História O poderoso império sayajin - Capítulo 37


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Bra, Bulma, Chichi, Cooler, Fasha (Seripa), Freeza, Gine, Gohan, Goten, Grande Patriarca (Saichourou), Kuririn, Mestre Kame, Raditz, Rei Cold, Shenlong, Tights Brief, Trunks, Turles, Vegeta, Yamcha
Tags Bardock, Bra, Bulma, Dragon Ball, Gine, Gochi, Gohan, Goku, Goten, Hanna, Imperio Sayajin, Kakarotto, Lunch, Raditz, Rei Vegeta, Sayajins, Trunks, Turles, Vegebul, Vegeta
Visualizações 178
Palavras 2.659
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


boa leitura a todos

Capítulo 37 - Acima do rei


Fanfic / Fanfiction O poderoso império sayajin - Capítulo 37 - Acima do rei

 Já pela manhã Bulma acorda com o corpo todo dolorido coberto por mordidas e hematomas. Ela se lembra de uma boa parte de sua noite e não pode deixar de chorar diante do estado que estava. Como sentia ódio do maldito rei dos sayajins. Se sentia vulnerável pois perto da força dele ela não poderia fazer nada, ela era uma escrava. Tinha que se concentrar em sair desse maldito planeta. Ela vai até o chuveiro praticamente se contorcendo de dor. Todo o seu corpo estava machucado ela pode ver a marca em sua coxa que mais parecia ter sido feita por uma amarra de corda, mais ela se lembrava o que causou. “Aquela maldita cauda!” ela queria se lavar. Tirar todo o cheiro dele impregnando nela. E parecia que estava mais evidenciado agora...

 Ela liga o chuveiro e agua cai no seu corpo lhe trazendo uma descarga elétrica a fazendo sentir a ardência em seu pescoço. Então leva a mão “mais uma droga de machucado” pensa mais ao tocar sente uma onda de flashes e memorias que não a pertencia, ele soube na hora de quem era bem como as emoções ela então passa a receber o fluxo o vínculo, depois de um tempo cessa e sua respiração estava descompassada “mas que droga é essa agora?” Bulma puxa o espelho vendo a marca

-Vegeta idiota...o que esses sayajins são uns animais? Qual a necessidade disso? Por kami! – Bulma falava irritada apertando a marca sentindo choquinhos de prazer percorrer o corpo “coisa mais estranha. Nada nesse planeta é normal?”

Ela termina seu banho e veste a roupa que cobria todo seu corpo. Decidiu que não contaria nada aos seus pais, não queria faze-los sofre principalmente porque não poderiam fazer nada o que só aumentaria a dor deles. Então pede ao responsável, um sayajin que parecia jovem, alguns analgésicos. Depois de um tempo o mesmo a entrega e Bulma bebe.

-obrigada – Bulma fala ao sayajin

Ele a olha estranhando o jeito da humana se dirigir a um sayajin, afinal eram escravos, mas a achou curiosa e por algum motivo ele gostava do cheiro dela, ela adocicado diferente das femeas sayajins que geralmente era um cheio mais selvagem.

-Por nada – respondeu o jovem sayajin

Bulma estranhou de imediato. Geralmente os sayajins eram grossos, arrogantes, ríspidos e incapazes de gentileza. Então deu um sorriso

O sayajin gostou de vê-la sorrir.

-Então é você que será o nosso tutor nos costumes sayajins? -Bulma pergunta

-Isso, me chame Ichy – o sayajin fala firme

Então eles vão até o laboratório onde os pais de Bulma já estavam a trabalhar

-bom dia bulminha você parece ótima – a mãe de Bulma fala com um sorriso que parecia alheio a tudo que estava acontecendo

-bom dia mamãe. - Bulma responde evitando prolongar a conversa, pois sabia que estava tudo menos bem.

