo no planeta

-quer dizer que nos unimos, e agora você é minha e eu pertenço a você – raditz a fala –me desculpe não foi voluntário, mas meu ser a deseja intensamente e te marcou como minha -raditz continua a olhando em seus olhos  esperando sua reação.

Tights então o beija o abraçando

-eu me casei e nem ao menos tenho minha irmã para compartilhar isso – tights fala chorando

Vê-la chorando incomodava raditz de uma forma que era desconcertante para ele que era um sayajin e geralmente não demonstravam abertamente seus sentimentos, mas a convivência com sua mãe o tornou um pouco mole ao seu ver. Já que de certo modo era inegável que Gine não mudou apenas bardock, mas toda a linhagem deles, e mesmo Turles de um jeito ou de outro tinha esse lado, mesmo que o ocultasse a todo custo. Já kakarotto o deixava mais exposto tal como Gine, ele não tinha medo de falar o que sentia.

Eles se abraçam e ficam assim por um tempo até terminarem o banho e saírem para jantar.

 

Na mesa de jantar chichi e kakarotto agora ficavam em um grande silencio um com o outro só falaram a respeito do treino dela e nada mais foi tocado. Eles evitavam  trocar olhares e por algum motivo que chichi não intendia parecia que ele estava evitando ficar perto dela. ela fica estarrecida com a quantidade de comida que um sayajin comia

Aquilo dava pra alimentar uma família inteira.

-Só vai comer isso? – kakarotto pergunta olhando para o prato de chichi

--bom, na verdade isso aqui é até muito – chichi fala desconcertada

Kakarotto olha pensativo. Os humanos comiam tão pouco que parecia que aquilo não era suficiente para suprir um corpo adulto, não era possível. Então quebrando mais  uma vez o silencio eles começam a conversar, mas dessa vez o foco foi kakarotto. Chichi ficou curiosa diante de algumas lembranças que dele que agora habitavam a mente da terráquea. Então ele fala sobre sua família, seus irmãos e explicou o porque de ter tido um mestre terráqueo o que não era comum pra raça dele. Contou que nasceu fraco para os padrões sayajin. Chichi ouvia tudo e perguntava mais sobre os sayajins decidida a entender o porque deles serem como eram.

 

Já era por volta de 1 hora da manha e vegeta estava ansioso, não conseguia dormir queria vê-la novamente. Era desconcertante, embaraçoso. Aquela maldita humana o jogou algum tipo de feitiço, ela fez algo só podia... como podia estar sucumbindo a um estranho desejo e obsessão por um ser tão fraco e patético? Aquilo teria que  ter uma resposta. O cheiro dela não saia de sua mente. Então ele vestiu uma bermuda e desceu ao laboratório seguindo pelos dormitórios.  O castelo ficava estranhamente barulhento na madrugada. Ele achava que era a hora que os guardas mais se aproveitavam das escravas. E agora estava ele ali, como um dos guardas, andando as escondidas em seu próprio castelo para ver uma maldita escrava. Como se odiava, por deus onde estava com a maldita cabeça. Só de pensar nela seu membro ficava rijo.

Ele para em frente a porta do quarto dela e cruza os braços a olhando. Ela estava trabalhando aquele horário? Estava tão compenetrada que não percebeu o par de olhos que a observava. Vegeta começa a sentir o cheiro de Bulma de forma intensa, seu corpo estava se sentindo inebriado com aquilo queria possui-la , tocar naquela pele branca e exótica, bem como deseja puxar aqueles cabelos enquanto a fudia intensamente. Cenas eróticas começam a formar-se em sua mente com a humana. Seu corpo tremia desesperadamente imaginando tudo que poderia fazer com ela e com aquele frágil corpo branco. Queria ver aqueles cabelos azuis espalhados sobre seu peito, queria saber como era ouvir seu nome ser gemido na boca dela, a sua respiração estava pesada o coração estava acelerado suas pupilas estavam dilatadas a cauda se posicionava estranhamente mente no ar, a caçada estava começando seus sentidos foram ampliados em uma alta escala. Conseguia ouvir o coração da humana batendo,, sua respiração tranquila a saliva que ela engolia e aquele cheiro intenso e doce que vinha dela. o rei estava movido pelo instinto primitivo ele começa a dar passadas silenciosas em direção a sua presa como se não quisesse a despertar do seu transe e correr o risco de perde-la a cauda vibrava no ar os passos agora firme e não audíveis o deixaram quase que atrás de Bulma.

Ele se abaixa até a cadeira e mesmo que levemente afastado deixa-se sentir o aroma dela suas mãos involuntariamente se estende para toca-la queria sentir a sensação do toque daquela pele... Bulma espreguiça-se erguendo os braços e colocando o pescoço de lado. Vegeta se tremeu... a ereção doía agora. Ele não resiste mais e a boca avança sobre o pescoço de Bulma que abre a boca para gritar pelo susto mais é interrompida pela mão de vegeta segurando sua boca e  mantendo seu pescoço inclinado enquanto mordiscava os mesmo o beijando e deixando sua língua percorrer. Bulma se tremia pelo nervoso , pelo medo e ao mesmo tempo pelo prazer do toque. Ela nem ao menos consegui ver quem era, estava de costas.

