História O poderoso império sayajin - Capítulo 42


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Bra, Bulma, Chichi, Cooler, Fasha (Seripa), Freeza, Gine, Gohan, Goten, Grande Patriarca (Saichourou), Kuririn, Mestre Kame, Raditz, Rei Cold, Shenlong, Tights Brief, Trunks, Turles, Vegeta, Yamcha
Tags Bardock, Gine, Imperio Sayajin, Kakarotto, Rei Vegeta, Turles
Visualizações 99
Palavras 3.034
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


boa leitura a todos

Capítulo 42 - Loucura e razão


Fanfic / Fanfiction O poderoso império sayajin - Capítulo 42 - Loucura e razão

Sobre o olhar de vegeta

Eu estou em cima de uma alta montanha, vejo os campos verdes e uma grande pradaria a baixo, uma queda bem alta. O ar frio bate em minha face...olho em minha volta e pude ver uma única arvore solitária naquele lugar. Era desértico mais belo. Aquela paisagem me relaxava por algum motivo. Não tinha nada que podia me incomodar naquele momento de paz. Era estranho em meio a tudo, as pompas...um império...as femeas...em meio a tudo isso que traz satisfação ampla, a única coisa que acalmava meu ser naquele momento era aquele lugar frio, solitário e belo.

Por algum motivo meu coração estava aquecido, mas um profundo sentimento de vazio encheu meu ser. Era inexplicável aquilo. Nunca deite atenção a qualquer sentimento. Era ser fraco e um rei, um guerreiro não poderia ser fraco jamais. Mas a maldita sensação de solidão era quase sufocante.

-Vegeta – ouvi meu nome quase como um sussurro, quem era? Olhei a minha volta e não pude ver ninguém, estava ficando louco? Podia sentir um aroma único invadir minhas narinas. O cheiro era indescritível. Eu não me lembro daquele cheiro e já tê-lo sentindo. Ele ficava intenso corrompendo meus sentidos me deixando quase um maluco lunático. Sentia meu sangue correr em minhas veias de maneira mais rápida e intensa. Sem perceber meu coração estava disparado eu sentia minha respiração pesada...ah aquela emoção...a emoção da caçada...pude ver como uma presa ao longe a silhueta fina e curvilínea não pude deixar de sentir meu corpo gritando agitado desesperadamente para devora-la, a pele branca e nua deitada sobre a relva verde com os cabelos azuis espalhados sobre ela ....eu puxava o ar e sentia o cheiro cada vez mais forte que vinha do corpo dela. Eu a espreitava...a observava. Os lábios curvos como em um sorriso desejoso. Maldita humana apetitosa...como inebria meus sentidos. Eu a queria. Olhava para os lados quase eu desespero em não haver ninguém naquele lugar... eu o rei como medo de ser descoberto? Parecia um maldito filhote preste a aprontar longe de olhares curiosos.

-Vegeta – ela me chama mais uma vez...sua voz era incrivelmente sexy aos meus sentidos. Achei que aí explodir tamanha era a excitação que habitava meu corpo. Eu não aguentava mais resistir, eu não queria mais resistir... me sentia atraído quase como magneticamente ao corpo dela cada vez mais...meu corpo me levava ao dela...como era provocante. Os olhos dela eram desafiadores e intimidadores. Eu estava nervoso os encarando...perdi-me no azul profundo. Sinto suas mãos me tocarem o meu corpo...que sensações avassaladoras tomava conta de meu corpo naquele instante... como um simples toque poderia me deixar naquele estado de excitação? Meu corpo ardia...eu tinha que a tê-la. Deitei sobre o corpo dela afundando meu nariz sobre a pele branca do seu pescoço, sentia o cheiro que era novo para mim, não existia outro como aquele...era o cheiro de um femea que me dominava como nenhuma outra foi capaz. O poder dela não estava na luta.... não. dei um curto sorriso de lado. Invadi seus lábios com desejo profundo queria sentir o sabor da sua boca...como eram macios os lábios... o toque a minha mão percorrendo seu corpo transpirava desejo. Eu queira marcar aquele corpo todo, de todas as formas possíveis...ela despertava o animal que habitava em mim. Os mamilos rosados eram um deleite em minha boca. Deus que femea era essa...eu estou rendido e vulnerável

