História O poderoso império sayajin - Capítulo 38


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Bra, Bulma, Chichi, Cooler, Fasha (Seripa), Freeza, Gine, Gohan, Goten, Grande Patriarca (Saichourou), Kuririn, Mestre Kame, Raditz, Rei Cold, Shenlong, Tights Brief, Trunks, Turles, Vegeta, Yamcha
Tags Bardock, Gine, Imperio Sayajin, Kakarotto, Rei Vegeta, Turles
Visualizações 76
Palavras 2.516
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


boa leitura a todos

Capítulo 38 - Contra a minha vontade


Fanfic / Fanfiction O poderoso império sayajin - Capítulo 38 - Contra a minha vontade

Lunch tremeu. Como ele sabia? O que ela poderia dizer? Ela era somente uma escrava, em quem ele acreditaria, nela ou no supervisor dos escravos? Estava óbvio para ela que a corda sempre arrebentava para o lado mais fraco.

-N ninguém mestre – lunch responde nervosa olhando para baixo

-Não minta para mim. Eu sei pelo teu corpo que foi tocada – Turles fala ríspido

Lunch respirava intensamente e o cheiro do medo subiu as narinas de Turles. Ele tinha que tirar sua prova

-Cubra-se e volte para o seu quarto – ordena o sayajin

Lunch ficou confusa com aquilo, mas não hesita fazendo o que lhe foi ordenado.

Ela veste e sai do quarto. então desce as escadas indo para o seu quarto. lá chegando deita-se encolhida na cama. Pensando em porque Turles a mandou de volta.  Então se deu conta que queria estar na cama com ele e se odiou por isso. Por alguma razão se sentia segura estando com ele. ela volta a chorar pela onda de pensamentos conflituosos. Algumas horas se passam e apaah vai ao quarto de lunch e acorda segurando sua boca para que não gritasse pelo susto. A gora mais calma ele fala

-muito bem, vejo que finalmente esta aprendendo a obedecer. E deve continuar assim para seu bem escrava. -apaah fala sorrindo – dispa-se e dessa vez não me de trabalho.

Lunch estava em pânico e paralisada

-vai se despir ou prever que eu rasgue, pelo visto você gosta de violência não é?

Lunch então começa a tirar a veste e olha o sorriso malicioso nos lábios de apaah ele então segura lunch com força contra a parede tampando sua boca. Ele estava pronto para consumar o ato quando ele é surpreendido

-Então gosta do que me pertence? – Turles pergunta sombrio e cruel

Apaah solta lunch de imediato que cai no chão com face que estava lavada pelas lagrimas.

Apaah simplesmente congelou perante o olhar de Turles. Foi longe demais. Brincou com quem não devia.

-lunch suba para o quarto – Turles ordena

Turles se aproxima perigosamente de apaah de forma calma e tranquila lunch ainda estava paralisada no chão não conseguia ter reação mas Turles não se importou se ela estava ali ou não. Num rápido movimento transpassou um dos braços de apaah o dilacerando na altura do ombro fazendo o sangue roxo espirar para depois o erguer pelo pescoço ele apertava de forma a não sufocar então gera uma pequena esfera de ki e transpassa o abdômen sem comprometer um órgão vital.

Ele aspira o cheiro do sangue misturado ao medo. Como era prazeroso ele olha nos olhos de apaah que estava agonizando  pela dor

-tão tolo...- turles sala com um sorriso sádico – querer enganar um general de estratégia.

Então rasga a pele do alienígena como se fosse uma veste de pano o deixando na carne viva sangrando

-acho que esta a sentir um pouquinho de dor agora não é? Mas podemos aumentar um pouco mais

Dispara assim a rajada de ki rompendo sua perna. Os escravos todos estavam acordados com os gritos estridentes e violentos de apaah e as gargalhadas de turles diante da dor do alienígena

Lunch olhava com um misto de deleite com sua alma lavada e medo pela insanidade de turles, ele era deveras cruel e impiedoso.

