História O poderoso império sayajin - Capítulo 40


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Bra, Bulma, Chichi, Cooler, Fasha (Seripa), Freeza, Gine, Gohan, Goten, Grande Patriarca (Saichourou), Kuririn, Mestre Kame, Raditz, Rei Cold, Shenlong, Tights Brief, Trunks, Turles, Vegeta, Yamcha
Tags Bardock, Dragon Ball, Gine, Imperio Sayajin, Kakarotto, Rei Vegeta, Turles
Visualizações 162
Palavras 2.821
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


boa leitura a todos

Capítulo 40 - Morangos despertam o desejo


Fanfic / Fanfiction O poderoso império sayajin - Capítulo 40 - Morangos despertam o desejo

-Como assim se vinculou? - Bardock pergunta atônito

-pois é, eu estive lá, e soube do vinculo pela humana. Acredita que ele tava me escondendo?

-Mas que tipo de vinculo estamos falando? – bardock pergunta serio

-acho que você não vai gostar da resposta. – Gine fala com um sorrisinho

-mas pelos deuses qual o problema dos sayajins com os terráqueos?- bardock fala irritado- agora mais esse. Não acredito que vamos depender de Turles para continuar a nossa linhagem? Ainda mais agora que ele parece não estar as boas com chayote.

-Como assim? -Gine pergunta curiosa

-já tem algumas reuniões do conselho que eles nem se olham, o que eu achei estranho já que eles eram...estranhos do jeito deles...você sabe – bardock fala afagando o cabelo de Gine

-Estranho mesmo... você acha que pode ser algo sério?

-acho que não. Talvez tenham pegado pesado um com outro. De qualquer modo vou falar com ela amanha para ver se está tudo bem.

 

No dia seguinte chichi acorda toda dolorida pelo intenso treino que fez com Kakarotto. Ela troca de roupa e vai tomar o café.

-bom dia chichi. Pronta para lutar hoje? Começa as 13hrs as lutas eu venho te buscar já que não pode sair desacompanhada de um sayajin. 

-bom dia, pronta não é a melhor palavra para mim agora. Graças a você estou toda dolorida idiota

-você queria um treino não é? Esse é o mesmo nível de treino de um filhote de 6 anos chichi. O que nos põe nunca questão. Você acha mesmo que está pronta pra lutar contra alienígenas que deram trabalho até para sayajins como eu? – kakarotto fala serio

-Não importa, eu vou lutar ou vou morrer tentando. É minha única droga de chance de ser livre, não é?

-sim, não vou te iludir – kakarotto fala.-bom então te pego as 13h agora tenho que ir

Kakarotto se levanta da mesa e sai deixando chichi comendo só a mesa

A verdade é que chichi estava muito nervosa para lutar. Tinha suas dúvidas quando ao real poder de luta que a aguardava.

 

Bulma acorda em seu quarto e fica fita do teto por algum tempo. Se lembrando do que aconteceu com ela na noite anterior. Ela levou os dedos aos lábios.

-ichy – murmurou Bulma

A verdade é que ela adorou aquele beijo. E percebeu como foi difícil para um sayajin como ele trata-la com carinho mesmo sabendo o quanto os sayajins são grossos e arrogantes. Ela sentiu um calor a aquecer. Queria vê-lo e queria beija-lo novamente. Queria sentir aquela eletricidade do toque dele novamente.

Então se levanta toma um banho e se veste indo para o laboratório. Toma café com seus pais e escuta seu pai falando com sua mãe o quanto sentia falta de dormir com ela de abraça-la na noite...e todas  aquelas coisas melosas de casais. Bulma revirou os olhos, mas sabia o quanto realmente estava  sendo difícil para seus pais, talvez conseguisse isso como um dos presentes do rei... mas foi só pensar no rei sentiu um enorme asco. Um ódio do fundo de sua alma se lembrando da noite que ele a atacou. mas ela jurou a si mesma que não se deixaria afetar a isso. Ele não teria o prazer de ve-la chorar ou implorar para ele. E deu graças a kami que ele nunca mais apareceu ali

Então Bulma é tirada de seus pensamentos ao sentir o toque gentil de Ichy em seu ombro. Ele estava sério como sempre. Mais ela podia ver como os olhos dele brilhavam olhando para ela. Bulma abre um sorriso e abraça Ichy que afaga a cabeça dela em sua cintura. Os pais de Bulma gostavam também de Ichy que mesmo a sua maneira nunca os distratou e o pai de Bulma o achava inteligente