Os gemidos dela ao meu ouvido eram afrodisíacos. Eu estava pulsando, latejando chegava a doer. Eu queria penetra-la. Me despi e me coloquei a entra-la

-vege...- ela começava a gemer meu nome. Caralho eu vou devora-la por completo. Eu começo a me movimentar intensamente dentro dela, ela gemia intensamente e eu também, eu queria chegar ao ápice...eu precisava chegar ao ápice... eu estava lá

Quando um barulho me chama a atenção. Ele simplesmente apaga tudo aquilo. Abro meus olhos. O maldito scouter estava a tocar. Percebo que minha respiração estava descompassada, meu coração acelerado... foi a porra do sonho mais intenso que já tive até hoje. Meu corpo está suado e estou excitado demais. A porra do scouter não parava de apitar.

-Que foi verme? - pergunto

-Meu rei, temos um problema com um dos planetas. Precisamos do conselho agora – meu assistente fala

-Reúna-os – ordeno

Puta merda, era só o que eu precisava agora. Meu corpo ainda queimava e minha ereção ainda latejava. Me levantei e fui direto ao chuveiro precisava de um banho urgente. Maldita humana que me possui! Resmunguei sentido a água gelada me esfriando.

 

Narração aberta

 

O conselho foi reunido muito cedo era 5 da manhã ainda. Àquela altura todos os comandantes da principal esquadra estavam reunidos no planeta deixando somente as esquadras inferiores trabalhando. Vegeta é o ultimo a entrar na sala do conselho sentando-se ao trono

-Comecem – ordena o rei

-temos problemas na tomada de Tekar a ultima frota enviada foi dizimada – o assistente começa

-Quando perderam o contato? - Bardock pergunta digitando algo na enorme projeção que se abria no meio do conselho

-Essa madrugada, a última transmissão foi de aviso. - O assistente fala liberando aceso a transmissão para todos na sala

-Qual o poder do planeta? – vegeta pergunta curioso

-Não é detectável aos leitores atuais – Couget fala

-Como assim não é detectável? Quem autorizou uma missão sem essa informação?

-Na verdade fui eu alteza. O planeta é rico em titânio em quantidades absurdas e realmente não foi acusado poder de luta o que fez com que a tomada fosse uma boa aquisição ao império – Bardock fala

-Abra os relatórios do planeta – vegeta ordena

Então é aberto todo o relatório do mesmo, vegeta fita por alguns instantes. Não tinha certeza do poder de luta deles, mas a posse do minério era de fato importante para Bejita.

-Quantos tinham a última esquadra? – vegeta pergunta

-8 sayajins de elite – Bardock responde

-Sugestões? – vegeta fala

-Quantos dias daqui? – Turles pergunta

-20 aproximadamente – Bardock fala

-Acredito que possamos montar um grupamento, estamos sem fazer nada pelo momento- Kakarotto fala

-ótimo. Bardock reúna uma equipe de 5 e podem partir ainda hoje.

-Sim senhor – Bardock fala

-Quanto aos habitantes, não tenho interesse. Pode extinguir. - Vegeta ordena.

-Como desejar – Bardock fala

Vegeta se retira com seu assistente e o conselho começa a selecionar a equipe que iria

 

-Me responda seu verme, que foi o sayajins designado aos Briefs? Vegeta pergunta irritado

O assistente mexe na tela fina por alguns segundos

-Ichy, sayajin de alta patente engenheiro. É o nosso melhor no momento. Foi ele responsável por boa parte dos projetos de reconstrução de Bejita após o ataque de cooler, meu rei. Ele foi designado porque o senhor desejou o melhor para aprimorar os Briefs.