Ele implorava para morrer aquela altura

-Quer morrer? Então posso providenciar de uma maneira bem divertida então transpassa um dos pulmões do alienígena que morre  agonizando e sufocando ao mesmo tempo. Pouco tempo depois quando finalmente a vida deixou seu corpo Turles se abaixou e pegou lunch que ainda estava encolhida no colo e passou por cima de apaah se virando para os escravos

 

-kuruno! É o novo chefe. Providencie a limpeza desse lugar – fala impetuoso e frio

-sim mestre – kuruno responde se curvando

Lunch ainda estava encolhida no colo de Turles. Ele a leva para seu quarto a colocando na cama.

Ele se abaixa a altura dos olhos dela e fala

-Nunca mais minta para mim. não importa o que seja. Já lhe disse que você é minha e somente eu posso te tocar entendeu?

Lunch consente com a cabeça em meio ao choro contido

-Venha. Vamos tirar o cheiro daquele verme de você – ele a conduz até o banheiro ligando a banheira.

 

Chichi estava a se revirar na cama, não conseguia dormir. Estava incomodada com algo que não sabia o que era. Ela se levanta e toma um copo de agua então resolve sair na área externa um pouco para tomar um ar.

Ela olha para as estrelas deitada no tatame externo próximo ao jardim.

-impressionante como elas continuam lindas não importa em qual planeta você esteja.- chichi comenta.

Ela olha para a sacada do quarto de kakarotto e percebe uma luz fraca acesa.

-será que ele está com outra depravada? – chichi murmurou

Não demorou muito para sua pergunta ser respondida. Ele sai nu na sacada com uma femea sayajin. Ambos entrelaçados em beijo envolvente e quente. Chichi via com detalhes o corpo viril do sayajin. Eles realmente não tinham pudor algum. Estavam se comendo ali a luz das estrelas. Os gemidos sôfregos. Chichi por um instante fechou os olhos e se imaginou no lugar da sayajin. Então como se sua própria consciência a tivesse trago de volta com um safanão ela fala:

-Mas o que estou pensando? Eu só posso estar ficando louca mesmo. não aceito esse tipo de pensamento vulgar. Ele que trepe com quantas garotas quiser. Meu objetivo é outro.

Chichi estava rubra pelo pensamento e quente pela raiva.

Kakarotto no meio do ato olhou para o jardim e pode ver que chichi olhava para o casal sayajin e de forma inconsciente deu um sorriso sacana de lado enquanto beijava o pescoço da femea que o acompanhava.

Chichi se levanta movida pela raiva, pelo ciúme e pela possessividade e volta para o seu quarto.

Depois de muita relutância ela dorme.

No meio da madrugada chichi acorda suada, úmida e tremula. Havia sonhado com o sayajin. Atordoada com a intensidade sentou-se na cama se perguntado se havia gritado ou gemido? Será que alguém ouviu? Seu coração estava acelerado. Ela sai novamente procurando indicativos de alguém acordado. Solta um suspiro de alivio ao não ver ninguém.

-por kami o que está acontecendo comigo? - chichi murmura.

Ela se volta a cama e dorme novamente, acordou um pouco mais tarde que de costume, queria evitar o desprazer de topar com a sayajin. ela se levantou e kakarotto não estava a mesa, então tomou um longo e demorado café para velo descer somente com o traje base e munhequeiras. Ele passa por chichi e sai em direção a área externa entrando na câmara de gravidade.

Kakarotto ia treinar a manha toda na câmara, estava ansioso para romper o limite da forma SSJ e os treinos com vegeta haviam facilitado um pouco já que podia treinar abertamente na forma ampliando assim seus poderes.

 

Bulma acorda cedo como sempre e toma um longo banho, os hematomas ainda estavam bem evidentes em seu corpo, mas pelo menos a dor tinha ido praticamente embora. Não demora muito ela se veste e coloca o jaleco indo para o laboratório. Chegando lá não demora muito para servirem o café na área destinada a refeição. Seus pais já estavam lá e Bulma fica conversando com eles.