Então o sayajin começou com as aulas da linguagem sayajin em meio ao café dos Briefs

 

Vegeta acordou já um pouco mais tarde que de costume, naquela manhã iria treinar com kakarotto e estava já quase no horário. Ele havia acordado pensando no que havia dado nele em ir atrás de uma escrava no meio da noite daquela forma. Onde estava com a cabeça. Deveria tê-la matado assim que começou essa súbita obsessão. Ele era um rei não deveria nunca compartilhar a cama com um ser tão fraco e patético além de não ser uma sayajins. O cheiro dela estava empreguinado em todo o seu corpo o gosto dela ainda estava em sua boca ele precisava se livrar disso. Vegeta entra no chuveiro e liga o mesmo deixando a agua cair sobre a energia percorre todo o seu corpo e queima algo em seu pescoço o fazendo tocar ele então senti uma avalanche de emoções, sentimentos e recordações tudo forma muito intensa, tudo em seu corpo grita -Bulma!!—a voz saiu como um murmuro “então esse era o nome da escrava”  ele estava tremendo por conta da intensa onda. Então ele começa a receber os flashes do acasalamento e começa a entrar em desespero seu coração ia saltar pela boca. Seu cenho estava cerrado o que a maldita humana havia feito ele fazer? Perdeu completamente a razão ele leva as mãos na cabeça em desespero

-não,não,não ...isso não pode tá acontecendo... isso só pode ser uma piada...humana estúpida...desgraçada. ela só pode ter me enfeitiçado... eu tenho que me livrar disso. Nem que eu arranque minha própria pele. – vegeta esbravejada no banheiro

Ele termina o banho e se veste. Ele passa pelos corredores dando de cara com kakarotto

--vegeta, até que enfim, achei que não iria treinar hoje – kakarotto fala irritado

-rwwnnr, não vou, tenho algo importante de ultima hora seu verme. Onde esta seu pai? – vegeta pergunta irritado e nervoso

-tá no concelho – kakarotto fala mais vegeta já o empurra seguindo apressado para a sala do conselho

Vegeta abre a porta de uma vez surpreendendo a todos

-Bardock venha agora , o restante dos vermes voltem ao trabalho – rosnou vegeta

Bardock se surpreende com vegeta, mas sai da sala o seguindo  e indo até o escritório de vegeta.

-onde fica a anciã desse planeta, da nossa raça – vegeta pergunta exasperado

-bom, quem sabe ao certo é minha companheira, pois ela que a visitou – bardock fala

-ótimo veja com ela e vamos logo tenho pressa – vegeta fala arrogante cruzando os braços.

Então bardock faz uma chamada para o scouter de Gine perguntando tudo. Pouco tempo depois bardock estava saindo com vegeta do castelo. Quando topa com kakarotto

-oi velhote, aonde está indo? – Kakarotto pergunta

-na anciã – bardock responde mas vegeta já estava impaciente

-vamos logo seus vermes eu não tenho o maldito dia todo

-Eu posso ir junto? Fiquei curioso, não sabia que tínhamos um ancião – Kakarotto fala com um sorriso

Bardock consente em meio as rosnados e xingamentos de fúria de vegeta. Eles revira os olhos e voam dali até o outro lado do planeta.

Lunch havia começado a treinar naquela manhã e Turles estava no conselho. Ela não estava entendendo o que estava acontecendo com ela. Se pegava pensando em Turles do nada, e as vezes tinhas sentimentos de frustação e raiva que tinham uma grande intensidade e ela sabia que não pertenciam a ela. E algumas vezes se pegou querendo estar perto dele. Aquilo era conflitante ainda mais sabendo que foi ele o responsável pela invasão do seu planeta. Ela queria ter ódio dele, queria poder se vingar e não ficar pensando nele como um tola. Estava se dedicando ao máximo ali. Quando já cansada resolveu fazer uma pausa.

Ela deita-se na câmara de gravidade. Porém apaah está a olha-la com um olhar cheio de lascívia, ele enfim tinha sua chance de provar da terráquea. Então ele entra na câmara de forma silenciosa e fecha a câmara lunch estava muito cansada acabara de gastar uma boa parte da sua energia treinando com os robôs. Ela não teve muita chance nas mãos de apaah que era de uma raça muito mais forte que os terráqueos. Ele a segura nos punhos e prende seu corpo com o dele. Lunch começa a gritar em desespero e tenta desesperadamente se soltar

Ele corre a língua sobre o colo exposto dela e depois rasga a parte de cima com uma só mão.

-finalmente vou sentir seu sabor terráquea – ele fala com malicia e crueldade

Lunch estava aos prantos e desespero com aquilo ele a mordia , a chupava os seios ela sentiu a parte debaixo do seu traje ser rasgada e não demorou ele estava dentro dela a fodendo com força tal como um animal. Podia ser ironia mas, a única pessoa que veio em sua mente foi.