-hunf! Quanto tempo ainda os Briefs precisam dele? -Vegeta pergunta cerrando os olhos –

-Acredito que mais uma semana senhor, se não tiverem projetos paralelos. – o assistente fala

-Como assim projetos? – vegeta pergunta nervoso

-Bom, ele o chefe dos engenheiros e está trabalhando junto aos Briefs, então se ele vincular um projeto a eles, logo ele se torna o líder da equipe como principal responsável pelo projeto, não podendo ser retirado, e além disso ele é o chefe do setor cientifico podendo moldar uma equipe como quiser. Ele tem plena liberdade disso senhor. Afinal foi o senhor que concedeu esse poder sobre o polo cientifico se lembra?

-hunf! Claro que não idiota. Não quero chateações, somente os resultados. “maldita hora que assinei o decreto” pensou vegeta.

Vegeta então vai tomar seu café, para começa o dia cheio que teria. Mas não conseguia tirar o maldito sonho da cabeça. Ele resolveu que passaria no laboratório para ver o desempenho dos Briefs e o que Bulma fazia tanto com Ichy. lembrou-se dos dois se beijando e encheu-se de raiva e ciúme novamente fechando o cenho e cerrando os punhos.

 

Chichi acordou em meio aos lençóis brancos e macios da espaçosa cama se espreguiçando. Então como um súbito lapso puxou o lençol cobrindo o corpo nu e percebendo onde estava. Sua cabeça girou em um misto de perguntas. Ele teria abusado dela enquanto estava apagada? Um misto de coisas passou pela cabeça de chichi naquele momento. Onde estaria o sayajin naquele momento?

Não demorou muito e Kakarotto entrou no quarto. Ele tinha um semblante sério. Chichi ficou calada apenas o olhando.

-Bom-dia chichi – ele fala – dormiu bem, conseguiu se recuperar? – falou gentil

-Deveria? Vendo onde estou e como estou? Aposto que se aproveitou da situação não é mesmo? – dispara chichi

Kakarotto fechou o cenho perigosamente olhando para chichi, que sentiu medo do sayajin

-Acredite, não preciso abusar de uma humana apagada. Tenho a femea que eu quiser para me satisfazer. – Ele ficou irritado com o comentário da humana

Kakarotto da de costa para chichi tirando seu traje padrão e trocando para o traje de batalha com a armadura própria com emblema de esquadra. Chichi ainda não havia se acostumado com aquilo. Ele ficara nu em sua frente sem nenhum pudor. Mas ela não pode deixar de apreciar o corpo do sayajin nu ficando ligeiramente corada com a cena.

Kakarotto se vira e ela disfarça. Ele pega algo na mesa de apoio da cama e sai do quarto.

 

Pouco tempo depois estava no hangar principal. O grupo de sayajins a entrar na nave com destino a Tekar.

 

-não fique preocupado sua mãe ira vela – Bardock fala dando um tapinha nas costas de Raditz.

-Quem disse que estou preocupado? – Raditz fala sério

-sua cara filhote não esconde. Ela é frágil e realmente precisa de cuidado. Não é como se estivesse deixando uma femea sayajin não é mesmo?

Eles vão rumo ao planeta sem saber o que os aguardava lá.

 

Já era próximo das 15 horas quando vegeta finalmente vencido pelo cansaço mental vai até o laboratório dispensando seu assistente o mandando fazer algo útil.

Bulma e Ichy estava testando alguns protótipos do projeto que estavam trabalhando juntos. A sintonia do casal era muito boa. E Bulma se divertia trabalhando com Ichy. Fora que aproveitavam o tempo de descanso para ficarem juntos um pouco. Já que o sayajin era muito rigoroso quanto a hora do trabalho. Então lá estavam a ajustar o protótipo de energia auxiliar de um dos motoros de uma das naves no gigantesco complexo. Já haviam conseguido com sucesso implementar o sistema de capsulas criação de seu pai ao projeto da nave. Bulma usava o macacão padrão em malha sayajin que tinham uma espécie de velcro para abri-lo até a região dos quadris. devido a soldas e os materiais que estavam a usar naquele momento. Bulma estava com o traje parcialmente aberto deixando parte do colo exposto bem como o cabelo preso em um coque frouxo deixando o pescoço e parte dos ombros expostos.