-vamos fraquinha, acho que consegui algo que vai gostar – ichy sorriu de lado

Bulma deu um soco no ombro dele quando se levantou. Claro que não o afetou em nada. Mesmo não sendo um sayajin guerreiro ele tinha ainda o poder de luta infinitas vezes maior que o de bulma. Então eles vão até o laboratório e lá tinha uma caixa em cima de uma das mesas

-o que é isso? – bulma perguntou curiosa

-abra e você vai ver- Ichy disse meio bruto do jeito dele

Bulma abriu e não pode acreditar no que seus olhos estavam a ver. Ela pegou um deles na hora levando a boca. Para Bulma foi uma maravilha. Para o sayajin a vendo foi uma tentação que o fez suar frio. Bulma levando aquele morango a boca daquela forma era até cruel para ele olhar. Ele sentiu um forte fisgada na virilha e começou a se concentrar em qualquer outra coisa para se conter

-não acredito!- Bulma fala em meio as mordidas – como você conseguiu?

-bom você falou outro dia que sentia falta desse tal morango então entrei em contato com meu irmão que esta designado no polo da terra e pedi um favor. Demorou um pouco mais chegou. Bom pedi tambem algumas sementes, então agora da para cultiva-las aqui, bom nem sei se o solo vai ser compatível, mas para uma mente brilhante como a sua não vai ser difícil – Ichy fala corado.

Bulma achou fofo o gesto do sayajin.

-vamos experimente – Bulma fala segurando o morango entre os dedos próxima a boca de Ichy.

O sayajin olha a fruta e a cheira, lembrava o cheiro da terráquea, ele dá um sorriso de lado e abocanha a fruta chupando assim os dedos de Bulma. Que sente seu corpo tremer igual vara verde e sente seu ventre se aquecer de maneira perigosa, fazendo soar um alarme um sua cabeça.

-lembra os gosto da sua boca – Ichy fala olhando barra Bulma com certa malicia

Bulma sente sua face aquecer ficando rubra e um prazer gostoso correr sua espinha naquela hora.

Como aquele sayajins conseguia ser gostoso e sexy e ao mesmo tempo gentil e atencioso.

-venha mamãe e papai olhem o que Ichy conseguiu – Bulma grita tentando desviar o foco

Ichy da um sorriso debochado para Bulma que da uma piscadinha para o sayajin.

 

Já era perto das 11 quando bardock abordou chayote.

-olá general o que posso fazer pelo império? - pergunta chayote com sua voz maliciosa de sempre

-queria saber como você e Turles estão na verdade, porque estou vendo que estão andando separados sei que não é da minha conta ,mas a mãe dele fica preocupada e você conhece a Gine não é mesmo? – bardock tenta soar casual e displicente

-olha bardock sinceramente só vou lhe falar isso pela admiração que tenho por você, e eu não gostaria que acontecesse com uma cria minha isso e sei que você dará um jeito nisso. – começa chayote olhando nos olhos de bardock o deixando preocupado

-sim, sabe que pode confiar em mim – bardock fala

-seu filho se vinculou a uma maldita vermezinha humana e me trocou literalmente por ela a colocando na cama dele.

Bardock estava completamente embasbacado em sem palavras diante das palavras de chayote

-eu realmente lamento. Pode contar comigo quando precisar de qualquer coisa, inclusive da minha influencia. É o mínimo que posso fazer por você depois de passar por isso – bardock fala ainda em choque

-é claro, sei que é um sayajin de honra. Não se preocupe que não pretendo deixar que sai do nosso meio tal informação. Até porque como o próprio Turles me disse seria constrangedor para mim não é mesmo – chayote fala com uma voz um pouco triste

-Obrigada chayote. Tenho uma dívida de gratidão.

