História O poderoso império sayajin - Capítulo 41


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Bra, Bulma, Chichi, Cooler, Fasha (Seripa), Freeza, Gine, Gohan, Goten, Grande Patriarca (Saichourou), Kuririn, Mestre Kame, Raditz, Rei Cold, Shenlong, Tights Brief, Trunks, Turles, Vegeta, Yamcha
Tags Bardock, Bra, Bulma, Dragon Ball, Gine, Gochi, Gohan, Goku, Goten, Hanna, Imperio Sayajin, Kakarotto, Lunch, Raditz, Rei Vegeta, Sayajins, Trunks, Turles, Vegebul, Vegeta
Visualizações 197
Palavras 2.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


boa leitura a todos

Capítulo 41 - O toque de um sayajin


Fanfic / Fanfiction O poderoso império sayajin - Capítulo 41 - O toque de um sayajin

Bulma estava cada vez mais rendida aquele sayajin e seus toques precisos. Ichy por sua vez estava cada vez mais desejoso de Bulma. Aquilo era excitante uma experiencia nova para ela e para ele que nunca havia se envolvido como uma escrava antes. Ichy levanta Bulma a sentando sobre a mesa, e continua a beijando ardentemente. Ele avança sobre o pescoço de Bulma o beijando e mordiscando de forma necessitada arrancando gemidos da azulada ela por sua vez toca seu tórax que apesar de tudo era forte e tinha músculos bem definidos. Ichy segura a bunda de Bulma colando sua intimidade contra a forte ereção já latente. Bulma respirava cada vez mais forte. Aquilo estava muito excitante. Ela queria se entregar ali. Naquele momento, estava completamente rendida nas mãos daquele sayajin.

Vegeta sai do seu quarto com meio traje iria ter com a patética humana precisava esfriar seu corpo, quando passa do primeiro corredor é parado por seu assistente que aproveita o fato de ver o rei para lhe passar alguns relatórios que haviam ficado pendente daquele dia. Vegeta o atende com notório mal humor, ele tenta acelerar o máximo para fugir de vegeta.

 Ichy tira a armadura simples de a parte superior do traje, Bulma solta um suspiro pelo corpo do robusto do sayajin. Ela se deleitava em cada saliência muscular correndo seus dedos e mãos arrancando gemidos sôfregos de Ichy. Ele por sua vez tirou o jaleco e foi abrindo o traje de Bulma deixando os seios cobertos pelo sutiã. Ichy olhou aquele colo e ficou ainda mais louco de desejo. estava a se envolver com uma escrava. Uma porra de uma escrava linda e tentadora como a deseja. O sabor dela era incrível os beijos dela era incrível, a pele macia e cheirosa e para piorar o estado do sayajin ela exalava desejo.

Vegeta cruza os corredores do castelo. “Como essa droga é grande “vegeta pensa consigo

Ichy remove o sutiã de Bulma e avança sobre os fartos seios da azulada que gemia a cada toque a cada mordiscada em seu mamilo, Ichy morde os lábios e Bulma de forma sedutoramente perigosa. Ele termina de despir Bulma avançando com desejo contra sua intimidade sentindo todo o sabor dela. a língua do sayajin fazia magicas Bulma sentia todo o corpo mole e relaxado. Cada centímetro do seu corpo gritava para ele a penetrar. ela gemia como uma louca. E se derrama na boca dele ele termina de se despir a olhando ali deitada sobre aquela mesa de trabalho. Nossa que tesão nessa femea.

Finalmente vegeta atinge o antigo complexo em anexo com o castelo. Sua cauda contorcia em sua cintura. 

Ele a desde a virando de costas para ele e desce o corpo de Bulma sobre a mesa a penetrando lentamente. A cada parte percorrida daquele grosso membro era uma gemida dos dois. Como era quente e apertada a humana. Ele começa um vai e vem no corpo da terráquea de cabelos azuis, mas começa a intensificar pelo desejo até que Bulma para de gemer pelo prazer e passa a sentir dor, então Ichy intende o limite da humana e diminui a intensidade da penetração se contendo, mas igualmente desejoso.