Vegeta entrou no laboratório e fitou tudo. Ele viu o pai de Bulma a mesa mexendo com a parte de programação de pequenos circuitos sobre a mesma. Não falou nada procurando com os olhos por Bulma naquele local.

-Onde está o verme responsável? - vegeta rosna com os braços cruzados e o cenho fechado olhando o senhor Briefs

-Ichy? Bom...acho que ... – começou a pensar o pai de Bulma sem reparar que o rei estava ali. Já que vegeta dispensou sua pompa de costume usando apenas um traje padrão com armadura simples.

-fale logo verme maldito, não tenho tempo com tolices – esbravejou vegeta assustando o homem

-hohoho querido, Ichy esta com a bulminha mexendo naquela coisinha...como é mesmo? ...acho que tem alguma coisa com nave hohoho – fala a mãe de Bulma deixando vegeta mais nervoso do que já estava com o jeito solto da terráquea. Parecia uma louca sem noção aos seus olhos.

Reparando bem agora, ela não parecia ser cientista. Vegeta a analisou por alguns segundos.

-hunf! Onde estão diga de uma vez – vegeta ordena

-a sim por aqui, vou te levar lá – o homem fala se levantando e andando sendo seguido por um vegeta irritado.

Quando chega no complexo vê a nave e os painéis de um dos enormes motores aberto, seu coração quase saltou do peito quando viu Bulma com aquele macacão definindo todas as curvas do seu corpo e com o pescoço desnudo descendo até o colo deixando claro um safado decote. As gotículas de suor escorrendo por entre os seios. Vegeta deu um grande suspiro lembrando-se do sonho que tivera

-Meu rei. A que devo a honra – Ichy fala se curvando a vegeta

-Rei? Oh é mesmo mais que cabeça a minha – fala o pai de Bulma arrumando os óculos e finalmente reconhecendo vegeta.

Bulma ao ouvir a palavra rei treme-se toda. O que a final ele queria ali? Começou a se lembrar do que vegeta havia feito com ela e não pode deixar de sentir um misto de raiva e medo. Então conteve-se segurando o choro pelas lembranças. Ia se manter forte. Ela era linda, inteligente e tinha um sayajin maravilho para amar.

-Vim ver pessoalmente no que estão trabalhando meus escravos terráqueos – vegeta fala

-Devo dizer que é um tanto incomum meu rei, mas estou a disposição para lhe mostrar tudo. Bulma venha aqui – chama Ichy com uma voz firme – ela está à frente comigo em um novo projeto de renovação das atuais naves do império. Ainda não mostrei os projetos perante o rei porque já gostaria de deixar o protótipo pronto para uma vistoria.

Bulma muniu-se de uma confiança e tornou a encarar vegeta firme e de frente.

Vegeta encara Bulma mantendo os braços cruzados, enquanto ouvia Ichy descrever parte do projeto que dessa vez ele estava a ouvir. Mas seu foco ali era a escrava que tanto o atormentava. Ele podia sentir o cheiro dela por todo lado. Mas começou a ficar irritado ao sentir o cheiro de ichy misturado ao de bulma. De fato eles estavam a acasalar e isso o irritou profundamente. Ele odiou em cada pedaço aquele sayajin. Sentia a posse tomando conta de seu ser novamente. Ela era uma escrava, mas era sua...do seu oozaru afinal. Ninguém poderia toca-la a não ser ele. O cheiro se tornava cada vez mais forte enquanto ele andava envolta da nave ao lado dela. O cheiro dela estava grudado no corpo de Ichy...a Bulma...esse cheiro deveria estar em mim pensou vegeta, você é minha...minha posse...minha femea. Quanto mais ele ia pensando mais sua respiração se tornava pesada e sua ereção despertava. Ele queria ela, toca-la. Estava começando a ficar desesperado. Definitivamente foi uma péssima ideia ter ido ali.