 

Então bardock sai dali. A reunião ai acabar cedo naquele dia, pois tinha arena na parte da tarde e da noite

Ele Turles conversando com Couget e se aproxima do filho o puxando pela armadura com força

-ei o que foi? – Turles pergunta irritado

Mas bardock dá um soco no filho que é pego de surpresa sem reação

-o que você pensa que tá fazendo se vinculando com um humana? – bardock esbraveja aos múrmuros pois estavam frente ao palácio e não queria que ninguém ouvisse

Turles fica atônito. como o pai sabia? “maldita sayajin malcriada, merece uns bons tapas” pensa Turles

-não vai falar nada moleque? - bardock esbraveja agora um pouco mais alto

-você quer que eu diga o que? que seu filho fez um a puta merda é eu fiz agora é tarde para bater não acha – Turles fala arrogante

-maravilha, agora vou ter que ter outro filhote só para garantir que minha linhagem continue – resmungou bardock irado

-ei não é pra tanto, ainda tem o kakarotto e o raditz – Turles fala sarcástico

Mas bardock da outro soco nele, agora mais forte

-um bando de idiotas. Isso que eu fiz. Uma linhagem de idiotas os deuses me odeiam só pode. Me amaldiçoaram...não, não foram os deuses, tenho certeza que foi aquele velhote bastardo do Konattsu! – bardock agora falava alto cerrando os punhos e fechando o cenho

-você está bem velho? Não está falando coisa com coisa – Turles começa debochado  

Bardock segura turles pela armadura e o levanta

-quero você e o resto dos idiotas lá em casa agora para o almoço e traga sua companheira

Bardock solta Turles

-ela não é bem minha companheira – Turles começa a falar nervoso

-ah não filhote? E o que ela é? Ela tem o seu vínculo, então é sua responsabilidade – espero os dois em meia hora lá em casa e se não for eu juro por deus que chuto sua bunda tão forte te jogo pra fora do planeta.- bardock fala irado.

Turles não se lembrava do dia de ter visto o pai tão irado. Na verdade, ele se lembrava de algo sim. no dia que raditz e ele brigaram por conta da ideia pressupostamente maluca do velho ressuscitar a mãe morta. Então ele voa para casa a fim de buscar lunch

Bardock liga para os outros dois e dá o mesmo suave aviso.

 

11:30 h os três estavam na casa dos pais. Para as três amigas foi bom poderem se rever novamente, agora para o s três sayajins que se entreolhavam em silêncio...

-vamos que vai ser o primeiro a abrir a maldita boca – gritava bardock sobre os olhares de Gine que estava tão irritada quanto

Os três ainda se entreolhavam. Naquela hora pareciam mais filhotes do que nunca.

-Maldita hora que foram invadir a terra. – Bardock esbraveja

-eu não tenho culpa nem na terra eu estava, que me deu a escrava de presente foi o Turles – raditz tenta se justificar

-mas você bem que gostou na hora que ganhou né irmãozinho? – Turles fala zangado

Kakarotto olhava apenas a discussão que começou entre  Turles e raditz

Então Gine da um grito chamando a atenção dos 4

-Agora não era de brigar. Eu quero que vocês intendam a gravidade dos fatos. Vocês não só acabaram de matar nossa linhagem, como também colocaram essas garotas em risco.  O que acha que vai acontecer a elas se outros sayajins descobrem que membros do alto conselho do império fizeram de escravas suas companheiras? Aposto que não pensaram nisso. E sabe o que mais não pensaram. Em como vão fazer ao deixa-las sozinhas sobre risco de ataque de sayajins desgostosos para ir fazerem suas invasões ou pensaram? – Gine fala seria descarregando finalmente

Todos se entreolhavam novamente. Realmente nenhum deles haviam pensado em nada daquilo

-em qual processo está a terra? – raditz pergunta olhando para bardock

-planeta colônia porquê? – bardock responde

-e qual seria a possibilidade dele passar de colônia a aliado? Raditz fala

-Nula. Ele já foi dominado, e a raça escravizada

-então poderíamos achar alguma brecha na lei de bejita – turles fala

-teriam que achar algum sayajins que fosse expecte nas leis antigas e novas coisa que é bem difícil de achar para esse assunto sem levantar suspeita. – bardock fala

-então criar uma lei nova – kakarotto fala automático

Todos se calam por um momento pensando.

-que tipo de lei seria essa? – bardock

-do tipo que torne de direito ao sayajin escolher sua companheira livre raça

- o rei nunca permitiria tal lei. Além do mais não sabemos se outros sayajins também já se vincularam a outras raças- bardock pondera

-mas já é um começo não é mesmo? podemos seguir dai afinal temos 4 de 12 cadeiras do conselho o que por si só já é de se considerar – Turles fala

-tá temos um plano para tira-las do perigo, mas ainda não para minha maldita linhagem.

-a mamãe tá ai ainda, você mesmo falou em fazer outro filhote – Turles falou displicente

Bardock da um longo suspiro ao ver o cenho fechado de Gine

-eu odeio vocês. Acho bom cuidar dessas garotas – Gine fala entrando para dentro de casa zangada.