Vegeta começa a descer o complexo de laboratórios que eram subterrâneos

Ichy puxa Bulma um pouco mais para perto dele e as mãos acariciam seus seios com firmeza a boca fica a cargo do pescoço e para surpresa de Bulma a cauda vai direto em clitóris a estimulando durante o ato. Bulma gemia estava quase atingindo o gozo e finalmente se derrama nele. Ele por sua vez ainda se movimentou um pouco mais dentro dela para finalmente derramar sua essência dentro de Bulma com um gemido gutural e rouco. Eles arfavam muito então eles se recompõem

Finalmente vegeta chega a zona de dormitórios e vai até o quarto de Bulma, mas a humana não estava lá. Ele fica frustrado. “onde está aquela patética terráquea” pensava consigo mesmo. então resolver ir ver no laboratório já que da outra vez que esteve ali ela trabalhava até tarde, era uma maldita viciada em trabalho pensava vegeta consigo. Então deu um curto sorriso de lado pensando em quanto de certo modo ela era dedicada aquilo. era como ele. Viciado no trabalho como rei. Adorava aquela coisa toda, as pompas e tudo mais.

Ele chega a sacada superior do laboratório e vê finalmente Bulma. Mas a visão não lhe agradou em nada... Eles se abraçavam com certa ternura e ela ria feliz e tinha um brilho nos olhos. Mas afinal o que estava acontecendo entre eles? vegeta sentiu-se tomado por um ciúme abrupto, uma gigantesca possessividade. Mas o que fazer? Não poderia simplesmente mata-lo ali. Ia da muito na cara. Então se perguntou porque estava a sentir assim por uma escrava. Aquilo ia contra tudo que ele tinha como certo para o seu maldito orgulho. Ela era uma fraqueza, uma maldita fraqueza para ele. Como podia se sentir tão rendido a um ser tão fraco e patético. Decidiu que não iria perder seu tempo com uma criatura daquela, a final ele era o rei. E a que ponto chegou? Ter que esgueirar-se pelas noites para ter como uma escrava as escondidas quando tem qualquer sayajins que queira em sua cama. Aquilo era a demais para o ego de vegeta. tentando conter todo seu maldito ímpeto volta-se a retirar, mas não sem antes ver Bulma entregue a um beijo com o sayajin que parecia satisfeito com o toque nos lábios da humana. Então lembrou-se por alguns minutos o sabor da boca de Bulma quando a teve. Sua cauda contorceu-se na cintura pelo misto de raiva e desejo

-hunf! – foi a única coisa que disse ao retornar ao seu quarto.

 

-Agora tenho que deixar essa humana fraquinha dormir – Ichy fala em meio aos lábios de Bulma

-E como vou dormir bem – Bulma fala com uma piscadinha dando um selinho em Ichy

Bulma então sai do complexo a caminho do seu dormitório

 

Na arena chichi estava a começar o combate contra seu forte oponente. Gine já estava junto da família a assistir à partida, a cauda da sayajin estava agitada.

-Você não vai fazer nada? – Gine pergunta irritando-se com a calma do filho

-Não. Ela queria lutar e ela vai. Ela tem que aprender a confiar no nosso julgamento. Ela sabe que não pode derrota-lo – Kakarotto fala firme

Gine olha com os olhinhos pidões a Bardock que não aguentava ver a companheira daquele jeito. Ela sabia muito bem seu ponto fraco.

-Sabe que não posso fazer nada. Não faz isso comigo – Bardock fala incomodado

Gine bufa pela frustação.

Chichi estava resistindo com todas suas forças, mas estava em seu limite. Então faz a coisa que poderia ser descrita como a mais estúpida. Reuni toda a energia que ainda lhe restava e ataca com um kamehameha. O alienígena que a enfrentava não esperava pelo ataque. Sendo acertado em cheio. Infelizmente o ataque não serviu para deixa-lo inconsciente, apenas para aumentar sua fúria. Chichi estava apoiada em um dos joelhos arfando muito. Seu corpo tremia pelo uso excessivo de todo o seu poder. Seus músculos gritavam. O alienígena se recupera do impacto do golpe e caminha em direção a chichi. Ele a segura pelo pescoço. Aquela altura ela já não tinha mais muita força ela tenta inutilmente tirar a mão do alienígena de seu pescoço. Os sayajins que assistiam começam a vibrar pela nova morte que aconteceria na plataforma.

O alienígena começa a formar uma esfera de ki na mão restante

-para uma terráquea até que foi um bom aperitivo – fala o alienígena a olhar para chichi nos olhos com um sorriso maligno.

Gine apertava o braço de Bardock com força a essa altura

-Hora de dizer adeus – o alienígena fala

-ainda não – chichi balbucia

Encostando rapidamente a mão próxima ao peito do alienígena e disparando uma rajada de ki a queima roupa enquanto ele estava distraído abrindo um amplo ferimento no mesmo. Que a solta.