Um tempo depois Ichy chega no laboratório.

-bom dia Briefs – Ichy fala firme – vamos começar!

Eles se sentam e Ichy começa a explicar mais sobre a tecnologia atual. Após algumas horas os Briefs começam a trabalhar no laboratório intercalando entre as aulas e os projetos para levar até o rei.

-bulma, eu trouxe algo que talvez você possa me ajudar -ichy fala carregando uma tela fina transparente que Bulma já reconhecia como sendo uma base holográfica

-claro, deixe-me ver – Bulma fala se sentando em uma das mesas de ampliação holografia junto com Ichy.

Ele digita algo na pequena tela e a coloca sobre a mesa tornando assim o projeto em alta escala.

-Nossa isso é incrível! Foi você que projetou?- Bulma fala surpresa agora tocando no projeto em uma versão 4d que flutuava o virando em vários sentidos e separando as peças quase como se pudesse tocar em algo realmente palpável.

-sim, já tem um tempo que trabalho nela. então eu vi o trabalho de vocês com as capsulas e achei que seria legal combinar as tecnologias o que permitiria uma melhora significativa nos hangares, mas o principal motivo para eu pedir que me auxilie nesse projeto em particular é porque vi seu interesse na forma de energia que utilizamos e sua tentativa de aperfeiçoamento do uso. Acredito que se aplicarmos os cálculos certos podemos aumentar exponencialmente a potencia dos motores atual e melhorar tambem a resistência dos cascos atuais

Bulma filha olhando e repassando o projeto detalhadamente

-Ichy, você é um gênio – Bulma fala dando um abraço forte no sayajin o beijando no rosto.

Ele por sua vez ficou sem reação. Aquilo não era algo que acontecia em sua raça.

-Acredito que será uma ótima combinação. Deixarei papai com o outro projeto e vamos trabalhar juntos nesse. – Bulma fala entusiasmada –

Ichy da um curto sorriso de lado. Então ele pega a tela e libera acesso total ao projeto desde a base de rascunho para ele e Bulma começarem a trabalhar.

 

Era perto das 10hrs quando Gine chega a casa de kakarotto. Uma escrava a recebe na porta e elas começam a conversar. Chichi que ouve vozes, sai da sala de treino e vai ver o que estava acontecendo. Quando chega na sala percebe que gine estava na cozinha conversando abertamente com os escravos. Ela os tratava como iguais e eles pareciam gostar muito dela. chichi fica realmente surpresa. Nunca pensou que um daqueles monstros fossem capazes de tal ato. Quando Gine estar a sair da cozinha ela ve chichi

-oi...chichi não é? Gine fala sorrindo

-oi, sim isso mesmo – chichi fala desconfortável

-como você está se sentindo esses dias? – Gine pergunta abertamente

-bem eu acho

-Tem treinado com kakarotto?

-aquele idiota não tem tempo pra mim, ele simplesmente me deixa o dia todo em uma gravidade diferente e só volta a noite – chichi fala irritada

-Entendo... mas kakarotto é assim mesmo, ele quer que seu corpo crie resistência apenas isso. Você não aguentaria o treino dele diretamente acredite.

-hunf! Isso não é desculpa, poderia ao mesmo me auxiliar não me deixar largada o dia todo sem nem ao menos ver meu progresso. – chichi zanga

-Então me mostre o seu progresso. Estou ansiosa para vê-lo. Você deve lutar amanhã não é mesmo? Gine fala com a cauda agitada tal como um filhote

-Amanhã? Ele não me disse nada ainda – Chichi fala surpresa

-Acredito que ele deva te avisar somente mais tarde, mas sim. amanha é dia de combate nas arenas e você quer sua liberdade não é mesmo? o circuito é bem extenso até se tornar uma campeã invicta – Gine desafia a terráquea – vamos estou ansiosa para ver todo o seu poder – termina indo em direção ao tatame externo.