Vegeta esta preso ao pescoço, mas seu corpo queria mais que aquilo, só o pescoço era pouco...precisava de mais. Ele puxa Bulma a jogando na cama. E subindo sobre ela mantendo sua boca fechada. Agora encarava o par de olhos azuis confusos.

Bulma não podia acreditar...o rei dos sayajins estava ali... o mesmo rei que a tratou daquela forma mais cedo, não podia acreditar que seria estuprada logo pelo homem que ouviu as piores histórias que poderia. Não ela não  ia ser deixada ser tomada por ele dessa maneira. Não se permitiria lutaria com unhas e dentes

O ímpeto que tomava conta de vegeta era extremo era quase animalesco. Ele começa a sentir Bulma resistir seu corpo tentava empurrar  o seu mais ela era muito fraca só conseguiu despertar ainda mais o fome do rei. Ela morde a mão de vegeta que tira de sua boca

-Maldita! Como ousa – vegeta esbraveja

-Não toque em mim – Bulma gritava

-escrava você me pertence eu te toco quando me for conveniente – vegeta fala agora rasgando as roupas de Bulma que começa a se desesperar.

 Ela tenta inutilmente o empurrar  começando a gritar em desespero por uma ajuda que jamais viria. Gritos decorrentes de estupros eram os mais ouvidos no castelo e nunca ninguém fazia nada porque para eles era alguém se divertindo a custa de escravos e escravas.

Vegeta sentia toda resistência de Bulma e aquilo o deixava mais excitado, ela realmente era uma caça não era como as femeas sayajins submissas e que se jogavam em cima dele. Não ...Bulma era diferente ela lutava. Ele via esse brilho guerreiro nos olhos dela. tinha que tê-la. Uma vez e aplacaria todo seu desejo. era o bastante para se saciar dela e ninguém saberia que o rei dormiu com uma escrava.

Na cabeça de Bulma ele resistiria até o  fim, não se permitira ceder aquele corpo,, não se deixaria levar e não lhe daria o prazer de a ver chorar.

Vegeta  agora invadia os lábios de Bulma e não correspondia, mas ele não se importava com isso ele tinha seus meios de conseguir o que queria. Ele morde os lábios de Bulma a fazendo abrir a boca e ele agora a invade com a língua sentindo todo o sabor daquela humana.

Suas mãos agora a marcava apertava os seus seios com certa força, o desejo era muito forte, ele não estava se contendo. Nunca esteve com uma escrava, somente com femeas sayajins que eram acostumadas a violência do sexo natural da raça. Sua cauda enrola-se na coxa de Bulma apertado com força Bulma grita. Os caninos de vegeta ficam evidentes, ele começa a morde-la deixando as marcas pelo corpo. Ele estava em êxtase por aquele corpo  ele afunda o nariz mais uma vez na curva do seu pescoço aspirando o odor da garota ignorando completamente o cheiro do medo misturado ao desejo natural do corpo em resposta aos estímulos sexuais. Sua mão desce até a intimidade de Bulma a penetrando com dois dedos enquanto torna a beija-la Bulma ainda resistia tentando fazer força para sair dali estavas se segurando, se controlando diante das lágrimas que queriam se formar nos cantos de seus olhos.

Ele iria até o fim, ele liberta seu membro a penetrando de uma vez. Bulma da um grito. Ele era muito grande sentia-se sendo rasgada. Vegeta por outro lado ficou ainda mais excitado ao sentir seu pau sendo tão pressionado por algo tão apertado. Ela era muito quente e úmida, era igualmente macia por dentro. Ah...aquela intimidade era apetitosa demais sente sua mente enevoar-se seus olhos agora se tornam rubros e os caninos já evidentes tomam posição a cauda sai da coxa e circunda a cintura de Bulma de forma possessiva a travando colada no corpo dele as mão dele agora segura os punhos dela contra o colchão  os caninos começam a traçar um rastro deixando a marca de vegeta em Bulma a medida que as investidas se intensificam e os corpos começam a entrar em sincronia. Bulma gemia tendo sua mente enevoada perdendo a racionalidade. Vegeta lambe o fio de sangue e sente seu pescoço queimar e a mente de ambos trocarem um intendo fluxo de informações fazendo uma ligação entre eles. o fluxo era muito forte as respirações estavam descompassadas. A investidas mais rápidas. O fluxo chega ao fim e o gozo incide neles. A cauda outra oura na cintura agora estava estática no ar. Os corpos começam a retornar os olhos voltam ao ônix e os caninos regridem. Mas o desejo de possui-la ainda mais estava ali. Então a toma mais uma vez, ambos estavam esgotados. Ele deixa Bulma deitada completamente apagada e volta ao seu quarto deitando em sua cama e dormindo profundamente. 



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