-Ichy, quero as bases do projeto, pegue-as – ordena vegeta – e você humana patética me mostre a última alteração do controle de integridade do casco – rosna

Ichy prontamente atende vegeta. Não queria experimentar a fúria do rei que não tinha uma boa fama de ser paciente e bondoso.

Bulma hesita por um segundo então encara vegeta e se vira de costa abrindo a tampa do compartimento.

Vegeta a agarra por trás aspirando o cheiro de Bulma e a encosta de frente a ele na nave. os seus lábios começam a percorrer a extensão do pescoço de Bulma então quando os lábios tocam a marca dele no corpo dela uma onda de prazer toma conta do corpo de Bulma, sendo seguido por uma fina corrente elétrica. Essa também que acometeu vegeta. Bulma tem a mente nevoada naquele instante. Vegeta invade seus lábios e ela da passagem ao beijo se entregando. Sua mente naquele momento não raciocinava não tinha controle algum sobre as ações de seu corpo e se odiava por estar sentindo qualquer coisa que não fosse asco pelo toque daquele sayajin. Mas como o beijo dele e o toque de suas mãos no corpo dela despertava algo no fundo de sua alma. Como aquilo era possível diante do que viveu.

Então vegeta se separa dela tentando recuperar um controle emocional e forçando a razão a voltar ele passa as mãos sobre o rosto até os cabelos espetados se afastando de Bulma.  Ela fica sem intender o que estava acontecendo. Ambos arfavam pelo elétrico contato. Vegeta se recompõe e olha para Bulma rosnando.

-Maldita humana – ele fala irado

-Porque a raiva de mim, o lunático que me atacou foi você! – Bulma solta igualando o tom de voz surpreendendo vegeta

-Ora sua...como ousa falar desse modo com o rei – vegeta esbraveja furioso

-Lamento sua alteza lunática real – Bulma o encara com desafio nos olhos – vou tentar conter minha boca da próxima vez

-rwnnr! -vegeta prepara uma esfera de ki mais a voz de Ichy ecoa o fazendo dissipar a mesma. Bulma o olhava apavorada mais firme sem dá o braço a torcer.

-Prontinho rei vegeta – fala Ichy entregando 5 pinos do tamanho de pilhas a vegeta.

-Aprenda a colocar esses malditos vermes no lugar deles. – Vegeta esbraveja dando as costas para o casal marchando para fora.

Ichy se volta a Bulma

-o que você fez pra ele ficar desse jeito – a pergunta serio

-nada, só respondi as perguntas deles, ele que é um maluco- Bulma fala irritada

-Bulma isso é sério. Ele pode mata-la e nem eu poderei fazer nada. Você não me pertence, você é uma escrava do império, logo pertence ao rei. Não posso deixar de lembra-la que até ser livre eu não posso defende-la.

-Não se preocupe, vou me controlar, prometo – Bulma fala abraçando Ichy.

Esse não pode deixar de sentir o cheiro do rei no corpo de Bulma. Ele a afastou por alguns segundos a olhando nos olhos. Então por alguns instantes sua mente trabalhou unindo certas coisas que ele havia reparado. Como por exemplo o vinculo que havia no pescoço de Bulma, que ele não sabia a quem pertencia, mas não a questionou. Bem como as marcas em seu corpo e agora a súbita visita do rei que nunca se importou em nada além de receber tudo já pronto. Ele nunca se deu ao trabalho de vistoriar um escravo antes... “droga o que eu faço?” pensou consigo se fosse qualquer outro sayajin era algo fácil de contornar, mas estava falando do rei. Era um perigo fora altíssimo o que estava correndo naquele momento.

-o que foi? Eu sei que te preocupei, mas prometo que vou pegar leve com ele da próxima – Bulma fala trazendo Ichy de volta.

Ichy a abraça novamente

-só promete tomar cuidado ok?- fala gentil afagando os cabelos azuis.



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