Todos se sentam a mesa e almoção e após o almoço seguem para a arena.

-Ainda não acredito que vai lutar – bardock fala animado

-Agora mais do que nunca tenho que descarregar minha raiva

-pensa bem a ideia de um novo filhote não é tão ruim pensando agora – bardock fala olhando serio a Gine.

-Pensamos nisso depois. Agora eu só preciso lutar. – Gine fala entrando na zona de competidor junto com chichi.

 

O torneio tem lutas alternadas entre os circuitos sayajins e alienígena  a  medida que ganha dos inscritos do dia você entra na chave de competição. Então pela contagem você precisa ganhar 10 combates diretos para conseguir subir para a primeira chave. Mas esses lutas aconteciam em vários períodos se tornando uma torneio pausado. Acontecendo toda semana uma eliminatória

Gine lutaria primeiro que chichi o que daria chance para a garota ver como funcionava

Então Gine sobe a plataforma, ai lutar contra um sayajin de elite

-5 minutos de luta – bardock fala

-Só isso? - Turles pergunta surpreso

-eu diria que estou sendo gentil com o sayajin – bardock da um sorriso de lado

A luta começa e em três minutos Gine joga o sayajin para fora da plataforma tendo sua primeira vitória da noite

 

Depois de algumas lutas agora chichi subia na plataforma

-ela parece uma femea sayajin mesmo – bardock fala olhando chichi mais atentamente agora. Ouvindo em seguida um rosnado do filho – ei, eu já tenho uma femea moleque. – esbraveja o pai.

 

A luta começa chichi estava lutando contra um alienígena da raça Nantaijin era guerreiros natos tal como os sayajins, a diferença era o poder de luta. Que era bem menor que a dos sayajins em geral. Chichi começa a batalha tentando conter o uso do seu ki tal como o kami-sama havia a ensinado. Ela analisa o estilo de luta do adversário para depois começar a lutar a sério. Ela tinha mais técnicas na manga do que os sayajins conheciam. Graças ao árduo treinamento na terra. E o treinamento mesmo que pra eles era considerado pouco em baixa gravidade, foi um up ao seu poder de luta. Pouco mais de 20 minutos de luta e ela deixou o adversário inconsciente surpreendendo todos, menos Kakarotto que sabia exatamente o poder de luta dela, uma vez que a enfrentou na terra.

Gine torna a lutar, dessa vez com uma femea. Ela deu um pouco mais de trabalho que o anterior então em 10 minutos ela deu nocaute na femea. Atingindo assim 2 vitórias no circuito

E assim as lutas foram se seguindo até que Gine precisava de apenas 1 vitória naquela noite. Coisa que ela conseguiu com um pouco de jogo de cintura, pois enfrentou um sayajin muito experiente em batalhas.

Já chichi precisava de mais 3 vitorias já que o circuito alienígena era maior que o sayajin

Chichi subiu na plataforma mais uma vez. Mas kakarotto percebeu que ela já estava bem cansada, principalmente pela ultima que tirou uma boa leva de ki dela.

Quando o próximo adversário de chichi subiu a plataforma kakarotto ficou atônito. Ela não ganharia aquela luta. Ele tinha do dobro de poder de luta atual dela. ele estava em pânico. Principalmente que desde que não se use de meios cruéis a morte é permitida no combate alienígena.

 

Bulma estava mais uma vez a estender o horário com ichy quando os toques entre os dois começaram. Inicialmente eram pequenos inconscientes para depois serão intencionais e desejos quando perceberam já estavam uma perdido na boca do outro. Ichy apertada com desejo o corpo de Bulma contra o dele

Vegeta havia voltado mais cedo da arena. Estava entediado com as lutas. Então entrou no seu quarto despindo-se ficando somente com a parte de baixo do traje. Ele se deitou. Mais por mais que  lutasse não conseguia tirar a maldita humana da cabeça. Ele se deitava com várias femeas sayajins do seu harém, mas parecia não saciar seu desejo. Ele precisava apaziguar aquele desejo ardente de tê-la que só aumentava e o consumia cada dia mais. Ele não queria passar por cima do seu orgulho, mas aquele altura tudo que queria era o corpo dela e não importava mais nada. Ele a teria nem que fosse a força novamente. Então mais uma vez se pegou indo ver a maldita humana.



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