Mas chichi usou tudo que tinha naquele instante. Caindo inconsciente. Já o alienígena mesmo que extremamente ferido ainda estava de pé sendo declarado vitorioso do combate.

Gine vai até a plataforma e pega chichi no colo. A entregando a Kakarotto. Ela estava cheia de ferimentos.

Kakarotto a olhava de forma analítica. Como se pensasse consigo mesmo como foi estúpido o bastante para deixa-la lutar antes da hora. Ele sente o ki dela extremamente baixo. Então sai da arena para casa a fim de colocá-la na medical machine.

-Foi por muito pouco. O que ele tem na cabeça? - Gine fala irritada a Bardock

-Talvez ele ainda não tenha intendido o extremo do vínculo – Bardock tenta justificar

-Vamos pra casa. Eu to cansada quero tomar um longo banho e dormir- Gine fala com um bico

-Dormir? Mas nem pensar- Bardock fala malicioso ao ouvido de Gine enquanto a abraça

 Então eles vão para casa também. Deixando Turles e Raditz com as terráqueas na arena, já que decidiram ver as lutas até o fim. Turles pode ver o quanto Lunch vibrava com as lutas. Parecia uma louca excitada pela barbárie dos golpes, tendo multas vezes batido nele mesmo sem perceber, somente movida pela empolgação e não pode deixar de gostar de ver esse lado espontâneo dela. Ela era a sua louca. E aquilo o deixava desejoso dela.

Já tights não se importava muito com as lutas. Ficou mais entretida com o a tela que o sayajin havia lhe dado para aprender parte da linguagem sayajin.

 

Enquanto Gine estava a banhar, Bardock já nu em sua cama pensava no que os filhos haviam feito. E em quanto estava frustrado pela sua linhagem ser interrompida. Ele tinha certeza que eles jamais teriam crias e mesmo que tivessem era um grande problema pois as femeas eram terráqueas cujo o poder de luta era ridículo o que traria crias inúteis e fracas. Ele tinha que manter a linhagem. A única forma de o fazer seria ter uma nova cria, mas Gine não havia decido nada ainda. Por outro lado, ele não precisaria lhe falar, afinal somente ele percebia quando ela estava a ficar fértil.

Então é tirado dos pensamentos quando Gine toca em seu corpo.

-Tão longe essa cabecinha – Gine fala carinhosamente deitada sobre o corpo de Bardock

Então ele gira ficando por cima de Gine a beijando intensamente. A mãos sobe pelas coxas torneadas da companheira apertando e acariciando, passando pela fina cintura até repousar sobre o seio. Gine podia sentir a dureza contra sua intimidade. Após picantes preliminares finalmente ele estava dentro dela se movimentando, apreciando o corpo da companheira até finalmente chegarem ao ápice. Após um tempo eles dormem.

Horas a dentro

Turles estava deitado com Lunch deitada sobre seu peito. Ele aninhava os cabelos loiros sentindo seu cheiro.

-Como está seu treino? - Turles pergunta displicente

Lunch estranha a pergunta, Turles nunca se interessou por nada dela antes.

-Está bem. Não sou muito forte, mas eu gosto – Lunch fala olhando para Turles

-o que acha de eu treina-la? – perguntou Turles olhando os olhos verdes de Lunch vendo os vemos criarem um fino brilho peculiar.

-Eu ia adorar – Lunch fala com um sorriso

Turles descobriu naquele instante que adorava a louca de olhos verdes cintilantes e iria despertar a mesma loucura e impetuosidade que viu na arena. A queria daquela maneira todos os dias.

 

Kakarotto despi o corpo de chichi e a coloca na medical machine. Ele senta-se em uma poltrona que havia ali naquele cômodo e fica a observar o processo de cura de chichi tentando intender o se passava em sua cabeça naquele momento. Ele não compreendia como podia querer tanto um ser e ao mesmo tempo odiar tanto. O coração dele batia acelerado naquele momento. Tantas coisas vindo de encontro com seus pensamentos. Tirou a armadura ficando apenas com o traje. Os olhos ardiam pelo sono e o cansaço, mas não conseguia sair dali. Por alguma razão não queria sair de perto da humana irritante que mexia com seu juízo. Após algumas horas os bips da maquina o desperta do transe que se encontrava. Então tira chichi e a pega sonolenta no colo a levando para cama ao seu lado. Ele então se deita junto a ela a abraçando e pegando em um sono profundo enquanto sentia o aroma da humana com seu nariz enterrado no pescoço dela.

 



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