-Turles! – ela chamou em meio ao choro e a violência.

Ele soltou os punhos de lunch para toca-lhe ela então usou uma força descomunal para se librar momentaneamente dele depois de ter dado um forte chute em seu abdômen . ela tenta correr para a porta mas ele foi mais rápido e a puxou pelos cabelos e a pressionou desta vez contra a parede segurando seus cabelos com força a bateu algumas vezes contra a câmara a machucando então a joga no chão novamente e entrando nela com  mais violência que antes. Só parou quando se satisfez. Depois de terminar tudo ainda a arrastou pelos cabelos até o seu quarto a jogando no chuveiro

-tire todo o meu cheiro do seu corpo – ordenou o supervisor – e não ouse falar nada ao sayajin ou juro que lhe mato antes que possa pensar – ameaçou

Lunch realmente se lava não por ordem dele, mas queria desesperadamente tirar resquícios do toque imundo daquele ser em seu corpo, já estava para ficar vermelha de tanto esfregar enquanto chorava. Seu corpo doía. Após o banho ele vem com liquido azul e um pano o mesmo usado na medical machine e passa sobre os ferimentos dela.

Os três sayajins estavam a chegar ao local que ficava a anciã do povo sayajin.

-eu não sabia que tínhamos isso- kakarotto pergunta

-tem muitas coisas sobre os sayajins que não se é falado, toda raça tem os seus mistérios e nós não seriamos diferentes. – bardock fala

Então eles pousam próximo a uma caverna próximo dos mares de Bejita. A porta tinha muitos entalhes em linguagem sayajin, mas primitivas que nem mesmo vegeta tinha visto. Eles vão para entrar mais vegeta impede

-os idiotas ficam aqui – ordena vegeta

Bardock e Kakarotto se olharam e ficaram se perguntando o que traria vegeta ali. Então pai e filho se põe a conversar sobre as invasões.

Já dentro do local vegeta se encontra com a anciã.

-olá meu rei a que devo a honra? – a mulher pergunta em sua confortável cadeira entalhada de pedra e ouro

-rwnnnr, eu quero sabre o vínculo lendário – vegeta fala cruzando os braços frente ao peito

-pra que modéstia meu rei, sente-se – a mais velha fala – ao contrario dos sayajins normais, ele tinha um temperamento brando e aprazível. Sendo dotada de um senso bem acima da média.

-eu estou bem aqui – vegeta fala ríspido – vamos, não tenho tempo para tolices

-Tempo...interessante como tudo tem seu tempo para acontecer não é mesmo rei vegeta? Como o vinculo que fizeste.- fala a mais velha com um olhar penetrante deixando vegeta embasbacado.

Como ela poderia saber? E como se lesse a mente dele ela o fala

-Quer saber como sei? Simples. Nenhum sayajin até hoje veio aqui perguntar sobre esse vinculo sem ter o feito, mas todos buscam a mesma coisa em comum. Como rompe-lo, você esta aqui para isso não meu rei?

-de fato. agora que já esclarecemos vamos direto ao ponto

-o ponto é meu rei, que não poderei lhe ser útil. Esse vinculo está acima de qualquer poder. Nada é capaz de rompe-lo ele transcende a morte. São vínculos de alma. A menos que destrua uma das almas isso jamais será desfeito.

-mas eu posso me vincular a outra femea?

-Infelizmente nesse vinculo não. Como disse é inquebrável, e não gerará crias.

-só pode estar brincando comigo – vegeta fala furioso

-eu nunca brinco rei vegeta, nem mesmo o rei afinal está acima disso, perante o vínculo és somente mais um sayajin.  . O senhor quer saber mais alguma coisa?

Então vegeta pede que ela lhe explique cada detalhe do vinculo

Lá fora bardock e kakarotto estão a lutar amistosamente, por conta da demora de vegeta.

Depois de um tempo vegeta finalmente sai com uma cara de mal humor que nem pai e nem filho queriam estar ali naquele momento. O que quer que tenha acontecido ali dentro não foi favorável a vegeta e isso deixou ambos curiosos, já que vegeta era do tipo que o que ele queria tinha de ser feito. Não gostava de ser contrariado.