Chichi a fita por alguns segundos em dúvida

-Não está com medo não é chichi? -Gine provoca com um sorriso de lado

A verdade é que Gine estava ansiosa para ver todo o poder de luta da terráquea, Gine já era uma sayajin com poderes de elite o que a tornava uma das femeas mais fortes do império. E o fato dela treinar diretamente com kakarotto sem dúvidas a deixava em alto patamar de poder.

Pouco depois elas estão no tatame em posição de combate. Gine manda chichi vir com tudo.

Chichi nem conseguia tocar em Gine, era patético. Mas Gine estava avaliando o nível de poder de chichi. Então baixa ao nível dela e iniciam um combate. Gine força chichi ao máximo e chichi esgota muito rápido o que deixa Gine preocupada. Ela não estaria pronta para um circuito ainda mais se tivesse que lutar com algum sayajin. Não que não fosse forte, porque Gine a achou bem forte para a sua raça. O problema era justamente esse. Na arena havia raças muito mais poderosas algumas inclusive que deram muito trabalho aos sayajins no passado.

Chichi já estava de joelhos arfando muito pelo cansaço.

-Qual gravidade está atualmente? Gine pergunta

-10x

Gine solta um longo suspiro

-não acho que deva lutar na arena ainda, mas pode participar de uma exibição apenas.-gine sentencia

-como assim não devo lutar? Eu só vivo para isso – chichi fala irritada – meu único propósito nessa droga de planeta é participar dos combates e conseguir ser livre. Nada mais me importa...

-entenda chichi, você ainda não está pronta. As coisas não são tão fáceis – gine pondera

Mas chichi estava agitada

-claro que não são fáceis, vocês invadem um planeta, destroem a raça, destroem tudo que tocam vocês são como uma praga no espaço...nada seria simples não é mesmo. tudo pelo que? pelo prazer da luta e do desafio. – chichi esbraveja

-chichi...eu compreendo sua frustação...-Gine começa mais é interrompida por chichi

-Entende? Você acha mesmo que intende? Por acaso você já perdeu sua liberdade? foi usada num jogo sádico de poder? Tirada das pessoas que ama? – chichi fala alterada

-na verdade sim filhote! – Gine é áspera perante chichi a surpreendendo pela mudança do semblante calmo, exibindo agora um ar perigoso -você não sabe de nada sobre mim, ou sobre o que passei...eu senti na pele o quanto minha raça pode ser cruel e sanguinária e acredite, você não passou nem metade do que eu já passei. Eu sei bem como é ser diferente no meio deles, o que e ser usada, praticamente escravizada, humilhada e feriada. Então filhote não venha usar da sua dor como desculpa para justificar os seus atos.

Chichi se sente incomodada pelas palavras de Gine. Kakarotto sai da câmara para ver o que estava acontecendo pois sentiu o ki da mãe se alterar perigosamente. Pegando parte da conversa.

-o que esta havendo? – kakarotto pergunta olhando para Gine

Chichi olha para ele, estava coberto de suor e boa parte do traje estava danificado.

-eu disse que chichi não deve lutar -Gine fala

-e você chichi o que quer? – kakarotto pergunta serio

-você melhor do que ninguém sabe o que quero kakarotto – chichi se mantem firme encarando kakarotto e Gine

-então treine que amanhã estará na arena

-Ela vai morrer e você sabe disso – Gine fala seria

-se é o que ela quer eu não vou impedir – kakarotto fala sério cruzando os braços

-você que sabe kakarotto, afinal não é mais um filhote. Não me venha arrependido depois, pois será tarde. -Gine é fria e calculista fazendo um arrepio frio subir pela coluna tanto de chichi quanto kakarotto.

A mãe de kakarotto sabia como colocar medo em suas crias e no seu companheiro, mas além disse Gine era muito intuitiva e esperta. O que deixou kakarotto com uma pulga atrás da orelha.

Gine então se despede dos dois e sai do local. Iria aproveitar para visitar raditz

-Levante-se e fique 1 hora na câmara de regeneração. Eu quero você na alta gravidade, se você quer lutar amanhã, tem que estar pronta. -kakarotto fala firme encarando chichi.



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