Eles voltam então a capital, já era perto do almoço

 

-Maldita humana...o que eu vou fazer agora? Não posso me deitar com uma femea sayajin porque não terei cria. Não posso me deitar com a próxima rainha porque ela vai ver o vinculo e isso me criaria sérios problemas... o que fazer? – vegeta caminhava de um lado a outro do seu quarto murmurando. Tenho que ficar longe dessa humana. – decide-se vegeta,

 

O dia passa rápido e bulma estava no laboratório agora guardando seus projetos pronta para voltar ao seu dormitório. Sendo acompanhada por Ichy

-posso dá um jeito no se scouter se quiser- bulma fala vendo que o scouter dele estava falando

-humm?! Eu ia levar amanhã para consertar- fala másculo e rouco o sayajin

-que isso, eu arrumo isso rapidinho posso? – Bulma pergunta estendendo a mão para o sayajin

-você não vai aceitar um não né? – fala Ichy com um sorriso de lado

-não! Não vou – Bulma fala rindo-

Então Ichy tira o scouter e entrega a Bulma

-olha lá hein humana -ele fala debochado

-Esqueceu que eu sou o gênio aqui? – Bulma fala rindo então ambos entram em seu quarto e ele senta na cama de Bulma enquanto ela começa a mexer no scouter em sua mesinha de trabalho.

Ichy era um dos sayajins engenheiros do planeta, ele não lutava propriamente dito, e ficou designado para os Briefs como tutor da tecnologia e linguagem do planeta. Ele havia se surpreendido com Bulma, de fato por ser tratar de uma raça inferior ela era muito inteligente e aprendia em uma velocidade inacreditável. Ele ainda tentava intender as colocações de humor dela. achava ela muito espontânea a um nível desconcertante. Mais tinha um sorriso radiante e contagiante.

Após alguns minutos

-prontinho garotão – Bulma se vira entregando o scouter

Ichy coloca o scouter e percebe que Bulma havia feito alguns aprimoramentos

-olha Bulma devo dizer que estou impressionado agora, quando você trabalhou nesses aperfeiçoamentos?

-bom, eu peguei um dos scouter que era pra treino e estava mexendo nele ontem a noite então achei varias coisas que podem ser aperfeiçoadas, só usei o seu para testar uma ou outra para ver se realmente funcionaria

-Não acredito que me fez de cobaia? Você é muito ardilosa humana- fala impressionado – mas devo admitir que é um achado e tanto para o império.

Bulma cora pelo elogio

-bom , agora vou deixar você descansar, amanhã começamos cedo. – vai precisar de mais analgésicos?

-ainda não sei, mas acho que não. Minhas dores passaram quase todas. Obrigada por perguntar.

O sayajin sai e deixa Bulma no quarto dela.

 

Turles chega e sobe para tomar um banho e após vestir algo desce para jantar. Quando chega a mesa ele não lunch.

-apaah onde ela? – pergunta ríspido

-esta no quarto dela meu senhor.

-eu já avisei que a quero todas a refeições na mesa comigo, preciso ser mais claro? – Turles soa cruel

-sim mestre vou providenciar

Então apaah vai ate o quarto de lunch que estava encolhida em um canto com a cabeça entre os joelhos.

-vamos escrava imunda, seu mestre a quer na mesa. E não se esqueça do que eu falei – apaah fala ameaçadoramente

Lunch contragosto levanta e vai até a sala sendo puxada por apaah

Turles não gosta da maneira que apaah conduzia lunch.

-não toque mais nela. Mesmo que seja para punir. Só quem pode fazê-lo serei somente eu, entendeu?

-sim mestre

Turles faz um gesto e ele se retira. Turles então sente o cheiro salgado das lagrimas lunch ele a olha e estranha, mas achou que ela havia sentido falta das bobagens dela da terra e não deu muita importância. Após jantarem subiram para o quarto

Lunch parecia relutante em tirar a roupa. Quando finalmente se despiu Turles viu algumas marcas no corpo dela

-o que aconteceu? – Turles pergunta sério

-nada, foi só  o treino – mente lunch

Então Turles vai toca-la e percebe que ela estava tremula mais que o normal e aparentava sentir dor. Ele conhecia bem essas causas. Ele já havia estuprado femeas o bastante para saber quando uma foi violentada.

Ele para e segura seus ombros olhando fixamente no seus olhos

-Me fala quem te tocou? – Turles pergunta sentindo a fúria tomando conta do seu ser



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